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Revision 2501 Jul 2009 - TaniaTorres

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  PROINFO BANDA LARGA
Conceito de Inclusão Digital
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Possibilita a inclusão digital dos alunos das escolas públicas, através da montagem de laboratórios de informática, onde serão realizadas atividades com auxílio de professores capacitados para desenvolverem nos seus educandos a possibilidade de compreensão e construção dos conhecimentos com o auxílio das TIC .


O programa configura-se além da simples oferta de laboratórios de informática, mas também, com a capacitação dos professores e agentes educacionais, diferencial deste programa em relação aos demais já instituídos. No entanto, o ProInfo, acredita fomentar a inclusão digital com a inserção das TIC para as atividades nas diferentes disciplinas, sem considerar a formação do indivíduo para sua inserção na nova sociedade que vêm se formando, denominada Sociedade da Informação. Esta Sociedade, tem seus alicerces, no conceito de inclusão digital voltado para formação de indivíduos capazes de utilizar as TIC para a construção de conhecimentos,

encarando os desafios da sociedade no seu cotidiano. Assim percebe-se que o ProInfo entende Inclusão Digital apenas com a oferta de equipamentos para o uso e manuseio sem tornar seus alunos capazes de produzir, transformar, criar uma consciência crítica e prover produtos dos seus conhecimentos para as suas relações cotidianas, dentro da sociedade que se faz entender a inclusão digital, assim como o conceito de Inclusão de Lemos: Entendo inclusão como habilidade cognitiva para dominar, mudar, desconstruir discursos e alterar as rotas dos produtos prêt-à-porter das fábricas de ilusões."

LEMOS, André. Dogmas da Inclusão Digital. Disponível http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/inclusao.pdf .Capturado em 14 de abril de 2009)



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CATEGORIAS



PROINFO

BANDA LARGA

Conceito de Inclusão Digital

Possibilita a inclusão digital dos alunos das escolas públicas, através da montagem de laboratórios de informática, onde serão realizadas atividades com auxílio de professores capacitados para desenvolverem nos seus educandos a possibilidade de compreensão e construção dos conhecimentos com o auxílio das TIC .


O programa configura-se além da simples oferta de laboratórios de informática, mas também, com a capacitação dos professores e agentes educacionais, diferencial deste programa em relação aos demais já instituídos. No entanto, o ProInfo, acredita fomentar a inclusão digital com a inserção das TIC para as atividades nas diferentes disciplinas, sem considerar a formação do indivíduo para sua inserção na nova sociedade que vêm se formando, denominada Sociedade da Informação. Esta Sociedade, tem seus alicerces, no conceito de inclusão digital voltado para formação de indivíduos capazes de utilizar as TIC para a construção de conhecimentos,

encarando os desafios da sociedade no seu cotidiano. Assim percebe-se que o ProInfo entende Inclusão Digital apenas com a oferta de equipamentos para o uso e manuseio sem tornar seus alunos capazes de produzir, transformar, criar uma consciência crítica e prover produtos dos seus conhecimentos para as suas relações cotidianas, dentro da sociedade que se faz entender a inclusão digital, assim como o conceito de Inclusão de Lemos: Entendo inclusão como habilidade cognitiva para dominar, mudar, desconstruir discursos e alterar as rotas dos produtos prêt-à-porter das fábricas de ilusões."

LEMOS, André. Dogmas da Inclusão Digital. Disponível http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/inclusao.pdf .Capturado em 14 de abril de 2009)

Oferta de banda larga gratuita, pelas teles, para as escolas públicas se conectarem a rede. Neste programa não existe nenhuma cláusula sobre a capacitação de professores ou apoio as escolas beneficiadas. O programa se restringe a oferta de banda larga cabendo a escola encontrar a melhor maneira para utilizar este serviço.

O Programa entende o conceito de inclusão digital apenas com a oferta do serviço de banda larga para as escolas. No entanto, sabemos que a Inclusão Digital não se faz apenas com a conexão as redes, principalmente no ambiente escolar, um espaço para formação de indivíduos que antes de receber qualquer tipo de equipamento para apoio ás aulas deve antes de tudo capacitar os educadores e outros agentes educacionais, para orientar os usuários em busca do efetivo domínio desses. O que não deve ser diferente com a introdução das redes de conexão em banda larga.

Interesses Políticos




Interesses Econômicos

O programa demonstra preocupação com a necessidade que vêm surgindo ao longo dos anos de mão de obra cada vez mais qualificada, fazendo crescer a importância da capacitação dos recursos humanos para acompanhar os novos padrões de produtividade e competitividade exigido pelo mercado de trabalho em função dos avanços tecnológico.


No decorrer destes 10 anos de implantação do programa, houveram drásticas oscilações na liberação das verbas, fato que implica na demora para aquisição das máquinas, atrasando cada vez mais a execução do mesmo.

SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo ) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br . Acesso em 24 de Setembro de 2008.



Com o acordo entre governo e as teles, estas ficam responsáveis em levar o serviço de banda larga para as escolas e seus backbones até a porta de milhares de cidadãos, com isso ganham o direito de explorar, sozinha, a rede, podendo usar para vender seus serviços de banda larga evitando a concorrência com as pequenas empresas.

A oferta de banda larga, também, aumenta o desenvolvimento do mercado de aparelhagem tecnológica, serviços e acesso a internet além do aumento de empregos direto e indireto.


GINDRE, Gustavo. observatório da comunicação. Disponível em http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3090. Capturado em 14 de Abril de 2009.

Interesses Sociais

Cabe ao governo ,segundo o livro verde, ser o maior comprador/contratador de bens e serviços em tecnologias de informação e comunicação em um país. Com a implantação do ProInfo o governo demonstra suas ações afirmativas afim de possibilitar a sociedade, o acesso as TIC, imprescindível nos dias atuais. O acesso da população as novas tecnologias permite ao governo estar mais próximo do cidadão, seja na informatização dos serviços prestados a sociedade ou durante o cumprimento de suas metas de universalização das TIC dentro do pais utilizando-se do ambiente escolar como ponto estratégico para disseminação destas.


TAKAHASHI, Tadeu. Sociedade da Informação no Brasil: Livro Verde (Org.) 2000. Ministério da Ciência e Tecnologia. Brasília. Disponível em http://www.fsp.usp.br/acessibilidade/LivroVerdeSOCINFO-240701.pdf. Capturado em 14 de abril de 2009.

Com o programa, o governo dar continuidade as suas obrigações com a sociedade da informação na inclusão desta no mundo digital, com o auxílio das redes de banda larga, além de acelerar o desenvolvimento da internet no Brasil.

O serviço de banda larga, disponibilizado para grande parte da população, e não apenas para uma minoria de privilégiado, como acontece, permitirá acesso ao imensurável mundo da internet onde pode-se utilizar desta como uma gigantesca biblioteca onde são encontradas uma infinita variedade de assuntos, troca de conhecimentos com outras pessoas que podem estar do outro lado do mundo, aprendizagem cooperativa, capacidade de comunicação e informações inclusive em tempo real.

Interesses Educacionais

Promover o uso pedagógico, das TIC nas redes públicas de educação básica, como recurso favorável ao processo ensino-aprendizagem. O Programa visa estimular o uso das Tecnologias de informação e comunicação, dentro do espaço escolar, como instrumento de apoio as diversas disciplinas, trabalhando os conteúdos de forma dinâmica afim de enriquecer as aulas, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem além de oportunizar a igualdade de acesso aos instrumentos tecnológicos.

Conectar todas as escolas públicas da zona urbana e rural à Internet banda larga, abrindo portas para que as redes de internet penetrem no espaço escolar, com o acesso a materiais de apoio pedagógico online, oferta (pelo MEC) de portais educacionais e novos conteúdos para criação de redes entre alunos e professores na internet. No entanto o programa não está direcionado a formação dos professores para o uso desses conteúdos digitais, o que pode se tornar apenas objeto de fetiche, deixando as aulas apenas divertidas ou bonitinhas, sem mudar a forma verticalizada na qual os conteúdos são trabalhados, onde os professores oferecem informações e os alunos absorvem, sem questionar, produzir ou transformar o conhecimento que lhes são apresentados.

Estratégias Políticos

Expedir normas, diretrizes e critérios para execução do programa além de viabilizar o acesso das tecnologias no ambiente escolar, fornecendo equipamentos tecnológicos, mediante a disponibilidade das escolas para receber o aparato assim como os espaços para abrigar os NTE.

Realizar cobranças no sentido de execução da expansão do backhaul pelas teles, que tem um cronograma a seguir tendo que prestar contas, de uma parte, dos seus serviços para o governo até 25 de abril de 2009. Cobrança de multa pelo governo, caso tenha desistência das operadoras, para a prestação dos serviços .

FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

Estratégias Econômicos

O ProInfo, recebe financiamento do FNDE para a capacitação de recursos humanos e aquisição de

equipamentos. O programa deveria receber financiamento do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), que arrecada por ano cerca de R$ 800 milhões, e 18% destes deveriam ser destinados à educação; no entanto, estão retidos nos cofres dos tesouro nacional devido a falta de objetividade e de definições de metas para o uso da verba.

Em 2007 a Secretaria de Educação a Distância/MEC, no contexto do Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE, desenvolveu a reformulação do Programa Nacional de Informática na Educação. Essa reformulação não alterou em nada as diretrizes do programa, no entanto foram investidos cerca de R$ 650 milhões na informatização das 130 mil escolas de educação básica

O governo teve que convencer as teles sobre os benefícios do acordo para a sociedade e principalmente para as empresas, que não iriam ter um número maior de investimentos financeiros quanto ao custo de instalação dos backhauls ao invés dos PSTt (Postos de serviços telefônico), ou seja seria gasto o mesmo montante.


Com a passagem dos backbones na porta de milhares de cidadãos, as teles ganharam o direito de explorar sozinhas, a rede, podendo usá-las para vender seus serviços de banda larga, e evitar a concorrência com as pequenas empresas, o que demonstra que o acordo não foi feito apenas por ser mais vantajoso para a sociedade.




Estratégias Sociais

Utilizar as novas tecnologia de comunicação e informação, dentro do ambiente escolar, para formar o cidadão que deverá colaborar na criação de um novo modelo de sociedade, que se beneficia dos recursos tecnológicos para fomentar mudanças.


SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. Subsídios para fundamentação do programa nacional de informática na educação. (ProInfo) - janeiro/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br . Acesso em 24 de Setembro de 2008.

Disponibilizar serviços de internet banda larga afim de promover a inserção da sociedade nos ambientes em rede.

Estratégias Educacionais

Implantar ambientes tecnológicos equipados com computadores e recursos digitais nas escolas públicas de educação básica;

Capacitar os professores, gestores e outros agentes educacionais para a utilização pedagógica das tecnologias nas escolas e inclusão digital;

Ofertar conteúdos educacionais multimídia e digitais.

Instalar conexão de 1 Mbps em cada uma das 56 mil escolas públicas urbanas brasileiras, sem custos para os governos (federal, estaduais e municipais) pelo menos até 2025 (quando vencem os atuais contratos de concessão).



Oferta de conteúdos educacionais multimídia e digitais pelo MEC.

Diretrizes

O ProInfo vem sendo implantado em regime de colaboração entre o MEC e os governos estaduais

representados por suas respectivas Secretarias de Educação - SEE. Suas principais diretrizes são:


Subordinar a introdução da informática nas escolas ;

Adaptar a instalação de recursos informatizados à capacidade das escolas para utilizá-los (demonstrada

através da comprovação da existência de infra-estrutura física que atenda as exigências das máquinas que será fornecida);

Promover o desenvolvimento de infra-estrutura de suporte técnico de informática no sistema de ensino público;

Estimular a interligação de computadores nas escolas públicas, para possibilitar a formação de uma ampla

rede de comunicações vinculada à educação;

Fomentar a mudança de cultura no sistema público de ensino de 1º e 2º graus, de forma a torná-lo apto a

preparar cidadãos capazes de interagir numa sociedade cada vez mais tecnologicamente desenvolvida;

Incentivar a articulação entre os atores envolvidos no processo de informatização da educação brasileira;

Institucionalizar um adequado sistema de acompanhamento e avaliação do Programa em todos os seus níveis e instâncias.


(SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. Diretrizes do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.)


O programa funciona através da conexão de internet em banda larga nas escolas públicas da zona urbana e rural. As operadoras levarão gratuitamente banda larga às escolas até 2025, atualizando a velocidade periodicamente. Existe uma divisão de espaço entre as operadoras para atender a demanda, ou seja cada operadora de telefonia é responsável por uma quantidade de Estados.

A operadora responsável pelo Estado, deverá instalar a banda larga no laboratório de informática da escola,

caso a escola não possua laboratório de informática a banda larga deverá ser instalada na sala de matricula,

ou em outra sala que tiver computador. A banda larga não poderá ser instalada em uma linha já existente, ela deverá ser instalada em uma nova linha telefônica específica para este serviço. A empresa fornecerá o primeiro m odem, ficando a reposição deste equipamento, em caso

de perda ou roubo, a cargo da unidade escolar assim como a distribuição da conexão banda larga para outras áreas da unidade escolar.


O MEC oferece cursos a distância e capacitação, além de conteúdos digitais adequados ao trabalho dos professores.


GOVERNO DA BAHIA. Secretaria de Educação. Cartilha informativa. Disponível em http//www.sec.ba.gov.br. Acesso em 08 de janeiro de 2009.

Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

O programa está organizado através de uma parceria estabelecida entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios e uma estrutura operacional descentralizada. A SEED, por meio de sua Coordenação de Capacitação, relaciona-se diretamente com as Coordenações Estaduais, formadas por representantes da Secretaria Estadual de Educação e das Secretarias Municipais de Educação (elegido pela UNDIME), que, por sua vez, relacionam-se com os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE) estaduais e municipais e Coordenações Municipais.

Cabe à Coordenação Estadual:

Coordenar as ações do ProInfo nos estados, conforme diretrizes de implementação do Programa, em articulação com a SEED;

Articular os parceiros locais para a implementação do Programa;

Definir, em conjunto com a SEED/MEC, os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE) e outras agências de formação;

Auxiliar no planejamento e dar suporte operacional na organização das capacitações dos formadores e técnicos dos NTE e outras agências de formação;

Acompanhar e monitorar a atuação dos NTE e outras agências de formação, formadores e demais agentes envolvidos na implementação do Programa;

Promover encontros entre os formadores e técnicos dos NTE e outras agências de formação sempre que necessário para a definição de estratégias locais de implementação do Programa;

Manter atualizados os dados gerenciais do Programa de Capacitação do ProInfo no sistema informatizado.

SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. Estrutura Operacional do ProInfo- julho/1997. Disponível em: http://sip.proinfo.mec.gov.br/entidade/arquivos/estrutura_operacional.doc

Parceria firmada entre órgãos do governo federal, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e operadoras de telefonia.

Cabe a cada operadora de telefonia a responsabilidade pela instalação do banda larga em determinados Estados. As operadoras instalarão os primeiros modems e o Ministério ficará responsável pela reposição.

A velocidade da conexão será de 1 Mbps para todas as escolas até 31 de dezembro de 2010 quando passará a ofertar conexão de 2 Mbps. A partir de 2010 no caso de

haver oferta comercial de velocidades maiores nas localidades atendidas pelas operadoras, as escolas também terão upgrade com base na maior velocidade disponível.


GOVERNO DA BAHIA. Secretaria de Educação. Cartilha informativa. Disponível em http//www.sec.ba.gov.br. Acesso em 08 de janeiro de 2009.


FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

Perspectivas formativas

dos professores

O processo de capacitação de recursos humanos para o Programa, é desenvolvido da seguinte forma:

Seleção e capacitação de professores oriundos de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, destinados a ministrar a formação dos professores multiplicadores.

O professor-multiplicador deve ser oriundo da rede pública de ensino de 1º e 2º grau e

de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, ele será um especialista em capacitação de professores (de escolas) para o uso da telemática em sala de aula. A capacitação é feita de professor para professor, ou seja professor capacitando professor.

Os multiplicadores capacitam os professores das escolas, nos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE), que apóiam o processo de informatização das escolas, auxiliando tanto no processo de planejamento e incorporação das novas tecnologias, quanto no suporte técnico e capacitação dos professores e equipes administrativas das escolas. Também são feitas seleção e formação para técnicos de suporte em informática e telecomunicações e professores da rede pública de ensino de 1º e 2º grau profissional em informática e educação, estes atuarão nas escolas, com os equipamentos e software fornecidos pelo MEC.(Diretrizes do Proinfo).


Em entrevistas com os coordenadores do proInfo nos foi relato o seguinte:



" Em Rondônia há quatro Núcleos de Tecnologia Educacional – NTE, os quais são responsáveis por uma quantidade de municípios. Em temos de recursos humano desses Núcleos há professores formadores, ou multiplicadores, que dominam conhecimentos teórico-práticos em informática pedagógica, os quais multiplicam esse conhecimento para os Coordenadores de Laboratórios de Informática Educativa – LIE ou diretamente para os professores lotados nas escolas públicas. Essas capacitações são realizadas diretamente na escola ou no próprio NTE. Após essas capacitações, que partem de conhecimentos básicos para os recursos mais avançados, os professores são incentivados a levar esses recursos tecnológicos para a sala de aula."

" As formações como as do Proinfo Integrado, curso de capacitação em informática, são executadas pelos próprios multiplicadores e todos os professores de escolas públicas podem se inscrever espontaneamente."

" Logo no início do programa, há cerca de 10 anos, eles fizeram uma especialização em Informática Educativa. Passaram cerca de 3, meses fora do estado, foi presencial e intensivo. Ao longo do tempo, com uma demanda maior de escolas e professores, com necessidade de formação, fizemos um processo seletivo para multiplicadores e depois fomos selecionando pelo perfil: habilidade, familiaridade, etc, junto às tecnologias. Agora, desde 2006, com a oferta de cursos de Especialização em Tecnologias Educacionais, os que estavam no NTE sem qualificação fizeram o curso, assim como oferecemos para outros interessados. Foram 26 inscritos e 22 concluíram, foi pela PUC-RIO e à distância."

" Os multiplicadores no Paraná, estão distribuídos em dois grupos. Assessores Pedagógicos e Assessores Técnicos de Suporte, ou seja, em cada NTE temos uma equipe pedagógica e uma equipe técnica. A quantidade de Assessores Pedagógicos (multiplicadores) é proporcional ao número de escolas na área de abrangência do NTE, temos desde 3 até 14 multiplicadores. O total de Assessores Técnicos de suporte é de 2 para cada NTE. Estes profissionais são professores da rede estadual de ensino, que por meio de seleção, mediante avaliação prática, competência técnica e formação, são selecionados, avaliados e se aprovados passam a fazer parte do quadro do NTE."

Notamos a ausência de continuidade nos cursos, que acontecem com uma carga horaria mínima, o que atrapalha a capacitação, pois as atividades ficam desarticuladas. Os núcleos são entendidos mais como espaço com computadores disponíveis do que como um espaço relevante na formação docente. As atribuições dos NTE estão apenas nas suas diretrizes, na prática o que acontece é totalmente diferente, os objetivos propostos acontecem de forma vaga, sem fundamentação teórica, com uma formação capenga, apoiada em cursos que pouco contribuem para formação dos educadores.

Criação de portais com conteúdos online para auxiliar os professores na oferta de conteúdos curriculares com recursos multimídia. Entre eles estão o Portal do professor e o Banco Internacional de Objetos Educacionais, destinados a auxiliar os professores, em uma parceria do Ministério da Educação e o Ministério da Ciência e Tecnologia.

A formação atribuída aos professores se dá pela disponibilização dos recursos onlines sem capacitação presencial.


MEC lança portal para facilitar inclusão digital do professor. Disponível em: http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3593. Acesso em 19 de Abril de 2009.

Perspectivas formativas

dos alunos

Acesso aos computadores, nos laboratórios de informática da escola, exercitando as atividades das devidas disciplinas com auxílio de softwares, esses por sua vez, devem estar de acordo com a proposta de trabalho dos professores, caso contrário, não haverá contribuição alguma no diálogo com os conteúdos apenas uma mundança na roupagem das aulas.

A internet disponível nas escolas oferece um leque de oportunidades e entretenimento aos alunos como a descoberta de novas culturas, comunicação instantânea, acesso a diferentes recursos educativos e culturais, jogos educativos e lúdico, oferta de conteúdos multimídia entre outros que irão contribuir para a formação destes indivíduos.


Potencialidade da perpectiva formativa

dos professores

A capacitação dos professores para os objetivos propostos pelo ProInfo estrutura um sistema de formação continuada de professores no uso das novas tecnologias da informação, visando o máximo de qualidade e eficiência. Desenvolvem modelos de capacitação que privilegiem a aprendizagem cooperativa e autônoma, possibilitando aos professores de diferentes regiões geográficas do país oportunidades de intercomunicação e interação com especialistas, o que gera uma nova cultura de educação a distância. Segundo o programa, existe uma preparo dos professores para saberem utilizar as novas tecnologias da informação de forma autônoma e independente, possibilitando a incorporação das novas tecnologias à experiência profissional de cada um, visando a transformação das práticas pedagógica. No entanto nada disso acontece. Não há uma formação continuada dos professores, que passam por pequenos cursos de formação sem um elo com os cursos seguintes fragmentando as dinâmicas e os interesses por parte dos educadores.


Segundo um dos coordenadores do ProInfo Estadual os professores após as capacitações “são incentivados a levar o recursos tecnológicos para sala de aula.”

A internet oferece aos professores uma infinidade de oportunidades tanto na área profissional, como uma ferramenta indispensável na construção e transmissão dos conhecimentos para seus educandos, tanto na sua formação pessoal com a navegação no espaço virtual utilizando deste para tecer novas redes de comunicação e informação, construindo uma teia de relações sociais através do diálogo, e da interatividade.









Limite da perspectiva formativa

dos professores

Em entrevista com os coordenadores nos foram apresentadas as seguintes dificuldades:


As principais dificuldades no momento referem-se ao ambiente de trabalho dos NTE que não comportam um número expressivo de cursistas durante as capacitações; a pouca disponibilidade de professores-multiplicadores e técnicos de suporte.”

As nossas maiores dificuldades são: manter o quadro de multiplicadores, pois a cada ano, temos casos de retorno para sala de aula, falta de comprometimento com a proposta e o retorno automático para sala de aula, programas da Secretaria que acabam por realocar profissionais em outras ações.

Um dos fatores de maior dificuldade, está ainda nos gestores das regionais de educação, que são responsáveis locais pelas formações e os gestores das escolas (diretores/equipe pedagógica) que não incentiva, acompanha e organiza a escola para que durante a visita do multiplicador, mais professores sejam atendidos. Alguns não utilizam e não conhecem o potencial das tecnologias e não somam com a proposta de formação continuada in loco nas escolas.”

Um exemplo de ordem pedagógica, são os cursos: Educação Digital, Ensinando e Aprendendo com as TIC, Elaboração e projetos propostos pelo PROINFO. Não fomos consultados e não participamos da elaboração dos materiais e portanto as concepções e metodologias não são adequadas a nossa realidade, motivo este pelo qual não estamos executando dois dos cursos.”



Com isso percebemos que as principais dificuldades encontra-se na falta de diálogo entre escolas, NTE e secretaria. As atividades são realizadas de maneira dispersa onde a ausência de profissionais e de consenso nas propostas acabam por dificultar a realização das atividades.


O programa não se refere a um acompanhamento, por parte de profissionais de apoio, aos professores, quanto ao uso da internet para atividades na escola ou mesmo para sua formação pessoal, tendo em vista que um espaço com tantos recursos não deve se limitar apenas a oferta de materiais pedagógicos em portais destinados aos professores. Esta ausência de capacitação pode acarretar na mera digitalização dos conteúdos que serão consumidos pelos professores e alunos de forma passiva, sem questionar, transformar ou produzir os conteúdos de seus interesses.

Conforme traz a revista AREDE com a fala do professor Nelson Pretto:

O grande desafio, contudo, para muitos especialistas, é ir além da mera transposição dos conteúdos estáticos para o formato digital, ou seja, da passagem automática do livro didático para a tela do monitor. A novidade relevante trazida pelas tecnologias da informação e comunicação (TIC), na opinião do professor Nelson Pretto, da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, é finalmente a possibilidade de romper o modelo broadcast no ensino, que estabelece a produção de conteúdo centralizada, feita e distribuída de cima para baixo. “Não funcionou, não funciona e não funcionará para a educação.”

Sem uma capacitação para os professores, a idéia dos portais educativos pode transforma-se apenas em mais uma distribuidora de conteúdos, mas desta vez online, que não leva docentes e educandos a refletirem sobre suas atitudes e idéias em prol da construção de um senso crítico autônomo.


(COUTO, Veronica. Matéria da revista A Rede. Banda larga na escola: para quê? Disponível em www.arede.inf.br. Acesso em 03 de Outubro de 2008 )

Potencialidade da perspectiva formativa

dos alunos

O uso dos laboratórios de informática oportuniza aos alunos o acesso as máquinas, a realização de descobertas e a construção do conhecimento, abrindo espaço para o trabalho coletivo entre educadores e educandos.



O acesso dos alunos aos computadores com internet banda larga irá estimular o desenvolvimento das atividades no ambiente escolar, devido a quantidade de informações que podem ser apropriadas, transformadas ou até mesmo criada pelos alunos através do trabalho em grupo .

Limite da perspectiva formativa

dos alunos



Expectativas do Professor

A professora Nilza Gomes, do Laboratório de Novas Tecnologias (Lantec) da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), pesquisou nas escolas do estado a utilização dos equipamentos de informática.
Ela constatou que muitos diretores recebiam os computadores do Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo ) e deixavam nas caixas porque “não sabiam o que fazer com aquilo”. “Em primeiro lugar precisa haver a formação do professor. Só a tecnologia, os equipamentos e recursos não resolvem”.
Para ela, é preciso que os professores sejam apresentados às possibilidades que a internet oferece. “Quando a gente vai na escola e planeja com o professor um projeto de trabalho ele percebe que é possível se organizar e fazer atividades com seus alunos”.”


CIEGLINSKI. Amanda .Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em:

http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3138

Acesso 19 de abril de 2009.

A professora Ana Cláudia Domingues, do Centro Educacional 1 do Guará, cidade-satélite de Brasília, espera por capacitação. A escola em que ela leciona deve receber em breve a banda larga.

“Nós precisamos também dominar a parte da informática, quando a gente conhece facilita o nosso planejamento. Como professores não podemos ser “analfabytes”, a gente precisa ter esse conhecimento para estreitar cada vez mais os laços entre a tecnologia e o nosso dia-a-dia na sala de aula”. “




CIEGLINSKI. Amanda . Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em: www.direitoacomunicação.org.br. Acesso 19 de abril de 2009.


Uma semana depois do anúncio do Programa, chegou uma equipe para instalar a linha telefônica e conectar os computadores”, disse a diretora do Colégio Estadual de Feira de Santana, Bahia, Maria Nice Ferreira. Para que a tecnologia seja usada de forma orientada com os alunos, ela estimula os professores a fazerem cursos de capacitação.

Os municípios mais afastados dos grandes centros metropolitanos serão os mais beneficiados. A Escola Estadual Padrão, em Brejinho de Nazaré (TO), município com 5,5 mil habitantes, recebeu a conexão mês passado. “Já incluímos a disciplina de informática na carga horária dos alunos”, conta a diretora, Iracy Mendes.


Mais de duas mil escolas têm acesso rápido à internet . Disponível em: http://www.seef.com.br/noticias.html. Acesso em 19 de abril de 2009.

Explicações, interpretações

e representações dos professores

"Como lembra Marilena Betros, integrante da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), “os professores vão precisar ser reciclados para aprender a lidar com o computador e utilizá-lo como ferramenta de ensino em sala de aula”.

BOAS, Villas Rodrigo. Banda larga é mais um instrumento de ensino. A Tarde (BA). Disponível em http://www.cultura.gov.br/site/2008/04/09/banda-larga-e-mais-um-instrumento-de-ensino/. Capturado em 26/06/2009.

A implementação da banda larga nas escolas públicas esbarra em um problema sério: a falta de infra-estrutura. De acordo com a coordenadora do Núcleo de Gestão da Informação da Secretaria Municipal da Educação (SMEC), Eliana Marmabck, falta espaço nas unidades escolares para a instalação de um laboratório.

Não é possível, por exemplo, tirar sala de aula para colocar laboratório”, diz.

Outro problema enfrentado nas escolas é a falta de profissionais nos laboratórios para dar suporte técnico durante as aulas.

Mas não temos condições de colocar um profissional em cada laboratório. E no caso das escolas que não possuem laboratório, o estudante pode utilizar os equipamentos da unidade escolar mais próxima”, sugere.

BOAS, Villas Rodrigo. Banda larga é mais um instrumento de ensino. A Tarde (BA). Disponível em http://www.cultura.gov.br/site/2008/04/09/banda-larga-e-mais-um-instrumento-de-ensino/. Capturado em 26/06/2009.

Expectativas do Pesquisador


Professor e ex-diretor da Faculdade de Educação da Ufba, Nelson Pretto acredita que a banda larga irá permitir o uso de novas metodologias de ensino nas salas de aula. “Os professores vão poder produzir filmes, textos, áudios e colocá-los na internet”.

BOAS, Villas Rodrigo. Banda larga é mais um instrumento de ensino. A Tarde (BA). Disponível em http://www.cultura.gov.br/site/2008/04/09/banda-larga-e-mais-um-instrumento-de-ensino/. Capturado em 26/06/2009.

Explicações, interpretações

e representações do pesquisador


O coordenador da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, Nelson Pretto, criticou programas de inclusão digital do governo federal como o ProInfo, cujo objetivo é promover o uso pedagógico da informática em escolas públicas.

Para o professor, o problema não está na falta de acesso dos alunos aos computadores, mas à ausência de projetos voltados para a capacitação de professores de modo a aproveitar melhor as novas tecnologias.

Há uma distância muito grande entre as políticas públicas, a realidade e a qualificação do professor. Enquanto não qualificarmos os professores, vamos fazer belas políticas públicas que não serão aplicadas na prática.

Pretto foi um dos participantes da mesa redonda Educação e Desenvolvimento, realizada no 1º Encontro de Culturas Colaborativas (Ecco)."

Governo Federeal. Inclusão Digital. Falta capacitação de professores em programas federais de inclusão digital, diz coordenador. Disponível em: http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/noticia/falta-capacitacao-de-professores-em-programas-federais-de-inclusao-digital-diz-coordenador. Capturado em 22 de abril de 2009.

Pretto salienta, porém, que a banda larga nas escolas não é a solução dos problemas educacionais do País. “Precisamos de um conjunto de fatores: escolas bem equipadas, professores bem formados e, principalmente, bem pagos, bem remunerados”, enumera ele.

Quanto ao fato de a banda largar proporcionar a inclusão digital, Pretto é taxativo: “Não estou nem preocupado com a inclusão digital e, sim, com a inclusão da escola no universo da cibercultura e cibercomunicação”.

BOAS, Villas Rodrigo. Banda larga é mais um instrumento de ensino. A Tarde (BA). Disponível em http://www.cultura.gov.br/site/2008/04/09/banda-larga-e-mais-um-instrumento-de-ensino/. Capturado em 26/06/2009.

AÇÕES PARA O USO DAS TIC

As ações de incentivo para o uso das TIC se concretizam através das necessidades de cada escola ou NTE. Conforme foi relatado pelos coordenadores algumas escolas desenvolvem seus projetos conforme demanda da secretaria ou das suas necessidade. Outras apenas acatam os programas já formulado pelo do MEC para formação e capacitação dos professores. As capacitações destinadas aos professores correspondem a principal ação ara o uso das tecnologias no ambiente escolar.

Através de Programas e projetos que são desenvolvidos para atender uma demanda da Secretaria em apoio às necessidades das escolas. Também as escolas têm seus próprios projetos. “

Na verdade, não temos programas próprios, do estado, implementamos os programas do MEC atuamos com a formação/capacitação de professores para o uso das tecnologias”


Através de ambientes tecnológicos nas escolas, disponibilização de conteúdos e recursos educacionais multimídia e digitais e a formação continuada de professores e gestores para o uso pedagógico das TIC.”


As ações estaduais são demandadas pela Diretoria de Tecnologia. Esta diretoria é responsável por atender a diretrizes estaduais para o uso de Tecnologias que está pautado em 4 princípios

  • Universidade de acesso às tecnologias educacionais;

  • Incentivo e valorização da produção docente;

  • Integração de mídias como suporte à prática pedagógica;

  • Ampliação da abrangência das ações de formação continuada utilizando alternativas tecnológicas na modalidade EaD? .

Tais princípios definem objetivos específicos que servem de base à organização das ações. “


CURSOS OFERTADO

O Mídias é um curso formatado pelo MEC e UNB, por especialistas que eles definem. É um curso de especialização dividido em 3 níveis: básico - extensão 120 h; intermediário - aperfeiçoamento - 60 ou 80 h e o nível avançado, com 180 h. O professor ao concluir os 3 níveis recebe a certificação da especialização ou se concluir os níveis (básico ou intermediário), recebe a certificação equivalente.”


Temos uma parceria com o PROINFO no Curso de Educação Digital – 40 horas. Os outros cursos que estão sendo divulgados pelo PROINFO (Ensinando e Aprendendo com as TIC e Elaboração de Projetos), não estão sendo desenvolvidos no estado, pois não trabalhamos com a concepção de trabalho por projetos.”

PARCERIA COM AS UNIVERSIDADE


NÃO”


SIM”


Sim. Na verdade a parceria existente, se limita ao curso Mídias na Educação, a exemplo do que acontece em todo o país, com as universidades federais na grande maioria) e as secretarias de educação. “


Não temos parcerias com Universidades para promover cursos de formação. Temos sim parceria com as Universidades para formação dos multiplicadores, como nos casos dos cursos de especialização realizado em parceria com o MEC.”

CRITÉRIO PARA ESCOLHA DO PROFESSOR P/ CAPACITAÇÃO

todos os professores de escolas públicas podem se inscrever espontaneamente.”


No caso das escolas, os professores participam dos cursos por adesão. “


Conforme o interesse de professores e gestores, disponibilidade de horário dos mesmos, convite.”

CRITÉRIO PARA ESCOLHA DO MULTIPLICADOR

Geralmente os indicados são os professores lotados nos NTE que ainda não foram capacitados; quando o número de vagas excede à oferta de professores dos NTE, essas indicações se estendem aos Coordenadores de LIE.“


O professor é designado para função de Professor Coordenador de Tecnologia Educacional na Oficina Pedagógica.”


Os professores e gestores escolares dos sistemas públicos de ensino, inscrevem-se de forma voluntária e interessada, agendados pelos NTE, onde acontecem tais cursos.”


Estes profissionais são professores da rede estadual de ensino, que por meio de seleção, mediante avaliação prática, competência técnica e formação, são selecionados, avaliados e se aprovados passam a fazer parte do quadro do NTE.“


O NTM Nazaré tem uma Lei Complementar que regulamenta quem deve compor seu quadro de multiplicadores – professores do quadro efetivo com licenciatura plena e pós-graduação em informática educativa ou área correlata.“

ATRIBUIÇÃO DOS MULTILICADORES

As formações como as do ProInfo Integrado, curso de capacitação em informática, são executadas pelos próprios multiplicadores”

O acompanhamento nesses casos é feito diretamente pelo professor multiplicador envolvido com as escolas de sua responsabilidade, pelo NTE, que lhes cobra um relatório que inclui itens tais como: ação desenvolvida, objetivo, meta a ser alcançada, público alvo, metas alcançadas, etc.“

os multiplicadores possuem cada um em média 10 escolas sob sua responsabilidade. Entre suas ações está a visita in loco nas escolas para atendimento e formação dos professores em sua hora-atividade ou contra-turno.

ACOMPANHAMENTO DAS AÇÕES DOS NTE

Os acompanhamentos se diferem dependendo dos objetivos e das esferas envolvidas diretamente; por exemplo, no caso do ProInfo Integrado, o MEC coordena a capacitação através das Coordenações do ProInfo nos Estados que por sua vez coordena os NTE. O acompanhamento nesses casos é feito diretamente pelo professor multiplicador envolvido com as escolas de sua responsabilidade, pelo NTE, que lhes cobra um relatório que inclui itens tais como: ação desenvolvida, objetivo, meta a ser alcançada, público alvo, metas alcançadas, etc. Esses relatórios, entre outras informações, são registrados em um ambiente virtual, o SIP.”

Pelos gestores dos projetos de formação.”

Acompanhamento através de relatórios, SIGETEC, blogs, fotos etc.”

A Coordenação de Apoio ao Uso de Tecnologias, também é responsável pela Coordenação Estadual do PROINFO e Tv Escola, possuindo uma equipe que gerencia as ações de todos os NTE, por meio de acompanhamento a distância e visitas periódicas, sendo responsável pela autorização de suprimento para os novos multiplicadores, demanda de ações, liberação de recurso para deslocamentos e viagens. Temos ferramentas de comunicação (fórum), e-mail, site dos NTE, agenda on-line de assessorias (visitas nas escolas), reuniões técnicas periódicas para acompanhamento.”

Estou ha dois meses como coordenadora do NTM Nazaré e ainda não identifiquei nenhum registro da pratica de acompanhamento das ações desenvolvidas por esse Núcleo. A Secretaria de Educação a Distancia/MEC recomenda que cada rede de ensino elabore seu projeto de acompanhamento, monitoramento e avaliação do Programa Nacional de Tecnologia Educacional, do qual fazemos parte. Nessa perspectiva, estamos elaborando nosso Plano Tecnológico Educacional, que deve contemplar não apenas o acompanhamento das ações desenvolvidas no Núcleo, mas, sobretudo avaliar os resultados dessas ações no processo ensino-aprendizagem.”

Não há acompanhamento nos municípios por falta de estrutura. Não temos carro, nem diárias, nada!”

POTENCIALIDADE

Conforme as falas dos coordenadores, em entrevista, o potencial do proInfo está nas capacitações destinadas aos professores e na oportunidade de acesso as TIC.

o ProInfo tem se sobressaído nas escolas com capacitações pedagógicas de modo a incentivar o uso dos recursos tecnológicos disponíveis na escola e também com o envio de computadores para estruturar os LIE’s.

Programa que dissemina a cultura do uso das TIC na educação e nesse sentido vem colaborando com uma visão crítica na gestão dos programas e projetos.

O PROINFO nos dá oportunidade de conhecer o mundo das informações, estabelecendo relações interpessoais e colaborativas, penetrando em um novo espaço, onde o professor pode descobrir e construir os seus saberes de forma personalizada e partilhada. As atuais TIC proporcionam um espaço de profunda renovação da escola, permitindo pensá-las como uma comunidade de aprendizagem.”

O PROINFO é um programa fantástico que foi criado a partir de uma diretriz e uma necessidade. Passou por um período sem ações, mas está retornando com algumas soluções tecnológicas interessantes e retomando as formações.”

LIMITES DO PROGRAMA

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Os limites para execução do programa são de ordem estrutural, excesso de demanda que são acumuladas com as Secretária de Educação além da parte financeira que devido ao atraso para liberação das verbas dificulta a realização das atividades nos NTE, conforme a fala dos coordenadores entrevistado:

Pouco material humano para atender as escolas, falta de veículos para atender os multiplicadores, diárias que são pagas com muito atraso, e por aí em diante. O NTE tem apenas um veículo, na avaliação, apontamos algumas sugestões como vale- combustível, aluguel de outro carro, vale-transporte.”

Falta de transporte (carro) para deslocamento a localidades de difícil acesso.”

A demora de material impresso aos cursistas.”





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Interesses Políticos    
Interesses Econômicos
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O programa demonstra preocupação com a necessidade que vêm surgindo ao longo dos anos de mão de obra cada vez mais qualificada, fazendo crescer a importância da capacitação dos recursos humanos para acompanhar os novos padrões de produtividade e competitividade exigido pelo mercado de trabalho em função dos avanços tecnológico.

No decorrer destes 10 anos de implantação do programa, este teve drasticas oscilações na liberação das verbas, fato que implica na demora para aquisição das máquinas, atrasando cada vez mais a execução do mesmo.

SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.

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Com o acordo entre governo e as teles, estas ficam responsáveis em levar o serviço de banda larga para as escolas e seus backbones até a porta de milhares de cidadãos, com isso ganham o direito de explorar, sozinha, a rede, podendo usar para vender seus serviços de banda larga evitando a concorrência com as pequenas empresas.

A oferta de banda larga, também, aumenta o desenvolvimento do mercado de aparelhagem tecnológica, serviços e acesso a internet além do aumento de empregos direto e indireto.


GINDRE, Gustavo. observatório da comunicação. Disponível em http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3090. Capturado em 14 de Abril de 2009.

Interesses Sociais
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Cabe ao governo ,segundo o livro verde, ser o maior comprador/contratador de bens e serviços em tecnologias de informação e comunicação em um país. Com a implantação do ProInfo o governo demonstra suas ações afirmativas afim de possibilitar a sociedade, o acesso as TIC, imprescindível nos dias atuais. O acesso da população as novas tecnologias permite ao governo estar mais próximo do cidadão, seja na informatização dos serviços prestados a sociedade ou durante o cumprimento de suas metas de universalização das TIC dentro do pais utilizando-se do ambiente escolar como ponto estratégico para disseminação destas.


TAKAHASHI, Tadeu. Sociedade da Informação no Brasil: Livro Verde (Org.) 2000. Ministério da Ciência e Tecnologia. Brasília. Disponível em http://www.fsp.usp.br/acessibilidade/LivroVerdeSOCINFO-240701.pdf. Capturado em 14 de abril de 2009.

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Com o programa, o governo dar continuidade as suas obrigações com a sociedade da informação na inclusão desta no mundo digital, com o auxílio das redes de banda larga, além de acelerar o desenvolvimento da internet no Brasil.

O serviço de banda larga, disponibilizado para grande parte da população, e não apenas para uma minoria de privilégiado, como acontece, permitirá acesso ao imensurável mundo da internet onde pode-se utilizar desta como uma gigantesca biblioteca onde são encontradas uma infinita variedade de asuntos, troca de conhecimentos com outras pessoas que podem estar do outro lado do mundo, aprendizagem cooperativa, capacidade de comunicação e informações inclusive em tempo real.

Interesses Educacionais Promover o uso pedagógico, das TIC nas redes públicas de educação básica, como recurso favorável ao processo ensino-aprendizagem. O Programa visa estimular o uso das Tecnologias de informação e comunicação, dentro do espaço escolar, como instrumento de apoio as diversas disciplinas, trabalhando os conteúdos de forma dinâmica afim de enriquecer as aulas, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem além de oportunizar a igualdade de acesso aos instrumentos tecnológicos.
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Conectar todas as escolas públicas da zona urbana e rural à Internet banda larga, abrindo portas para que as redes de internet penetrem no espaço escolar, com o acesso a materiais de apoio pedagógico online, oferta (pelo MEC) de portais educacionais e novos conteúdos para criação de redes entre alunos e professores na internet. No entanto o programa não está direcionado a formação dos professores para o uso desses conteúdos digitais, o que pode se tornar apenas objeto de fetiche, deixando as aulas apenas divertidas ou bonitinhas, sem mudar a forma verticalizada na qual os conteúdos são trabalhados, onde os professores oferecem informações e os alunos absorvem, sem questionar, produzir ou transformar o conhecimento que lhes são apresentados.

Estratégias Políticos Expedir normas, diretrizes e critérios para execução do programa além de viabilizar o acesso das tecnologias no ambiente escolar, fornecendo equipamentos tecnológicos, mediante a disponibilidade das escolas para receber o aparato assim como os espaços para abrigar os NTE.
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Realizar cobranças no sentido de execução da expansão do backhaul pelas teles, que tem um cronograma a seguir tendo que prestar contas, de uma parte, dos seus serviços para o governo até 25 de abril de 2009. Cobrança de multa pelo governo, caso tenha desistência das operadoras, para a prestação dos serviços .

FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

Estratégias Econômicas

O ProInfo, recebe financiamento do FNDE para a capacitação de recursos humanos e aquisição de

equipamentos. O programa deveria receber financiamento do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), que arrecada por ano cerca de R$ 800 milhões, e 18% destes deveriam ser destinados à educação; no entanto, estão retidos nos cofres dos tesouro nacional devido a falta de objetividade e de definições de metas para o uso da verba.

Em 2007 a Secretaria de Educação a Distância/MEC, no contexto do Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE, desenvolveu a reformulação do Programa Nacional de Informática na Educação. Essa reformulação não alterou em nada as diretrizes do programa, no entanto foram investidos cerca de R$ 650 milhões na informatização das 130 mil escolas de educação básica.

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Estratégias Sociais Utilizar as novas tecnologia de comunicação e informação, dentro do ambiente escolar, para formar o cidadão que deverá colaborar na criação de um novo modelo de sociedade, que se beneficia dos recursos tecnológicos para fomentar mudanças.

Revision 2430 Jun 2009 - TaniaTorres

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ProInfo Banda Larga nas Escolas Conceito de Inclusão Digital

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Possibilita a inclusão digital dos alunos das escolas públicas, através da montagem de laboratórios de informática, onde serão realizadas atividades com auxílio de professores capacitados para desenvolverem nos seus educandos a possibilidade de compreensão e construção dos conhecimentos com o auxílio das TIC .

O programa configura-se além da simples oferta de laboratórios de informática, mas também, com a capacitação dos professores e agentes educacionais, diferencial deste programa em relação aos demais já instituídos. No entanto, o ProInfo, acredita fomentar a inclusão digital com a inserção das TIC para as atividades nas diferentes disciplinas, sem considerar a formação do indivíduo para sua inserção na nova sociedade que vêm se formando, denominada Sociedade da Informação. Esta Sociedade, tem seus alicerces, no conceito de inclusão digital voltado para formação de indivíduos capazes de utilizar as TIC para a construção de conhecimentos,

encarando os desafios da sociedade no seu cotidiano. Assim percebe-se que o ProInfo entende Inclusão Digital apenas com a oferta de equipamentos para o uso e manuseio sem tornar seus alunos capazes de produzir, transformar, criar uma consciência crítica e prover produtos dos seus conhecimentos para as suas relações cotidianas, dentro da sociedade que se faz entender a inclusão digital, assim como o conceito de Inclusão de Lemos:

\x{201c}Entendo inclusão como habilidade cognitiva para dominar, mudar,

desconstruir discursos e alterar as rotas dos produtos prêt-à-porter das

fábricas de ilusões."

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LEMOS, André. Dogmas da Inclusão Digital. Disponível http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/inclusao.pdf .Capturado em 14 de abril de 2009)

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Oferta de banda larga gratuita, pelas teles, para as escolas públicas se conectarem a rede. Neste programa não existe nenhuma claúsula sobre a capacitação de professores ou apoio as escolas beneficiadas. O programa se restringe a oferta de banda larga cabendo a escola encontrar a melhor maneira para utilizar este serviço.

O Programa entende o conceito de inclusão digital apenas com a oferta do serviço de banda larga para as escolas. No entanto, sabemos que a Inclusão Digital não se faz apenas com a conexão as redes, principalmente no ambiente escolar, um espaço para formação de indivíduos que antes de receber qualquer tipo de equipamento para apoio ás aulas deve antes de tudo capacitar os educadores e outros agentes educacioanais, para orientar os usuários em busca do efetivo domínio desses. O que não deve ser diferente com a introdução das redes de conexão em banda larga.

Interesses Políticos Interesses Econômicos

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O programa demonstra preocupação com a necessidade que vêm surgindo ao longo dos anos de mão de obra cada vez mais qualificada, fazendo crescer a importância da capacitação dos recursos humanos para acompanhar os novos padrões de produtividade e competitividade exigido pelo mercado de trabalho em função dos avanços tecnológico.

No decorrer destes 10 anos de implantação do programa, este teve drasticas oscilações na liberação das verbas, fato que implica na demora para aquisição das máquinas, atrasando cada vez mais a execução do mesmo.

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SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.

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Com o acordo entre governo e as teles, estas ficam responsáveis em levar o serviço de banda larga para as escolas e seus backbones até a porta de milhares de cidadãos, com isso ganham o direito de explorar, sozinha, a rede, podendo usar para vender seus serviços de banda larga evitando a concorrência com as pequenas empresas.

A oferta de banda larga, também, aumenta o desenvolvimento do mercado de aparelhagem tecnológica, serviços e acesso a internet além do aumento de empregos direto e indireto.

GINDRE, Gustavo. observatório da comunicação. Disponível em http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3090. Capturado em 14 de Abril de 2009. Interesses Sociais

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Cabe ao governo ,segundo o livro verde, ser \x{201c}o maior comprador/contratador de bens e serviços em tecnologias de informação e comunicação em um país \x{201d}. Com a implantação do ProInfo o governo demonstra suas ações afirmativas afim de possibilitar a sociedade, o acesso as TIC, imprescindível nos dias atuais. O acesso da população as novas tecnologias permite ao governo estar mais próximo do cidadão, seja na informatização dos serviços prestados a sociedade ou durante o cumprimento de suas metas de universalização das TIC dentro do pais utilizando-se do ambiente escolar como ponto estratégico para disseminação destas.

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TAKAHASHI, Tadeu. Sociedade da Informação no Brasil: Livro Verde (Org.) 2000. Ministério da Ciência e Tecnologia. Brasília. Disponível em http://www.fsp.usp.br/acessibilidade/LivroVerdeSOCINFO-240701.pdf. Capturado em 14 de abril de 2009.

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Com o programa, o governo dar continuidade as suas obrigações com a sociedade da informação na inclusão desta no mundo digital, com o auxílio das redes de banda larga, além de acelerar o desenvolvimento da internet no Brasil.

O serviço de banda larga, disponibilizado para grande parte da população, e não apenas para uma minoria de privilégiado, como acontece, permitirá acesso ao imensurável mundo da internet onde pode-se utilizar desta como uma gigantesca biblioteca onde são encontradas uma infinita variedade de asuntos, troca de conhecimentos com outras pessoas que podem estar do outro lado do mundo, aprendizagem cooperativa, capacidade de comunicação e informações inclusive em tempo real.

. Interesses Educacionais

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Promover o uso pedagógico, das TIC nas redes públicas de educação básica, como recurso favorável ao processo ensino-aprendizagem. O Programa visa estimular o uso das Tecnologias de informação e comunicação, dentro do espaço escolar, como instrumento de apoio as diversas disciplinas, trabalhando os conteúdos de forma dinâmica afim de enriquecer as aulas, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem além de oportunizar a igualdade de acesso aos instrumentos tecnológicos.

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Conectar todas as escolas públicas da zona urbana e rural à Internet banda larga, abrindo portas para que as redes de internet penetrem no espaço escolar, com o acesso a materiais de apoio pedagógico online, oferta (pelo MEC) de portais educacionais e novos conteúdos para criação de redes entre alunos e professores na internet. No entanto o programa não está direcionado a formação dos professores para o uso desses conteúdos digitais, o que pode se tornar apenas objeto de fetiche, deixando as aulas apenas divertidas ou \x{201c}bonitinhas\x{201d}, sem mudar a forma verticalizada na qual os conteúdos são trabalhados, onde os professores oferecem informações e os alunos absorvem, sem questionar, produzir ou transformar o conhecimento que lhes são apresentados.

Estratégias Políticos

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Expedir normas, diretrizes e critérios para execução do programa além de viabilizar o acesso das tecnologias no ambiente escolar, fornecendo equipamentos tecnológicos, mediante a disponibilidade das escolas para receber o aparato assim como os espaços para abrigar os NTE.

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Realizar cobranças no sentido de execução da expansão do backhaul pelas teles, que tem um cronograma a seguir tendo que prestar contas, de uma parte, dos seus serviços para o governo até 25 de abril de 2009. Cobrança de multa pelo governo, caso tenha desistência das operadoras, para a prestação dos serviços .

FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

Estratégias Econômicos

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O ProInfo, recebe financiamento do FNDE para a capacitação de recursos humanos e aquisição de

equipamentos. O programa deveria receber financiamento do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), que arrecada por ano cerca de R$ 800 milhões, e 18% destes deveriam ser destinados à educação; no entanto, estão retidos nos cofres dos tesouro nacional devido a falta de objetividade e de definições de metas para o uso da verba.

Em 2007 a Secretaria de Educação a Distância/MEC, no contexto do Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE, desenvolveu a reformulação do Programa Nacional de Informática na Educação. Essa reformulação não alterou em nada as diretrizes do programa, no entanto foram investidos cerca de R$ 650 milhões na informatização das 130 mil escolas de educação básica

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O governo teve que convencer as teles sobre os benefícios do acordo para a sociedade e principalmente para as empresas, que não iriam ter um número maior de investimentos financeiros quanto ao custo de instalação dos backhauls ao invés dos PSTt (Postos de serviços telefônico), ou seja seria gasto o mesmo montante. Com a passagem dos backbones na porta de milhares de cidadãos, as teles ganharam o direito de explorar sozinhas, a rede, podendo usá-las para vender seus serviços de banda larga, e evitar a concorrência com as pequenas empresas, o que demonstra que o acordo não foi feito apenas por ser mais vantajoso para a sociedade. Estratégias Sociais

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Utilizar as novas tecnologia de comunicação e informação, dentro do ambiente escolar, para formar o cidadão que deverá colaborar na criação de um novo modelo de sociedade, que se beneficia dos recursos tecnológicos para fomentar mudanças.

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Disponibilizar serviços de internet banda larga afim de promover a inserção da sociedade nos ambientes em rede.

. Estratégias Educacionais

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Implantar ambientes tecnológicos equipados com computadores e recursos digitais nas escolas públicas de educação básica;

Capacitar os professores, gestores e outros agentes educacionais para a utilização pedagógica das tecnologias nas escolas e inclusão digital;

Ofertar conteúdos educacionais multimídia e digitais.

Em entrevista com um dos coordenadores do Programa, este afirma que o ProInfo " é um programa completo, tendo em vista que não se prende unicamente em enviar equipamento para as escolas, mas também desenvolve conteúdos através dos portais da TV Escola, Portal domínio Público, Portal do professor, etc... além de atuar diretamente na formação continuada dos professores para o uso das tecnologias."

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Instalar conexão de 1 Mbps em cada uma das 56 mil escolas públicas urbanas brasileiras, sem custos para os governos (federal, estaduais e municipais) pelo menos até 2025 (quando vencem os atuais contratos de concessão).

Oferta de conteúdos educacionais multimídia e digitais pelo MEC. Diretrizes

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O ProInfo vem sendo implantado em regime de colaboração entre o MEC e os governos estaduais

representados por suas respectivas Secretarias de Educação - SEE. Suas principais diretrizes são:

Subordinar a introdução da informática nas escolas ;

Adaptar a instalação de recursos informatizados à capacidade das escolas para utilizá-los (demonstrada

através da comprovação da existência de infra-estrutura física que atenda as exigências das máquinas que será fornecida);

Promover o desenvolvimento de infra-estrutura de suporte técnico de informática no sistema de ensino público;

Estimular a interligação de computadores nas escolas públicas, para possibilitar a formação de uma ampla

rede de comunicações vinculada à educação;

Fomentar a mudança de cultura no sistema público de ensino de 1º e 2º graus, de forma a torná-lo apto a

preparar cidadãos capazes de interagir numa sociedade cada vez mais tecnologicamente desenvolvida;

Incentivar a articulação entre os atores envolvidos no processo de informatização da educação brasileira;

Institucionalizar um adequado sistema de acompanhamento e avaliação do Programa em todos os seus níveis e instâncias.

(SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.)

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O programa funciona através da conexão de internet em banda larga nas escolas públicas da zona urbana e rural. As operadoras levarão gratuitamente banda larga às escolas até 2025, atualizando a velocidade periodicamente. Existe uma divisão de espaço entre as operadoras para atender a demanda, ou seja cada operadora de telefonia é responsável por uma quantidade de Estados. A operadora responsável pelo Estado, deverá instalar a banda larga no laboratório de informática da escola, caso a escola não possua laboratório de informática a banda larga deverá ser instalada na sala de matricula, ou em outra sala que tiver computador. A banda larga não poderá ser instalada em uma linha já existente, ela deverá ser instalada em uma nova linha telefônica específica para este serviço. A empresa fornecerá o primeiro modem, ficando a reposição deste equipamento, em caso de perda ou roubo, a cargo da unidade escolar assim como a distribuição da conexão banda larga para outras áreas da unidade escolar.

O MEC oferece cursos a distância e capacitação, além de conteúdos digitais adequados ao trabalho dos professores.

Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

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O programa está organizado através de uma parceria estabelecida entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios e uma estrutura operacional descentralizada. A SEED, por meio de sua Coordenação de Capacitação, relaciona-se diretamente com as Coordenações Estaduais, formadas por representantes da Secretaria Estadual de Educação e das Secretarias Municipais de Educação (elegido pela UNDIME), que, por sua vez, relacionam-se com os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) estaduais e municipais e Coordenações Municipais.

Cabe à Coordenação Estadual:

Coordenar as ações do ProInfo nos estados, conforme diretrizes de implementação do Programa, em articulação com a SEED;

Articular os parceiros locais para a implementação do Programa;

Definir, em conjunto com a SEED/MEC, os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) e outras agências de formação;

Auxiliar no planejamento e dar suporte operacional na organização das capacitações dos formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação;

Acompanhar e monitorar a atuação dos NTEs e outras agências de formação, formadores e demais agentes envolvidos na implementação do Programa;

Promover encontros entre os formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação sempre que necessário para a definição de estratégias locais de implementação do Programa;

Manter atualizados os dados gerenciais do Programa de Capacitação do ProInfo no sistema informatizado.

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Parceria firmada entre órgãos do governo federal, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e operadoras de telefonia.

Cabe a cada operadora de telefonia a responsabilidade pela instalação do banda larga em determinados Estados. As operadoras instalarão os primeiros modems e o Ministério ficará responsável pela reposição.

A velocidade da conexão será de 1 Mbps para todas as escolas até 31 de dezembro de 2010 quando passará a ofertar conexão de 2 Mbps. A partir de 2010 no caso de

haver oferta comercial de velocidades maiores nas localidades atendidas pelas operadoras, as escolas também terão upgrade com base na maior velocidade disponível.

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GOVERNO DA BAHIA. Secretaria de Educação. Cartilha informativa. Disponível em http//www.sec.ba.gov.br. Acesso em 08 de janeiro de 2009.

FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

Perspectivas formativas

dos professores

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O processo de capacitação de recursos humanos para o Programa, é desenvolvido da seguinte forma:

Seleção e capacitação de professores oriundos de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, destinados a ministrar a formação dos professores multiplicadores.

O professor-multiplicador deve ser oriundo da rede pública de ensino de 1º e 2º grau e

de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, ele será um especialista em capacitação de professores (de escolas) para o uso da telemática em sala de aula. A capacitação é feita de professor para professor, ou seja professor capacitando professor.

Os multiplicadores capacitam os professores das escolas, nos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE), que apóiam o processo de informatização das escolas, auxiliando tanto no processo de planejamento e incorporação das novas tecnologias, quanto no suporte técnico e capacitação dos professores e equipes administrativas das escolas. Também são feitas seleção e formação para técnicos de suporte em informática e telecomunicações e professores da rede pública de ensino de 1º e 2º grau profissional em informática e educação, estes atuarão nas escolas, com os equipamentos e software fornecidos pelo MEC. No entanto,

Segundo as entrevistas com os diversos coordenadores, cada NTE escolhe a maneira que melhor se enquadra as suas atividades seguindo as diretrizes acima:

"

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Em Rondônia há quatro Núcleos de Tecnologia Educacional – NTE’s, os quais são responsáveis por uma quantidade de municípios. Em temos de recursos humano desses Núcleos há professores formadores, ou multiplicadores, que dominam conhecimentos teórico-práticos em informática pedagógica, os quais multiplicam esse conhecimento para os Coordenadores de Laboratórios de Informática Educativa – LIE ou diretamente para os professores lotados nas escolas públicas. Essas capacitações são realizadas diretamente na escola ou no próprio NTE. Após essas capacitações, que partem de conhecimentos básicos para os recursos mais avançados, os professores são incentivados a levar esses recursos tecnológicos para a sala de aula."

"

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As formações como as do Proinfo Integrado, curso de capacitação em informática, são executadas pelos próprios multiplicadores e todos os professores de escolas públicas podem se inscrever espontaneamente."

"

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Logo no início do programa, há cerca de 10 anos, eles fizeram uma especialização em Informática Educativa. Passaram cerca de 3, meses fora do estado, foi presencial e intensivo. Ao longo do tempo, com uma demanda maior de escolas e professores, com necessidade de formação, fizemos um processo seletivo para multiplicadores e depois fomos selecionando pelo perfil: habilidade, familiaridade, etc, junto às tecnologias. Agora, desde 2006, com a oferta de cursos de Especialização em Tecnologias Educacionais, os que estavam no NTE sem qualificação fizeram o curso, assim como oferecemos para outros interessados. Foram 26 inscritos e 22 concluíram, foi pela PUC-RIO e à distância."

"

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Os multiplicadores no Paraná, estão distribuídos em dois grupos. Assessores Pedagógicos e Assessores Técnicos de Suporte, ou seja, em cada NTE temos uma equipe pedagógica e uma equipe técnica. A quantidade de Assessores Pedagógicos (multiplicadores) é proporcional ao número de escolas na área de abrangência do NTE, temos desde 3 até 14 multiplicadores. O total de Assessores Técnicos de suporte é de 2 para cada NTE. Estes profissionais são professores da rede estadual de ensino, que por meio de seleção, mediante avaliação prática, competência técnica e formação, são selecionados, avaliados e se aprovados passam a fazer parte do quadro do NTE."

Notamos a ausência de continuidade nos cursos, que acontecem com uma carga horaria mínima, o que atrapalha a capacitação, pois as atividades ficam desarticuladas. Os núcleos são entendidos mais como espaço com computadores disponíveis do que como um espaço relevante na formação docente. As atribuições dos NTE estão apenas nas suas diretrizes, na prática o que acontece é totalmente diferente, os objetivos propostos acontecem de forma vaga, sem fundamentação teórica, com uma formação capenga, apoiada em cursos que pouco contribuem para formação dos educadores.

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Criação de portais com conteúdos online para auxiliar os professores na oferta de conteúdos curriculares com recursos multimídia. Entre eles estão o Portal do professor e o Banco Internacional de Objetos Educacionais, destinados a auxiliar os professores, em uma parceria do Ministério da Educação e o Ministério da Ciência e Tecnologia.

A formação atribuída aos professores se dá pela disponibilização dos recursos onlines sem capacitação presencial.

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MEC lança portal para facilitar inclusão digital do professor. Disponível em: http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3593.Acesso em 19 de Abril de 2009.

Perspectivas formativas

dos alunos

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Acesso aos computadores, nos laboratórios de informática da escola, exercitando as atividades das devidas disciplinas com auxílio de softwares, esses por sua vez, devem estar de acordo com a proposta de trabalho dos professores, caso contrário, não haverá contribuição alguma no diálogo com os conteúdos apenas uma mundança na roupagem das aulas.

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A internet disponível nas escolas oferece um leque de oportunidades e entreterimento aos alunos como a descoberta de novas culturas, comunicação instantanea, acessso a diferentes recursos educativos e culturais, jogos educativos e lúdico, oferta de conteúdos multimídia entre outros que irão contribuir para a formação destes indivíduos.

Potencialidade da perpectiva formativa

dos professores

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A capacitação dos professores para os objetivos propostos pelo ProInfo e strutura um sistema de formação continuada de professores no uso das novas tecnologias da informação, visando o máximo de qualidade e eficiência. Desenvolvem modelos de capacitação que privilegiem a aprendizagem cooperativa e autônoma, possibilitando aos professores de diferentes regiões geográficas do país oportunidades de intercomunicação e interação com especialistas, o que gera uma nova cultura de educação a distância. Segundo o programa, existe uma preparo dos professores para saberem utilizar as novas tecnologias da informação de forma autônoma e independente, possibilitando a incorporação das novas tecnologias à experiência profissional de cada um, visando a transformação das práticas pedagógica. No entanto nada disso acontece. Não há uma formação continuada dos professores, que pasam por pequenos cursos de formação sem um elo com os cursos seguintes fragmentando as dinâmicas e os interesses por parte dos educadores.

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A internet oferece aos professores uma infinidade de oportunidades tanto na área profissional, como uma ferramenta indispensável na construção e transmissão dos conhecimentos para seus educandos, tanto na sua formação pessoal com a navegação no espaço virtual utulizando deste para tecer novas redes de comunicação e informação, construindo uma teia de relações sociais através do diálogo, e da interatividade.

Limite da perpectiva formativa

dos professores

Conforme trás os coordenadores do programa:

"

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As principais dificuldades no momento referem-se ao ambiente de trabalho dos NTE’s que não comportam um número expressivo de cursistas durante as capacitações; a pouca disponibilidade de professores-multiplicadores e técnicos de suporte."

"

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As nossas maiores dificuldades são: manter o quadro de multiplicadores, pois a cada ano, temos casos de retorno para sala de aula, falta de comprometimento com a proposta e o retorno automático para sala de aula, programas da Secretaria que acabam por realocar profissionais em outras ações. Um dos fatores de maior dificuldade, está ainda nos gestores das regionais de educação, que são responsáveis locais pelas formações e os gestores das escolas (diretores/equipe pedagógica) que não incentiva, acompanha e organiza a escola para que durante a visita do multiplicador, mais professores sejam atendidos. Alguns não utilizam e não conhecem o potencial das tecnologias e não somam com a proposta de formação continuada in loco nas escolas. Falta de transporte (carro) para deslocamento a localidades de difícil acesso.

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O programa não se refere a um acompanhamento, por parte de profissionais de apoio, aos professores, quanto ao uso da internet para atividades na escola ou mesmo para sua formação pessoal, tendo em vista que um espaço com tantos recursos não deve se limitar apenas a oferta de materiais pedagógicos em portais destinados aos professores. Esta ausência de capacitação pode acarretar na mera digitalização dos conteúdos que serão consumidos pelos professores e alunos de forma passiva, sem questionar, transformar ou produzir os conteúdos de seus interesses.

Conforme traz a revista AREDE com a fala do professor Nelson Pretto:

\x{201c}O grande desafio, contudo, para muitos especialistas, é ir além da mera transposição dos conteúdos estáticos para o formato digital, ou seja, da passagem automática do livro didático para a tela do monitor. A novidade relevante trazida pelas tecnologias da informação e comunicação (TIC), na opinião do professor Nelson Pretto, da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, é finalmente a possibilidade de romper o modelo broadcast no ensino, que estabelece a produção de conteúdo centralizada, feita e distribuída de cima para baixo. \x{201c}Não funcionou, não funciona e não funcionará para a educação.\x{201d}

Sem uma capacitação para os professores, a idéia dos portais educativos pode transforma-se apenas em mais uma distribuidora de conteúdos, mas desta vez online, que não leva docentes e educandos a refletirem sobre suas atitudes e idéias em prol da construção de um senso crítico autônomo.

(COUTO, Veronica. Matéria da revista A Rede. Banda larga na escola: para quê? Disponível em www.arede.inf.br. Acesso em 03 de Outubro de 2008 )

Potencialidade da perpectiva formativa

dos alunos

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O uso dos laboratórios de informática oportuniza aos alunos o acesso as máquinas, a realização de descobertas e a construção do conhecimento, abrindo espaço para o trabalho coletivo entre educadores e educandos.

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O acesso dos alunos aos computadores com internet banda larga irá estimular o desenvolvimento das atividades no ambiente escolar, devido a quantidade de informações que podem ser apropriadas, transformadas ou até mesmo criada pelos alunos através do trabalho em grupo .

Limite da perspectiva formativa

dos alunos

Expectativas do Professor

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\x{201c}A professora Nilza Gomes, do Laboratório de Novas Tecnologias (Lantec) da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), pesquisou nas escolas do estado a utilização dos equipamentos de informática. Ela constatou que muitos diretores recebiam os computadores do Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo ) e deixavam nas caixas porque \x{201c}não sabiam o que fazer com aquilo\x{201d}. \x{201c}Em primeiro lugar precisa haver a formação do professor. Só a tecnologia, os equipamentos e recursos não resolvem\x{201d}. Para ela, é preciso que os professores sejam apresentados às possibilidades que a internet oferece. \x{201c}Quando a gente vai na escola e planeja com o professor um projeto de trabalho ele percebe que é possível se organizar e fazer atividades com seus alunos\x{201d}.\x{201d}

CIEGLINSKI. Amanda .Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em:

http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3138

Acesso 19 de abril de 2009.

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\x{201c}A professora Ana Cláudia Domingues, do Centro Educacional 1 do Guará, cidade-satélite de Brasília, espera por capacitação. A escola em que ela leciona deve receber em breve a banda larga. \x{201c}Nós precisamos também dominar a parte da informática, quando a gente conhece facilita o nosso planejamento. Como professores não podemos ser \x{201c}analfabytes\x{201d}, a gente precisa ter esse conhecimento para estreitar cada vez mais os laços entre a tecnologia e o nosso dia-a-dia na sala de aula\x{201d}. \x{201c}

CIEGLINSKI. Amanda .Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em:

http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3138. Acesso 19 de abril de 2009.

Explicações, interpretações

e representações dos professores

"Como lembra Marilena Betros, integrante da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), “os professores vão precisar ser reciclados para aprender a lidar com o computador e utilizá-lo como ferramenta de ensino em sala de aula”.

BOAS, Villas Rodrigo. Banda larga é mais um instrumento de ensino. A Tarde (BA). Disponível em http://www.cultura.gov.br/site/2008/04/09/banda-larga-e-mais-um-instrumento-de-ensino/. Capturado em 26/06/2009.

A implementação da banda larga nas escolas públicas esbarra em um problema sério: a falta de infra-estrutura. De acordo com a coordenadora do Núcleo de Gestão da Informação da Secretaria Municipal da Educação (SMEC), Eliana Marmabck, falta espaço nas unidades escolares para a instalação de um laboratório.

“Não é possível, por exemplo, tirar sala de aula para colocar laboratório”, diz.

Outro problema enfrentado nas escolas é a falta de profissionais nos laboratórios para dar suporte técnico durante as aulas.

“Mas não temos condições de colocar um profissional em cada laboratório. E no caso das escolas que não possuem laboratório, o estudante pode utilizar os equipamentos da unidade escolar mais próxima”, sugere.

BOAS, Villas Rodrigo. Banda larga é mais um instrumento de ensino. A Tarde (BA). Disponível em http://www.cultura.gov.br/site/2008/04/09/banda-larga-e-mais-um-instrumento-de-ensino/. Capturado em 26/06/2009. Expectativas do Pesquisador

Professor e ex-diretor da Faculdade de Educação da Ufba, Nelson Pretto acredita que a banda larga irá permitir o uso de novas metodologias de ensino nas salas de aula. “Os professores vão poder produzir filmes, textos, áudios e colocá-los na internet”.

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BOAS, Villas Rodrigo. Banda larga é mais um instrumento de ensino. A Tarde (BA). Disponível em http://www.cultura.gov.br/site/2008/04/09/banda-larga-e-mais-um-instrumento-de-ensino/. Capturado em 26/06/2009.

Explicações, interpretações

e representações do pesquisador

"O coordenador da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, Nelson Pretto, criticou programas de inclusão digital do governo federal como o ProInfo, cujo objetivo é promover o uso pedagógico da informática em escolas públicas.

Para o professor, o problema não está na falta de acesso dos alunos aos computadores, mas à ausência de projetos voltados para a capacitação de professores de modo a aproveitar melhor as novas tecnologias.

\x{201c}Há uma distância muito grande entre as políticas públicas, a realidade e a qualificação do professor. Enquanto não qualificarmos os professores, vamos fazer belas políticas públicas que não serão aplicadas na prática\x{201d}.

Pretto foi um dos participantes da mesa redonda Educação e Desenvolvimento, realizada no 1º Encontro de Culturas Colaborativas (Ecco)."

Governo Federeal. Inclusão Digital.Falta capacitação de professores em programas federais de inclusão digital, diz coordenador. Disponível em: http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/noticia/falta-capacitacao-de-professores-em-programas-federais-de-inclusao-digital-diz-coordenador. Capturado em 22 de abril de 2009.

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  PROINFO BANDA LARGA
Conceito de Inclusão Digital
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Possibilita a inclusão digital dos alunos das escolas públicas, através da montagem de laboratórios de informática, onde serão realizadas atividades com auxílio de professores capacitados para desenvolverem nos seus educandos a possibilidade de compreensão e construção dos conhecimentos com o auxílio das TIC .


O programa configura-se além da simples oferta de laboratórios de informática, mas também, com a capacitação dos professores e agentes educacionais, diferencial deste programa em relação aos demais já instituídos. No entanto, o ProInfo, acredita fomentar a inclusão digital com a inserção das TIC para as atividades nas diferentes disciplinas, sem considerar a formação do indivíduo para sua inserção na nova sociedade que vêm se formando, denominada Sociedade da Informação. Esta Sociedade, tem seus alicerces, no conceito de inclusão digital voltado para formação de indivíduos capazes de utilizar as TIC para a construção de conhecimentos,

encarando os desafios da sociedade no seu cotidiano. Assim percebe-se que o ProInfo entende Inclusão Digital apenas com a oferta de equipamentos para o uso e manuseio sem tornar seus alunos capazes de produzir, transformar, criar uma consciência crítica e prover produtos dos seus conhecimentos para as suas relações cotidianas, dentro da sociedade que se faz entender a inclusão digital, assim como o conceito de Inclusão de Lemos: Entendo inclusão como habilidade cognitiva para dominar, mudar, desconstruir discursos e alterar as rotas dos produtos prêt-à-porter das fábricas de ilusões."

LEMOS, André. Dogmas da Inclusão Digital. Disponível http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/inclusao.pdf .Capturado em 14 de abril de 2009)



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Interesses Políticos    
Interesses Econômicos
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O programa demonstra preocupação com a necessidade que vêm surgindo ao longo dos anos de mão de obra cada vez mais qualificada, fazendo crescer a importância da capacitação dos recursos humanos para acompanhar os novos padrões de produtividade e competitividade exigido pelo mercado de trabalho em função dos avanços tecnológico.

No decorrer destes 10 anos de implantação do programa, este teve drasticas oscilações na liberação das verbas, fato que implica na demora para aquisição das máquinas, atrasando cada vez mais a execução do mesmo.

SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.

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Com o acordo entre governo e as teles, estas ficam responsáveis em levar o serviço de banda larga para as escolas e seus backbones até a porta de milhares de cidadãos, com isso ganham o direito de explorar, sozinha, a rede, podendo usar para vender seus serviços de banda larga evitando a concorrência com as pequenas empresas.

A oferta de banda larga, também, aumenta o desenvolvimento do mercado de aparelhagem tecnológica, serviços e acesso a internet além do aumento de empregos direto e indireto.


GINDRE, Gustavo. observatório da comunicação. Disponível em http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3090. Capturado em 14 de Abril de 2009.

Interesses Sociais
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Cabe ao governo ,segundo o livro verde, ser o maior comprador/contratador de bens e serviços em tecnologias de informação e comunicação em um país. Com a implantação do ProInfo o governo demonstra suas ações afirmativas afim de possibilitar a sociedade, o acesso as TIC, imprescindível nos dias atuais. O acesso da população as novas tecnologias permite ao governo estar mais próximo do cidadão, seja na informatização dos serviços prestados a sociedade ou durante o cumprimento de suas metas de universalização das TIC dentro do pais utilizando-se do ambiente escolar como ponto estratégico para disseminação destas.


TAKAHASHI, Tadeu. Sociedade da Informação no Brasil: Livro Verde (Org.) 2000. Ministério da Ciência e Tecnologia. Brasília. Disponível em http://www.fsp.usp.br/acessibilidade/LivroVerdeSOCINFO-240701.pdf. Capturado em 14 de abril de 2009.

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Com o programa, o governo dar continuidade as suas obrigações com a sociedade da informação na inclusão desta no mundo digital, com o auxílio das redes de banda larga, além de acelerar o desenvolvimento da internet no Brasil.

O serviço de banda larga, disponibilizado para grande parte da população, e não apenas para uma minoria de privilégiado, como acontece, permitirá acesso ao imensurável mundo da internet onde pode-se utilizar desta como uma gigantesca biblioteca onde são encontradas uma infinita variedade de asuntos, troca de conhecimentos com outras pessoas que podem estar do outro lado do mundo, aprendizagem cooperativa, capacidade de comunicação e informações inclusive em tempo real.

Interesses Educacionais Promover o uso pedagógico, das TIC nas redes públicas de educação básica, como recurso favorável ao processo ensino-aprendizagem. O Programa visa estimular o uso das Tecnologias de informação e comunicação, dentro do espaço escolar, como instrumento de apoio as diversas disciplinas, trabalhando os conteúdos de forma dinâmica afim de enriquecer as aulas, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem além de oportunizar a igualdade de acesso aos instrumentos tecnológicos.
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Conectar todas as escolas públicas da zona urbana e rural à Internet banda larga, abrindo portas para que as redes de internet penetrem no espaço escolar, com o acesso a materiais de apoio pedagógico online, oferta (pelo MEC) de portais educacionais e novos conteúdos para criação de redes entre alunos e professores na internet. No entanto o programa não está direcionado a formação dos professores para o uso desses conteúdos digitais, o que pode se tornar apenas objeto de fetiche, deixando as aulas apenas divertidas ou bonitinhas, sem mudar a forma verticalizada na qual os conteúdos são trabalhados, onde os professores oferecem informações e os alunos absorvem, sem questionar, produzir ou transformar o conhecimento que lhes são apresentados.

Estratégias Políticos Expedir normas, diretrizes e critérios para execução do programa além de viabilizar o acesso das tecnologias no ambiente escolar, fornecendo equipamentos tecnológicos, mediante a disponibilidade das escolas para receber o aparato assim como os espaços para abrigar os NTE.
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Realizar cobranças no sentido de execução da expansão do backhaul pelas teles, que tem um cronograma a seguir tendo que prestar contas, de uma parte, dos seus serviços para o governo até 25 de abril de 2009. Cobrança de multa pelo governo, caso tenha desistência das operadoras, para a prestação dos serviços .

FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

Estratégias Econômicas

O ProInfo, recebe financiamento do FNDE para a capacitação de recursos humanos e aquisição de

equipamentos. O programa deveria receber financiamento do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), que arrecada por ano cerca de R$ 800 milhões, e 18% destes deveriam ser destinados à educação; no entanto, estão retidos nos cofres dos tesouro nacional devido a falta de objetividade e de definições de metas para o uso da verba.

Em 2007 a Secretaria de Educação a Distância/MEC, no contexto do Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE, desenvolveu a reformulação do Programa Nacional de Informática na Educação. Essa reformulação não alterou em nada as diretrizes do programa, no entanto foram investidos cerca de R$ 650 milhões na informatização das 130 mil escolas de educação básica.

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Estratégias Sociais Utilizar as novas tecnologia de comunicação e informação, dentro do ambiente escolar, para formar o cidadão que deverá colaborar na criação de um novo modelo de sociedade, que se beneficia dos recursos tecnológicos para fomentar mudanças.

Revision 2330 Jun 2009 - JoseildaSampaioDeSouza

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ProInfo Banda Larga nas Escolas Conceito de Inclusão Digital

Revision 2230 Jun 2009 - JoseildaSampaioDeSouza

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  ProInfo Banda Larga nas Escolas
Conceito de Inclusão Digital    
Interesses Políticos    
Interesses Econômicos    
Interesses Sociais    
Interesses Educacionais    
Estratégias Políticos    
Estratégias Econômicos    
Estratégias Sociais    
Estratégias Educacionais    
Diretrizes    

Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

   

Perspectivas formativas

dos professores

   

Perspectivas formativas

dos professores

   

Potencialidade da perpectiva formativa

dos professores

   

Limite da perpectiva formativa

dos professores

   

Potencialidade da perpectiva formativa

dos alunos

   

Limite da perspectiva formativa

dos alunos

   
Expectativas do Professor    

Explicações, interpretações

e representações dos professores

   
Expectativas do Pesquisador    

Explicações, interpretações

e representações do pesquisador

   
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ProInfo Banda Larga nas Escolas Conceito de Inclusão Digital
 
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-- TaniaTorres - 11 Oct 2008
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Possibilita a inclusão digital dos alunos das escolas públicas, através da montagem de laboratórios de informática, onde serão realizadas atividades com auxílio de professores capacitados para desenvolverem nos seus educandos a possibilidade de compreensão e construção dos conhecimentos com o auxílio das TIC .

O programa configura-se além da simples oferta de laboratórios de informática, mas também, com a capacitação dos professores e agentes educacionais, diferencial deste programa em relação aos demais já instituídos. No entanto, o ProInfo, acredita fomentar a inclusão digital com a inserção das TIC para as atividades nas diferentes disciplinas, sem considerar a formação do indivíduo para sua inserção na nova sociedade que vêm se formando, denominada Sociedade da Informação. Esta Sociedade, tem seus alicerces, no conceito de inclusão digital voltado para formação de indivíduos capazes de utilizar as TIC para a construção de conhecimentos,

encarando os desafios da sociedade no seu cotidiano. Assim percebe-se que o ProInfo entende Inclusão Digital apenas com a oferta de equipamentos para o uso e manuseio sem tornar seus alunos capazes de produzir, transformar, criar uma consciência crítica e prover produtos dos seus conhecimentos para as suas relações cotidianas, dentro da sociedade que se faz entender a inclusão digital, assim como o conceito de Inclusão de Lemos:

\x{201c}Entendo inclusão como habilidade cognitiva para dominar, mudar,

desconstruir discursos e alterar as rotas dos produtos prêt-à-porter das

fábricas de ilusões."

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LEMOS, André. Dogmas da Inclusão Digital. Disponível http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/inclusao.pdf .Capturado em 14 de abril de 2009)

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Oferta de banda larga gratuita, pelas teles, para as escolas públicas se conectarem a rede. Neste programa não existe nenhuma claúsula sobre a capacitação de professores ou apoio as escolas beneficiadas. O programa se restringe a oferta de banda larga cabendo a escola encontrar a melhor maneira para utilizar este serviço.

O Programa entende o conceito de inclusão digital apenas com a oferta do serviço de banda larga para as escolas. No entanto, sabemos que a Inclusão Digital não se faz apenas com a conexão as redes, principalmente no ambiente escolar, um espaço para formação de indivíduos que antes de receber qualquer tipo de equipamento para apoio ás aulas deve antes de tudo capacitar os educadores e outros agentes educacioanais, para orientar os usuários em busca do efetivo domínio desses. O que não deve ser diferente com a introdução das redes de conexão em banda larga.

Interesses Políticos Interesses Econômicos

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O programa demonstra preocupação com a necessidade que vêm surgindo ao longo dos anos de mão de obra cada vez mais qualificada, fazendo crescer a importância da capacitação dos recursos humanos para acompanhar os novos padrões de produtividade e competitividade exigido pelo mercado de trabalho em função dos avanços tecnológico.

No decorrer destes 10 anos de implantação do programa, este teve drasticas oscilações na liberação das verbas, fato que implica na demora para aquisição das máquinas, atrasando cada vez mais a execução do mesmo.

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SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.

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<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Com o acordo entre governo e as teles, estas ficam responsáveis em levar o serviço de banda larga para as escolas e seus backbones até a porta de milhares de cidadãos, com isso ganham o direito de explorar, sozinha, a rede, podendo usar para vender seus serviços de banda larga evitando a concorrência com as pequenas empresas.

A oferta de banda larga, também, aumenta o desenvolvimento do mercado de aparelhagem tecnológica, serviços e acesso a internet além do aumento de empregos direto e indireto.

GINDRE, Gustavo. observatório da comunicação. Disponível em http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3090. Capturado em 14 de Abril de 2009. Interesses Sociais

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Cabe ao governo ,segundo o livro verde, ser \x{201c}o maior comprador/contratador de bens e serviços em tecnologias de informação e comunicação em um país \x{201d}. Com a implantação do ProInfo o governo demonstra suas ações afirmativas afim de possibilitar a sociedade, o acesso as TIC, imprescindível nos dias atuais. O acesso da população as novas tecnologias permite ao governo estar mais próximo do cidadão, seja na informatização dos serviços prestados a sociedade ou durante o cumprimento de suas metas de universalização das TIC dentro do pais utilizando-se do ambiente escolar como ponto estratégico para disseminação destas.

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TAKAHASHI, Tadeu. Sociedade da Informação no Brasil: Livro Verde (Org.) 2000. Ministério da Ciência e Tecnologia. Brasília. Disponível em http://www.fsp.usp.br/acessibilidade/LivroVerdeSOCINFO-240701.pdf. Capturado em 14 de abril de 2009.

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Com o programa, o governo dar continuidade as suas obrigações com a sociedade da informação na inclusão desta no mundo digital, com o auxílio das redes de banda larga, além de acelerar o desenvolvimento da internet no Brasil.

O serviço de banda larga, disponibilizado para grande parte da população, e não apenas para uma minoria de privilégiado, como acontece, permitirá acesso ao imensurável mundo da internet onde pode-se utilizar desta como uma gigantesca biblioteca onde são encontradas uma infinita variedade de asuntos, troca de conhecimentos com outras pessoas que podem estar do outro lado do mundo, aprendizagem cooperativa, capacidade de comunicação e informações inclusive em tempo real.

. Interesses Educacionais

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Promover o uso pedagógico, das TIC nas redes públicas de educação básica, como recurso favorável ao processo ensino-aprendizagem. O Programa visa estimular o uso das Tecnologias de informação e comunicação, dentro do espaço escolar, como instrumento de apoio as diversas disciplinas, trabalhando os conteúdos de forma dinâmica afim de enriquecer as aulas, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem além de oportunizar a igualdade de acesso aos instrumentos tecnológicos.

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Conectar todas as escolas públicas da zona urbana e rural à Internet banda larga, abrindo portas para que as redes de internet penetrem no espaço escolar, com o acesso a materiais de apoio pedagógico online, oferta (pelo MEC) de portais educacionais e novos conteúdos para criação de redes entre alunos e professores na internet. No entanto o programa não está direcionado a formação dos professores para o uso desses conteúdos digitais, o que pode se tornar apenas objeto de fetiche, deixando as aulas apenas divertidas ou \x{201c}bonitinhas\x{201d}, sem mudar a forma verticalizada na qual os conteúdos são trabalhados, onde os professores oferecem informações e os alunos absorvem, sem questionar, produzir ou transformar o conhecimento que lhes são apresentados.

Estratégias Políticos

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Expedir normas, diretrizes e critérios para execução do programa além de viabilizar o acesso das tecnologias no ambiente escolar, fornecendo equipamentos tecnológicos, mediante a disponibilidade das escolas para receber o aparato assim como os espaços para abrigar os NTE.

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Realizar cobranças no sentido de execução da expansão do backhaul pelas teles, que tem um cronograma a seguir tendo que prestar contas, de uma parte, dos seus serviços para o governo até 25 de abril de 2009. Cobrança de multa pelo governo, caso tenha desistência das operadoras, para a prestação dos serviços .

FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

Estratégias Econômicos

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O ProInfo, recebe financiamento do FNDE para a capacitação de recursos humanos e aquisição de

equipamentos. O programa deveria receber financiamento do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), que arrecada por ano cerca de R$ 800 milhões, e 18% destes deveriam ser destinados à educação; no entanto, estão retidos nos cofres dos tesouro nacional devido a falta de objetividade e de definições de metas para o uso da verba.

Em 2007 a Secretaria de Educação a Distância/MEC, no contexto do Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE, desenvolveu a reformulação do Programa Nacional de Informática na Educação. Essa reformulação não alterou em nada as diretrizes do programa, no entanto foram investidos cerca de R$ 650 milhões na informatização das 130 mil escolas de educação básica

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O governo teve que convencer as teles sobre os benefícios do acordo para a sociedade e principalmente para as empresas, que não iriam ter um número maior de investimentos financeiros quanto ao custo de instalação dos backhauls ao invés dos PSTt (Postos de serviços telefônico), ou seja seria gasto o mesmo montante. Com a passagem dos backbones na porta de milhares de cidadãos, as teles ganharam o direito de explorar sozinhas, a rede, podendo usá-las para vender seus serviços de banda larga, e evitar a concorrência com as pequenas empresas, o que demonstra que o acordo não foi feito apenas por ser mais vantajoso para a sociedade. Estratégias Sociais

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Utilizar as novas tecnologia de comunicação e informação, dentro do ambiente escolar, para formar o cidadão que deverá colaborar na criação de um novo modelo de sociedade, que se beneficia dos recursos tecnológicos para fomentar mudanças.

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Disponibilizar serviços de internet banda larga afim de promover a inserção da sociedade nos ambientes em rede.

. Estratégias Educacionais

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Implantar ambientes tecnológicos equipados com computadores e recursos digitais nas escolas públicas de educação básica;

Capacitar os professores, gestores e outros agentes educacionais para a utilização pedagógica das tecnologias nas escolas e inclusão digital;

Ofertar conteúdos educacionais multimídia e digitais.

Em entrevista com um dos coordenadores do Programa, este afirma que o ProInfo " é um programa completo, tendo em vista que não se prende unicamente em enviar equipamento para as escolas, mas também desenvolve conteúdos através dos portais da TV Escola, Portal domínio Público, Portal do professor, etc... além de atuar diretamente na formação continuada dos professores para o uso das tecnologias."

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Instalar conexão de 1 Mbps em cada uma das 56 mil escolas públicas urbanas brasileiras, sem custos para os governos (federal, estaduais e municipais) pelo menos até 2025 (quando vencem os atuais contratos de concessão).

Oferta de conteúdos educacionais multimídia e digitais pelo MEC. Diretrizes

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O ProInfo vem sendo implantado em regime de colaboração entre o MEC e os governos estaduais

representados por suas respectivas Secretarias de Educação - SEE. Suas principais diretrizes são:

Subordinar a introdução da informática nas escolas ;

Adaptar a instalação de recursos informatizados à capacidade das escolas para utilizá-los (demonstrada

através da comprovação da existência de infra-estrutura física que atenda as exigências das máquinas que será fornecida);

Promover o desenvolvimento de infra-estrutura de suporte técnico de informática no sistema de ensino público;

Estimular a interligação de computadores nas escolas públicas, para possibilitar a formação de uma ampla

rede de comunicações vinculada à educação;

Fomentar a mudança de cultura no sistema público de ensino de 1º e 2º graus, de forma a torná-lo apto a

preparar cidadãos capazes de interagir numa sociedade cada vez mais tecnologicamente desenvolvida;

Incentivar a articulação entre os atores envolvidos no processo de informatização da educação brasileira;

Institucionalizar um adequado sistema de acompanhamento e avaliação do Programa em todos os seus níveis e instâncias.

(SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.)

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O programa funciona através da conexão de internet em banda larga nas escolas públicas da zona urbana e rural. As operadoras levarão gratuitamente banda larga às escolas até 2025, atualizando a velocidade periodicamente. Existe uma divisão de espaço entre as operadoras para atender a demanda, ou seja cada operadora de telefonia é responsável por uma quantidade de Estados. A operadora responsável pelo Estado, deverá instalar a banda larga no laboratório de informática da escola, caso a escola não possua laboratório de informática a banda larga deverá ser instalada na sala de matricula, ou em outra sala que tiver computador. A banda larga não poderá ser instalada em uma linha já existente, ela deverá ser instalada em uma nova linha telefônica específica para este serviço. A empresa fornecerá o primeiro modem, ficando a reposição deste equipamento, em caso de perda ou roubo, a cargo da unidade escolar assim como a distribuição da conexão banda larga para outras áreas da unidade escolar.

O MEC oferece cursos a distância e capacitação, além de conteúdos digitais adequados ao trabalho dos professores.

Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

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O programa está organizado através de uma parceria estabelecida entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios e uma estrutura operacional descentralizada. A SEED, por meio de sua Coordenação de Capacitação, relaciona-se diretamente com as Coordenações Estaduais, formadas por representantes da Secretaria Estadual de Educação e das Secretarias Municipais de Educação (elegido pela UNDIME), que, por sua vez, relacionam-se com os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) estaduais e municipais e Coordenações Municipais.

Cabe à Coordenação Estadual:

Coordenar as ações do ProInfo nos estados, conforme diretrizes de implementação do Programa, em articulação com a SEED;

Articular os parceiros locais para a implementação do Programa;

Definir, em conjunto com a SEED/MEC, os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) e outras agências de formação;

Auxiliar no planejamento e dar suporte operacional na organização das capacitações dos formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação;

Acompanhar e monitorar a atuação dos NTEs e outras agências de formação, formadores e demais agentes envolvidos na implementação do Programa;

Promover encontros entre os formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação sempre que necessário para a definição de estratégias locais de implementação do Programa;

Manter atualizados os dados gerenciais do Programa de Capacitação do ProInfo no sistema informatizado.

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Parceria firmada entre órgãos do governo federal, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e operadoras de telefonia.

Cabe a cada operadora de telefonia a responsabilidade pela instalação do banda larga em determinados Estados. As operadoras instalarão os primeiros modems e o Ministério ficará responsável pela reposição.

A velocidade da conexão será de 1 Mbps para todas as escolas até 31 de dezembro de 2010 quando passará a ofertar conexão de 2 Mbps. A partir de 2010 no caso de

haver oferta comercial de velocidades maiores nas localidades atendidas pelas operadoras, as escolas também terão upgrade com base na maior velocidade disponível.

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GOVERNO DA BAHIA. Secretaria de Educação. Cartilha informativa. Disponível em http//www.sec.ba.gov.br. Acesso em 08 de janeiro de 2009.

FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

Perspectivas formativas

dos professores

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O processo de capacitação de recursos humanos para o Programa, é desenvolvido da seguinte forma:

Seleção e capacitação de professores oriundos de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, destinados a ministrar a formação dos professores multiplicadores.

O professor-multiplicador deve ser oriundo da rede pública de ensino de 1º e 2º grau e

de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, ele será um especialista em capacitação de professores (de escolas) para o uso da telemática em sala de aula. A capacitação é feita de professor para professor, ou seja professor capacitando professor.

Os multiplicadores capacitam os professores das escolas, nos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE), que apóiam o processo de informatização das escolas, auxiliando tanto no processo de planejamento e incorporação das novas tecnologias, quanto no suporte técnico e capacitação dos professores e equipes administrativas das escolas. Também são feitas seleção e formação para técnicos de suporte em informática e telecomunicações e professores da rede pública de ensino de 1º e 2º grau profissional em informática e educação, estes atuarão nas escolas, com os equipamentos e software fornecidos pelo MEC. No entanto,

Segundo as entrevistas com os diversos coordenadores, cada NTE escolhe a maneira que melhor se enquadra as suas atividades seguindo as diretrizes acima:

"

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Em Rondônia há quatro Núcleos de Tecnologia Educacional – NTE’s, os quais são responsáveis por uma quantidade de municípios. Em temos de recursos humano desses Núcleos há professores formadores, ou multiplicadores, que dominam conhecimentos teórico-práticos em informática pedagógica, os quais multiplicam esse conhecimento para os Coordenadores de Laboratórios de Informática Educativa – LIE ou diretamente para os professores lotados nas escolas públicas. Essas capacitações são realizadas diretamente na escola ou no próprio NTE. Após essas capacitações, que partem de conhecimentos básicos para os recursos mais avançados, os professores são incentivados a levar esses recursos tecnológicos para a sala de aula."

"

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As formações como as do Proinfo Integrado, curso de capacitação em informática, são executadas pelos próprios multiplicadores e todos os professores de escolas públicas podem se inscrever espontaneamente."

"

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Logo no início do programa, há cerca de 10 anos, eles fizeram uma especialização em Informática Educativa. Passaram cerca de 3, meses fora do estado, foi presencial e intensivo. Ao longo do tempo, com uma demanda maior de escolas e professores, com necessidade de formação, fizemos um processo seletivo para multiplicadores e depois fomos selecionando pelo perfil: habilidade, familiaridade, etc, junto às tecnologias. Agora, desde 2006, com a oferta de cursos de Especialização em Tecnologias Educacionais, os que estavam no NTE sem qualificação fizeram o curso, assim como oferecemos para outros interessados. Foram 26 inscritos e 22 concluíram, foi pela PUC-RIO e à distância."

"

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Os multiplicadores no Paraná, estão distribuídos em dois grupos. Assessores Pedagógicos e Assessores Técnicos de Suporte, ou seja, em cada NTE temos uma equipe pedagógica e uma equipe técnica. A quantidade de Assessores Pedagógicos (multiplicadores) é proporcional ao número de escolas na área de abrangência do NTE, temos desde 3 até 14 multiplicadores. O total de Assessores Técnicos de suporte é de 2 para cada NTE. Estes profissionais são professores da rede estadual de ensino, que por meio de seleção, mediante avaliação prática, competência técnica e formação, são selecionados, avaliados e se aprovados passam a fazer parte do quadro do NTE."

Notamos a ausência de continuidade nos cursos, que acontecem com uma carga horaria mínima, o que atrapalha a capacitação, pois as atividades ficam desarticuladas. Os núcleos são entendidos mais como espaço com computadores disponíveis do que como um espaço relevante na formação docente. As atribuições dos NTE estão apenas nas suas diretrizes, na prática o que acontece é totalmente diferente, os objetivos propostos acontecem de forma vaga, sem fundamentação teórica, com uma formação capenga, apoiada em cursos que pouco contribuem para formação dos educadores.

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Criação de portais com conteúdos online para auxiliar os professores na oferta de conteúdos curriculares com recursos multimídia. Entre eles estão o Portal do professor e o Banco Internacional de Objetos Educacionais, destinados a auxiliar os professores, em uma parceria do Ministério da Educação e o Ministério da Ciência e Tecnologia.

A formação atribuída aos professores se dá pela disponibilização dos recursos onlines sem capacitação presencial.

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MEC lança portal para facilitar inclusão digital do professor. Disponível em: http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3593.Acesso em 19 de Abril de 2009.

Perspectivas formativas

dos alunos

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Acesso aos computadores, nos laboratórios de informática da escola, exercitando as atividades das devidas disciplinas com auxílio de softwares, esses por sua vez, devem estar de acordo com a proposta de trabalho dos professores, caso contrário, não haverá contribuição alguma no diálogo com os conteúdos apenas uma mundança na roupagem das aulas.

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A internet disponível nas escolas oferece um leque de oportunidades e entreterimento aos alunos como a descoberta de novas culturas, comunicação instantanea, acessso a diferentes recursos educativos e culturais, jogos educativos e lúdico, oferta de conteúdos multimídia entre outros que irão contribuir para a formação destes indivíduos.

Potencialidade da perpectiva formativa

dos professores

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A capacitação dos professores para os objetivos propostos pelo ProInfo e strutura um sistema de formação continuada de professores no uso das novas tecnologias da informação, visando o máximo de qualidade e eficiência. Desenvolvem modelos de capacitação que privilegiem a aprendizagem cooperativa e autônoma, possibilitando aos professores de diferentes regiões geográficas do país oportunidades de intercomunicação e interação com especialistas, o que gera uma nova cultura de educação a distância. Segundo o programa, existe uma preparo dos professores para saberem utilizar as novas tecnologias da informação de forma autônoma e independente, possibilitando a incorporação das novas tecnologias à experiência profissional de cada um, visando a transformação das práticas pedagógica. No entanto nada disso acontece. Não há uma formação continuada dos professores, que pasam por pequenos cursos de formação sem um elo com os cursos seguintes fragmentando as dinâmicas e os interesses por parte dos educadores.

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A internet oferece aos professores uma infinidade de oportunidades tanto na área profissional, como uma ferramenta indispensável na construção e transmissão dos conhecimentos para seus educandos, tanto na sua formação pessoal com a navegação no espaço virtual utulizando deste para tecer novas redes de comunicação e informação, construindo uma teia de relações sociais através do diálogo, e da interatividade.

Limite da perpectiva formativa

dos professores

Conforme trás os coordenadores do programa:

"

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As principais dificuldades no momento referem-se ao ambiente de trabalho dos NTE’s que não comportam um número expressivo de cursistas durante as capacitações; a pouca disponibilidade de professores-multiplicadores e técnicos de suporte."

"

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As nossas maiores dificuldades são: manter o quadro de multiplicadores, pois a cada ano, temos casos de retorno para sala de aula, falta de comprometimento com a proposta e o retorno automático para sala de aula, programas da Secretaria que acabam por realocar profissionais em outras ações. Um dos fatores de maior dificuldade, está ainda nos gestores das regionais de educação, que são responsáveis locais pelas formações e os gestores das escolas (diretores/equipe pedagógica) que não incentiva, acompanha e organiza a escola para que durante a visita do multiplicador, mais professores sejam atendidos. Alguns não utilizam e não conhecem o potencial das tecnologias e não somam com a proposta de formação continuada in loco nas escolas. Falta de transporte (carro) para deslocamento a localidades de difícil acesso.

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O programa não se refere a um acompanhamento, por parte de profissionais de apoio, aos professores, quanto ao uso da internet para atividades na escola ou mesmo para sua formação pessoal, tendo em vista que um espaço com tantos recursos não deve se limitar apenas a oferta de materiais pedagógicos em portais destinados aos professores. Esta ausência de capacitação pode acarretar na mera digitalização dos conteúdos que serão consumidos pelos professores e alunos de forma passiva, sem questionar, transformar ou produzir os conteúdos de seus interesses.

Conforme traz a revista AREDE com a fala do professor Nelson Pretto:

\x{201c}O grande desafio, contudo, para muitos especialistas, é ir além da mera transposição dos conteúdos estáticos para o formato digital, ou seja, da passagem automática do livro didático para a tela do monitor. A novidade relevante trazida pelas tecnologias da informação e comunicação (TIC), na opinião do professor Nelson Pretto, da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, é finalmente a possibilidade de romper o modelo broadcast no ensino, que estabelece a produção de conteúdo centralizada, feita e distribuída de cima para baixo. \x{201c}Não funcionou, não funciona e não funcionará para a educação.\x{201d}

Sem uma capacitação para os professores, a idéia dos portais educativos pode transforma-se apenas em mais uma distribuidora de conteúdos, mas desta vez online, que não leva docentes e educandos a refletirem sobre suas atitudes e idéias em prol da construção de um senso crítico autônomo.

(COUTO, Veronica. Matéria da revista A Rede. Banda larga na escola: para quê? Disponível em www.arede.inf.br. Acesso em 03 de Outubro de 2008 )

Potencialidade da perpectiva formativa

dos alunos

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O uso dos laboratórios de informática oportuniza aos alunos o acesso as máquinas, a realização de descobertas e a construção do conhecimento, abrindo espaço para o trabalho coletivo entre educadores e educandos.

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O acesso dos alunos aos computadores com internet banda larga irá estimular o desenvolvimento das atividades no ambiente escolar, devido a quantidade de informações que podem ser apropriadas, transformadas ou até mesmo criada pelos alunos através do trabalho em grupo .

Limite da perspectiva formativa

dos alunos

Expectativas do Professor

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\x{201c}A professora Nilza Gomes, do Laboratório de Novas Tecnologias (Lantec) da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), pesquisou nas escolas do estado a utilização dos equipamentos de informática. Ela constatou que muitos diretores recebiam os computadores do Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo ) e deixavam nas caixas porque \x{201c}não sabiam o que fazer com aquilo\x{201d}. \x{201c}Em primeiro lugar precisa haver a formação do professor. Só a tecnologia, os equipamentos e recursos não resolvem\x{201d}. Para ela, é preciso que os professores sejam apresentados às possibilidades que a internet oferece. \x{201c}Quando a gente vai na escola e planeja com o professor um projeto de trabalho ele percebe que é possível se organizar e fazer atividades com seus alunos\x{201d}.\x{201d}

CIEGLINSKI. Amanda .Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em:

http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3138

Acesso 19 de abril de 2009.

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\x{201c}A professora Ana Cláudia Domingues, do Centro Educacional 1 do Guará, cidade-satélite de Brasília, espera por capacitação. A escola em que ela leciona deve receber em breve a banda larga. \x{201c}Nós precisamos também dominar a parte da informática, quando a gente conhece facilita o nosso planejamento. Como professores não podemos ser \x{201c}analfabytes\x{201d}, a gente precisa ter esse conhecimento para estreitar cada vez mais os laços entre a tecnologia e o nosso dia-a-dia na sala de aula\x{201d}. \x{201c}

CIEGLINSKI. Amanda .Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em:

http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3138. Acesso 19 de abril de 2009.

Explicações, interpretações

e representações dos professores

"Como lembra Marilena Betros, integrante da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), “os professores vão precisar ser reciclados para aprender a lidar com o computador e utilizá-lo como ferramenta de ensino em sala de aula”.

BOAS, Villas Rodrigo. Banda larga é mais um instrumento de ensino. A Tarde (BA). Disponível em http://www.cultura.gov.br/site/2008/04/09/banda-larga-e-mais-um-instrumento-de-ensino/. Capturado em 26/06/2009.

A implementação da banda larga nas escolas públicas esbarra em um problema sério: a falta de infra-estrutura. De acordo com a coordenadora do Núcleo de Gestão da Informação da Secretaria Municipal da Educação (SMEC), Eliana Marmabck, falta espaço nas unidades escolares para a instalação de um laboratório.

“Não é possível, por exemplo, tirar sala de aula para colocar laboratório”, diz.

Outro problema enfrentado nas escolas é a falta de profissionais nos laboratórios para dar suporte técnico durante as aulas.

“Mas não temos condições de colocar um profissional em cada laboratório. E no caso das escolas que não possuem laboratório, o estudante pode utilizar os equipamentos da unidade escolar mais próxima”, sugere.

BOAS, Villas Rodrigo. Banda larga é mais um instrumento de ensino. A Tarde (BA). Disponível em http://www.cultura.gov.br/site/2008/04/09/banda-larga-e-mais-um-instrumento-de-ensino/. Capturado em 26/06/2009. Expectativas do Pesquisador

Professor e ex-diretor da Faculdade de Educação da Ufba, Nelson Pretto acredita que a banda larga irá permitir o uso de novas metodologias de ensino nas salas de aula. “Os professores vão poder produzir filmes, textos, áudios e colocá-los na internet”.

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BOAS, Villas Rodrigo. Banda larga é mais um instrumento de ensino. A Tarde (BA). Disponível em http://www.cultura.gov.br/site/2008/04/09/banda-larga-e-mais-um-instrumento-de-ensino/. Capturado em 26/06/2009.

Explicações, interpretações

e representações do pesquisador

"O coordenador da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, Nelson Pretto, criticou programas de inclusão digital do governo federal como o ProInfo, cujo objetivo é promover o uso pedagógico da informática em escolas públicas.

Para o professor, o problema não está na falta de acesso dos alunos aos computadores, mas à ausência de projetos voltados para a capacitação de professores de modo a aproveitar melhor as novas tecnologias.

\x{201c}Há uma distância muito grande entre as políticas públicas, a realidade e a qualificação do professor. Enquanto não qualificarmos os professores, vamos fazer belas políticas públicas que não serão aplicadas na prática\x{201d}.

Pretto foi um dos participantes da mesa redonda Educação e Desenvolvimento, realizada no 1º Encontro de Culturas Colaborativas (Ecco)."

Governo Federeal. Inclusão Digital.Falta capacitação de professores em programas federais de inclusão digital, diz coordenador. Disponível em: http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/noticia/falta-capacitacao-de-professores-em-programas-federais-de-inclusao-digital-diz-coordenador. Capturado em 22 de abril de 2009.

Revision 2130 Jun 2009 - JoseildaSampaioDeSouza

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  ProInfo Banda Larga nas Escolas
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Interesses Econômicos    
Interesses Sociais    
Interesses Educacionais    
Estratégias Políticos    
Estratégias Econômicos    
Estratégias Sociais    
Estratégias Educacionais    
Diretrizes    

Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

   

Perspectivas formativas

dos professores

   

Perspectivas formativas

dos professores

   

Potencialidade da perpectiva formativa

dos professores

   

Limite da perpectiva formativa

dos professores

   

Potencialidade da perpectiva formativa

dos alunos

   

Limite da perspectiva formativa

dos alunos

   
Expectativas do Professor    

Explicações, interpretações

e representações dos professores

   
Expectativas do Pesquisador    

Explicações, interpretações

e representações do pesquisador

   

-- TaniaTorres - 11 Oct 2008

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Revision 2030 Jun 2009 - TaniaTorres

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Interesses Políticos    
Interesses Econômicos    
Interesses Sociais    
Interesses Educacionais    
Estratégias Políticos    
Estratégias Econômicos    
Estratégias Sociais    
Estratégias Educacionais    
Diretrizes    

Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

   

Perspectivas formativas

dos professores

   

Perspectivas formativas

dos professores

   

Potencialidade da perpectiva formativa

dos professores

   

Limite da perpectiva formativa

dos professores

   

Potencialidade da perpectiva formativa

dos alunos

   

Limite da perspectiva formativa

dos alunos

   
Expectativas do Professor    

Explicações, interpretações

e representações dos professores

   
Expectativas do Pesquisador    

Explicações, interpretações

e representações do pesquisador

   

-- TaniaTorres - 11 Oct 2008

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  ProInfo Banda Larga nas Escolas
Conceito de Inclusão Digital    
Interesses Políticos    
Interesses Econômicos    
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Interesses Educacionais    
Estratégias Políticos    
Estratégias Econômicos    
Estratégias Sociais    
Estratégias Educacionais    
Diretrizes    

Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

   

Perspectivas formativas

dos professores

   

Perspectivas formativas

dos professores

   

Potencialidade da perpectiva formativa

dos professores

   

Limite da perpectiva formativa

dos professores

   

Potencialidade da perpectiva formativa

dos alunos

   

Limite da perspectiva formativa

dos alunos

   
Expectativas do Professor    

Explicações, interpretações

e representações dos professores

   
Expectativas do Pesquisador    

Explicações, interpretações

e representações do pesquisador

   

-- TaniaTorres - 11 Oct 2008

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Revision 1829 Jun 2009 - TaniaTorres

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  ProInfo Banda Larga nas Escolas
Conceito de Inclusão Digital
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Possibilita a inclusão digital dos alunos das escolas públicas, através da montagem de laboratórios de informática, onde serão realizadas atividades com auxílio de professores capacitados para desenvolverem nos seus educandos a possibilidade de compreensão e construção dos conhecimentos com o auxílio das TIC .


O programa configura-se além da simples oferta de laboratórios de informática, mas também, com a capacitação dos professores e agentes educacionais, diferencial deste programa em relação aos demais já instituídos. No entanto, o ProInfo, acredita fomentar a inclusão digital com a inserção das TIC para as atividades nas diferentes disciplinas, sem considerar a formação do indivíduo para sua inserção na nova sociedade que vêm se formando, denominada Sociedade da Informação. Esta Sociedade, tem seus alicerces, no conceito de inclusão digital voltado para formação de indivíduos capazes de utilizar as TIC para a construção de conhecimentos,

encarando os desafios da sociedade no seu cotidiano. Assim percebe-se que o ProInfo entende Inclusão Digital apenas com a oferta de equipamentos para o uso e manuseio sem tornar seus alunos capazes de produzir, transformar, criar uma consciência crítica e prover produtos dos seus conhecimentos para as suas relações cotidianas, dentro da sociedade que se faz entender a inclusão digital, assim como o conceito de Inclusão de Lemos:


\x{201c}Entendo inclusão como habilidade cognitiva para dominar, mudar,

desconstruir discursos e alterar as rotas dos produtos prêt-à-porter das

fábricas de ilusões."

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LEMOS, André. Dogmas da Inclusão Digital. Disponível http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/inclusao.pdf .Capturado em 14 de abril de 2009)

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Oferta de banda larga gratuita, pelas teles, para as escolas públicas se conectarem a rede. Neste programa não existe nenhuma claúsula sobre a capacitação de professores ou apoio as escolas beneficiadas. O programa se restringe a oferta de banda larga cabendo a escola encontrar a melhor maneira para utilizar este serviço.

O Programa entende o conceito de inclusão digital apenas com a oferta do serviço de banda larga para as escolas. No entanto, sabemos que a Inclusão Digital não se faz apenas com a conexão as redes, principalmente no ambiente escolar, um espaço para formação de indivíduos que antes de receber qualquer tipo de equipamento para apoio ás aulas deve antes de tudo capacitar os educadores e outros agentes educacioanais, para orientar os usuários em busca do efetivo domínio desses. O que não deve ser diferente com a introdução das redes de conexão em banda larga.


Interesses Políticos    
Interesses Econômicos
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O programa demonstra preocupação com a necessidade que vêm surgindo ao longo dos anos de mão de obra cada vez mais qualificada, fazendo crescer a importância da capacitação dos recursos humanos para acompanhar os novos padrões de produtividade e competitividade exigido pelo mercado de trabalho em função dos avanços tecnológico.


No decorrer destes 10 anos de implantação do programa, este teve drasticas oscilações na liberação das verbas, fato que implica na demora para aquisição das máquinas, atrasando cada vez mais a execução do mesmo.

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SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.

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Com o acordo entre governo e as teles, estas ficam responsáveis em levar o serviço de banda larga para as escolas e seus backbones até a porta de milhares de cidadãos, com isso ganham o direito de explorar, sozinha, a rede, podendo usar para vender seus serviços de banda larga evitando a concorrência com as pequenas empresas.

A oferta de banda larga, também, aumenta o desenvolvimento do mercado de aparelhagem tecnológica, serviços e acesso a internet além do aumento de empregos direto e indireto.


GINDRE, Gustavo. observatório da comunicação. Disponível em http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3090. Capturado em 14 de Abril de 2009.

Interesses Sociais
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Cabe ao governo ,segundo o livro verde, ser \x{201c}o maior comprador/contratador de bens e serviços em tecnologias de informação e comunicação em um país \x{201d}. Com a implantação do ProInfo o governo demonstra suas ações afirmativas afim de possibilitar a sociedade, o acesso as TIC, imprescindível nos dias atuais. O acesso da população as novas tecnologias permite ao governo estar mais próximo do cidadão, seja na informatização dos serviços prestados a sociedade ou durante o cumprimento de suas metas de universalização das TIC dentro do pais utilizando-se do ambiente escolar como ponto estratégico para disseminação destas.

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TAKAHASHI, Tadeu. Sociedade da Informação no Brasil: Livro Verde (Org.) 2000. Ministério da Ciência e Tecnologia. Brasília. Disponível em http://www.fsp.usp.br/acessibilidade/LivroVerdeSOCINFO-240701.pdf. Capturado em 14 de abril de 2009.

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Com o programa, o governo dar continuidade as suas obrigações com a sociedade da informação na inclusão desta no mundo digital, com o auxílio das redes de banda larga, além de acelerar o desenvolvimento da internet no Brasil.

O serviço de banda larga, disponibilizado para grande parte da população, e não apenas para uma minoria de privilégiado, como acontece, permitirá acesso ao imensurável mundo da internet onde pode-se utilizar desta como uma gigantesca biblioteca onde são encontradas uma infinita variedade de asuntos, troca de conhecimentos com outras pessoas que podem estar do outro lado do mundo, aprendizagem cooperativa, capacidade de comunicação e informações inclusive em tempo real.

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Interesses Educacionais
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Promover o uso pedagógico, das TIC nas redes públicas de educação básica, como recurso favorável ao processo ensino-aprendizagem. O Programa visa estimular o uso das Tecnologias de informação e comunicação, dentro do espaço escolar, como instrumento de apoio as diversas disciplinas, trabalhando os conteúdos de forma dinâmica afim de enriquecer as aulas, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem além de oportunizar a igualdade de acesso aos instrumentos tecnológicos.


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Conectar todas as escolas públicas da zona urbana e rural à Internet banda larga, abrindo portas para que as redes de internet penetrem no espaço escolar, com o acesso a materiais de apoio pedagógico online, oferta (pelo MEC) de portais educacionais e novos conteúdos para criação de redes entre alunos e professores na internet. No entanto o programa não está direcionado a formação dos professores para o uso desses conteúdos digitais, o que pode se tornar apenas objeto de fetiche, deixando as aulas apenas divertidas ou \x{201c}bonitinhas\x{201d}, sem mudar a forma verticalizada na qual os conteúdos são trabalhados, onde os professores oferecem informações e os alunos absorvem, sem questionar, produzir ou transformar o conhecimento que lhes são apresentados.


Estratégias Políticos
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Expedir normas, diretrizes e critérios para execução do programa além de viabilizar o acesso das tecnologias no ambiente escolar, fornecendo equipamentos tecnológicos, mediante a disponibilidade das escolas para receber o aparato assim como os espaços para abrigar os NTE.

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Realizar cobranças no sentido de execução da expansão do backhaul pelas teles, que tem um cronograma a seguir tendo que prestar contas, de uma parte, dos seus serviços para o governo até 25 de abril de 2009. Cobrança de multa pelo governo, caso tenha desistência das operadoras, para a prestação dos serviços .

FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

Estratégias Econômicos
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O ProInfo, recebe financiamento do FNDE para a capacitação de recursos humanos e aquisição de

equipamentos. O programa deveria receber financiamento do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), que arrecada por ano cerca de R$ 800 milhões, e 18% destes deveriam ser destinados à educação; no entanto, estão retidos nos cofres dos tesouro nacional devido a falta de objetividade e de definições de metas para o uso da verba.

Em 2007 a Secretaria de Educação a Distância/MEC, no contexto do Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE, desenvolveu a reformulação do Programa Nacional de Informática na Educação. Essa reformulação não alterou em nada as diretrizes do programa, no entanto foram investidos cerca de R$ 650 milhões na informatização das 130 mil escolas de educação básica

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O governo teve que convencer as teles sobre os benefícios do acordo para a sociedade e principalmente para as empresas, que não iriam ter um número maior de investimentos financeiros quanto ao custo de instalação dos backhauls ao invés dos PSTt (Postos de serviços telefônico), ou seja seria gasto o mesmo montante.
Com a passagem dos backbones na porta de milhares de cidadãos, as teles ganharam o direito de explorar sozinhas, a rede, podendo usá-las para vender seus serviços de banda larga, e evitar a concorrência com as pequenas empresas, o que demonstra que o acordo não foi feito apenas por ser mais vantajoso para a sociedade.

Estratégias Sociais
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Utilizar as novas tecnologia de comunicação e informação, dentro do ambiente escolar, para formar o cidadão que deverá colaborar na criação de um novo modelo de sociedade, que se beneficia dos recursos tecnológicos para fomentar mudanças.

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Disponibilizar serviços de internet banda larga afim de promover a inserção da sociedade nos ambientes em rede.

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Estratégias Educacionais
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Implantar ambientes tecnológicos equipados com computadores e recursos digitais nas escolas públicas de educação básica;

Capacitar os professores, gestores e outros agentes educacionais para a utilização pedagógica das tecnologias nas escolas e inclusão digital;

Ofertar conteúdos educacionais multimídia e digitais.

Em entrevista com um dos coordenadores do Programa, este afirma que o ProInfo " é um programa completo, tendo em vista que não se prende unicamente em enviar equipamento para as escolas, mas também desenvolve conteúdos através dos portais da TV Escola, Portal domínio Público, Portal do professor, etc... além de atuar diretamente na formação continuada dos professores para o uso das tecnologias."

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Instalar conexão de 1 Mbps em cada uma das 56 mil escolas públicas urbanas brasileiras, sem custos para os governos (federal, estaduais e municipais) pelo menos até 2025 (quando vencem os atuais contratos de concessão).

Oferta de conteúdos educacionais multimídia e digitais pelo MEC.

Diretrizes
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O ProInfo vem sendo implantado em regime de colaboração entre o MEC e os governos estaduais

representados por suas respectivas Secretarias de Educação - SEE. Suas principais diretrizes são:


Subordinar a introdução da informática nas escolas ;

Adaptar a instalação de recursos informatizados à capacidade das escolas para utilizá-los (demonstrada

através da comprovação da existência de infra-estrutura física que atenda as exigências das máquinas que será fornecida);

Promover o desenvolvimento de infra-estrutura de suporte técnico de informática no sistema de ensino público;

Estimular a interligação de computadores nas escolas públicas, para possibilitar a formação de uma ampla

rede de comunicações vinculada à educação;

Fomentar a mudança de cultura no sistema público de ensino de 1º e 2º graus, de forma a torná-lo apto a

preparar cidadãos capazes de interagir numa sociedade cada vez mais tecnologicamente desenvolvida;

Incentivar a articulação entre os atores envolvidos no processo de informatização da educação brasileira;

Institucionalizar um adequado sistema de acompanhamento e avaliação do Programa em todos os seus níveis e instâncias.


(SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.)

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O programa funciona através da conexão de internet em banda larga nas escolas públicas da zona urbana e rural. As operadoras levarão gratuitamente banda larga às escolas até 2025, atualizando a velocidade periodicamente. Existe uma divisão de espaço entre as operadoras para atender a demanda, ou seja cada operadora de telefonia é responsável por uma quantidade de Estados. A operadora responsável pelo Estado, deverá instalar a banda larga no laboratório de informática da escola, caso a escola não possua laboratório de informática a banda larga deverá ser instalada na sala de matricula, ou em outra sala que tiver computador. A banda larga não poderá ser instalada em uma linha já existente, ela deverá ser instalada em uma nova linha telefônica específica para este serviço. A empresa fornecerá o primeiro modem, ficando a reposição deste equipamento, em caso de perda ou roubo, a cargo da unidade escolar assim como a distribuição da conexão banda larga para outras áreas da unidade escolar.

O MEC oferece cursos a distância e capacitação, além de conteúdos digitais adequados ao trabalho dos professores.

Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

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O programa está organizado através de uma parceria estabelecida entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios e uma estrutura operacional descentralizada. A SEED, por meio de sua Coordenação de Capacitação, relaciona-se diretamente com as Coordenações Estaduais, formadas por representantes da Secretaria Estadual de Educação e das Secretarias Municipais de Educação (elegido pela UNDIME), que, por sua vez, relacionam-se com os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) estaduais e municipais e Coordenações Municipais.

Cabe à Coordenação Estadual:

Coordenar as ações do ProInfo nos estados, conforme diretrizes de implementação do Programa, em articulação com a SEED;

Articular os parceiros locais para a implementação do Programa;

Definir, em conjunto com a SEED/MEC, os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) e outras agências de formação;

Auxiliar no planejamento e dar suporte operacional na organização das capacitações dos formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação;

Acompanhar e monitorar a atuação dos NTEs e outras agências de formação, formadores e demais agentes envolvidos na implementação do Programa;

Promover encontros entre os formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação sempre que necessário para a definição de estratégias locais de implementação do Programa;

Manter atualizados os dados gerenciais do Programa de Capacitação do ProInfo no sistema informatizado.

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Parceria firmada entre órgãos do governo federal, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e operadoras de telefonia.

Cabe a cada operadora de telefonia a responsabilidade pela instalação do banda larga em determinados Estados. As operadoras instalarão os primeiros modems e o Ministério ficará responsável pela reposição.

A velocidade da conexão será de 1 Mbps para todas as escolas até 31 de dezembro de 2010 quando passará a ofertar conexão de 2 Mbps. A partir de 2010 no caso de

haver oferta comercial de velocidades maiores nas localidades atendidas pelas operadoras, as escolas também terão upgrade com base na maior velocidade disponível.

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GOVERNO DA BAHIA. Secretaria de Educação. Cartilha informativa. Disponível em http//www.sec.ba.gov.br. Acesso em 08 de janeiro de 2009.

FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

Perspectivas formativas

dos professores

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O processo de capacitação de recursos humanos para o Programa, é desenvolvido da seguinte forma:

Seleção e capacitação de professores oriundos de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, destinados a ministrar a formação dos professores multiplicadores.

O professor-multiplicador deve ser oriundo da rede pública de ensino de 1º e 2º grau e

de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, ele será um especialista em capacitação de professores (de escolas) para o uso da telemática em sala de aula. A capacitação é feita de professor para professor, ou seja professor capacitando professor.

Os multiplicadores capacitam os professores das escolas, nos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE), que apóiam o processo de informatização das escolas, auxiliando tanto no processo de planejamento e incorporação das novas tecnologias, quanto no suporte técnico e capacitação dos professores e equipes administrativas das escolas. Também são feitas seleção e formação para técnicos de suporte em informática e telecomunicações e professores da rede pública de ensino de 1º e 2º grau profissional em informática e educação, estes atuarão nas escolas, com os equipamentos e software fornecidos pelo MEC. No entanto,

Segundo as entrevistas com os diversos coordenadores, cada NTE escolhe a maneira que melhor se enquadra as suas atividades seguindo as diretrizes acima:

"

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Em Rondônia há quatro Núcleos de Tecnologia Educacional – NTE’s, os quais são responsáveis por uma quantidade de municípios. Em temos de recursos humano desses Núcleos há professores formadores, ou multiplicadores, que dominam conhecimentos teórico-práticos em informática pedagógica, os quais multiplicam esse conhecimento para os Coordenadores de Laboratórios de Informática Educativa – LIE ou diretamente para os professores lotados nas escolas públicas. Essas capacitações são realizadas diretamente na escola ou no próprio NTE. Após essas capacitações, que partem de conhecimentos básicos para os recursos mais avançados, os professores são incentivados a levar esses recursos tecnológicos para a sala de aula."

"

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As formações como as do Proinfo Integrado, curso de capacitação em informática, são executadas pelos próprios multiplicadores e todos os professores de escolas públicas podem se inscrever espontaneamente."

"

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->
Logo no início do programa, há cerca de 10 anos, eles fizeram uma especialização em Informática Educativa. Passaram cerca de 3, meses fora do estado, foi presencial e intensivo. Ao longo do tempo, com uma demanda maior de escolas e professores, com necessidade de formação, fizemos um processo seletivo para multiplicadores e depois fomos selecionando pelo perfil: habilidade, familiaridade, etc, junto às tecnologias. Agora, desde 2006, com a oferta de cursos de Especialização em Tecnologias Educacionais, os que estavam no NTE sem qualificação fizeram o curso, assim como oferecemos para outros interessados. Foram 26 inscritos e 22 concluíram, foi pela PUC-RIO e à distância."

"

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Os multiplicadores no Paraná, estão distribuídos em dois grupos. Assessores Pedagógicos e Assessores Técnicos de Suporte, ou seja, em cada NTE temos uma equipe pedagógica e uma equipe técnica. A quantidade de Assessores Pedagógicos (multiplicadores) é proporcional ao número de escolas na área de abrangência do NTE, temos desde 3 até 14 multiplicadores. O total de Assessores Técnicos de suporte é de 2 para cada NTE. Estes profissionais são professores da rede estadual de ensino, que por meio de seleção, mediante avaliação prática, competência técnica e formação, são selecionados, avaliados e se aprovados passam a fazer parte do quadro do NTE."

Notamos a ausência de continuidade nos cursos, que acontecem com uma carga horaria mínima, o que atrapalha a capacitação, pois as atividades ficam desarticuladas. Os núcleos são entendidos mais como espaço com computadores disponíveis do que como um espaço relevante na formação docente. As atribuições dos NTE estão apenas nas suas diretrizes, na prática o que acontece é totalmente diferente, os objetivos propostos acontecem de forma vaga, sem fundamentação teórica, com uma formação capenga, apoiada em cursos que pouco contribuem para formação dos educadores.

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Criação de portais com conteúdos online para auxiliar os professores na oferta de conteúdos curriculares com recursos multimídia. Entre eles estão o Portal do professor e o Banco Internacional de Objetos Educacionais, destinados a auxiliar os professores, em uma parceria do Ministério da Educação e o Ministério da Ciência e Tecnologia.

A formação atribuída aos professores se dá pela disponibilização dos recursos onlines sem capacitação presencial.

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MEC lança portal para facilitar inclusão digital do professor. Disponível em: http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3593.Acesso em 19 de Abril de 2009.


Perspectivas formativas

dos alunos

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Acesso aos computadores, nos laboratórios de informática da escola, exercitando as atividades das devidas disciplinas com auxílio de softwares, esses por sua vez, devem estar de acordo com a proposta de trabalho dos professores, caso contrário, não haverá contribuição alguma no diálogo com os conteúdos apenas uma mundança na roupagem das aulas.

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A internet disponível nas escolas oferece um leque de oportunidades e entreterimento aos alunos como a descoberta de novas culturas, comunicação instantanea, acessso a diferentes recursos educativos e culturais, jogos educativos e lúdico, oferta de conteúdos multimídia entre outros que irão contribuir para a formação destes indivíduos.

Potencialidade da perpectiva formativa

dos professores

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A capacitação dos professores para os objetivos propostos pelo ProInfo e strutura um sistema de formação continuada de professores no uso das novas tecnologias da informação, visando o máximo de qualidade e eficiência. Desenvolvem modelos de capacitação que privilegiem a aprendizagem cooperativa e autônoma, possibilitando aos professores de diferentes regiões geográficas do país oportunidades de intercomunicação e interação com especialistas, o que gera uma nova cultura de educação a distância. Segundo o programa, existe uma preparo dos professores para saberem utilizar as novas tecnologias da informação de forma autônoma e independente, possibilitando a incorporação das novas tecnologias à experiência profissional de cada um, visando a transformação das práticas pedagógica. No entanto nada disso acontece. Não há uma formação continuada dos professores, que pasam por pequenos cursos de formação sem um elo com os cursos seguintes fragmentando as dinâmicas e os interesses por parte dos educadores.

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A internet oferece aos professores uma infinidade de oportunidades tanto na área profissional, como uma ferramenta indispensável na construção e transmissão dos conhecimentos para seus educandos, tanto na sua formação pessoal com a navegação no espaço virtual utulizando deste para tecer novas redes de comunicação e informação, construindo uma teia de relações sociais através do diálogo, e da interatividade.

Limite da perpectiva formativa

dos professores

Conforme trás os coordenadores do programa:

"

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As principais dificuldades no momento referem-se ao ambiente de trabalho dos NTE’s que não comportam um número expressivo de cursistas durante as capacitações; a pouca disponibilidade de professores-multiplicadores e técnicos de suporte."

"

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->
As nossas maiores dificuldades são: manter o quadro de multiplicadores, pois a cada ano, temos casos de retorno para sala de aula, falta de comprometimento com a proposta e o retorno automático para sala de aula, programas da Secretaria que acabam por realocar profissionais em outras ações. Um dos fatores de maior dificuldade, está ainda nos gestores das regionais de educação, que são responsáveis locais pelas formações e os gestores das escolas (diretores/equipe pedagógica) que não incentiva, acompanha e organiza a escola para que durante a visita do multiplicador, mais professores sejam atendidos. Alguns não utilizam e não conhecem o potencial das tecnologias e não somam com a proposta de formação continuada in loco nas escolas. Falta de transporte (carro) para deslocamento a localidades de difícil acesso.

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O programa não se refere a um acompanhamento, por parte de profissionais de apoio, aos professores, quanto ao uso da internet para atividades na escola ou mesmo para sua formação pessoal, tendo em vista que um espaço com tantos recursos não deve se limitar apenas a oferta de materiais pedagógicos em portais destinados aos professores. Esta ausência de capacitação pode acarretar na mera digitalização dos conteúdos que serão consumidos pelos professores e alunos de forma passiva, sem questionar, transformar ou produzir os conteúdos de seus interesses.

Conforme traz a revista AREDE com a fala do professor Nelson Pretto:

\x{201c}O grande desafio, contudo, para muitos especialistas, é ir além da mera transposição dos conteúdos estáticos para o formato digital, ou seja, da passagem automática do livro didático para a tela do monitor. A novidade relevante trazida pelas tecnologias da informação e comunicação (TIC), na opinião do professor Nelson Pretto, da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, é finalmente a possibilidade de romper o modelo broadcast no ensino, que estabelece a produção de conteúdo centralizada, feita e distribuída de cima para baixo. \x{201c}Não funcionou, não funciona e não funcionará para a educação.\x{201d}

Sem uma capacitação para os professores, a idéia dos portais educativos pode transforma-se apenas em mais uma distribuidora de conteúdos, mas desta vez online, que não leva docentes e educandos a refletirem sobre suas atitudes e idéias em prol da construção de um senso crítico autônomo.


(COUTO, Veronica. Matéria da revista A Rede. Banda larga na escola: para quê? Disponível em www.arede.inf.br. Acesso em 03 de Outubro de 2008 )

Potencialidade da perpectiva formativa

dos alunos

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O uso dos laboratórios de informática oportuniza aos alunos o acesso as máquinas, a realização de descobertas e a construção do conhecimento, abrindo espaço para o trabalho coletivo entre educadores e educandos.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

O acesso dos alunos aos computadores com internet banda larga irá estimular o desenvolvimento das atividades no ambiente escolar, devido a quantidade de informações que podem ser apropriadas, transformadas ou até mesmo criada pelos alunos através do trabalho em grupo .

Limite da perspectiva formativa

dos alunos

   
Expectativas do Professor
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\x{201c}A professora Nilza Gomes, do Laboratório de Novas Tecnologias (Lantec) da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), pesquisou nas escolas do estado a utilização dos equipamentos de informática.
Ela constatou que muitos diretores recebiam os computadores do Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo ) e deixavam nas caixas porque \x{201c}não sabiam o que fazer com aquilo\x{201d}. \x{201c}Em primeiro lugar precisa haver a formação do professor. Só a tecnologia, os equipamentos e recursos não resolvem\x{201d}.
Para ela, é preciso que os professores sejam apresentados às possibilidades que a internet oferece. \x{201c}Quando a gente vai na escola e planeja com o professor um projeto de trabalho ele percebe que é possível se organizar e fazer atividades com seus alunos\x{201d}.\x{201d}


CIEGLINSKI. Amanda .Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em:

http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3138

Acesso 19 de abril de 2009.

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\x{201c}A professora Ana Cláudia Domingues, do Centro Educacional 1 do Guará, cidade-satélite de Brasília, espera por capacitação. A escola em que ela leciona deve receber em breve a banda larga.
\x{201c}Nós precisamos também dominar a parte da informática, quando a gente conhece facilita o nosso planejamento. Como professores não podemos ser \x{201c}analfabytes\x{201d}, a gente precisa ter esse conhecimento para estreitar cada vez mais os laços entre a tecnologia e o nosso dia-a-dia na sala de aula\x{201d}. \x{201c}

CIEGLINSKI. Amanda .Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em:

http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3138. Acesso 19 de abril de 2009.

Explicações, interpretações

e representações dos professores

"Como lembra Marilena Betros, integrante da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), “os professores vão precisar ser reciclados para aprender a lidar com o computador e utilizá-lo como ferramenta de ensino em sala de aula”.

BOAS, Villas Rodrigo. Banda larga é mais um instrumento de ensino. A Tarde (BA). Disponível em http://www.cultura.gov.br/site/2008/04/09/banda-larga-e-mais-um-instrumento-de-ensino/. Capturado em 26/06/2009.

A implementação da banda larga nas escolas públicas esbarra em um problema sério: a falta de infra-estrutura. De acordo com a coordenadora do Núcleo de Gestão da Informação da Secretaria Municipal da Educação (SMEC), Eliana Marmabck, falta espaço nas unidades escolares para a instalação de um laboratório.

“Não é possível, por exemplo, tirar sala de aula para colocar laboratório”, diz.

Outro problema enfrentado nas escolas é a falta de profissionais nos laboratórios para dar suporte técnico durante as aulas.

“Mas não temos condições de colocar um profissional em cada laboratório. E no caso das escolas que não possuem laboratório, o estudante pode utilizar os equipamentos da unidade escolar mais próxima”, sugere.

BOAS, Villas Rodrigo. Banda larga é mais um instrumento de ensino. A Tarde (BA). Disponível em http://www.cultura.gov.br/site/2008/04/09/banda-larga-e-mais-um-instrumento-de-ensino/. Capturado em 26/06/2009.
Expectativas do Pesquisador  

Professor e ex-diretor da Faculdade de Educação da Ufba, Nelson Pretto acredita que a banda larga irá permitir o uso de novas metodologias de ensino nas salas de aula. “Os professores vão poder produzir filmes, textos, áudios e colocá-los na internet”.

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BOAS, Villas Rodrigo. Banda larga é mais um instrumento de ensino. A Tarde (BA). Disponível em http://www.cultura.gov.br/site/2008/04/09/banda-larga-e-mais-um-instrumento-de-ensino/. Capturado em 26/06/2009.


Explicações, interpretações

e representações do pesquisador

"O coordenador da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, Nelson Pretto, criticou programas de inclusão digital do governo federal como o ProInfo, cujo objetivo é promover o uso pedagógico da informática em escolas públicas.

Para o professor, o problema não está na falta de acesso dos alunos aos computadores, mas à ausência de projetos voltados para a capacitação de professores de modo a aproveitar melhor as novas tecnologias.

\x{201c}Há uma distância muito grande entre as políticas públicas, a realidade e a qualificação do professor. Enquanto não qualificarmos os professores, vamos fazer belas políticas públicas que não serão aplicadas na prática\x{201d}.

Pretto foi um dos participantes da mesa redonda Educação e Desenvolvimento, realizada no 1º Encontro de Culturas Colaborativas (Ecco)."

Governo Federeal. Inclusão Digital.Falta capacitação de professores em programas federais de inclusão digital, diz coordenador. Disponível em: http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/noticia/falta-capacitacao-de-professores-em-programas-federais-de-inclusao-digital-diz-coordenador. Capturado em 22 de abril de 2009.

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Pretto salienta, porém, que a banda larga nas escolas não é a solução dos problemas educacionais do País. “Precisamos de um conjunto de fatores: escolas bem equipadas, professores bem formados e, principalmente, bem pagos, bem remunerados”, enumera ele.

Quanto ao fato de a banda largar proporcionar a inclusão digital, Pretto é taxativo: “Não estou nem preocupado com a inclusão digital e, sim, com a inclusão da escola no universo da cibercultura e cibercomunicação”.


BOAS, Villas Rodrigo. Banda larga é mais um instrumento de ensino. A Tarde (BA). Disponível em http://www.cultura.gov.br/site/2008/04/09/banda-larga-e-mais-um-instrumento-de-ensino/. Capturado em 26/06/2009.

-- TaniaTorres - 11 Oct 2008

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  ProInfo Banda Larga nas Escolas
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Conceito de Inclusão Digital
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Possibilita a inclusão digital dos alunos das escolas públicas, através da montagem de laboratórios de informática, onde serão realizadas atividades com auxílio de professores capacitados para desenvolverem nos seus educandos a possibilidade de compreensão e construção dos conhecimentos com o auxílio das TIC .


O programa configura-se além da simples oferta de laboratórios de informática, mas também, com a capacitação dos professores e agentes educacionais, diferencial deste programa em relação aos demais já instituídos. No entanto, o ProInfo, acredita fomentar a inclusão digital com a inserção das TIC para as atividades nas diferentes disciplinas, sem considerar a formação do indivíduo para sua inserção na nova sociedade que vêm se formando, denominada Sociedade da Informação. Esta Sociedade, tem seus alicerces, no conceito de inclusão digital voltado para formação de indivíduos capazes de utilizar as TIC para a construção de conhecimentos,

encarando os desafios da sociedade no seu cotidiano. Assim percebe-se que o ProInfo entende Inclusão Digital apenas com a oferta de equipamentos para o uso e manuseio sem tornar seus alunos capazes de produzir, transformar, criar uma consciência crítica e prover produtos dos seus conhecimentos para as suas relações cotidianas, dentro da sociedade que se faz entender a inclusão digital, assim como o conceito de Inclusão de Lemos:


\x{201c}Entendo inclusão como habilidade cognitiva para dominar, mudar,

desconstruir discursos e alterar as rotas dos produtos prêt-à-porter das

fábricas de ilusões."

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LEMOS, André. Dogmas da Inclusão Digital. Disponível http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/inclusao.pdf .Capturado em 14 de abril de 2009)

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Oferta de banda larga gratuita, pelas teles, para as escolas públicas se conectarem a rede. Neste programa não existe nenhuma claúsula sobre a capacitação de professores ou apoio as escolas beneficiadas. O programa se restringe a oferta de banda larga cabendo a escola encontrar a melhor maneira para utilizar este serviço.

O Programa entende o conceito de inclusão digital apenas com a oferta do serviço de banda larga para as escolas. No entanto, sabemos que a Inclusão Digital não se faz apenas com a conexão as redes, principalmente no ambiente escolar, um espaço para formação de indivíduos que antes de receber qualquer tipo de equipamento para apoio ás aulas deve antes de tudo capacitar os educadores e outros agentes educacioanais, para orientar os usuários em busca do efetivo domínio desses. O que não deve ser diferente com a introdução das redes de conexão em banda larga.


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Conceito de Inclusão Digital
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Possibilita a inclusão digital dos alunos das escolas públicas, através da montagem de laboratórios de informática, onde serão realizadas atividades com auxílio de professores capacitados para desenvolverem nos seus educandos a possibilidade de compreensão e construção dos conhecimentos com o auxílio das TIC .


O programa configura-se além da simples oferta de laboratórios de informática, mas também, com a capacitação dos professores e agentes educacionais, diferencial deste programa em relação aos demais já instituídos. No entanto, o ProInfo, acredita fomentar a inclusão digital com a inserção das TIC para as atividades nas diferentes disciplinas, sem considerar a formação do indivíduo para sua inserção na nova sociedade que vêm se formando, denominada Sociedade da Informação. Esta Sociedade, tem seus alicerces, no conceito de inclusão digital voltado para formação de indivíduos capazes de utilizar as TIC para a construção de conhecimentos,

encarando os desafios da sociedade no seu cotidiano. Assim percebe-se que o ProInfo entende Inclusão Digital apenas com a oferta de equipamentos para o uso e manuseio sem tornar seus alunos capazes de produzir, transformar, criar uma consciência crítica e prover produtos dos seus conhecimentos para as suas relações cotidianas, dentro da sociedade que se faz entender a inclusão digital, assim como o conceito de Inclusão de Lemos:


\x{201c}Entendo inclusão como habilidade cognitiva para dominar, mudar,

desconstruir discursos e alterar as rotas dos produtos prêt-à-porter das

fábricas de ilusões."

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

LEMOS, André. Dogmas da Inclusão Digital. Disponível http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/inclusao.pdf .Capturado em 14 de abril de 2009)

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Oferta de banda larga gratuita, pelas teles, para as escolas públicas se conectarem a rede. Neste programa não existe nenhuma claúsula sobre a capacitação de professores ou apoio as escolas beneficiadas. O programa se restringe a oferta de banda larga cabendo a escola encontrar a melhor maneira para utilizar este serviço.

O Programa entende o conceito de inclusão digital apenas com a oferta do serviço de banda larga para as escolas. No entanto, sabemos que a Inclusão Digital não se faz apenas com a conexão as redes, principalmente no ambiente escolar, um espaço para formação de indivíduos que antes de receber qualquer tipo de equipamento para apoio ás aulas deve antes de tudo capacitar os educadores e outros agentes educacioanais, para orientar os usuários em busca do efetivo domínio desses. O que não deve ser diferente com a introdução das redes de conexão em banda larga.


 
Interesses Políticos    
Interesses Econômicos
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O programa demonstra preocupação com a necessidade que vêm surgindo ao longo dos anos de mão de obra cada vez mais qualificada, fazendo crescer a importância da capacitação dos recursos humanos para acompanhar os novos padrões de produtividade e competitividade exigido pelo mercado de trabalho em função dos avanços tecnológico.


No decorrer destes 10 anos de implantação do programa, este teve drasticas oscilações na liberação das verbas, fato que implica na demora para aquisição das máquinas, atrasando cada vez mais a execução do mesmo.

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Com o acordo entre governo e as teles, estas ficam responsáveis em levar o serviço de banda larga para as escolas e seus backbones até a porta de milhares de cidadãos, com isso ganham o direito de explorar, sozinha, a rede, podendo usar para vender seus serviços de banda larga evitando a concorrência com as pequenas empresas.

A oferta de banda larga, também, aumenta o desenvolvimento do mercado de aparelhagem tecnológica, serviços e acesso a internet além do aumento de empregos direto e indireto.


GINDRE, Gustavo. observatório da comunicação. Disponível em http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3090. Capturado em 14 de Abril de 2009.

Interesses Sociais
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Cabe ao governo ,segundo o livro verde, ser \x{201c}o maior comprador/contratador de bens e serviços em tecnologias de informação e comunicação em um país \x{201d}. Com a implantação do ProInfo o governo demonstra suas ações afirmativas afim de possibilitar a sociedade, o acesso as TIC, imprescindível nos dias atuais. O acesso da população as novas tecnologias permite ao governo estar mais próximo do cidadão, seja na informatização dos serviços prestados a sociedade ou durante o cumprimento de suas metas de universalização das TIC dentro do pais utilizando-se do ambiente escolar como ponto estratégico para disseminação destas.

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

TAKAHASHI, Tadeu. Sociedade da Informação no Brasil: Livro Verde (Org.) 2000. Ministério da Ciência e Tecnologia. Brasília. Disponível em http://www.fsp.usp.br/acessibilidade/LivroVerdeSOCINFO-240701.pdf. Capturado em 14 de abril de 2009.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Com o programa, o governo dar continuidade as suas obrigações com a sociedade da informação na inclusão desta no mundo digital, com o auxílio das redes de banda larga, além de acelerar o desenvolvimento da internet no Brasil.

O serviço de banda larga, disponibilizado para grande parte da população, e não apenas para uma minoria de privilégiado, como acontece, permitirá acesso ao imensurável mundo da internet onde pode-se utilizar desta como uma gigantesca biblioteca onde são encontradas uma infinita variedade de asuntos, troca de conhecimentos com outras pessoas que podem estar do outro lado do mundo, aprendizagem cooperativa, capacidade de comunicação e informações inclusive em tempo real.

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Interesses Educacionais
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Promover o uso pedagógico, das TIC nas redes públicas de educação básica, como recurso favorável ao processo ensino-aprendizagem. O Programa visa estimular o uso das Tecnologias de informação e comunicação, dentro do espaço escolar, como instrumento de apoio as diversas disciplinas, trabalhando os conteúdos de forma dinâmica afim de enriquecer as aulas, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem além de oportunizar a igualdade de acesso aos instrumentos tecnológicos.


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<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Conectar todas as escolas públicas da zona urbana e rural à Internet banda larga, abrindo portas para que as redes de internet penetrem no espaço escolar, com o acesso a materiais de apoio pedagógico online, oferta (pelo MEC) de portais educacionais e novos conteúdos para criação de redes entre alunos e professores na internet. No entanto o programa não está direcionado a formação dos professores para o uso desses conteúdos digitais, o que pode se tornar apenas objeto de fetiche, deixando as aulas apenas divertidas ou \x{201c}bonitinhas\x{201d}, sem mudar a forma verticalizada na qual os conteúdos são trabalhados, onde os professores oferecem informações e os alunos absorvem, sem questionar, produzir ou transformar o conhecimento que lhes são apresentados.


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Interesses Educacionais
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Promover o uso pedagógico, das TIC nas redes públicas de educação básica, como recurso favorável ao processo ensino-aprendizagem. O Programa visa estimular o uso das Tecnologias de informação e comunicação, dentro do espaço escolar, como instrumento de apoio as diversas disciplinas, trabalhando os conteúdos de forma dinâmica afim de enriquecer as aulas, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem além de oportunizar a igualdade de acesso aos instrumentos tecnológicos.


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Conectar todas as escolas públicas da zona urbana e rural à Internet banda larga, abrindo portas para que as redes de internet penetrem no espaço escolar, com o acesso a materiais de apoio pedagógico online, oferta (pelo MEC) de portais educacionais e novos conteúdos para criação de redes entre alunos e professores na internet. No entanto o programa não está direcionado a formação dos professores para o uso desses conteúdos digitais, o que pode se tornar apenas objeto de fetiche, deixando as aulas apenas divertidas ou \x{201c}bonitinhas\x{201d}, sem mudar a forma verticalizada na qual os conteúdos são trabalhados, onde os professores oferecem informações e os alunos absorvem, sem questionar, produzir ou transformar o conhecimento que lhes são apresentados.


 
Estratégias Políticos
<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Expedir normas, diretrizes e critérios para execução do programa além de viabilizar o acesso das tecnologias no ambiente escolar, fornecendo equipamentos tecnológicos, mediante a disponibilidade das escolas para receber o aparato assim como os espaços para abrigar os NTE.

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } TD P { margin-bottom: 0cm } -->

Realizar cobranças no sentido de execução da expansão do backhaul pelas teles, que tem um cronograma a seguir tendo que prestar contas, de uma parte, dos seus serviços para o governo até 25 de abril de 2009. Cobrança de multa pelo governo, caso tenha desistência das operadoras, para a prestação dos serviços .

FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

Estratégias Econômicos
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

O ProInfo, recebe financiamento do FNDE para a capacitação de recursos humanos e aquisição de

equipamentos. O programa deveria receber financiamento do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), que arrecada por ano cerca de R$ 800 milhões, e 18% destes deveriam ser destinados à educação; no entanto, estão retidos nos cofres dos tesouro nacional devido a falta de objetividade e de definições de metas para o uso da verba.

Em 2007 a Secretaria de Educação a Distância/MEC, no contexto do Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE, desenvolveu a reformulação do Programa Nacional de Informática na Educação. Essa reformulação não alterou em nada as diretrizes do programa, no entanto foram investidos cerca de R$ 650 milhões na informatização das 130 mil escolas de educação básica

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

O governo teve que convencer as teles sobre os benefícios do acordo para a sociedade e principalmente para as empresas, que não iriam ter um número maior de investimentos financeiros quanto ao custo de instalação dos backhauls ao invés dos PSTt (Postos de serviços telefônico), ou seja seria gasto o mesmo montante.
Com a passagem dos backbones na porta de milhares de cidadãos, as teles ganharam o direito de explorar sozinhas, a rede, podendo usá-las para vender seus serviços de banda larga, e evitar a concorrência com as pequenas empresas, o que demonstra que o acordo não foi feito apenas por ser mais vantajoso para a sociedade.

Estratégias Sociais
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Utilizar as novas tecnologia de comunicação e informação, dentro do ambiente escolar, para formar o cidadão que deverá colaborar na criação de um novo modelo de sociedade, que se beneficia dos recursos tecnológicos para fomentar mudanças.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Disponibilizar serviços de internet banda larga afim de promover a inserção da sociedade nos ambientes em rede.

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Line: 20 to 22
 

Potencialidade da perpectiva formativa

dos alunos

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O uso dos laboratórios de informática oportuniza aos alunos o acesso as máquinas, a realização de descobertas e a construção do conhecimento, abrindo espaço para o trabalho coletivo entre educadores e educandos.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

O acesso dos alunos aos computadores com internet banda larga irá estimular o desenvolvimento das atividades no ambiente escolar, devido a quantidade de informações que podem ser apropriadas, transformadas ou até mesmo criada pelos alunos através do trabalho em grupo .

Limite da perspectiva formativa

dos alunos

   
Expectativas do Professor
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\x{201c}A professora Nilza Gomes, do Laboratório de Novas Tecnologias (Lantec) da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), pesquisou nas escolas do estado a utilização dos equipamentos de informática.
Ela constatou que muitos diretores recebiam os computadores do Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo ) e deixavam nas caixas porque \x{201c}não sabiam o que fazer com aquilo\x{201d}. \x{201c}Em primeiro lugar precisa haver a formação do professor. Só a tecnologia, os equipamentos e recursos não resolvem\x{201d}.
Para ela, é preciso que os professores sejam apresentados às possibilidades que a internet oferece. \x{201c}Quando a gente vai na escola e planeja com o professor um projeto de trabalho ele percebe que é possível se organizar e fazer atividades com seus alunos\x{201d}.\x{201d}


CIEGLINSKI. Amanda .Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em:

http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3138

Acesso 19 de abril de 2009.

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

\x{201c}A professora Ana Cláudia Domingues, do Centro Educacional 1 do Guará, cidade-satélite de Brasília, espera por capacitação. A escola em que ela leciona deve receber em breve a banda larga.
\x{201c}Nós precisamos também dominar a parte da informática, quando a gente conhece facilita o nosso planejamento. Como professores não podemos ser \x{201c}analfabytes\x{201d}, a gente precisa ter esse conhecimento para estreitar cada vez mais os laços entre a tecnologia e o nosso dia-a-dia na sala de aula\x{201d}. \x{201c}

CIEGLINSKI. Amanda .Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em:

http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3138. Acesso 19 de abril de 2009.

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Explicações, interpretações

e representações dos professores


 
Expectativas do Pesquisador    

Explicações, interpretações

e representações do pesquisador

"O coordenador da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, Nelson Pretto, criticou programas de inclusão digital do governo federal como o ProInfo, cujo objetivo é promover o uso pedagógico da informática em escolas públicas.

Para o professor, o problema não está na falta de acesso dos alunos aos computadores, mas à ausência de projetos voltados para a capacitação de professores de modo a aproveitar melhor as novas tecnologias.

\x{201c}Há uma distância muito grande entre as políticas públicas, a realidade e a qualificação do professor. Enquanto não qualificarmos os professores, vamos fazer belas políticas públicas que não serão aplicadas na prática\x{201d}.

Pretto foi um dos participantes da mesa redonda Educação e Desenvolvimento, realizada no 1º Encontro de Culturas Colaborativas (Ecco)."

Governo Federeal. Inclusão Digital.Falta capacitação de professores em programas federais de inclusão digital, diz coordenador. Disponível em: http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/noticia/falta-capacitacao-de-professores-em-programas-federais-de-inclusao-digital-diz-coordenador. Capturado em 22 de abril de 2009.

 
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Explicações, interpretações

e representações dos professores

"Como lembra Marilena Betros, integrante da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), “os professores vão precisar ser reciclados para aprender a lidar com o computador e utilizá-lo como ferramenta de ensino em sala de aula”.

BOAS, Villas Rodrigo. Banda larga é mais um instrumento de ensino. A Tarde (BA). Disponível em http://www.cultura.gov.br/site/2008/04/09/banda-larga-e-mais-um-instrumento-de-ensino/. Capturado em 26/06/2009.

A implementação da banda larga nas escolas públicas esbarra em um problema sério: a falta de infra-estrutura. De acordo com a coordenadora do Núcleo de Gestão da Informação da Secretaria Municipal da Educação (SMEC), Eliana Marmabck, falta espaço nas unidades escolares para a instalação de um laboratório.

“Não é possível, por exemplo, tirar sala de aula para colocar laboratório”, diz.

Outro problema enfrentado nas escolas é a falta de profissionais nos laboratórios para dar suporte técnico durante as aulas.

“Mas não temos condições de colocar um profissional em cada laboratório. E no caso das escolas que não possuem laboratório, o estudante pode utilizar os equipamentos da unidade escolar mais próxima”, sugere.

BOAS, Villas Rodrigo. Banda larga é mais um instrumento de ensino. A Tarde (BA). Disponível em http://www.cultura.gov.br/site/2008/04/09/banda-larga-e-mais-um-instrumento-de-ensino/. Capturado em 26/06/2009.
Expectativas do Pesquisador  

Professor e ex-diretor da Faculdade de Educação da Ufba, Nelson Pretto acredita que a banda larga irá permitir o uso de novas metodologias de ensino nas salas de aula. “Os professores vão poder produzir filmes, textos, áudios e colocá-los na internet”.

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

BOAS, Villas Rodrigo. Banda larga é mais um instrumento de ensino. A Tarde (BA). Disponível em http://www.cultura.gov.br/site/2008/04/09/banda-larga-e-mais-um-instrumento-de-ensino/. Capturado em 26/06/2009.


Explicações, interpretações

e representações do pesquisador

"O coordenador da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, Nelson Pretto, criticou programas de inclusão digital do governo federal como o ProInfo, cujo objetivo é promover o uso pedagógico da informática em escolas públicas.

Para o professor, o problema não está na falta de acesso dos alunos aos computadores, mas à ausência de projetos voltados para a capacitação de professores de modo a aproveitar melhor as novas tecnologias.

\x{201c}Há uma distância muito grande entre as políticas públicas, a realidade e a qualificação do professor. Enquanto não qualificarmos os professores, vamos fazer belas políticas públicas que não serão aplicadas na prática\x{201d}.

Pretto foi um dos participantes da mesa redonda Educação e Desenvolvimento, realizada no 1º Encontro de Culturas Colaborativas (Ecco)."

Governo Federeal. Inclusão Digital.Falta capacitação de professores em programas federais de inclusão digital, diz coordenador. Disponível em: http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/noticia/falta-capacitacao-de-professores-em-programas-federais-de-inclusao-digital-diz-coordenador. Capturado em 22 de abril de 2009.

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Pretto salienta, porém, que a banda larga nas escolas não é a solução dos problemas educacionais do País. “Precisamos de um conjunto de fatores: escolas bem equipadas, professores bem formados e, principalmente, bem pagos, bem remunerados”, enumera ele.

Quanto ao fato de a banda largar proporcionar a inclusão digital, Pretto é taxativo: “Não estou nem preocupado com a inclusão digital e, sim, com a inclusão da escola no universo da cibercultura e cibercomunicação”.


BOAS, Villas Rodrigo. Banda larga é mais um instrumento de ensino. A Tarde (BA). Disponível em http://www.cultura.gov.br/site/2008/04/09/banda-larga-e-mais-um-instrumento-de-ensino/. Capturado em 26/06/2009.

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  ProInfo Banda Larga nas Escolas
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Conceito de Inclusão Digital
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Possibilita a inclusão digital dos alunos das escolas públicas, através da montagem de laboratórios de informática, onde serão realizadas atividades com auxílio de professores capacitados para desenvolverem nos seus educandos a possibilidade de compreensão e construção dos conhecimentos com o auxílio das TIC .


O programa configura-se além da simples oferta de laboratórios de informática, mas também, com a capacitação dos professores e agentes educacionais, diferencial deste programa em relação aos demais já instituídos. No entanto, o ProInfo, acredita fomentar a inclusão digital com a inserção das TIC para as atividades nas diferentes disciplinas, sem considerar a formação do indivíduo para sua inserção na nova sociedade que vêm se formando, denominada Sociedade da Informação. Esta Sociedade, tem seus alicerces, no conceito de inclusão digital voltado para formação de indivíduos capazes de utilizar as TIC para a construção de conhecimentos,

encarando os desafios da sociedade no seu cotidiano. Assim percebe-se que o ProInfo entende Inclusão Digital apenas com a oferta de equipamentos para o uso e manuseio sem tornar seus alunos capazes de produzir, transformar, criar uma consciência crítica e prover produtos dos seus conhecimentos para as suas relações cotidianas, dentro da sociedade que se faz entender a inclusão digital, assim como o conceito de Inclusão de Lemos:


\x{201c}Entendo inclusão como habilidade cognitiva para dominar, mudar,

desconstruir discursos e alterar as rotas dos produtos prêt-à-porter das

fábricas de ilusões."

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LEMOS, André. Dogmas da Inclusão Digital. Disponível http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/inclusao.pdf .Capturado em 14 de abril de 2009)

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Oferta de banda larga gratuita, pelas teles, para as escolas públicas se conectarem a rede. Neste programa não existe nenhuma claúsula sobre a capacitação de professores ou apoio as escolas beneficiadas. O programa se restringe a oferta de banda larga cabendo a escola encontrar a melhor maneira para utilizar este serviço.

O Programa entende o conceito de inclusão digital apenas com a oferta do serviço de banda larga para as escolas. No entanto, sabemos que a Inclusão Digital não se faz apenas com a conexão as redes, principalmente no ambiente escolar, um espaço para formação de indivíduos que antes de receber qualquer tipo de equipamento para apoio ás aulas deve antes de tudo capacitar os educadores e outros agentes educacioanais, para orientar os usuários em busca do efetivo domínio desses. O que não deve ser diferente com a introdução das redes de conexão em banda larga.


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Conceito de Inclusão Digital
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Possibilita a inclusão digital dos alunos das escolas públicas, através da montagem de laboratórios de informática, onde serão realizadas atividades com auxílio de professores capacitados para desenvolverem nos seus educandos a possibilidade de compreensão e construção dos conhecimentos com o auxílio das TIC .


O programa configura-se além da simples oferta de laboratórios de informática, mas também, com a capacitação dos professores e agentes educacionais, diferencial deste programa em relação aos demais já instituídos. No entanto, o ProInfo, acredita fomentar a inclusão digital com a inserção das TIC para as atividades nas diferentes disciplinas, sem considerar a formação do indivíduo para sua inserção na nova sociedade que vêm se formando, denominada Sociedade da Informação. Esta Sociedade, tem seus alicerces, no conceito de inclusão digital voltado para formação de indivíduos capazes de utilizar as TIC para a construção de conhecimentos,

encarando os desafios da sociedade no seu cotidiano. Assim percebe-se que o ProInfo entende Inclusão Digital apenas com a oferta de equipamentos para o uso e manuseio sem tornar seus alunos capazes de produzir, transformar, criar uma consciência crítica e prover produtos dos seus conhecimentos para as suas relações cotidianas, dentro da sociedade que se faz entender a inclusão digital, assim como o conceito de Inclusão de Lemos:


\x{201c}Entendo inclusão como habilidade cognitiva para dominar, mudar,

desconstruir discursos e alterar as rotas dos produtos prêt-à-porter das

fábricas de ilusões."

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LEMOS, André. Dogmas da Inclusão Digital. Disponível http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/inclusao.pdf .Capturado em 14 de abril de 2009)

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Oferta de banda larga gratuita, pelas teles, para as escolas públicas se conectarem a rede. Neste programa não existe nenhuma claúsula sobre a capacitação de professores ou apoio as escolas beneficiadas. O programa se restringe a oferta de banda larga cabendo a escola encontrar a melhor maneira para utilizar este serviço.

O Programa entende o conceito de inclusão digital apenas com a oferta do serviço de banda larga para as escolas. No entanto, sabemos que a Inclusão Digital não se faz apenas com a conexão as redes, principalmente no ambiente escolar, um espaço para formação de indivíduos que antes de receber qualquer tipo de equipamento para apoio ás aulas deve antes de tudo capacitar os educadores e outros agentes educacioanais, para orientar os usuários em busca do efetivo domínio desses. O que não deve ser diferente com a introdução das redes de conexão em banda larga.


 
Interesses Políticos    
Interesses Econômicos
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O programa demonstra preocupação com a necessidade que vêm surgindo ao longo dos anos de mão de obra cada vez mais qualificada, fazendo crescer a importância da capacitação dos recursos humanos para acompanhar os novos padrões de produtividade e competitividade exigido pelo mercado de trabalho em função dos avanços tecnológico.


No decorrer destes 10 anos de implantação do programa, este teve drasticas oscilações na liberação das verbas, fato que implica na demora para aquisição das máquinas, atrasando cada vez mais a execução do mesmo.

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SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.

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<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Com o acordo entre governo e as teles, estas ficam responsáveis em levar o serviço de banda larga para as escolas e seus backbones até a porta de milhares de cidadãos, com isso ganham o direito de explorar, sozinha, a rede, podendo usar para vender seus serviços de banda larga evitando a concorrência com as pequenas empresas.

A oferta de banda larga, também, aumenta o desenvolvimento do mercado de aparelhagem tecnológica, serviços e acesso a internet além do aumento de empregos direto e indireto.


GINDRE, Gustavo. observatório da comunicação. Disponível em http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3090. Capturado em 14 de Abril de 2009.

Interesses Sociais
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Cabe ao governo ,segundo o livro verde, ser \x{201c}o maior comprador/contratador de bens e serviços em tecnologias de informação e comunicação em um país \x{201d}. Com a implantação do ProInfo o governo demonstra suas ações afirmativas afim de possibilitar a sociedade, o acesso as TIC, imprescindível nos dias atuais. O acesso da população as novas tecnologias permite ao governo estar mais próximo do cidadão, seja na informatização dos serviços prestados a sociedade ou durante o cumprimento de suas metas de universalização das TIC dentro do pais utilizando-se do ambiente escolar como ponto estratégico para disseminação destas.

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TAKAHASHI, Tadeu. Sociedade da Informação no Brasil: Livro Verde (Org.) 2000. Ministério da Ciência e Tecnologia. Brasília. Disponível em http://www.fsp.usp.br/acessibilidade/LivroVerdeSOCINFO-240701.pdf. Capturado em 14 de abril de 2009.

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Com o programa, o governo dar continuidade as suas obrigações com a sociedade da informação na inclusão desta no mundo digital, com o auxílio das redes de banda larga, além de acelerar o desenvolvimento da internet no Brasil.

O serviço de banda larga, disponibilizado para grande parte da população, e não apenas para uma minoria de privilégiado, como acontece, permitirá acesso ao imensurável mundo da internet onde pode-se utilizar desta como uma gigantesca biblioteca onde são encontradas uma infinita variedade de asuntos, troca de conhecimentos com outras pessoas que podem estar do outro lado do mundo, aprendizagem cooperativa, capacidade de comunicação e informações inclusive em tempo real.

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Interesses Educacionais
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Promover o uso pedagógico, das TIC nas redes públicas de educação básica, como recurso favorável ao processo ensino-aprendizagem. O Programa visa estimular o uso das Tecnologias de informação e comunicação, dentro do espaço escolar, como instrumento de apoio as diversas disciplinas, trabalhando os conteúdos de forma dinâmica afim de enriquecer as aulas, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem além de oportunizar a igualdade de acesso aos instrumentos tecnológicos.


<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Conectar todas as escolas públicas da zona urbana e rural à Internet banda larga, abrindo portas para que as redes de internet penetrem no espaço escolar, com o acesso a materiais de apoio pedagógico online, oferta (pelo MEC) de portais educacionais e novos conteúdos para criação de redes entre alunos e professores na internet. No entanto o programa não está direcionado a formação dos professores para o uso desses conteúdos digitais, o que pode se tornar apenas objeto de fetiche, deixando as aulas apenas divertidas ou \x{201c}bonitinhas\x{201d}, sem mudar a forma verticalizada na qual os conteúdos são trabalhados, onde os professores oferecem informações e os alunos absorvem, sem questionar, produzir ou transformar o conhecimento que lhes são apresentados.


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Interesses Educacionais
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Promover o uso pedagógico, das TIC nas redes públicas de educação básica, como recurso favorável ao processo ensino-aprendizagem. O Programa visa estimular o uso das Tecnologias de informação e comunicação, dentro do espaço escolar, como instrumento de apoio as diversas disciplinas, trabalhando os conteúdos de forma dinâmica afim de enriquecer as aulas, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem além de oportunizar a igualdade de acesso aos instrumentos tecnológicos.


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Conectar todas as escolas públicas da zona urbana e rural à Internet banda larga, abrindo portas para que as redes de internet penetrem no espaço escolar, com o acesso a materiais de apoio pedagógico online, oferta (pelo MEC) de portais educacionais e novos conteúdos para criação de redes entre alunos e professores na internet. No entanto o programa não está direcionado a formação dos professores para o uso desses conteúdos digitais, o que pode se tornar apenas objeto de fetiche, deixando as aulas apenas divertidas ou \x{201c}bonitinhas\x{201d}, sem mudar a forma verticalizada na qual os conteúdos são trabalhados, onde os professores oferecem informações e os alunos absorvem, sem questionar, produzir ou transformar o conhecimento que lhes são apresentados.


 
Estratégias Políticos
<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Expedir normas, diretrizes e critérios para execução do programa além de viabilizar o acesso das tecnologias no ambiente escolar, fornecendo equipamentos tecnológicos, mediante a disponibilidade das escolas para receber o aparato assim como os espaços para abrigar os NTE.

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Realizar cobranças no sentido de execução da expansão do backhaul pelas teles, que tem um cronograma a seguir tendo que prestar contas, de uma parte, dos seus serviços para o governo até 25 de abril de 2009. Cobrança de multa pelo governo, caso tenha desistência das operadoras, para a prestação dos serviços .

FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

Estratégias Econômicos
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

O ProInfo, recebe financiamento do FNDE para a capacitação de recursos humanos e aquisição de

equipamentos. O programa deveria receber financiamento do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), que arrecada por ano cerca de R$ 800 milhões, e 18% destes deveriam ser destinados à educação; no entanto, estão retidos nos cofres dos tesouro nacional devido a falta de objetividade e de definições de metas para o uso da verba.

Em 2007 a Secretaria de Educação a Distância/MEC, no contexto do Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE, desenvolveu a reformulação do Programa Nacional de Informática na Educação. Essa reformulação não alterou em nada as diretrizes do programa, no entanto foram investidos cerca de R$ 650 milhões na informatização das 130 mil escolas de educação básica

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O governo teve que convencer as teles sobre os benefícios do acordo para a sociedade e principalmente para as empresas, que não iriam ter um número maior de investimentos financeiros quanto ao custo de instalação dos backhauls ao invés dos PSTt (Postos de serviços telefônico), ou seja seria gasto o mesmo montante.
Com a passagem dos backbones na porta de milhares de cidadãos, as teles ganharam o direito de explorar sozinhas, a rede, podendo usá-las para vender seus serviços de banda larga, e evitar a concorrência com as pequenas empresas, o que demonstra que o acordo não foi feito apenas por ser mais vantajoso para a sociedade.

Estratégias Sociais
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Utilizar as novas tecnologia de comunicação e informação, dentro do ambiente escolar, para formar o cidadão que deverá colaborar na criação de um novo modelo de sociedade, que se beneficia dos recursos tecnológicos para fomentar mudanças.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Disponibilizar serviços de internet banda larga afim de promover a inserção da sociedade nos ambientes em rede.

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Estratégias Educacionais
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Implantar ambientes tecnológicos equipados com computadores e recursos digitais nas escolas públicas de educação básica;

Capacitar os professores, gestores e outros agentes educacionais para a utilização pedagógica das tecnologias nas escolas e inclusão digital;

Ofertar conteúdos educacionais multimídia e digitais.

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } TD P { margin-bottom: 0cm } -->

Instalar conexão de 1 Mbps em cada uma das 56 mil escolas públicas urbanas brasileiras, sem custos para os governos (federal, estaduais e municipais) pelo menos até 2025 (quando vencem os atuais contratos de concessão).

Oferta de conteúdos educacionais multimídia e digitais pelo MEC.

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Estratégias Educacionais
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Implantar ambientes tecnológicos equipados com computadores e recursos digitais nas escolas públicas de educação básica;

Capacitar os professores, gestores e outros agentes educacionais para a utilização pedagógica das tecnologias nas escolas e inclusão digital;

Ofertar conteúdos educacionais multimídia e digitais.

Em entrevista com um dos coordenadores do Programa, este afirma que o ProInfo " é um programa completo, tendo em vista que não se prende unicamente em enviar equipamento para as escolas, mas também desenvolve conteúdos através dos portais da TV Escola, Portal domínio Público, Portal do professor, etc... além de atuar diretamente na formação continuada dos professores para o uso das tecnologias."

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Instalar conexão de 1 Mbps em cada uma das 56 mil escolas públicas urbanas brasileiras, sem custos para os governos (federal, estaduais e municipais) pelo menos até 2025 (quando vencem os atuais contratos de concessão).

Oferta de conteúdos educacionais multimídia e digitais pelo MEC.

 
Diretrizes
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

O ProInfo vem sendo implantado em regime de colaboração entre o MEC e os governos estaduais

representados por suas respectivas Secretarias de Educação - SEE. Suas principais diretrizes são:


Subordinar a introdução da informática nas escolas ;

Adaptar a instalação de recursos informatizados à capacidade das escolas para utilizá-los (demonstrada

através da comprovação da existência de infra-estrutura física que atenda as exigências das máquinas que será fornecida);

Promover o desenvolvimento de infra-estrutura de suporte técnico de informática no sistema de ensino público;

Estimular a interligação de computadores nas escolas públicas, para possibilitar a formação de uma ampla

rede de comunicações vinculada à educação;

Fomentar a mudança de cultura no sistema público de ensino de 1º e 2º graus, de forma a torná-lo apto a

preparar cidadãos capazes de interagir numa sociedade cada vez mais tecnologicamente desenvolvida;

Incentivar a articulação entre os atores envolvidos no processo de informatização da educação brasileira;

Institucionalizar um adequado sistema de acompanhamento e avaliação do Programa em todos os seus níveis e instâncias.


(SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.)

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O programa funciona através da conexão de internet em banda larga nas escolas públicas da zona urbana e rural. As operadoras levarão gratuitamente banda larga às escolas até 2025, atualizando a velocidade periodicamente. Existe uma divisão de espaço entre as operadoras para atender a demanda, ou seja cada operadora de telefonia é responsável por uma quantidade de Estados. A operadora responsável pelo Estado, deverá instalar a banda larga no laboratório de informática da escola, caso a escola não possua laboratório de informática a banda larga deverá ser instalada na sala de matricula, ou em outra sala que tiver computador. A banda larga não poderá ser instalada em uma linha já existente, ela deverá ser instalada em uma nova linha telefônica específica para este serviço. A empresa fornecerá o primeiro modem, ficando a reposição deste equipamento, em caso de perda ou roubo, a cargo da unidade escolar assim como a distribuição da conexão banda larga para outras áreas da unidade escolar.

O MEC oferece cursos a distância e capacitação, além de conteúdos digitais adequados ao trabalho dos professores.

Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

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O programa está organizado através de uma parceria estabelecida entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios e uma estrutura operacional descentralizada. A SEED, por meio de sua Coordenação de Capacitação, relaciona-se diretamente com as Coordenações Estaduais, formadas por representantes da Secretaria Estadual de Educação e das Secretarias Municipais de Educação (elegido pela UNDIME), que, por sua vez, relacionam-se com os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) estaduais e municipais e Coordenações Municipais.

Cabe à Coordenação Estadual:

Coordenar as ações do ProInfo nos estados, conforme diretrizes de implementação do Programa, em articulação com a SEED;

Articular os parceiros locais para a implementação do Programa;

Definir, em conjunto com a SEED/MEC, os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) e outras agências de formação;

Auxiliar no planejamento e dar suporte operacional na organização das capacitações dos formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação;

Acompanhar e monitorar a atuação dos NTEs e outras agências de formação, formadores e demais agentes envolvidos na implementação do Programa;

Promover encontros entre os formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação sempre que necessário para a definição de estratégias locais de implementação do Programa;

Manter atualizados os dados gerenciais do Programa de Capacitação do ProInfo no sistema informatizado.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Parceria firmada entre órgãos do governo federal, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e operadoras de telefonia.

Cabe a cada operadora de telefonia a responsabilidade pela instalação do banda larga em determinados Estados. As operadoras instalarão os primeiros modems e o Ministério ficará responsável pela reposição.

A velocidade da conexão será de 1 Mbps para todas as escolas até 31 de dezembro de 2010 quando passará a ofertar conexão de 2 Mbps. A partir de 2010 no caso de

haver oferta comercial de velocidades maiores nas localidades atendidas pelas operadoras, as escolas também terão upgrade com base na maior velocidade disponível.

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GOVERNO DA BAHIA. Secretaria de Educação. Cartilha informativa. Disponível em http//www.sec.ba.gov.br. Acesso em 08 de janeiro de 2009.

FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

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Perspectivas formativas

dos professores

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

O processo de capacitação de recursos humanos para o Programa, é desenvolvido da seguinte forma:

Seleção e capacitação de professores oriundos de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, destinados a ministrar a formação dos professores multiplicadores.

O professor-multiplicador deve ser oriundo da rede pública de ensino de 1º e 2º grau e

de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, ele será um especialista em capacitação de professores (de escolas) para o uso da telemática em sala de aula. A capacitação é feita de professor para professor, ou seja professor capacitando professor.

Os multiplicadores capacitam os professores das escolas, nos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE), que apóiam o processo de informatização das escolas, auxiliando tanto no processo de planejamento e incorporação das novas tecnologias, quanto no suporte técnico e capacitação dos professores e equipes administrativas das escolas. Também são feitas seleção e formação para técnicos de suporte em informática e telecomunicações e professores da rede pública de ensino de 1º e 2º grau profissional em informática e educação, estes atuarão nas escolas, com os equipamentos e software fornecidos pelo MEC. No entanto,

notamos a ausência de continuidade nos cursos, que acontecem com uma carga horaria mínima, o que atrapalha a capacitação, pois as atividades ficam desarticuladas. Os núcleos são entendidos mais como espaço com computadores disponíveis do que como um espaço relevante na formação docente. As atribuições dos NTE estão apenas nas suas diretrizes, na prática o que acontece é totalmente diferente, os objetivos propostos acontecem de forma vaga, sem fundamentação teórica, com uma formação capenga, apoiada em cursos que pouco contribuem para formação dos educadores.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Criação de portais com conteúdos online para auxiliar os professores na oferta de conteúdos curriculares com recursos multimídia. Entre eles estão o Portal do professor e o Banco Internacional de Objetos Educacionais, destinados a auxiliar os professores, em uma parceria do Ministério da Educação e o Ministério da Ciência e Tecnologia.

A formação atribuída aos professores se dá pela disponibilização dos recursos onlines sem capacitação presencial.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

MEC lança portal para facilitar inclusão digital do professor. Disponível em: http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3593.Acesso em 19 de Abril de 2009.


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Perspectivas formativas

dos professores

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

O processo de capacitação de recursos humanos para o Programa, é desenvolvido da seguinte forma:

Seleção e capacitação de professores oriundos de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, destinados a ministrar a formação dos professores multiplicadores.

O professor-multiplicador deve ser oriundo da rede pública de ensino de 1º e 2º grau e

de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, ele será um especialista em capacitação de professores (de escolas) para o uso da telemática em sala de aula. A capacitação é feita de professor para professor, ou seja professor capacitando professor.

Os multiplicadores capacitam os professores das escolas, nos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE), que apóiam o processo de informatização das escolas, auxiliando tanto no processo de planejamento e incorporação das novas tecnologias, quanto no suporte técnico e capacitação dos professores e equipes administrativas das escolas. Também são feitas seleção e formação para técnicos de suporte em informática e telecomunicações e professores da rede pública de ensino de 1º e 2º grau profissional em informática e educação, estes atuarão nas escolas, com os equipamentos e software fornecidos pelo MEC. No entanto,

Segundo as entrevistas com os diversos coordenadores, cada NTE escolhe a maneira que melhor se enquadra as suas atividades seguindo as diretrizes acima:

"

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->
Em Rondônia há quatro Núcleos de Tecnologia Educacional – NTE’s, os quais são responsáveis por uma quantidade de municípios. Em temos de recursos humano desses Núcleos há professores formadores, ou multiplicadores, que dominam conhecimentos teórico-práticos em informática pedagógica, os quais multiplicam esse conhecimento para os Coordenadores de Laboratórios de Informática Educativa – LIE ou diretamente para os professores lotados nas escolas públicas. Essas capacitações são realizadas diretamente na escola ou no próprio NTE. Após essas capacitações, que partem de conhecimentos básicos para os recursos mais avançados, os professores são incentivados a levar esses recursos tecnológicos para a sala de aula."

"

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->
As formações como as do Proinfo Integrado, curso de capacitação em informática, são executadas pelos próprios multiplicadores e todos os professores de escolas públicas podem se inscrever espontaneamente."

"

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->
Logo no início do programa, há cerca de 10 anos, eles fizeram uma especialização em Informática Educativa. Passaram cerca de 3, meses fora do estado, foi presencial e intensivo. Ao longo do tempo, com uma demanda maior de escolas e professores, com necessidade de formação, fizemos um processo seletivo para multiplicadores e depois fomos selecionando pelo perfil: habilidade, familiaridade, etc, junto às tecnologias. Agora, desde 2006, com a oferta de cursos de Especialização em Tecnologias Educacionais, os que estavam no NTE sem qualificação fizeram o curso, assim como oferecemos para outros interessados. Foram 26 inscritos e 22 concluíram, foi pela PUC-RIO e à distância."

"

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->
Os multiplicadores no Paraná, estão distribuídos em dois grupos. Assessores Pedagógicos e Assessores Técnicos de Suporte, ou seja, em cada NTE temos uma equipe pedagógica e uma equipe técnica. A quantidade de Assessores Pedagógicos (multiplicadores) é proporcional ao número de escolas na área de abrangência do NTE, temos desde 3 até 14 multiplicadores. O total de Assessores Técnicos de suporte é de 2 para cada NTE. Estes profissionais são professores da rede estadual de ensino, que por meio de seleção, mediante avaliação prática, competência técnica e formação, são selecionados, avaliados e se aprovados passam a fazer parte do quadro do NTE."

Notamos a ausência de continuidade nos cursos, que acontecem com uma carga horaria mínima, o que atrapalha a capacitação, pois as atividades ficam desarticuladas. Os núcleos são entendidos mais como espaço com computadores disponíveis do que como um espaço relevante na formação docente. As atribuições dos NTE estão apenas nas suas diretrizes, na prática o que acontece é totalmente diferente, os objetivos propostos acontecem de forma vaga, sem fundamentação teórica, com uma formação capenga, apoiada em cursos que pouco contribuem para formação dos educadores.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Criação de portais com conteúdos online para auxiliar os professores na oferta de conteúdos curriculares com recursos multimídia. Entre eles estão o Portal do professor e o Banco Internacional de Objetos Educacionais, destinados a auxiliar os professores, em uma parceria do Ministério da Educação e o Ministério da Ciência e Tecnologia.

A formação atribuída aos professores se dá pela disponibilização dos recursos onlines sem capacitação presencial.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

MEC lança portal para facilitar inclusão digital do professor. Disponível em: http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3593.Acesso em 19 de Abril de 2009.


 

Perspectivas formativas

dos alunos

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Acesso aos computadores, nos laboratórios de informática da escola, exercitando as atividades das devidas disciplinas com auxílio de softwares, esses por sua vez, devem estar de acordo com a proposta de trabalho dos professores, caso contrário, não haverá contribuição alguma no diálogo com os conteúdos apenas uma mundança na roupagem das aulas.

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

A internet disponível nas escolas oferece um leque de oportunidades e entreterimento aos alunos como a descoberta de novas culturas, comunicação instantanea, acessso a diferentes recursos educativos e culturais, jogos educativos e lúdico, oferta de conteúdos multimídia entre outros que irão contribuir para a formação destes indivíduos.

Potencialidade da perpectiva formativa

dos professores

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

A capacitação dos professores para os objetivos propostos pelo ProInfo e strutura um sistema de formação continuada de professores no uso das novas tecnologias da informação, visando o máximo de qualidade e eficiência. Desenvolvem modelos de capacitação que privilegiem a aprendizagem cooperativa e autônoma, possibilitando aos professores de diferentes regiões geográficas do país oportunidades de intercomunicação e interação com especialistas, o que gera uma nova cultura de educação a distância. Segundo o programa, existe uma preparo dos professores para saberem utilizar as novas tecnologias da informação de forma autônoma e independente, possibilitando a incorporação das novas tecnologias à experiência profissional de cada um, visando a transformação das práticas pedagógica. No entanto nada disso acontece. Não há uma formação continuada dos professores, que pasam por pequenos cursos de formação sem um elo com os cursos seguintes fragmentando as dinâmicas e os interesses por parte dos educadores.

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A internet oferece aos professores uma infinidade de oportunidades tanto na área profissional, como uma ferramenta indispensável na construção e transmissão dos conhecimentos para seus educandos, tanto na sua formação pessoal com a navegação no espaço virtual utulizando deste para tecer novas redes de comunicação e informação, construindo uma teia de relações sociais através do diálogo, e da interatividade.

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Limite da perpectiva formativa

dos professores

 
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O programa não se refere a um acompanhamento, por parte de profissionais de apoio, aos professores, quanto ao uso da internet para atividades na escola ou mesmo para sua formação pessoal, tendo em vista que um espaço com tantos recursos não deve se limitar apenas a oferta de materiais pedagógicos em portais destinados aos professores. Esta ausência de capacitação pode acarretar na mera digitalização dos conteúdos que serão consumidos pelos professores e alunos de forma passiva, sem questionar, transformar ou produzir os conteúdos de seus interesses.

Conforme traz a revista AREDE com a fala do professor Nelson Pretto:

\x{201c}O grande desafio, contudo, para muitos especialistas, é ir além da mera transposição dos conteúdos estáticos para o formato digital, ou seja, da passagem automática do livro didático para a tela do monitor. A novidade relevante trazida pelas tecnologias da informação e comunicação (TIC), na opinião do professor Nelson Pretto, da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, é finalmente a possibilidade de romper o modelo broadcast no ensino, que estabelece a produção de conteúdo centralizada, feita e distribuída de cima para baixo. \x{201c}Não funcionou, não funciona e não funcionará para a educação.\x{201d}

Sem uma capacitação para os professores, a idéia dos portais educativos pode transforma-se apenas em mais uma distribuidora de conteúdos, mas desta vez online, que não leva docentes e educandos a refletirem sobre suas atitudes e idéias em prol da construção de um senso crítico autônomo.


(COUTO, Veronica. Matéria da revista A Rede. Banda larga na escola: para quê? Disponível em www.arede.inf.br. Acesso em 03 de Outubro de 2008 )

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Limite da perpectiva formativa

dos professores

Conforme trás os coordenadores do programa:

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As principais dificuldades no momento referem-se ao ambiente de trabalho dos NTE’s que não comportam um número expressivo de cursistas durante as capacitações; a pouca disponibilidade de professores-multiplicadores e técnicos de suporte."

"

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As nossas maiores dificuldades são: manter o quadro de multiplicadores, pois a cada ano, temos casos de retorno para sala de aula, falta de comprometimento com a proposta e o retorno automático para sala de aula, programas da Secretaria que acabam por realocar profissionais em outras ações. Um dos fatores de maior dificuldade, está ainda nos gestores das regionais de educação, que são responsáveis locais pelas formações e os gestores das escolas (diretores/equipe pedagógica) que não incentiva, acompanha e organiza a escola para que durante a visita do multiplicador, mais professores sejam atendidos. Alguns não utilizam e não conhecem o potencial das tecnologias e não somam com a proposta de formação continuada in loco nas escolas. Falta de transporte (carro) para deslocamento a localidades de difícil acesso.

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O programa não se refere a um acompanhamento, por parte de profissionais de apoio, aos professores, quanto ao uso da internet para atividades na escola ou mesmo para sua formação pessoal, tendo em vista que um espaço com tantos recursos não deve se limitar apenas a oferta de materiais pedagógicos em portais destinados aos professores. Esta ausência de capacitação pode acarretar na mera digitalização dos conteúdos que serão consumidos pelos professores e alunos de forma passiva, sem questionar, transformar ou produzir os conteúdos de seus interesses.

Conforme traz a revista AREDE com a fala do professor Nelson Pretto:

\x{201c}O grande desafio, contudo, para muitos especialistas, é ir além da mera transposição dos conteúdos estáticos para o formato digital, ou seja, da passagem automática do livro didático para a tela do monitor. A novidade relevante trazida pelas tecnologias da informação e comunicação (TIC), na opinião do professor Nelson Pretto, da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, é finalmente a possibilidade de romper o modelo broadcast no ensino, que estabelece a produção de conteúdo centralizada, feita e distribuída de cima para baixo. \x{201c}Não funcionou, não funciona e não funcionará para a educação.\x{201d}

Sem uma capacitação para os professores, a idéia dos portais educativos pode transforma-se apenas em mais uma distribuidora de conteúdos, mas desta vez online, que não leva docentes e educandos a refletirem sobre suas atitudes e idéias em prol da construção de um senso crítico autônomo.


(COUTO, Veronica. Matéria da revista A Rede. Banda larga na escola: para quê? Disponível em www.arede.inf.br. Acesso em 03 de Outubro de 2008 )

 

Potencialidade da perpectiva formativa

dos alunos

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O uso dos laboratórios de informática oportuniza aos alunos o acesso as máquinas, a realização de descobertas e a construção do conhecimento, abrindo espaço para o trabalho coletivo entre educadores e educandos.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

O acesso dos alunos aos computadores com internet banda larga irá estimular o desenvolvimento das atividades no ambiente escolar, devido a quantidade de informações que podem ser apropriadas, transformadas ou até mesmo criada pelos alunos através do trabalho em grupo .

Limite da perspectiva formativa

dos alunos

   
Expectativas do Professor
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\x{201c}A professora Nilza Gomes, do Laboratório de Novas Tecnologias (Lantec) da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), pesquisou nas escolas do estado a utilização dos equipamentos de informática.
Ela constatou que muitos diretores recebiam os computadores do Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo ) e deixavam nas caixas porque \x{201c}não sabiam o que fazer com aquilo\x{201d}. \x{201c}Em primeiro lugar precisa haver a formação do professor. Só a tecnologia, os equipamentos e recursos não resolvem\x{201d}.
Para ela, é preciso que os professores sejam apresentados às possibilidades que a internet oferece. \x{201c}Quando a gente vai na escola e planeja com o professor um projeto de trabalho ele percebe que é possível se organizar e fazer atividades com seus alunos\x{201d}.\x{201d}


CIEGLINSKI. Amanda .Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em:

http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3138

Acesso 19 de abril de 2009.

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\x{201c}A professora Ana Cláudia Domingues, do Centro Educacional 1 do Guará, cidade-satélite de Brasília, espera por capacitação. A escola em que ela leciona deve receber em breve a banda larga.
\x{201c}Nós precisamos também dominar a parte da informática, quando a gente conhece facilita o nosso planejamento. Como professores não podemos ser \x{201c}analfabytes\x{201d}, a gente precisa ter esse conhecimento para estreitar cada vez mais os laços entre a tecnologia e o nosso dia-a-dia na sala de aula\x{201d}. \x{201c}

CIEGLINSKI. Amanda .Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em:

http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3138. Acesso 19 de abril de 2009.

Revision 1522 Apr 2009 - TaniaTorres

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META TOPICPARENT name="AtiTania"
  ProInfo Banda Larga nas Escolas
Conceito de Inclusão Digital
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Possibilita a inclusão digital dos alunos das escolas públicas, através da montagem de laboratórios de informática, onde serão realizadas atividades com auxílio de professores capacitados para desenvolverem nos seus educandos a possibilidade de compreensão e construção dos conhecimentos com o auxílio das TIC .


O programa configura-se além da simples oferta de laboratórios de informática, mas também, com a capacitação dos professores e agentes educacionais, diferencial deste programa em relação aos demais já instituídos. No entanto, o ProInfo, acredita fomentar a inclusão digital com a inserção das TIC para as atividades nas diferentes disciplinas, sem considerar a formação do indivíduo para sua inserção na nova sociedade que vêm se formando, denominada Sociedade da Informação. Esta Sociedade, tem seus alicerces, no conceito de inclusão digital voltado para formação de indivíduos capazes de utilizar as TIC para a construção de conhecimentos,

encarando os desafios da sociedade no seu cotidiano. Assim percebe-se que o ProInfo entende Inclusão Digital apenas com a oferta de equipamentos para o uso e manuseio sem tornar seus alunos capazes de produzir, transformar, criar uma consciência crítica e prover produtos dos seus conhecimentos para as suas relações cotidianas, dentro da sociedade que se faz entender a inclusão digital, assim como o conceito de Inclusão de Lemos:


\x{201c}Entendo inclusão como habilidade cognitiva para dominar, mudar,

desconstruir discursos e alterar as rotas dos produtos prêt-à-porter das

fábricas de ilusões."

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LEMOS, André. Dogmas da Inclusão Digital. Disponível http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/inclusao.pdf .Capturado em 14 de abril de 2009)

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Oferta de banda larga gratuita, pelas teles, para as escolas públicas se conectarem a rede. Neste programa não existe nenhuma claúsula sobre a capacitação de professores ou apoio as escolas beneficiadas. O programa se restringe a oferta de banda larga cabendo a escola encontrar a melhor maneira para utilizar este serviço.

O Programa entende o conceito de inclusão digital apenas com a oferta do serviço de banda larga para as escolas. No entanto, sabemos que a Inclusão Digital não se faz apenas com a conexão as redes, principalmente no ambiente escolar, um espaço para formação de indivíduos que antes de receber qualquer tipo de equipamento para apoio ás aulas deve antes de tudo capacitar os educadores e outros agentes educacioanais, para orientar os usuários em busca do efetivo domínio desses. O que não deve ser diferente com a introdução das redes de conexão em banda larga.


Interesses Políticos    
Interesses Econômicos
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O programa demonstra preocupação com a necessidade que vêm surgindo ao longo dos anos de mão de obra cada vez mais qualificada, fazendo crescer a importância da capacitação dos recursos humanos para acompanhar os novos padrões de produtividade e competitividade exigido pelo mercado de trabalho em função dos avanços tecnológico.


No decorrer destes 10 anos de implantação do programa, este teve drasticas oscilações na liberação das verbas, fato que implica na demora para aquisição das máquinas, atrasando cada vez mais a execução do mesmo.

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SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.

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Com o acordo entre governo e as teles, estas ficam responsáveis em levar o serviço de banda larga para as escolas e seus backbones até a porta de milhares de cidadãos, com isso ganham o direito de explorar, sozinha, a rede, podendo usar para vender seus serviços de banda larga evitando a concorrência com as pequenas empresas.

A oferta de banda larga, também, aumenta o desenvolvimento do mercado de aparelhagem tecnológica, serviços e acesso a internet além do aumento de empregos direto e indireto.


GINDRE, Gustavo. observatório da comunicação. Disponível em http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3090. Capturado em 14 de Abril de 2009.

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Interesses Sociais
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Cabe ao governo ,segundo o livro verde, ser “o maior comprador/contratador de bens e serviços em tecnologias de informação e comunicação em um país ”. Com a implantação do ProInfo o governo demonstra suas ações afirmativas afim de possibilitar a sociedade, o acesso as TIC, imprescindível nos dias atuais. O acesso da população as novas tecnologias permite ao governo estar mais próximo do cidadão, seja na informatização dos serviços prestados a sociedade ou durante o cumprimento de suas metas de universalização das TIC dentro do pais utilizando-se do ambiente escolar como ponto estratégico para disseminação destas.

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TAKAHASHI, Tadeu. Sociedade da Informação no Brasil: Livro Verde (Org.) 2000. Ministério da Ciência e Tecnologia. Brasília. Disponível em http://www.fsp.usp.br/acessibilidade/LivroVerdeSOCINFO-240701.pdf. Capturado em 14 de abril de 2009.

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Com o programa, o governo dar continuidade as suas obrigações com a sociedade da informação na inclusão desta no mundo digital, com o auxílio das redes de banda larga, além de acelerar o desenvolvimento da internet no Brasil.

O serviço de banda larga, disponibilizado para grande parte da população, e não apenas para uma minoria de privilégiado, como acontece, permitirá acesso ao imensurável mundo da internet onde pode-se utilizar desta como uma gigantesca biblioteca onde são encontradas uma infinita variedade de asuntos, troca de conhecimentos com outras pessoas que podem estar do outro lado do mundo, aprendizagem cooperativa, capacidade de comunicação e informações inclusive em tempo real.

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Interesses Educacionais
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Promover o uso pedagógico, das TIC nas redes públicas de educação básica, como recurso favorável ao processo ensino-aprendizagem. O Programa visa estimular o uso das Tecnologias de informação e comunicação, dentro do espaço escolar, como instrumento de apoio as diversas disciplinas, trabalhando os conteúdos de forma dinâmica afim de enriquecer as aulas, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem além de oportunizar a igualdade de acesso aos instrumentos tecnológicos.


<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Conectar todas as escolas públicas da zona urbana e rural à Internet banda larga, abrindo portas para que as redes de internet penetrem no espaço escolar, com o acesso a materiais de apoio pedagógico online, oferta (pelo MEC) de portais educacionais e novos conteúdos para criação de redes entre alunos e professores na internet. No entanto o programa não está direcionado a formação dos professores para o uso desses conteúdos digitais, o que pode se tornar apenas objeto de fetiche, deixando as aulas apenas divertidas ou “bonitinhas”, sem mudar a forma verticalizada na qual os conteúdos são trabalhados, onde os professores oferecem informações e os alunos absorvem, sem questionar, produzir ou transformar o conhecimento que lhes são apresentados.


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Interesses Sociais
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Cabe ao governo ,segundo o livro verde, ser \x{201c}o maior comprador/contratador de bens e serviços em tecnologias de informação e comunicação em um país \x{201d}. Com a implantação do ProInfo o governo demonstra suas ações afirmativas afim de possibilitar a sociedade, o acesso as TIC, imprescindível nos dias atuais. O acesso da população as novas tecnologias permite ao governo estar mais próximo do cidadão, seja na informatização dos serviços prestados a sociedade ou durante o cumprimento de suas metas de universalização das TIC dentro do pais utilizando-se do ambiente escolar como ponto estratégico para disseminação destas.

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TAKAHASHI, Tadeu. Sociedade da Informação no Brasil: Livro Verde (Org.) 2000. Ministério da Ciência e Tecnologia. Brasília. Disponível em http://www.fsp.usp.br/acessibilidade/LivroVerdeSOCINFO-240701.pdf. Capturado em 14 de abril de 2009.

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Com o programa, o governo dar continuidade as suas obrigações com a sociedade da informação na inclusão desta no mundo digital, com o auxílio das redes de banda larga, além de acelerar o desenvolvimento da internet no Brasil.

O serviço de banda larga, disponibilizado para grande parte da população, e não apenas para uma minoria de privilégiado, como acontece, permitirá acesso ao imensurável mundo da internet onde pode-se utilizar desta como uma gigantesca biblioteca onde são encontradas uma infinita variedade de asuntos, troca de conhecimentos com outras pessoas que podem estar do outro lado do mundo, aprendizagem cooperativa, capacidade de comunicação e informações inclusive em tempo real.

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Interesses Educacionais
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Promover o uso pedagógico, das TIC nas redes públicas de educação básica, como recurso favorável ao processo ensino-aprendizagem. O Programa visa estimular o uso das Tecnologias de informação e comunicação, dentro do espaço escolar, como instrumento de apoio as diversas disciplinas, trabalhando os conteúdos de forma dinâmica afim de enriquecer as aulas, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem além de oportunizar a igualdade de acesso aos instrumentos tecnológicos.


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Conectar todas as escolas públicas da zona urbana e rural à Internet banda larga, abrindo portas para que as redes de internet penetrem no espaço escolar, com o acesso a materiais de apoio pedagógico online, oferta (pelo MEC) de portais educacionais e novos conteúdos para criação de redes entre alunos e professores na internet. No entanto o programa não está direcionado a formação dos professores para o uso desses conteúdos digitais, o que pode se tornar apenas objeto de fetiche, deixando as aulas apenas divertidas ou \x{201c}bonitinhas\x{201d}, sem mudar a forma verticalizada na qual os conteúdos são trabalhados, onde os professores oferecem informações e os alunos absorvem, sem questionar, produzir ou transformar o conhecimento que lhes são apresentados.


 
Estratégias Políticos
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Expedir normas, diretrizes e critérios para execução do programa além de viabilizar o acesso das tecnologias no ambiente escolar, fornecendo equipamentos tecnológicos, mediante a disponibilidade das escolas para receber o aparato assim como os espaços para abrigar os NTE.

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Realizar cobranças no sentido de execução da expansão do backhaul pelas teles, que tem um cronograma a seguir tendo que prestar contas, de uma parte, dos seus serviços para o governo até 25 de abril de 2009. Cobrança de multa pelo governo, caso tenha desistência das operadoras, para a prestação dos serviços .

FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

Estratégias Econômicos
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O ProInfo, recebe financiamento do FNDE para a capacitação de recursos humanos e aquisição de

equipamentos. O programa deveria receber financiamento do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), que arrecada por ano cerca de R$ 800 milhões, e 18% destes deveriam ser destinados à educação; no entanto, estão retidos nos cofres dos tesouro nacional devido a falta de objetividade e de definições de metas para o uso da verba.

Em 2007 a Secretaria de Educação a Distância/MEC, no contexto do Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE, desenvolveu a reformulação do Programa Nacional de Informática na Educação. Essa reformulação não alterou em nada as diretrizes do programa, no entanto foram investidos cerca de R$ 650 milhões na informatização das 130 mil escolas de educação básica

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O governo teve que convencer as teles sobre os benefícios do acordo para a sociedade e principalmente para as empresas, que não iriam ter um número maior de investimentos financeiros quanto ao custo de instalação dos backhauls ao invés dos PSTt (Postos de serviços telefônico), ou seja seria gasto o mesmo montante.
Com a passagem dos backbones na porta de milhares de cidadãos, as teles ganharam o direito de explorar sozinhas, a rede, podendo usá-las para vender seus serviços de banda larga, e evitar a concorrência com as pequenas empresas, o que demonstra que o acordo não foi feito apenas por ser mais vantajoso para a sociedade.

Estratégias Sociais
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Utilizar as novas tecnologia de comunicação e informação, dentro do ambiente escolar, para formar o cidadão que deverá colaborar na criação de um novo modelo de sociedade, que se beneficia dos recursos tecnológicos para fomentar mudanças.

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Disponibilizar serviços de internet banda larga afim de promover a inserção da sociedade nos ambientes em rede.

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Perspectivas formativas

dos professores

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O processo de capacitação de recursos humanos para o Programa, é desenvolvido da seguinte forma:

Seleção e capacitação de professores oriundos de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, destinados a ministrar a formação dos professores multiplicadores.

O professor-multiplicador deve ser oriundo da rede pública de ensino de 1º e 2º grau e

de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, ele será um especialista em capacitação de professores (de escolas) para o uso da telemática em sala de aula. A capacitação é feita de professor para professor, ou seja professor capacitando professor.

Os multiplicadores capacitam os professores das escolas, nos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE), que apóiam o processo de informatização das escolas, auxiliando tanto no processo de planejamento e incorporação das novas tecnologias, quanto no suporte técnico e capacitação dos professores e equipes administrativas das escolas. Também são feitas seleção e formação para técnicos de suporte em informática e telecomunicações e professores da rede pública de ensino de 1º e 2º grau profissional em informática e educação, estes atuarão nas escolas, com os equipamentos e software fornecidos pelo MEC. No entanto,

notamos a ausência de continuidade nos cursos, que acontecem com uma carga horaria mínima, o que atrapalha a capacitação, pois as atividades ficam desarticuladas. Os núcleos são entendidos mais como espaço com computadores disponíveis do que como um espaço relevante na formação docente. As atribuições dos NTE estão apenas nas suas diretrizes, na prática o que acontece é totalmente diferente, os objetivos propostos acontecem de forma vaga, sem fundamentação teórica, com uma formação capenga, apoiada em cursos que pouco contribuem para formação dos educadores.

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Criação de portais com conteúdos online para auxiliar os professores na oferta de conteúdos curriculares com recursos multimídia. Entre eles estão o Portal do professor e o Banco Internacional de Objetos Educacionais, destinados a auxiliar os professores, em uma parceria do Ministério da Educação e o Ministério da Ciência e Tecnologia.

A formação atribuída aos professores se dá pela disponibilização dos recursos onlines sem capacitação presencial.

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MEC lança portal para facilitar inclusão digital do professor. Disponível em: http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3593.Acesso em 19 de Abril de 2009.


Perspectivas formativas

dos alunos

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Acesso aos computadores, nos laboratórios de informática da escola, exercitando as atividades das devidas disciplinas com auxílio de softwares, esses por sua vez, devem estar de acordo com a proposta de trabalho dos professores, caso contrário, não haverá contribuição alguma no diálogo com os conteúdos apenas uma mundança na roupagem das aulas.

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A internet disponível nas escolas oferece um leque de oportunidades e entreterimento aos alunos como a descoberta de novas culturas, comunicação instantanea, acessso a diferentes recursos educativos e culturais, jogos educativos e lúdico, oferta de conteúdos multimídia entre outros que irão contribuir para a formação destes indivíduos.

Potencialidade da perpectiva formativa

dos professores

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A capacitação dos professores para os objetivos propostos pelo ProInfo e strutura um sistema de formação continuada de professores no uso das novas tecnologias da informação, visando o máximo de qualidade e eficiência. Desenvolvem modelos de capacitação que privilegiem a aprendizagem cooperativa e autônoma, possibilitando aos professores de diferentes regiões geográficas do país oportunidades de intercomunicação e interação com especialistas, o que gera uma nova cultura de educação a distância. Segundo o programa, existe uma preparo dos professores para saberem utilizar as novas tecnologias da informação de forma autônoma e independente, possibilitando a incorporação das novas tecnologias à experiência profissional de cada um, visando a transformação das práticas pedagógica. No entanto nada disso acontece. Não há uma formação continuada dos professores, que pasam por pequenos cursos de formação sem um elo com os cursos seguintes fragmentando as dinâmicas e os interesses por parte dos educadores.

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A internet oferece aos professores uma infinidade de oportunidades tanto na área profissional, como uma ferramenta indispensável na construção e transmissão dos conhecimentos para seus educandos, tanto na sua formação pessoal com a navegação no espaço virtual utulizando deste para tecer novas redes de comunicação e informação, construindo uma teia de relações sociais através do diálogo, e da interatividade.

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Limite da perpectiva formativa

dos professores

 
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O programa não se refere a um acompanhamento, por parte de profissionais de apoio, aos professores, quanto ao uso da internet para atividades na escola ou mesmo para sua formação pessoal, tendo em vista que um espaço com tantos recursos não deve se limitar apenas a oferta de materiais pedagógicos em portais destinados aos professores. Esta ausência de capacitação pode acarretar na mera digitalização dos conteúdos que serão consumidos pelos professores e alunos de forma passiva, sem questionar, transformar ou produzir os conteúdos de seus interesses.

Conforme traz a revista AREDE com a fala do professor Nelson Pretto:

O grande desafio, contudo, para muitos especialistas, é ir além da mera transposição dos conteúdos estáticos para o formato digital, ou seja, da passagem automática do livro didático para a tela do monitor. A novidade relevante trazida pelas tecnologias da informação e comunicação (TIC), na opinião do professor Nelson Pretto, da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, é finalmente a possibilidade de romper o modelo broadcast no ensino, que estabelece a produção de conteúdo centralizada, feita e distribuída de cima para baixo. “Não funcionou, não funciona e não funcionará para a educação.”

Sem uma capacitação para os professores, a idéia dos portais educativos pode transforma-se apenas em mais uma distribuidora de conteúdos, mas desta vez online, que não leva docentes e educandos a refletirem sobre suas atitudes e idéias em prol da construção de um senso crítico autônomo.


(COUTO, Veronica. Matéria da revista A Rede. Banda larga na escola: para quê? Disponível em www.arede.inf.br. Acesso em 03 de Outubro de 2008 )

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Limite da perpectiva formativa

dos professores

 
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O programa não se refere a um acompanhamento, por parte de profissionais de apoio, aos professores, quanto ao uso da internet para atividades na escola ou mesmo para sua formação pessoal, tendo em vista que um espaço com tantos recursos não deve se limitar apenas a oferta de materiais pedagógicos em portais destinados aos professores. Esta ausência de capacitação pode acarretar na mera digitalização dos conteúdos que serão consumidos pelos professores e alunos de forma passiva, sem questionar, transformar ou produzir os conteúdos de seus interesses.

Conforme traz a revista AREDE com a fala do professor Nelson Pretto:

\x{201c}O grande desafio, contudo, para muitos especialistas, é ir além da mera transposição dos conteúdos estáticos para o formato digital, ou seja, da passagem automática do livro didático para a tela do monitor. A novidade relevante trazida pelas tecnologias da informação e comunicação (TIC), na opinião do professor Nelson Pretto, da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, é finalmente a possibilidade de romper o modelo broadcast no ensino, que estabelece a produção de conteúdo centralizada, feita e distribuída de cima para baixo. \x{201c}Não funcionou, não funciona e não funcionará para a educação.\x{201d}

Sem uma capacitação para os professores, a idéia dos portais educativos pode transforma-se apenas em mais uma distribuidora de conteúdos, mas desta vez online, que não leva docentes e educandos a refletirem sobre suas atitudes e idéias em prol da construção de um senso crítico autônomo.


(COUTO, Veronica. Matéria da revista A Rede. Banda larga na escola: para quê? Disponível em www.arede.inf.br. Acesso em 03 de Outubro de 2008 )

 

Potencialidade da perpectiva formativa

dos alunos

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O uso dos laboratórios de informática oportuniza aos alunos o acesso as máquinas, a realização de descobertas e a construção do conhecimento, abrindo espaço para o trabalho coletivo entre educadores e educandos.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

O acesso dos alunos aos computadores com internet banda larga irá estimular o desenvolvimento das atividades no ambiente escolar, devido a quantidade de informações que podem ser apropriadas, transformadas ou até mesmo criada pelos alunos através do trabalho em grupo .

Limite da perspectiva formativa

dos alunos

   
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Expectativas do Professor
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

A professora Nilza Gomes, do Laboratório de Novas Tecnologias (Lantec) da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), pesquisou nas escolas do estado a utilização dos equipamentos de informática.
Ela constatou que muitos diretores recebiam os computadores do Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo ) e deixavam nas caixas porque “não sabiam o que fazer com aquilo”. “Em primeiro lugar precisa haver a formação do professor. Só a tecnologia, os equipamentos e recursos não resolvem”.
Para ela, é preciso que os professores sejam apresentados às possibilidades que a internet oferece. “Quando a gente vai na escola e planeja com o professor um projeto de trabalho ele percebe que é possível se organizar e fazer atividades com seus alunos”.”


CIEGLINSKI. Amanda .Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em:

http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3138

Acesso 19 de abril de 2009.

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A professora Ana Cláudia Domingues, do Centro Educacional 1 do Guará, cidade-satélite de Brasília, espera por capacitação. A escola em que ela leciona deve receber em breve a banda larga.
“Nós precisamos também dominar a parte da informática, quando a gente conhece facilita o nosso planejamento. Como professores não podemos ser “analfabytes”, a gente precisa ter esse conhecimento para estreitar cada vez mais os laços entre a tecnologia e o nosso dia-a-dia na sala de aula”. “

CIEGLINSKI. Amanda .Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em:

http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3138. Acesso 19 de abril de 2009.

Explicações, interpretações

e representações dos professores

   
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Expectativas do Professor
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\x{201c}A professora Nilza Gomes, do Laboratório de Novas Tecnologias (Lantec) da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), pesquisou nas escolas do estado a utilização dos equipamentos de informática.
Ela constatou que muitos diretores recebiam os computadores do Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo ) e deixavam nas caixas porque \x{201c}não sabiam o que fazer com aquilo\x{201d}. \x{201c}Em primeiro lugar precisa haver a formação do professor. Só a tecnologia, os equipamentos e recursos não resolvem\x{201d}.
Para ela, é preciso que os professores sejam apresentados às possibilidades que a internet oferece. \x{201c}Quando a gente vai na escola e planeja com o professor um projeto de trabalho ele percebe que é possível se organizar e fazer atividades com seus alunos\x{201d}.\x{201d}


CIEGLINSKI. Amanda .Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em:

http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3138

Acesso 19 de abril de 2009.

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

\x{201c}A professora Ana Cláudia Domingues, do Centro Educacional 1 do Guará, cidade-satélite de Brasília, espera por capacitação. A escola em que ela leciona deve receber em breve a banda larga.
\x{201c}Nós precisamos também dominar a parte da informática, quando a gente conhece facilita o nosso planejamento. Como professores não podemos ser \x{201c}analfabytes\x{201d}, a gente precisa ter esse conhecimento para estreitar cada vez mais os laços entre a tecnologia e o nosso dia-a-dia na sala de aula\x{201d}. \x{201c}

CIEGLINSKI. Amanda .Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em:

http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3138. Acesso 19 de abril de 2009.

Explicações, interpretações

e representações dos professores


 
 
Expectativas do Pesquisador    
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Explicações, interpretações

e representações do pesquisador

   
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Explicações, interpretações

e representações do pesquisador

"O coordenador da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, Nelson Pretto, criticou programas de inclusão digital do governo federal como o ProInfo, cujo objetivo é promover o uso pedagógico da informática em escolas públicas.

Para o professor, o problema não está na falta de acesso dos alunos aos computadores, mas à ausência de projetos voltados para a capacitação de professores de modo a aproveitar melhor as novas tecnologias.

\x{201c}Há uma distância muito grande entre as políticas públicas, a realidade e a qualificação do professor. Enquanto não qualificarmos os professores, vamos fazer belas políticas públicas que não serão aplicadas na prática\x{201d}.

Pretto foi um dos participantes da mesa redonda Educação e Desenvolvimento, realizada no 1º Encontro de Culturas Colaborativas (Ecco)."

Governo Federeal. Inclusão Digital.Falta capacitação de professores em programas federais de inclusão digital, diz coordenador. Disponível em: http://www.inclusaodigital.gov.br/inclusao/noticia/falta-capacitacao-de-professores-em-programas-federais-de-inclusao-digital-diz-coordenador. Capturado em 22 de abril de 2009.

 
  -- TaniaTorres - 11 Oct 2008 \ No newline at end of file

Revision 1420 Apr 2009 - TaniaTorres

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META TOPICPARENT name="AtiTania"
  ProInfo Banda Larga nas Escolas
Conceito de Inclusão Digital
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Possibilita a inclusão digital dos alunos das escolas públicas, através da montagem de laboratórios de informática, onde serão realizadas atividades com auxílio de professores capacitados para desenvolverem nos seus educandos a possibilidade de compreensão e construção dos conhecimentos com o auxílio das TIC .


O programa configura-se além da simples oferta de laboratórios de informática, mas também, com a capacitação dos professores e agentes educacionais, diferencial deste programa em relação aos demais já instituídos. No entanto, o ProInfo, acredita fomentar a inclusão digital com a inserção das TIC para as atividades nas diferentes disciplinas, sem considerar a formação do indivíduo para sua inserção na nova sociedade que vêm se formando, denominada Sociedade da Informação. Esta Sociedade, tem seus alicerces, no conceito de inclusão digital voltado para formação de indivíduos capazes de utilizar as TIC para a construção de conhecimentos,

encarando os desafios da sociedade no seu cotidiano. Assim percebe-se que o ProInfo entende Inclusão Digital apenas com a oferta de equipamentos para o uso e manuseio sem tornar seus alunos capazes de produzir, transformar, criar uma consciência crítica e prover produtos dos seus conhecimentos para as suas relações cotidianas, dentro da sociedade que se faz entender a inclusão digital, assim como o conceito de Inclusão de Lemos:


\x{201c}Entendo inclusão como habilidade cognitiva para dominar, mudar,

desconstruir discursos e alterar as rotas dos produtos prêt-à-porter das

fábricas de ilusões."

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LEMOS, André. Dogmas da Inclusão Digital. Disponível http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/inclusao.pdf .Capturado em 14 de abril de 2009)

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Oferta de banda larga gratuita, pelas teles, para as escolas públicas se conectarem a rede. Neste programa não existe nenhuma claúsula sobre a capacitação de professores ou apoio as escolas beneficiadas. O programa se restringe a oferta de banda larga cabendo a escola encontrar a melhor maneira para utilizar este serviço.

O Programa entende o conceito de inclusão digital apenas com a oferta do serviço de banda larga para as escolas. No entanto, sabemos que a Inclusão Digital não se faz apenas com a conexão as redes, principalmente no ambiente escolar, um espaço para formação de indivíduos que antes de receber qualquer tipo de equipamento para apoio ás aulas deve antes de tudo capacitar os educadores e outros agentes educacioanais, para orientar os usuários em busca do efetivo domínio desses. O que não deve ser diferente com a introdução das redes de conexão em banda larga.


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Estratégias Sociais
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Utilizar as novas tecnologia de comunicação e informação, dentro do ambiente escolar, para formar o cidadão que deverá colaborar na criação de um novo modelo de sociedade, que se beneficia dos recursos tecnológicos para fomentar mudanças.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Disponibilizar serviços de internet banda larga afim de promover a inserção da sociedade nos ambientes em rede.

.

Estratégias Educacionais
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Implantar ambientes tecnológicos equipados com computadores e recursos digitais nas escolas públicas de educação básica;

Capacitar os professores, gestores e outros agentes educacionais para a utilização pedagógica das tecnologias nas escolas e inclusão digital;

Ofertar conteúdos educacionais multimídia e digitais.

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } TD P { margin-bottom: 0cm } -->

Instalar conexão de 1 Mbps em cada uma das 56 mil escolas públicas urbanas brasileiras, sem custos para os governos (federal, estaduais e municipais) pelo menos até 2025 (quando vencem os atuais contratos de concessão).

Oferta de conteúdos educacionais multimídia e digitais pelo MEC.

Diretrizes
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

O ProInfo vem sendo implantado em regime de colaboração entre o MEC e os governos estaduais

representados por suas respectivas Secretarias de Educação - SEE. Suas principais diretrizes são:


Subordinar a introdução da informática nas escolas ;

Adaptar a instalação de recursos informatizados à capacidade das escolas para utilizá-los (demonstrada

através da comprovação da existência de infra-estrutura física que atenda as exigências das máquinas que será fornecida);

Promover o desenvolvimento de infra-estrutura de suporte técnico de informática no sistema de ensino público;

Estimular a interligação de computadores nas escolas públicas, para possibilitar a formação de uma ampla

rede de comunicações vinculada à educação;

Fomentar a mudança de cultura no sistema público de ensino de 1º e 2º graus, de forma a torná-lo apto a

preparar cidadãos capazes de interagir numa sociedade cada vez mais tecnologicamente desenvolvida;

Incentivar a articulação entre os atores envolvidos no processo de informatização da educação brasileira;

Institucionalizar um adequado sistema de acompanhamento e avaliação do Programa em todos os seus níveis e instâncias.


(SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.)

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

O programa funciona através da conexão de internet em banda larga nas escolas públicas da zona urbana e rural. As operadoras levarão gratuitamente banda larga às escolas até 2025, atualizando a velocidade periodicamente. Existe uma divisão de espaço entre as operadoras para atender a demanda, ou seja cada operadora de telefonia é responsável por uma quantidade de Estados. A operadora responsável pelo Estado, deverá instalar a banda larga no laboratório de informática da escola, caso a escola não possua laboratório de informática a banda larga deverá ser instalada na sala de matricula, ou em outra sala que tiver computador. A banda larga não poderá ser instalada em uma linha já existente, ela deverá ser instalada em uma nova linha telefônica específica para este serviço. A empresa fornecerá o primeiro modem, ficando a reposição deste equipamento, em caso de perda ou roubo, a cargo da unidade escolar assim como a distribuição da conexão banda larga para outras áreas da unidade escolar.

O MEC oferece cursos a distância e capacitação, além de conteúdos digitais adequados ao trabalho dos professores.

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Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

O programa está organizado através de uma parceria estabelecida entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios e uma estrutura operacional descentralizada. A SEED, por meio de sua Coordenação de Capacitação, relaciona-se diretamente com as Coordenações Estaduais, formadas por representantes da Secretaria Estadual de Educação e das Secretarias Municipais de Educação (elegido pela UNDIME), que, por sua vez, relacionam-se com os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) estaduais e municipais e Coordenações Municipais.

Cabe à Coordenação Estadual:

Coordenar as ações do ProInfo nos estados, conforme diretrizes de implementação do Programa, em articulação com a SEED;

Articular os parceiros locais para a implementação do Programa;

Definir, em conjunto com a SEED/MEC, os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) e outras agências de formação;

Auxiliar no planejamento e dar suporte operacional na organização das capacitações dos formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação;

Acompanhar e monitorar a atuação dos NTEs e outras agências de formação, formadores e demais agentes envolvidos na implementação do Programa;

Promover encontros entre os formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação sempre que necessário para a definição de estratégias locais de implementação do Programa;

Manter atualizados os dados gerenciais do Programa de Capacitação do ProInfo no sistema informatizado.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Parceria firmada entre órgãos do governo federal, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e operadoras de telefonia.

Cabe a cada operadora de telefonia a responsabilidade pela instalação do banda larga em determinados Estados. As operadoras instalarão os primeiros modems e o Ministério ficará responsável pela reposição.

A velocidade da conexão será de 1 Mbps para todas as escolas até 31 de dezembro de 2010 quando passará a ofertar conexão de 2 Mbps. A partir de 2010 no caso de

haver oferta comercial de velocidades maiores nas localidades atendidas pelas operadoras, as escolas também terão upgrade com base na maior velocidade disponível.

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

GOVERNO DA BAHIA. Secretaria de Educação. Cartilha informativa. Disponível em http//www.sec.ba.gov.br. Acesso em 08 de janeiro de 2009.

FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

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Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

O programa está organizado através de uma parceria estabelecida entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios e uma estrutura operacional descentralizada. A SEED, por meio de sua Coordenação de Capacitação, relaciona-se diretamente com as Coordenações Estaduais, formadas por representantes da Secretaria Estadual de Educação e das Secretarias Municipais de Educação (elegido pela UNDIME), que, por sua vez, relacionam-se com os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) estaduais e municipais e Coordenações Municipais.

Cabe à Coordenação Estadual:

Coordenar as ações do ProInfo nos estados, conforme diretrizes de implementação do Programa, em articulação com a SEED;

Articular os parceiros locais para a implementação do Programa;

Definir, em conjunto com a SEED/MEC, os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) e outras agências de formação;

Auxiliar no planejamento e dar suporte operacional na organização das capacitações dos formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação;

Acompanhar e monitorar a atuação dos NTEs e outras agências de formação, formadores e demais agentes envolvidos na implementação do Programa;

Promover encontros entre os formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação sempre que necessário para a definição de estratégias locais de implementação do Programa;

Manter atualizados os dados gerenciais do Programa de Capacitação do ProInfo no sistema informatizado.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Parceria firmada entre órgãos do governo federal, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e operadoras de telefonia.

Cabe a cada operadora de telefonia a responsabilidade pela instalação do banda larga em determinados Estados. As operadoras instalarão os primeiros modems e o Ministério ficará responsável pela reposição.

A velocidade da conexão será de 1 Mbps para todas as escolas até 31 de dezembro de 2010 quando passará a ofertar conexão de 2 Mbps. A partir de 2010 no caso de

haver oferta comercial de velocidades maiores nas localidades atendidas pelas operadoras, as escolas também terão upgrade com base na maior velocidade disponível.

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

GOVERNO DA BAHIA. Secretaria de Educação. Cartilha informativa. Disponível em http//www.sec.ba.gov.br. Acesso em 08 de janeiro de 2009.

FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

 

Perspectivas formativas

dos professores

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O processo de capacitação de recursos humanos para o Programa, é desenvolvido da seguinte forma:

Seleção e capacitação de professores oriundos de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, destinados a ministrar a formação dos professores multiplicadores.

O professor-multiplicador deve ser oriundo da rede pública de ensino de 1º e 2º grau e

de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, ele será um especialista em capacitação de professores (de escolas) para o uso da telemática em sala de aula. A capacitação é feita de professor para professor, ou seja professor capacitando professor.

Os multiplicadores capacitam os professores das escolas, nos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE), que apóiam o processo de informatização das escolas, auxiliando tanto no processo de planejamento e incorporação das novas tecnologias, quanto no suporte técnico e capacitação dos professores e equipes administrativas das escolas. Também são feitas seleção e formação para técnicos de suporte em informática e telecomunicações e professores da rede pública de ensino de 1º e 2º grau profissional em informática e educação, estes atuarão nas escolas, com os equipamentos e software fornecidos pelo MEC. No entanto,

notamos a ausência de continuidade nos cursos, que acontecem com uma carga horaria mínima, o que atrapalha a capacitação, pois as atividades ficam desarticuladas. Os núcleos são entendidos mais como espaço com computadores disponíveis do que como um espaço relevante na formação docente. As atribuições dos NTE estão apenas nas suas diretrizes, na prática o que acontece é totalmente diferente, os objetivos propostos acontecem de forma vaga, sem fundamentação teórica, com uma formação capenga, apoiada em cursos que pouco contribuem para formação dos educadores.

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Criação de portais com conteúdos online para auxiliar os professores na oferta de conteúdos curriculares com recursos multimídia. Entre eles estão o Portal do professor e o Banco Internacional de Objetos Educacionais, destinados a auxiliar os professores, em uma parceria do Ministério da Educação e o Ministério da Ciência e Tecnologia.

A formação atribuída aos professores se dá pela disponibilização dos recursos onlines sem capacitação presencial.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

MEC lança portal para facilitar inclusão digital do professor. Disponível em: http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3593. Acesso em 19 de Abril de 2009.


Perspectivas formativas

dos alunos

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Acesso aos computadores, nos laboratórios de informática da escola, exercitando as atividades das devidas disciplinas com auxílio de softwares, esses por sua vez, devem estar de acordo com a proposta de trabalho dos professores, caso contrário, não haverá contribuição alguma no diálogo com os conteúdos apenas uma mundança na roupagem das aulas.

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A internet disponível nas escolas oferece um leque de oportunidades e entreterimento aos alunos como a descoberta de novas culturas, comunicação instantanea, acessso a diferentes recursos educativos e culturais, jogos educativos e lúdico, oferta de conteúdos multimídia entre outros que irão contribuir para a formação destes indivíduos.

Potencialidade da perpectiva formativa

dos professores

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A capacitação dos professores para os objetivos propostos pelo ProInfo e strutura um sistema de formação continuada de professores no uso das novas tecnologias da informação, visando o máximo de qualidade e eficiência. Desenvolvem modelos de capacitação que privilegiem a aprendizagem cooperativa e autônoma, possibilitando aos professores de diferentes regiões geográficas do país oportunidades de intercomunicação e interação com especialistas, o que gera uma nova cultura de educação a distância. Segundo o programa, existe uma preparo dos professores para saberem utilizar as novas tecnologias da informação de forma autônoma e independente, possibilitando a incorporação das novas tecnologias à experiência profissional de cada um, visando a transformação das práticas pedagógica. No entanto nada disso acontece. Não há uma formação continuada dos professores, que pasam por pequenos cursos de formação sem um elo com os cursos seguintes fragmentando as dinâmicas e os interesses por parte dos educadores.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

A internet oferece aos professores uma infinidade de oportunidades tanto na área profissional, como uma ferramenta indispensável na construção e transmissão dos conhecimentos para seus educandos, tanto na sua formação pessoal com a navegação no espaço virtual utulizando deste para tecer novas redes de comunicação e informação, construindo uma teia de relações sociais através do diálogo, e da interatividade.

Limite da perpectiva formativa

dos professores

 
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O programa não se refere a um acompanhamento, por parte de profissionais de apoio, aos professores, quanto ao uso da internet para atividades na escola ou mesmo para sua formação pessoal, tendo em vista que um espaço com tantos recursos não deve se limitar apenas a oferta de materiais pedagógicos em portais destinados aos professores. Esta ausência de capacitação pode acarretar na mera digitalização dos conteúdos que serão consumidos pelos professores e alunos de forma passiva, sem questionar, transformar ou produzir os conteúdos de seus interesses.

Conforme traz a revista AREDE com a fala do professor Nelson Pretto:

O grande desafio, contudo, para muitos especialistas, é ir além da mera transposição dos conteúdos estáticos para o formato digital, ou seja, da passagem automática do livro didático para a tela do monitor. A novidade relevante trazida pelas tecnologias da informação e comunicação (TIC), na opinião do professor Nelson Pretto, da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, é finalmente a possibilidade de romper o modelo broadcast no ensino, que estabelece a produção de conteúdo centralizada, feita e distribuída de cima para baixo. “Não funcionou, não funciona e não funcionará para a educação.”

Sem uma capacitação para os professores, a idéia dos portais educativos pode transforma-se apenas em mais uma distribuidora de conteúdos, mas desta vez online, que não leva docentes e educandos a refletirem sobre suas atitudes e idéias em prol da construção de um senso crítico autônomo.


(COUTO, Veronica. Matéria da revista A Rede. Banda larga na escola: para quê? Disponível em www.arede.inf.br. Acesso em 03 de Outubro de 2008 )

Potencialidade da perpectiva formativa

dos alunos

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O uso dos laboratórios de informática oportuniza aos alunos o acesso as máquinas, a realização de descobertas e a construção do conhecimento, abrindo espaço para o trabalho coletivo entre educadores e educandos.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

O acesso dos alunos aos computadores com internet banda larga irá estimular o desenvolvimento das atividades no ambiente escolar, devido a quantidade de informações que podem ser apropriadas, transformadas ou até mesmo criada pelos alunos através do trabalho em grupo .

Limite da perspectiva formativa

dos alunos

   
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Expectativas do Professor
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A professora Nilza Gomes, do Laboratório de Novas Tecnologias (Lantec) da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), pesquisou nas escolas do estado a utilização dos equipamentos de informática.
Ela constatou que muitos diretores recebiam os computadores do Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo ) e deixavam nas caixas porque “não sabiam o que fazer com aquilo”. “Em primeiro lugar precisa haver a formação do professor. Só a tecnologia, os equipamentos e recursos não resolvem”.
Para ela, é preciso que os professores sejam apresentados às possibilidades que a internet oferece. “Quando a gente vai na escola e planeja com o professor um projeto de trabalho ele percebe que é possível se organizar e fazer atividades com seus alunos”.”


CIEGLINSKI. Amanda .Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em:

http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3138

Acesso 19 de abril de 2009.

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A professora Ana Cláudia Domingues, do Centro Educacional 1 do Guará, cidade-satélite de Brasília, espera por capacitação. A escola em que ela leciona deve receber em breve a banda larga.
“Nós precisamos também dominar a parte da informática, quando a gente conhece facilita o nosso planejamento. Como professores não podemos ser “analfabytes”, a gente precisa ter esse conhecimento para estreitar cada vez mais os laços entre a tecnologia e o nosso dia-a-dia na sala de aula”. “

CIEGLINSKI. Amanda .Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em:

http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3138

Acesso 19 de abril de 2009.

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Expectativas do Professor
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A professora Nilza Gomes, do Laboratório de Novas Tecnologias (Lantec) da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), pesquisou nas escolas do estado a utilização dos equipamentos de informática.
Ela constatou que muitos diretores recebiam os computadores do Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo ) e deixavam nas caixas porque “não sabiam o que fazer com aquilo”. “Em primeiro lugar precisa haver a formação do professor. Só a tecnologia, os equipamentos e recursos não resolvem”.
Para ela, é preciso que os professores sejam apresentados às possibilidades que a internet oferece. “Quando a gente vai na escola e planeja com o professor um projeto de trabalho ele percebe que é possível se organizar e fazer atividades com seus alunos”.”


CIEGLINSKI. Amanda .Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em:

http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3138

Acesso 19 de abril de 2009.

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

A professora Ana Cláudia Domingues, do Centro Educacional 1 do Guará, cidade-satélite de Brasília, espera por capacitação. A escola em que ela leciona deve receber em breve a banda larga.
“Nós precisamos também dominar a parte da informática, quando a gente conhece facilita o nosso planejamento. Como professores não podemos ser “analfabytes”, a gente precisa ter esse conhecimento para estreitar cada vez mais os laços entre a tecnologia e o nosso dia-a-dia na sala de aula”. “

CIEGLINSKI. Amanda .Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em:

http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3138. Acesso 19 de abril de 2009.

 

Explicações, interpretações

e representações dos professores

   
Expectativas do Pesquisador    

Explicações, interpretações

e representações do pesquisador

   

Revision 1317 Apr 2009 - TaniaTorres

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META TOPICPARENT name="AtiTania"
  ProInfo Banda Larga nas Escolas
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Conceito de Inclusão Digital
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Possibilita a inclusão digital dos alunos das escolas públicas, através da montagem de laboratórios de informática, onde serão realizadas atividades com auxílio de professores capacitados para desenvolverem nos seus educandos a possibilidade de compreensão e construção dos conhecimentos com o auxílio das TIC .


O programa configura-se além da simples oferta de laboratórios de informática, mas também, com a capacitação dos professores e agentes educacionais, diferencial deste programa em relação aos demais já instituídos. No entanto, o ProInfo, acredita fomentar a inclusão digital com a inserção das TIC para as atividades nas diferentes disciplinas, sem considerar a formação do indivíduo para sua inserção na nova sociedade que vêm se formando, denominada Sociedade da Informação. Esta Sociedade, tem seus alicerces, no conceito de inclusão digital voltado para formação de indivíduos capazes de utilizar as TIC para a construção de conhecimentos,

encarando os desafios da sociedade no seu cotidiano. Assim percebe-se que o ProInfo entende Inclusão Digital apenas com a oferta de equipamentos para o uso e manuseio sem tornar seus alunos capazes de produzir, transformar, criar uma consciência crítica e prover produtos dos seus conhecimentos para as suas relações cotidianas, dentro da sociedade que se faz entender a inclusão digital, assim como o conceito de Inclusão de Lemos:


\x{201c}Entendo inclusão como habilidade cognitiva para dominar, mudar,

desconstruir discursos e alterar as rotas dos produtos prêt-à-porter das

fábricas de ilusões."

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LEMOS, André. Dogmas da Inclusão Digital. Disponível http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/inclusao.pdf .Capturado em 14 de abril de 2009)

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Oferta de banda larga gratuita, pelas teles, para as escolas públicas se conectarem a rede. Neste programa não existe nenhuma claúsula sobre a capacitação de professores ou apoio as escolas beneficiadas. O programa se restringe a oferta de banda larga cabendo a escola encontrar a melhor maneira para utilizar este serviço.

O Programa entende o conceito de inclusão digital apenas com a oferta do serviço de banda larga para as escolas. No entanto, sabemos que a Inclusão Digital não se faz apenas com a conexão as redes, principalmente no ambiente escolar, um espaço para formação de indivíduos que antes de receber qualquer tipo de equipamento para apoio ás aulas deve antes de tudo capacitar os educadores e outros agentes educacioanais, para orientar os usuários em busca do efetivo domínio desses. O que não deve ser diferente com a introdução das redes de conexão em banda larga.


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Conceito de Inclusão Digital
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Possibilita a inclusão digital dos alunos das escolas públicas, através da montagem de laboratórios de informática, onde serão realizadas atividades com auxílio de professores capacitados para desenvolverem nos seus educandos a possibilidade de compreensão e construção dos conhecimentos com o auxílio das TIC .


O programa configura-se além da simples oferta de laboratórios de informática, mas também, com a capacitação dos professores e agentes educacionais, diferencial deste programa em relação aos demais já instituídos. No entanto, o ProInfo, acredita fomentar a inclusão digital com a inserção das TIC para as atividades nas diferentes disciplinas, sem considerar a formação do indivíduo para sua inserção na nova sociedade que vêm se formando, denominada Sociedade da Informação. Esta Sociedade, tem seus alicerces, no conceito de inclusão digital voltado para formação de indivíduos capazes de utilizar as TIC para a construção de conhecimentos,

encarando os desafios da sociedade no seu cotidiano. Assim percebe-se que o ProInfo entende Inclusão Digital apenas com a oferta de equipamentos para o uso e manuseio sem tornar seus alunos capazes de produzir, transformar, criar uma consciência crítica e prover produtos dos seus conhecimentos para as suas relações cotidianas, dentro da sociedade que se faz entender a inclusão digital, assim como o conceito de Inclusão de Lemos:


\x{201c}Entendo inclusão como habilidade cognitiva para dominar, mudar,

desconstruir discursos e alterar as rotas dos produtos prêt-à-porter das

fábricas de ilusões."

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LEMOS, André. Dogmas da Inclusão Digital. Disponível http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/inclusao.pdf .Capturado em 14 de abril de 2009)

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Oferta de banda larga gratuita, pelas teles, para as escolas públicas se conectarem a rede. Neste programa não existe nenhuma claúsula sobre a capacitação de professores ou apoio as escolas beneficiadas. O programa se restringe a oferta de banda larga cabendo a escola encontrar a melhor maneira para utilizar este serviço.

O Programa entende o conceito de inclusão digital apenas com a oferta do serviço de banda larga para as escolas. No entanto, sabemos que a Inclusão Digital não se faz apenas com a conexão as redes, principalmente no ambiente escolar, um espaço para formação de indivíduos que antes de receber qualquer tipo de equipamento para apoio ás aulas deve antes de tudo capacitar os educadores e outros agentes educacioanais, para orientar os usuários em busca do efetivo domínio desses. O que não deve ser diferente com a introdução das redes de conexão em banda larga.


 
Interesses Políticos    
Interesses Econômicos
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O programa demonstra preocupação com a necessidade que vêm surgindo ao longo dos anos de mão de obra cada vez mais qualificada, fazendo crescer a importância da capacitação dos recursos humanos para acompanhar os novos padrões de produtividade e competitividade exigido pelo mercado de trabalho em função dos avanços tecnológico.


No decorrer destes 10 anos de implantação do programa, este teve drasticas oscilações na liberação das verbas, fato que implica na demora para aquisição das máquinas, atrasando cada vez mais a execução do mesmo.

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SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.

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Com o acordo entre governo e as teles, estas ficam responsáveis em levar o serviço de banda larga para as escolas e seus backbones até a porta de milhares de cidadãos, com isso ganham o direito de explorar, sozinha, a rede, podendo usar para vender seus serviços de banda larga evitando a concorrência com as pequenas empresas.

A oferta de banda larga, também, aumenta o desenvolvimento do mercado de aparelhagem tecnológica, serviços e acesso a internet além do aumento de empregos direto e indireto.


GINDRE, Gustavo. observatório da comunicação. Disponível em http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3090. Capturado em 14 de Abril de 2009.

Interesses Sociais
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Cabe ao governo ,segundo o livro verde, ser “o maior comprador/contratador de bens e serviços em tecnologias de informação e comunicação em um país ”. Com a implantação do ProInfo o governo demonstra suas ações afirmativas afim de possibilitar a sociedade, o acesso as TIC, imprescindível nos dias atuais. O acesso da população as novas tecnologias permite ao governo estar mais próximo do cidadão, seja na informatização dos serviços prestados a sociedade ou durante o cumprimento de suas metas de universalização das TIC dentro do pais utilizando-se do ambiente escolar como ponto estratégico para disseminação destas.

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TAKAHASHI, Tadeu. Sociedade da Informação no Brasil: Livro Verde (Org.) 2000. Ministério da Ciência e Tecnologia. Brasília. Disponível em http://www.fsp.usp.br/acessibilidade/LivroVerdeSOCINFO-240701.pdf. Capturado em 14 de abril de 2009.

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Com o programa, o governo dar continuidade as suas obrigações com a sociedade da informação na inclusão desta no mundo digital, com o auxílio das redes de banda larga, além de acelerar o desenvolvimento da internet no Brasil.

O serviço de banda larga, disponibilizado para grande parte da população, e não apenas para uma minoria de privilégiado, como acontece, permitirá acesso ao imensurável mundo da internet onde pode-se utilizar desta como uma gigantesca biblioteca onde são encontradas uma infinita variedade de asuntos, troca de conhecimentos com outras pessoas que podem estar do outro lado do mundo, aprendizagem cooperativa, capacidade de comunicação e informações inclusive em tempo real.

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Interesses Educacionais
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Promover o uso pedagógico, das TIC nas redes públicas de educação básica, como recurso favorável ao processo ensino-aprendizagem. O Programa visa estimular o uso das Tecnologias de informação e comunicação, dentro do espaço escolar, como instrumento de apoio as diversas disciplinas, trabalhando os conteúdos de forma dinâmica afim de enriquecer as aulas, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem além de oportunizar a igualdade de acesso aos instrumentos tecnológicos.


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Conectar todas as escolas públicas da zona urbana e rural à Internet banda larga, abrindo portas para que as redes de internet penetrem no espaço escolar, com o acesso a materiais de apoio pedagógico online, oferta (pelo MEC) de portais educacionais e novos conteúdos para criação de redes entre alunos e professores na internet. No entanto o programa não está direcionado a formação dos professores para o uso desses conteúdos digitais, o que pode se tornar apenas objeto de fetiche, deixando as aulas apenas divertidas ou “bonitinhas”, sem mudar a forma verticalizada na qual os conteúdos são trabalhados, onde os professores oferecem informações e os alunos as absorvem, sem questionar, produzir ou transformar o conhecimento que lhes são apresentados.


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Interesses Educacionais
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Promover o uso pedagógico, das TIC nas redes públicas de educação básica, como recurso favorável ao processo ensino-aprendizagem. O Programa visa estimular o uso das Tecnologias de informação e comunicação, dentro do espaço escolar, como instrumento de apoio as diversas disciplinas, trabalhando os conteúdos de forma dinâmica afim de enriquecer as aulas, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem além de oportunizar a igualdade de acesso aos instrumentos tecnológicos.


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Conectar todas as escolas públicas da zona urbana e rural à Internet banda larga, abrindo portas para que as redes de internet penetrem no espaço escolar, com o acesso a materiais de apoio pedagógico online, oferta (pelo MEC) de portais educacionais e novos conteúdos para criação de redes entre alunos e professores na internet. No entanto o programa não está direcionado a formação dos professores para o uso desses conteúdos digitais, o que pode se tornar apenas objeto de fetiche, deixando as aulas apenas divertidas ou “bonitinhas”, sem mudar a forma verticalizada na qual os conteúdos são trabalhados, onde os professores oferecem informações e os alunos absorvem, sem questionar, produzir ou transformar o conhecimento que lhes são apresentados.


 
Estratégias Políticos
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Expedir normas, diretrizes e critérios para execução do programa além de viabilizar o acesso das tecnologias no ambiente escolar, fornecendo equipamentos tecnológicos, mediante a disponibilidade das escolas para receber o aparato assim como os espaços para abrigar os NTE.

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Realizar cobranças no sentido de execução da expansão do backhaul pelas teles, que tem um cronograma a seguir tendo que prestar contas, de uma parte, dos seus serviços para o governo até 25 de abril de 2009. Cobrança de multa pelo governo, caso tenha desistência das operadoras, para a prestação dos serviços .

FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

Estratégias Econômicos
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O ProInfo, recebe financiamento do FNDE para a capacitação de recursos humanos e aquisição de

equipamentos. O programa deveria receber financiamento do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), que arrecada por ano cerca de R$ 800 milhões, e 18% destes deveriam ser destinados à educação; no entanto, estão retidos nos cofres dos tesouro nacional devido a falta de objetividade e de definições de metas para o uso da verba.

Em 2007 a Secretaria de Educação a Distância/MEC, no contexto do Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE, desenvolveu a reformulação do Programa Nacional de Informática na Educação. Essa reformulação não alterou em nada as diretrizes do programa, no entanto foram investidos cerca de R$ 650 milhões na informatização das 130 mil escolas de educação básica

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O governo teve que convencer as teles sobre os benefícios do acordo para a sociedade e principalmente para as empresas, que não iriam ter um número maior de investimentos financeiros quanto ao custo de instalação dos backhauls ao invés dos PSTt (Postos de serviços telefônico), ou seja seria gasto o mesmo montante.
Com a passagem dos backbones na porta de milhares de cidadãos, as teles ganharam o direito de explorar sozinhas, a rede, podendo usá-las para vender seus serviços de banda larga, e evitar a concorrência com as pequenas empresas, o que demonstra que o acordo não foi feito apenas por ser mais vantajoso para a sociedade.

Estratégias Sociais
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Utilizar as novas tecnologia de comunicação e informação, dentro do ambiente escolar, para formar o cidadão que deverá colaborar na criação de um novo modelo de sociedade, que se beneficia dos recursos tecnológicos para fomentar mudanças.

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Disponibilizar serviços de internet banda larga afim de promover a inserção da sociedade nos ambientes em rede.

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Estratégias Educacionais
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Implantar ambientes tecnológicos equipados com computadores e recursos digitais nas escolas públicas de educação básica;

Capacitar os professores, gestores e outros agentes educacionais para a utilização pedagógica das tecnologias nas escolas e inclusão digital;

Ofertar conteúdos educacionais multimídia e digitais.

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Instalar conexão de 1 Mbps em cada uma das 56 mil escolas públicas urbanas brasileiras, sem custos para os governos (federal, estaduais e municipais) pelo menos até 2025 (quando vencem os atuais contratos de concessão).

Oferta de conteúdos educacionais multimídia e digitais pelo MEC.

Diretrizes
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O ProInfo vem sendo implantado em regime de colaboração entre o MEC e os governos estaduais

representados por suas respectivas Secretarias de Educação - SEE. Suas principais diretrizes são:


Subordinar a introdução da informática nas escolas ;

Adaptar a instalação de recursos informatizados à capacidade das escolas para utilizá-los (demonstrada

através da comprovação da existência de infra-estrutura física que atenda as exigências das máquinas que será fornecida);

Promover o desenvolvimento de infra-estrutura de suporte técnico de informática no sistema de ensino público;

Estimular a interligação de computadores nas escolas públicas, para possibilitar a formação de uma ampla

rede de comunicações vinculada à educação;

Fomentar a mudança de cultura no sistema público de ensino de 1º e 2º graus, de forma a torná-lo apto a

preparar cidadãos capazes de interagir numa sociedade cada vez mais tecnologicamente desenvolvida;

Incentivar a articulação entre os atores envolvidos no processo de informatização da educação brasileira;

Institucionalizar um adequado sistema de acompanhamento e avaliação do Programa em todos os seus níveis e instâncias.


(SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.)

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O programa funciona através da conexão de internet em banda larga nas escolas públicas da zona urbana e rural. As operadoras levarão gratuitamente banda larga às escolas até 2025, atualizando a velocidade periodicamente. Existe uma divisão de espaço entre as operadoras para atender a demanda, ou seja cada operadora de telefonia é responsável por uma quantidade de Estados. A operadora responsável pelo Estado, deverá instalar a banda larga no laboratório de informática da escola, caso a escola não possua laboratório de informática a banda larga deverá ser instalada na sala de matricula, ou em outra sala que tiver computador. A banda larga não poderá ser instalada em uma linha já existente, ela deverá ser instalada em uma nova linha telefônica específica para este serviço. A empresa fornecerá o primeiro modem, ficando a reposição deste equipamento, em caso de perda ou roubo, a cargo da unidade escolar assim como a distribuição da conexão banda larga para outras áreas da unidade escolar.

O MEC oferece cursos a distância e capacitação, além de conteúdos digitais adequados ao trabalho dos professores.

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Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

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O programa está organizado através de uma parceria estabelecida entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios e uma estrutura operacional descentralizada. A SEED, por meio de sua Coordenação de Capacitação, relaciona-se diretamente com as Coordenações Estaduais, formadas por representantes da Secretaria Estadual de Educação e das Secretarias Municipais de Educação (elegido pela UNDIME), que, por sua vez, relacionam-se com os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) estaduais e municipais e Coordenações Municipais.

Cabe à Coordenação Estadual:

Coordenar as ações do ProInfo nos estados, conforme diretrizes de implementação do Programa, em articulação com a SEED;

Articular os parceiros locais para a implementação do Programa;

Definir, em conjunto com a SEED/MEC, os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) e outras agências de formação;

Auxiliar no planejamento e dar suporte operacional na organização das capacitações dos formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação;

Acompanhar e monitorar a atuação dos NTEs e outras agências de formação, formadores e demais agentes envolvidos na implementação do Programa;

Promover encontros entre os formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação sempre que necessário para a definição de estratégias locais de implementação do Programa;

Manter atualizados os dados gerenciais do Programa de Capacitação do ProInfo no sistema informatizado.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Parceria firmada entre órgãos do governo federal, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e operadoras de telefonia.

Cabe a cada operadora de telefonia a responsabilidade pela instalação do banda larga em determinados Estados. As operadoras instalarão os primeiros modems e o Ministério ficará responsável pela reposição.

A velocidade da conexão será de 1 Mbps para todas as escolas até 31 de dezembro de 2010 quando passará a ofertar conexão de 2 Mbps. A partir de 2010 no caso de

haver oferta comercial de velocidades maiores nas localidades atendidas pelas operadoras, as escolas também terão upgrade com base na maior velocidade disponível

Perspectivas formativas

dos professores

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O processo de capacitação de recursos humanos para o Programa, é desenvolvido da seguinte forma:

Seleção e capacitação de professores oriundos de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, destinados a ministrar a formação dos professores multiplicadores.

O professor-multiplicador deve ser oriundo da rede pública de ensino de 1º e 2º grau e

de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, ele será um especialista em capacitação de professores (de escolas) para o uso da telemática em sala de aula. A capacitação é feita de professor para professor, ou seja professor capacitando professor.

Os multiplicadores capacitam os professores das escolas, nos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE), que apóiam o processo de informatização das escolas, auxiliando tanto no processo de planejamento e incorporação das novas tecnologias, quanto no suporte técnico e capacitação dos professores e equipes administrativas das escolas. Também são feitas seleção e formação para técnicos de suporte em informática e telecomunicações e professores da rede pública de ensino de 1º e 2º grau profissional em informática e educação, estes atuarão nas escolas, com os equipamentos e software fornecidos pelo MEC. No entanto,

notamos a ausência de continuidade nos cursos, que acontecem com uma carga horaria mínima, o que atrapalha a capacitação, pois as atividades ficam desarticuladas. Os núcleos são entendidos mais como espaço com computadores disponíveis do que como um espaço relevante na formação docente. As atribuições dos NTE estão apenas nas suas diretrizes, na prática o que acontece é totalmente diferente, os objetivos propostos acontecem de forma vaga, sem fundamentação teórica, com uma formação capenga, apoiada em cursos que pouco contribuem para formação dos educadores.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Criação de portais com conteúdos online para auxiliar os professores na oferta de conteúdos curriculares com recursos multimídia. Entre eles estão o Portal do professor e o Banco Internacional de Objetos Educacionais, destinados a auxiliar os professores, em uma parceria do Ministério da Educação e o Ministério da Ciência e Tecnologia.

A formação atribuída aos professores se dá pela disponibilização dos recursos onlines sem capacitação presencial.


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Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

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O programa está organizado através de uma parceria estabelecida entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios e uma estrutura operacional descentralizada. A SEED, por meio de sua Coordenação de Capacitação, relaciona-se diretamente com as Coordenações Estaduais, formadas por representantes da Secretaria Estadual de Educação e das Secretarias Municipais de Educação (elegido pela UNDIME), que, por sua vez, relacionam-se com os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) estaduais e municipais e Coordenações Municipais.

Cabe à Coordenação Estadual:

Coordenar as ações do ProInfo nos estados, conforme diretrizes de implementação do Programa, em articulação com a SEED;

Articular os parceiros locais para a implementação do Programa;

Definir, em conjunto com a SEED/MEC, os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) e outras agências de formação;

Auxiliar no planejamento e dar suporte operacional na organização das capacitações dos formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação;

Acompanhar e monitorar a atuação dos NTEs e outras agências de formação, formadores e demais agentes envolvidos na implementação do Programa;

Promover encontros entre os formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação sempre que necessário para a definição de estratégias locais de implementação do Programa;

Manter atualizados os dados gerenciais do Programa de Capacitação do ProInfo no sistema informatizado.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Parceria firmada entre órgãos do governo federal, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e operadoras de telefonia.

Cabe a cada operadora de telefonia a responsabilidade pela instalação do banda larga em determinados Estados. As operadoras instalarão os primeiros modems e o Ministério ficará responsável pela reposição.

A velocidade da conexão será de 1 Mbps para todas as escolas até 31 de dezembro de 2010 quando passará a ofertar conexão de 2 Mbps. A partir de 2010 no caso de

haver oferta comercial de velocidades maiores nas localidades atendidas pelas operadoras, as escolas também terão upgrade com base na maior velocidade disponível.

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GOVERNO DA BAHIA. Secretaria de Educação. Cartilha informativa. Disponível em http//www.sec.ba.gov.br. Acesso em 08 de janeiro de 2009.

FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

Perspectivas formativas

dos professores

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O processo de capacitação de recursos humanos para o Programa, é desenvolvido da seguinte forma:

Seleção e capacitação de professores oriundos de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, destinados a ministrar a formação dos professores multiplicadores.

O professor-multiplicador deve ser oriundo da rede pública de ensino de 1º e 2º grau e

de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, ele será um especialista em capacitação de professores (de escolas) para o uso da telemática em sala de aula. A capacitação é feita de professor para professor, ou seja professor capacitando professor.

Os multiplicadores capacitam os professores das escolas, nos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE), que apóiam o processo de informatização das escolas, auxiliando tanto no processo de planejamento e incorporação das novas tecnologias, quanto no suporte técnico e capacitação dos professores e equipes administrativas das escolas. Também são feitas seleção e formação para técnicos de suporte em informática e telecomunicações e professores da rede pública de ensino de 1º e 2º grau profissional em informática e educação, estes atuarão nas escolas, com os equipamentos e software fornecidos pelo MEC. No entanto,

notamos a ausência de continuidade nos cursos, que acontecem com uma carga horaria mínima, o que atrapalha a capacitação, pois as atividades ficam desarticuladas. Os núcleos são entendidos mais como espaço com computadores disponíveis do que como um espaço relevante na formação docente. As atribuições dos NTE estão apenas nas suas diretrizes, na prática o que acontece é totalmente diferente, os objetivos propostos acontecem de forma vaga, sem fundamentação teórica, com uma formação capenga, apoiada em cursos que pouco contribuem para formação dos educadores.

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Criação de portais com conteúdos online para auxiliar os professores na oferta de conteúdos curriculares com recursos multimídia. Entre eles estão o Portal do professor e o Banco Internacional de Objetos Educacionais, destinados a auxiliar os professores, em uma parceria do Ministério da Educação e o Ministério da Ciência e Tecnologia.

A formação atribuída aos professores se dá pela disponibilização dos recursos onlines sem capacitação presencial.

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MEC lança portal para facilitar inclusão digital do professor. Disponível em: http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3593. Acesso em 19 de Abril de 2009.


 

Perspectivas formativas

dos alunos

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Acesso aos computadores, nos laboratórios de informática da escola, exercitando as atividades das devidas disciplinas com auxílio de softwares, esses por sua vez, devem estar de acordo com a proposta de trabalho dos professores, caso contrário, não haverá contribuição alguma no diálogo com os conteúdos apenas uma mundança na roupagem das aulas.

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A internet disponível nas escolas oferece um leque de oportunidades e entreterimento aos alunos como a descoberta de novas culturas, comunicação instantanea, acessso a diferentes recursos educativos e culturais, jogos educativos e lúdico, oferta de conteúdos multimídia entre outros que irão contribuir para a formação destes indivíduos.

Potencialidade da perpectiva formativa

dos professores

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A capacitação dos professores para os objetivos propostos pelo ProInfo e strutura um sistema de formação continuada de professores no uso das novas tecnologias da informação, visando o máximo de qualidade e eficiência. Desenvolvem modelos de capacitação que privilegiem a aprendizagem cooperativa e autônoma, possibilitando aos professores de diferentes regiões geográficas do país oportunidades de intercomunicação e interação com especialistas, o que gera uma nova cultura de educação a distância. Segundo o programa, existe uma preparo dos professores para saberem utilizar as novas tecnologias da informação de forma autônoma e independente, possibilitando a incorporação das novas tecnologias à experiência profissional de cada um, visando a transformação das práticas pedagógica. No entanto nada disso acontece. Não há uma formação continuada dos professores, que pasam por pequenos cursos de formação sem um elo com os cursos seguintes fragmentando as dinâmicas e os interesses por parte dos educadores.

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A internet oferece aos professores uma infinidade de oportunidades tanto na área profissional, como uma ferramenta indispensável na construção e transmissão dos conhecimentos para seus educandos, tanto na sua formação pessoal com a navegação no espaço virtual utulizando deste para tecer novas redes de comunicação e informação, construindo uma teia de relações sociais através do diálogo, e da interatividade.

Limite da perpectiva formativa

dos professores

 
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O programa não se refere a um acompanhamento, por parte de profissionais de apoio, aos professores, quanto ao uso da internet para atividades na escola ou mesmo para sua formação pessoal, tendo em vista que um espaço com tantos recursos não deve se limitar apenas a oferta de materiais pedagógicos em portais destinados aos professores. Esta ausência de capacitação pode acarretar na mera digitalização dos conteúdos que serão consumidos pelos professores e alunos de forma passiva, sem questionar, transformar ou produzir os conteúdos de seus interesses.

Conforme traz a revista AREDE com a fala do professor Nelson Pretto:

O grande desafio, contudo, para muitos especialistas, é ir além da mera transposição dos conteúdos estáticos para o formato digital, ou seja, da passagem automática do livro didático para a tela do monitor. A novidade relevante trazida pelas tecnologias da informação e comunicação (TIC), na opinião do professor Nelson Pretto, da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, é finalmente a possibilidade de romper o modelo broadcast no ensino, que estabelece a produção de conteúdo centralizada, feita e distribuída de cima para baixo. “Não funcionou, não funciona e não funcionará para a educação.”

Sem uma capacitação para os professores, a idéia dos portais educativos pode transforma-se apenas em mais uma distribuidora de conteúdos, mas desta vez online, que não leva docentes e educandos a refletirem sobre suas atitudes e idéias em prol da construção de um senso crítico autônomo.


(COUTO, Veronica. Matéria da revista A Rede. Banda larga na escola: para quê? Disponível em www.arede.inf.br. Acesso em 03 de Outubro de 2008 )

Potencialidade da perpectiva formativa

dos alunos

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O uso dos laboratórios de informática oportuniza aos alunos o acesso as máquinas, a realização de descobertas e a construção do conhecimento, abrindo espaço para o trabalho coletivo entre educadores e educandos.

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O acesso dos alunos aos computadores com internet banda larga irá estimular o desenvolvimento das atividades no ambiente escolar, devido a quantidade de informações que podem ser apropriadas, transformadas ou até mesmo criada pelos alunos através do trabalho em grupo .

Limite da perspectiva formativa

dos alunos

   
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Expectativas do Professor    
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Expectativas do Professor
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A professora Nilza Gomes, do Laboratório de Novas Tecnologias (Lantec) da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), pesquisou nas escolas do estado a utilização dos equipamentos de informática.
Ela constatou que muitos diretores recebiam os computadores do Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo ) e deixavam nas caixas porque “não sabiam o que fazer com aquilo”. “Em primeiro lugar precisa haver a formação do professor. Só a tecnologia, os equipamentos e recursos não resolvem”.
Para ela, é preciso que os professores sejam apresentados às possibilidades que a internet oferece. “Quando a gente vai na escola e planeja com o professor um projeto de trabalho ele percebe que é possível se organizar e fazer atividades com seus alunos”.”


CIEGLINSKI. Amanda .Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em:

http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3138

Acesso 19 de abril de 2009.

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A professora Ana Cláudia Domingues, do Centro Educacional 1 do Guará, cidade-satélite de Brasília, espera por capacitação. A escola em que ela leciona deve receber em breve a banda larga.
“Nós precisamos também dominar a parte da informática, quando a gente conhece facilita o nosso planejamento. Como professores não podemos ser “analfabytes”, a gente precisa ter esse conhecimento para estreitar cada vez mais os laços entre a tecnologia e o nosso dia-a-dia na sala de aula”. “

CIEGLINSKI. Amanda .Educadores defendem capacitação de professor para uso da internet na escola. Disponível em:

http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3138

Acesso 19 de abril de 2009.

 

Explicações, interpretações

e representações dos professores

   
Expectativas do Pesquisador    

Explicações, interpretações

e representações do pesquisador

   

Revision 1216 Apr 2009 - TaniaTorres

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META TOPICPARENT name="AtiTania"
  ProInfo Banda Larga nas Escolas
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Conceito de Inclusão Digital
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Possibilita a inclusão digital dos alunos das escolas públicas, através da montagem de laboratórios de informática, onde serão realizadas atividades com auxílio de professores capacitados para desenvolverem nos seus educandos a possibilidade de compreensão e construção dos conhecimentos com o auxílio das TIC .


O programa configura-se além da simples oferta de laboratórios de informática, mas também, com a capacitação dos professores e agentes educacionais, diferencial deste programa em relação aos demais já instituídos. No entanto, o ProInfo, acredita fomentar a inclusão digital com a inserção das TIC para as atividades nas diferentes disciplinas, sem considerar a formação do indivíduo para sua inserção na nova sociedade que vêm se formando, denominada Sociedade da Informação. Esta Sociedade, tem seus alicerces, no conceito de inclusão digital voltado para formação de indivíduos capazes de utilizar as TIC para a construção de conhecimentos,

encarando os desafios da sociedade no seu cotidiano. Assim percebe-se que o ProInfo entende Inclusão Digital apenas com a oferta de equipamentos para o uso e manuseio sem tornar seus alunos capazes de produzir, transformar, criar uma consciência crítica e prover produtos dos seus conhecimentos para as suas relações cotidianas, dentro da sociedade que se faz entender a inclusão digital, assim como o conceito de Inclusão de Lemos:


\x{201c}Entendo inclusão como habilidade cognitiva para dominar, mudar,

desconstruir discursos e alterar as rotas dos produtos prêt-à-porter das

fábricas de ilusões."

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LEMOS, André. Dogmas da Inclusão Digital. Disponível http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/inclusao.pdf .Capturado em 14 de abril de 2009)

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Oferta de banda larga gratuita, pelas teles, para as escolas públicas se conectarem a rede. Neste programa não existe nenhuma claúsula sobre a capacitação de professores ou apoio as escolas beneficiadas. O programa se restringe a oferta de banda larga cabendo a escola encontrar a melhor maneira para utilizar este serviço.

O Programa entende o conceito de inclusão digital apenas com a oferta do serviço de banda larga para as escolas. No entanto, sabemos que a Inclusão Digital não se faz apenas com a conexão as redes, principalmente no ambiente escolar, um espaço para formação de indivíduos que antes de receber qualquer tipo de equipamento para apoio ás aulas deve antes de tudo capacitar os educadores e outros agentes educacioanais, para orientar os usuários em busca do efetivo domínio desses. O que não deve ser diferente com a introdução das redes de conexão em banda larga.

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Conceito de Inclusão Digital
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Possibilita a inclusão digital dos alunos das escolas públicas, através da montagem de laboratórios de informática, onde serão realizadas atividades com auxílio de professores capacitados para desenvolverem nos seus educandos a possibilidade de compreensão e construção dos conhecimentos com o auxílio das TIC .


O programa configura-se além da simples oferta de laboratórios de informática, mas também, com a capacitação dos professores e agentes educacionais, diferencial deste programa em relação aos demais já instituídos. No entanto, o ProInfo, acredita fomentar a inclusão digital com a inserção das TIC para as atividades nas diferentes disciplinas, sem considerar a formação do indivíduo para sua inserção na nova sociedade que vêm se formando, denominada Sociedade da Informação. Esta Sociedade, tem seus alicerces, no conceito de inclusão digital voltado para formação de indivíduos capazes de utilizar as TIC para a construção de conhecimentos,

encarando os desafios da sociedade no seu cotidiano. Assim percebe-se que o ProInfo entende Inclusão Digital apenas com a oferta de equipamentos para o uso e manuseio sem tornar seus alunos capazes de produzir, transformar, criar uma consciência crítica e prover produtos dos seus conhecimentos para as suas relações cotidianas, dentro da sociedade que se faz entender a inclusão digital, assim como o conceito de Inclusão de Lemos:


\x{201c}Entendo inclusão como habilidade cognitiva para dominar, mudar,

desconstruir discursos e alterar as rotas dos produtos prêt-à-porter das

fábricas de ilusões."

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LEMOS, André. Dogmas da Inclusão Digital. Disponível http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/inclusao.pdf .Capturado em 14 de abril de 2009)

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Oferta de banda larga gratuita, pelas teles, para as escolas públicas se conectarem a rede. Neste programa não existe nenhuma claúsula sobre a capacitação de professores ou apoio as escolas beneficiadas. O programa se restringe a oferta de banda larga cabendo a escola encontrar a melhor maneira para utilizar este serviço.

O Programa entende o conceito de inclusão digital apenas com a oferta do serviço de banda larga para as escolas. No entanto, sabemos que a Inclusão Digital não se faz apenas com a conexão as redes, principalmente no ambiente escolar, um espaço para formação de indivíduos que antes de receber qualquer tipo de equipamento para apoio ás aulas deve antes de tudo capacitar os educadores e outros agentes educacioanais, para orientar os usuários em busca do efetivo domínio desses. O que não deve ser diferente com a introdução das redes de conexão em banda larga.


 
Interesses Políticos    
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Interesses Econômicos
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O programa demonstra preocupação com a necessidade que vêm surgindo ao longo dos anos de mão de obra cada vez mais qualificada, fazendo crescer a importância da capacitação dos recursos humanos para acompanhar os novos padrões de produtividade e competitividade exigido pelo mercado de trabalho em função dos avanços tecnológico.


No decorrer destes 10 anos de implantação do programa, este teve drasticas oscilações na liberação das verbas, fato que implica na demora para aquisição das máquinas, atrasando cada vez mais a execução do mesmo.

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. Diretrizes do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Com o acordo entre governo e as teles, estas ficam responsáveis em levar o serviço de banda larga para as escolas e seus backbones até a porta de milhares de cidadãos, com isso ganham o direito de explorar, sozinha, a rede, podendo usar para vender seus serviços de banda larga evitando a concorrência com as pequenas empresas.

A oferta de banda larga, também, aumenta o desenvolvimento do mercado de aparelhagem tecnológica, serviços e acesso a internet além do aumento de empregos direto e indireto.

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GINDRE, Gustavo. observatório da comunicação. Disponível em http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3090. Capturado em 14 de Abril de 2009.

Interesses Sociais
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Cabe ao governo ,segundo o livro verde, ser “o maior comprador/contratador de bens e serviços em tecnologias de informação e comunicação em um país ”. Com a implantação do ProInfo o governo demonstra suas ações afirmativas afim de possibilitar a sociedade, o acesso as TIC, imprescindível nos dias atuais. O acesso da população as novas tecnologias permite ao governo estar mais próximo do cidadão, seja na informatização dos serviços prestados a sociedade ou durante o cumprimento de suas metas de universalização das TIC dentro do pais utilizando-se do ambiente escolar como ponto estratégico para disseminação destas.

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

TAKAHASHI, Tadeu. Sociedade da Informação no Brasil: Livro Verde (Org.) 2000. Ministério da Ciência e Tecnologia. Brasília. Disponível em http://www.fsp.usp.br/acessibilidade/LivroVerdeSOCINFO-240701.pdf. Capturado em 14 de abril de 2009.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Com o programa, o governo dar continuidade as suas obrigações com a sociedade da informação na inclusão desta no mundo digital, com o auxílio das redes de banda larga, além de acelerar o desenvolvimento da internet no Brasil. O serviço de banda larga, disponibilizado para grande parte da população, e não apenas para uma minoria de privilégiado, como acontece, permitirá acesso ao imensurável mundo da internet onde pode-se utilizar desta como uma gigantesca biblioteca onde são encontradas uma infinita variedade de asuntos, troca de conhecimentos com outras pessoas que podem estar do outro lado do mundo, aprendizagem cooperativa, capacidade de comunicação e informações inclusive em tempo real.

Interesses Educacionais
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Promover o uso pedagógico, das TIC nas redes públicas de educação básica, como recurso favorável ao processo ensino-aprendizagem. O Programa visa estimular o uso das Tecnologias de informação e comunicação, dentro do espaço escolar, como instrumento de apoio as diversas disciplinas, trabalhando os conteúdos de forma dinâmica afim de enriquecer as aulas, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem além de oportunizar a igualdade de acesso aos instrumentos tecnológicos.


<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Conectar todas as escolas públicas da zona urbana e rural à Internet banda larga, abrindo portas para que as redes de internet penetrem no espaço escolar, com o acesso a materiais de apoio pedagógico online, oferta (pelo MEC) de portais educacionais e novos conteúdos para criação de redes entre alunos e professores na internet. No entanto o programa não está direcionado a formação dos professores para o uso desses conteúdos digitais, o que pode se tornar apenas objeto de fetiche, deixando as aulas apenas divertidas ou “bonitinhas”, sem mudar a forma verticalizada na qual os conteúdos são trabalhados, onde os professores oferecem informações e os alunos absorvem, sem questionar, produzir ou transformar o conhecimento que lhes são apresentados.

Estratégias Políticos
<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Expedir normas, diretrizes e critérios para execução do programa além de viabilizar o acesso das tecnologias no ambiente escolar, fornecendo equipamentos tecnológicos, mediante a disponibilidade das escolas para receber o aparato assim como os espaços para abrigar os NTE.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Realizar cobranças no sentido de execução da expansão do backhaul pelas teles, que tem um cronograma a seguir tendo que prestar contas, de uma parte, dos seus serviços para o governo até 25 de abril de 2009.
Cobrança de multa pelo governo, caso tenha desistência das operadoras, para a prestação dos serviços .

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->
FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

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Estratégias Econômicos
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

O ProInfo, recebe financiamento do FNDE para a capacitação de recursos humanos e aquisição de

equipamentos. O programa deveria receber financiamento do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), que arrecada por ano cerca de R$ 800 milhões, e 18% destes deveriam ser destinados à educação; no entanto, estão retidos nos cofres dos tesouro nacional devido a falta de objetividade e de definições de metas para o uso da verba.

Em 2007 a Secretaria de Educação a Distância/MEC, no contexto do Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE, desenvolveu a reformulação do Programa Nacional de Informática na Educação. Essa reformulação não alterou em nada as diretrizes do programa, no entanto foram investidos cerca de R$ 650 milhões na informatização das 130 mil escolas de educação básica.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

O governo teve que convencer as teles sobre os benefícios do acordo para a sociedade e principalmente para as empresas, que não iriam ter um número maior de investimentos financeiros quanto ao custo de instalação dos backhauls ao invés dos PSTt (Postos de serviços telefônico), ou seja seria gasto o mesmo montante.
Com a passagem dos backbones na porta de milhares de cidadãos, as teles ganharam o direito de explorar sozinhas, a rede, podendo usá-las para vender seus serviços de banda larga, e evitar a concorrência com as pequenas empresas, o que demonstra que o acordo não foi feito apenas por ser mais vantajoso para a sociedade.

GINDRE,Gustavo. Notícia do Observatório da Comunicação. Teles acabam de ganhar monopólio da Banda Larga no país. Disponível em www.ocomprimido.tdvproducoes.com. Capturado em 07 de janeiro de 2009.

Estratégias Sociais
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Utilizar as novas tecnologia de comunicação e informação, dentro do ambiente escolar, para formar o cidadão que deverá colaborar na criação de um novo modelo de sociedade, que se beneficia dos recursos tecnológicos para fomentar mudanças.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Disponibilizar serviços de internet banda larga afim de promover a inserção da sociedade nos ambientes em rede.

Estratégias Educacionais
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Implantar ambientes tecnológicos equipados com computadores e recursos digitais nas escolas públicas de educação básica;

Capacitar os professores, gestores e outros agentes educacionais para a utilização pedagógica das tecnologias nas escolas e inclusão digital;

Ofertar conteúdos educacionais multimídia e digitais.

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } TD P { margin-bottom: 0cm } -->

Instalar conexão de 1 Mbps em cada uma das 56 mil escolas públicas urbanas brasileiras, sem custos para os governos (federal, estaduais e municipais) pelo menos até 2025 (quando vencem os atuais contratos de concessão).



Oferta de conteúdos educacionais multimídia e digitais pelo MEC.

Diretrizes
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O ProInfo vem sendo implantado em regime de colaboração entre o MEC e os governos estaduais

representados por suas respectivas Secretarias de Educação - SEE. Suas principais diretrizes são:


Subordinar a introdução da informática nas escolas ;

Adaptar a instalação de recursos informatizados à capacidade das escolas para utilizá-los (demonstrada

através da comprovação da existência de infra-estrutura física que atenda as exigências das máquinas que será fornecida);

Promover o desenvolvimento de infra-estrutura de suporte técnico de informática no sistema de ensino público;

Estimular a interligação de computadores nas escolas públicas, para possibilitar a formação de uma ampla

rede de comunicações vinculada à educação;

Fomentar a mudança de cultura no sistema público de ensino de 1º e 2º graus, de forma a torná-lo apto a

preparar cidadãos capazes de interagir numa sociedade cada vez mais tecnologicamente desenvolvida;

Incentivar a articulação entre os atores envolvidos no processo de informatização da educação brasileira;

Institucionalizar um adequado sistema de acompanhamento e avaliação do Programa em todos os seus níveis e instâncias.


(SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.)

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O programa funciona através da conexão de internet em banda larga nas escolas públicas da zona urbana e rural. As operadoras levarão gratuitamente banda larga às escolas até 2025, atualizando a velocidade periodicamente. Existe uma divisão de espaço entre as operadoras para atender a demanda, ou seja cada operadora de telefonia é responsável por uma quantidade de Estados.

A operadora responsável pelo Estado, deverá instalar a banda larga no laboratório de informática da escola,

caso a escola não possua laboratório de informática a banda larga deverá ser instalada na sala de matricula,

ou em outra sala que tiver computador. A banda larga não poderá ser instalada em uma linha já existente, ela deverá ser instalada em uma nova linha telefônica específica para este serviço. A empresa fornecerá o primeiro modem, ficando a reposição deste equipamento, em caso

de perda ou roubo, a cargo da unidade escolar assim como a distribuição da conexão banda larga para outras áreas da unidade escolar.


O MEC oferece cursos a distância e capacitação, além de conteúdos digitais adequados ao trabalho dos professores.

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GOVERNO DA BAHIA. Secretaria de Educação. Cartilha informativa. Disponível em http//www.sec.ba.gov.br. Acesso em 08 de janeiro de 2009.

Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

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O programa está organizado através de uma parceria estabelecida entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios e uma estrutura operacional descentralizada. A SEED, por meio de sua Coordenação de Capacitação, relaciona-se diretamente com as Coordenações Estaduais, formadas por representantes da Secretaria Estadual de Educação e das Secretarias Municipais de Educação (elegido pela UNDIME), que, por sua vez, relacionam-se com os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) estaduais e municipais e Coordenações Municipais.

Cabe à Coordenação Estadual:

Coordenar as ações do ProInfo nos estados, conforme diretrizes de implementação do Programa, em articulação com a SEED;

Articular os parceiros locais para a implementação do Programa;

Definir, em conjunto com a SEED/MEC, os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) e outras agências de formação;

Auxiliar no planejamento e dar suporte operacional na organização das capacitações dos formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação;

Acompanhar e monitorar a atuação dos NTEs e outras agências de formação, formadores e demais agentes envolvidos na implementação do Programa;

Promover encontros entre os formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação sempre que necessário para a definição de estratégias locais de implementação do Programa;

Manter atualizados os dados gerenciais do Programa de Capacitação do ProInfo no sistema informatizado.

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Parceria firmada entre órgãos do governo federal, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e operadoras de telefonia.

Cabe a cada operadora de telefonia a responsabilidade pela instalação do banda larga em determinados Estados. As operadoras instalarão os primeiros modems e o Ministério ficará responsável pela reposição.

A velocidade da conexão será de 1 Mbps para todas as escolas até 31 de dezembro de 2010 quando passará a ofertar conexão de 2 Mbps. A partir de 2010 no caso de

haver oferta comercial de velocidades maiores nas localidades atendidas pelas operadoras, as escolas também terão upgrade com base na maior velocidade disponível.

Perspectivas formativas

dos professores

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O processo de capacitação de recursos humanos para o Programa, é desenvolvido da seguinte forma:

Seleção e capacitação de professores oriundos de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, destinados a ministrar a formação dos professores multiplicadores.

O professor-multiplicador deve ser oriundo da rede pública de ensino de 1º e 2º grau e

de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, ele será um especialista em capacitação de professores (de escolas) para o uso da telemática em sala de aula. A capacitação é feita de professor para professor, ou seja professor capacitando professor.

Os multiplicadores capacitam os professores das escolas, nos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE), que apóiam o processo de informatização das escolas, auxiliando tanto no processo de planejamento e incorporação das novas tecnologias, quanto no suporte técnico e capacitação dos professores e equipes administrativas das escolas. Também são feitas seleção e formação para técnicos de suporte em informática e telecomunicações e professores da rede pública de ensino de 1º e 2º grau profissional em informática e educação, estes atuarão nas escolas, com os equipamentos e software fornecidos pelo MEC. No entanto,

notamos a ausência de continuidade nos cursos, que acontecem com uma carga horaria mínima, o que atrapalha a capacitação, pois as atividades ficam desarticuladas. Os núcleos são entendidos mais como espaço com computadores disponíveis do que como um espaço relevante na formação docente. As atribuições dos NTE estão apenas nas suas diretrizes, na prática o que acontece é totalmente diferente, os objetivos propostos acontecem de forma vaga, sem fundamentação teórica, com uma formação capenga, apoiada em cursos que pouco contribuem para formação dos educadores.

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Criação de portais com conteúdos online para auxiliar os professores na oferta de conteúdos curriculares com recursos multimídia. Entre eles estão o Portal do professor e o Banco Internacional de Objetos Educacionais, destinados a auxiliar os professores, em uma parceria do Ministério da Educação e o Ministério da Ciência e Tecnologia.

A formação atribuída aos professores se dá pela disponibilização dos recursos onlines sem capacitação presencial.


Perspectivas formativas

dos alunos

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Acesso aos computadores, nos laboratórios de informática da escola, exercitando as atividades das devidas disciplinas com auxílio de softwares, esses por sua vez, devem estar de acordo com a proposta de trabalho dos professores, caso contrário, não haverá contribuição alguma no diálogo com os conteúdos apenas uma mundança na roupagem das aulas.

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A internet disponível nas escolas oferece um leque de oportunidades e entreterimento aos alunos como a descoberta de novas culturas, comunicação instantanea, acessso a diferentes recursos educativos e culturais, jogos educativos e lúdico, oferta de conteúdos multimídia entre outros que irão contribuir para a formação destes indivíduos.

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Interesses Econômicos
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O programa demonstra preocupação com a necessidade que vêm surgindo ao longo dos anos de mão de obra cada vez mais qualificada, fazendo crescer a importância da capacitação dos recursos humanos para acompanhar os novos padrões de produtividade e competitividade exigido pelo mercado de trabalho em função dos avanços tecnológico.


No decorrer destes 10 anos de implantação do programa, este teve drasticas oscilações na liberação das verbas, fato que implica na demora para aquisição das máquinas, atrasando cada vez mais a execução do mesmo.

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SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.

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Com o acordo entre governo e as teles, estas ficam responsáveis em levar o serviço de banda larga para as escolas e seus backbones até a porta de milhares de cidadãos, com isso ganham o direito de explorar, sozinha, a rede, podendo usar para vender seus serviços de banda larga evitando a concorrência com as pequenas empresas.

A oferta de banda larga, também, aumenta o desenvolvimento do mercado de aparelhagem tecnológica, serviços e acesso a internet além do aumento de empregos direto e indireto.


GINDRE, Gustavo. observatório da comunicação. Disponível em http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3090. Capturado em 14 de Abril de 2009.

Interesses Sociais
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Cabe ao governo ,segundo o livro verde, ser “o maior comprador/contratador de bens e serviços em tecnologias de informação e comunicação em um país ”. Com a implantação do ProInfo o governo demonstra suas ações afirmativas afim de possibilitar a sociedade, o acesso as TIC, imprescindível nos dias atuais. O acesso da população as novas tecnologias permite ao governo estar mais próximo do cidadão, seja na informatização dos serviços prestados a sociedade ou durante o cumprimento de suas metas de universalização das TIC dentro do pais utilizando-se do ambiente escolar como ponto estratégico para disseminação destas.

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TAKAHASHI, Tadeu. Sociedade da Informação no Brasil: Livro Verde (Org.) 2000. Ministério da Ciência e Tecnologia. Brasília. Disponível em http://www.fsp.usp.br/acessibilidade/LivroVerdeSOCINFO-240701.pdf. Capturado em 14 de abril de 2009.

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Com o programa, o governo dar continuidade as suas obrigações com a sociedade da informação na inclusão desta no mundo digital, com o auxílio das redes de banda larga, além de acelerar o desenvolvimento da internet no Brasil.

O serviço de banda larga, disponibilizado para grande parte da população, e não apenas para uma minoria de privilégiado, como acontece, permitirá acesso ao imensurável mundo da internet onde pode-se utilizar desta como uma gigantesca biblioteca onde são encontradas uma infinita variedade de asuntos, troca de conhecimentos com outras pessoas que podem estar do outro lado do mundo, aprendizagem cooperativa, capacidade de comunicação e informações inclusive em tempo real.

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Interesses Educacionais
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Promover o uso pedagógico, das TIC nas redes públicas de educação básica, como recurso favorável ao processo ensino-aprendizagem. O Programa visa estimular o uso das Tecnologias de informação e comunicação, dentro do espaço escolar, como instrumento de apoio as diversas disciplinas, trabalhando os conteúdos de forma dinâmica afim de enriquecer as aulas, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem além de oportunizar a igualdade de acesso aos instrumentos tecnológicos.


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Conectar todas as escolas públicas da zona urbana e rural à Internet banda larga, abrindo portas para que as redes de internet penetrem no espaço escolar, com o acesso a materiais de apoio pedagógico online, oferta (pelo MEC) de portais educacionais e novos conteúdos para criação de redes entre alunos e professores na internet. No entanto o programa não está direcionado a formação dos professores para o uso desses conteúdos digitais, o que pode se tornar apenas objeto de fetiche, deixando as aulas apenas divertidas ou “bonitinhas”, sem mudar a forma verticalizada na qual os conteúdos são trabalhados, onde os professores oferecem informações e os alunos as absorvem, sem questionar, produzir ou transformar o conhecimento que lhes são apresentados.


Estratégias Políticos
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Expedir normas, diretrizes e critérios para execução do programa além de viabilizar o acesso das tecnologias no ambiente escolar, fornecendo equipamentos tecnológicos, mediante a disponibilidade das escolas para receber o aparato assim como os espaços para abrigar os NTE.

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Realizar cobranças no sentido de execução da expansão do backhaul pelas teles, que tem um cronograma a seguir tendo que prestar contas, de uma parte, dos seus serviços para o governo até 25 de abril de 2009. Cobrança de multa pelo governo, caso tenha desistência das operadoras, para a prestação dos serviços .

FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

Estratégias Econômicos
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O ProInfo, recebe financiamento do FNDE para a capacitação de recursos humanos e aquisição de

equipamentos. O programa deveria receber financiamento do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), que arrecada por ano cerca de R$ 800 milhões, e 18% destes deveriam ser destinados à educação; no entanto, estão retidos nos cofres dos tesouro nacional devido a falta de objetividade e de definições de metas para o uso da verba.

Em 2007 a Secretaria de Educação a Distância/MEC, no contexto do Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE, desenvolveu a reformulação do Programa Nacional de Informática na Educação. Essa reformulação não alterou em nada as diretrizes do programa, no entanto foram investidos cerca de R$ 650 milhões na informatização das 130 mil escolas de educação básica

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O governo teve que convencer as teles sobre os benefícios do acordo para a sociedade e principalmente para as empresas, que não iriam ter um número maior de investimentos financeiros quanto ao custo de instalação dos backhauls ao invés dos PSTt (Postos de serviços telefônico), ou seja seria gasto o mesmo montante.
Com a passagem dos backbones na porta de milhares de cidadãos, as teles ganharam o direito de explorar sozinhas, a rede, podendo usá-las para vender seus serviços de banda larga, e evitar a concorrência com as pequenas empresas, o que demonstra que o acordo não foi feito apenas por ser mais vantajoso para a sociedade.

Estratégias Sociais
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Utilizar as novas tecnologia de comunicação e informação, dentro do ambiente escolar, para formar o cidadão que deverá colaborar na criação de um novo modelo de sociedade, que se beneficia dos recursos tecnológicos para fomentar mudanças.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Disponibilizar serviços de internet banda larga afim de promover a inserção da sociedade nos ambientes em rede.

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Estratégias Educacionais
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Implantar ambientes tecnológicos equipados com computadores e recursos digitais nas escolas públicas de educação básica;

Capacitar os professores, gestores e outros agentes educacionais para a utilização pedagógica das tecnologias nas escolas e inclusão digital;

Ofertar conteúdos educacionais multimídia e digitais.

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } TD P { margin-bottom: 0cm } -->

Instalar conexão de 1 Mbps em cada uma das 56 mil escolas públicas urbanas brasileiras, sem custos para os governos (federal, estaduais e municipais) pelo menos até 2025 (quando vencem os atuais contratos de concessão).

Oferta de conteúdos educacionais multimídia e digitais pelo MEC.

Diretrizes
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O ProInfo vem sendo implantado em regime de colaboração entre o MEC e os governos estaduais

representados por suas respectivas Secretarias de Educação - SEE. Suas principais diretrizes são:


Subordinar a introdução da informática nas escolas ;

Adaptar a instalação de recursos informatizados à capacidade das escolas para utilizá-los (demonstrada

através da comprovação da existência de infra-estrutura física que atenda as exigências das máquinas que será fornecida);

Promover o desenvolvimento de infra-estrutura de suporte técnico de informática no sistema de ensino público;

Estimular a interligação de computadores nas escolas públicas, para possibilitar a formação de uma ampla

rede de comunicações vinculada à educação;

Fomentar a mudança de cultura no sistema público de ensino de 1º e 2º graus, de forma a torná-lo apto a

preparar cidadãos capazes de interagir numa sociedade cada vez mais tecnologicamente desenvolvida;

Incentivar a articulação entre os atores envolvidos no processo de informatização da educação brasileira;

Institucionalizar um adequado sistema de acompanhamento e avaliação do Programa em todos os seus níveis e instâncias.


(SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.)

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O programa funciona através da conexão de internet em banda larga nas escolas públicas da zona urbana e rural. As operadoras levarão gratuitamente banda larga às escolas até 2025, atualizando a velocidade periodicamente. Existe uma divisão de espaço entre as operadoras para atender a demanda, ou seja cada operadora de telefonia é responsável por uma quantidade de Estados. A operadora responsável pelo Estado, deverá instalar a banda larga no laboratório de informática da escola, caso a escola não possua laboratório de informática a banda larga deverá ser instalada na sala de matricula, ou em outra sala que tiver computador. A banda larga não poderá ser instalada em uma linha já existente, ela deverá ser instalada em uma nova linha telefônica específica para este serviço. A empresa fornecerá o primeiro modem, ficando a reposição deste equipamento, em caso de perda ou roubo, a cargo da unidade escolar assim como a distribuição da conexão banda larga para outras áreas da unidade escolar.

O MEC oferece cursos a distância e capacitação, além de conteúdos digitais adequados ao trabalho dos professores.

Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

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O programa está organizado através de uma parceria estabelecida entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios e uma estrutura operacional descentralizada. A SEED, por meio de sua Coordenação de Capacitação, relaciona-se diretamente com as Coordenações Estaduais, formadas por representantes da Secretaria Estadual de Educação e das Secretarias Municipais de Educação (elegido pela UNDIME), que, por sua vez, relacionam-se com os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) estaduais e municipais e Coordenações Municipais.

Cabe à Coordenação Estadual:

Coordenar as ações do ProInfo nos estados, conforme diretrizes de implementação do Programa, em articulação com a SEED;

Articular os parceiros locais para a implementação do Programa;

Definir, em conjunto com a SEED/MEC, os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) e outras agências de formação;

Auxiliar no planejamento e dar suporte operacional na organização das capacitações dos formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação;

Acompanhar e monitorar a atuação dos NTEs e outras agências de formação, formadores e demais agentes envolvidos na implementação do Programa;

Promover encontros entre os formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação sempre que necessário para a definição de estratégias locais de implementação do Programa;

Manter atualizados os dados gerenciais do Programa de Capacitação do ProInfo no sistema informatizado.

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Parceria firmada entre órgãos do governo federal, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e operadoras de telefonia.

Cabe a cada operadora de telefonia a responsabilidade pela instalação do banda larga em determinados Estados. As operadoras instalarão os primeiros modems e o Ministério ficará responsável pela reposição.

A velocidade da conexão será de 1 Mbps para todas as escolas até 31 de dezembro de 2010 quando passará a ofertar conexão de 2 Mbps. A partir de 2010 no caso de

haver oferta comercial de velocidades maiores nas localidades atendidas pelas operadoras, as escolas também terão upgrade com base na maior velocidade disponível

Perspectivas formativas

dos professores

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O processo de capacitação de recursos humanos para o Programa, é desenvolvido da seguinte forma:

Seleção e capacitação de professores oriundos de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, destinados a ministrar a formação dos professores multiplicadores.

O professor-multiplicador deve ser oriundo da rede pública de ensino de 1º e 2º grau e

de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, ele será um especialista em capacitação de professores (de escolas) para o uso da telemática em sala de aula. A capacitação é feita de professor para professor, ou seja professor capacitando professor.

Os multiplicadores capacitam os professores das escolas, nos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE), que apóiam o processo de informatização das escolas, auxiliando tanto no processo de planejamento e incorporação das novas tecnologias, quanto no suporte técnico e capacitação dos professores e equipes administrativas das escolas. Também são feitas seleção e formação para técnicos de suporte em informática e telecomunicações e professores da rede pública de ensino de 1º e 2º grau profissional em informática e educação, estes atuarão nas escolas, com os equipamentos e software fornecidos pelo MEC. No entanto,

notamos a ausência de continuidade nos cursos, que acontecem com uma carga horaria mínima, o que atrapalha a capacitação, pois as atividades ficam desarticuladas. Os núcleos são entendidos mais como espaço com computadores disponíveis do que como um espaço relevante na formação docente. As atribuições dos NTE estão apenas nas suas diretrizes, na prática o que acontece é totalmente diferente, os objetivos propostos acontecem de forma vaga, sem fundamentação teórica, com uma formação capenga, apoiada em cursos que pouco contribuem para formação dos educadores.

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Criação de portais com conteúdos online para auxiliar os professores na oferta de conteúdos curriculares com recursos multimídia. Entre eles estão o Portal do professor e o Banco Internacional de Objetos Educacionais, destinados a auxiliar os professores, em uma parceria do Ministério da Educação e o Ministério da Ciência e Tecnologia.

A formação atribuída aos professores se dá pela disponibilização dos recursos onlines sem capacitação presencial.


Perspectivas formativas

dos alunos

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Acesso aos computadores, nos laboratórios de informática da escola, exercitando as atividades das devidas disciplinas com auxílio de softwares, esses por sua vez, devem estar de acordo com a proposta de trabalho dos professores, caso contrário, não haverá contribuição alguma no diálogo com os conteúdos apenas uma mundança na roupagem das aulas.

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A internet disponível nas escolas oferece um leque de oportunidades e entreterimento aos alunos como a descoberta de novas culturas, comunicação instantanea, acessso a diferentes recursos educativos e culturais, jogos educativos e lúdico, oferta de conteúdos multimídia entre outros que irão contribuir para a formação destes indivíduos.

 

Potencialidade da perpectiva formativa

dos professores

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A capacitação dos professores para os objetivos propostos pelo ProInfo e strutura um sistema de formação continuada de professores no uso das novas tecnologias da informação, visando o máximo de qualidade e eficiência. Desenvolvem modelos de capacitação que privilegiem a aprendizagem cooperativa e autônoma, possibilitando aos professores de diferentes regiões geográficas do país oportunidades de intercomunicação e interação com especialistas, o que gera uma nova cultura de educação a distância. Segundo o programa, existe uma preparo dos professores para saberem utilizar as novas tecnologias da informação de forma autônoma e independente, possibilitando a incorporação das novas tecnologias à experiência profissional de cada um, visando a transformação das práticas pedagógica. No entanto nada disso acontece. Não há uma formação continuada dos professores, que pasam por pequenos cursos de formação sem um elo com os cursos seguintes fragmentando as dinâmicas e os interesses por parte dos educadores.

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A internet oferece aos professores uma infinidade de oportunidades tanto na área profissional, como uma ferramenta indispensável na construção e transmissão dos conhecimentos para seus educandos, tanto na sua formação pessoal com a navegação no espaço virtual utulizando deste para tecer novas redes de comunicação e informação, construindo uma teia de relações sociais através do diálogo, e da interatividade.

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Limite da perpectiva formativa

dos professores

 
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O programa não se refere a um acompanhamento, por parte de profissionais de apoio, aos professores, quanto ao uso da internet para atividades na escola ou mesmo para sua formação pessoal, tendo em vista que um espaço com tantos recursos não deve se limitar apenas a oferta de materiais pedagógicos em portais destinados aos professores. Esta ausência de capacitação pode acarretar na mera digitalização dos conteúdos que serão consumidos pelos professores e alunos de forma passiva, sem questionar, transformar ou produzir os conteúdos de seus interesses.

Conforme traz a revista AREDE com a fala do professor Nelson Pretto:

O grande desafio, contudo, para muitos especialistas, é ir além da mera transposição dos conteúdos estáticos para o formato digital, ou seja, da passagem automática do livro didático para a tela do monitor. A novidade relevante trazida pelas tecnologias da informação e comunicação (TIC), na opinião do professor Nelson Pretto, da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, é finalmente a possibilidade de romper o modelo broadcast no ensino, que estabelece a produção de conteúdo centralizada, feita e distribuída de cima para baixo. “Não funcionou, não funciona e não funcionará para a educação.”

Sem uma capacitação para os professores, a idéia dos portais educativos pode transforma-se apenas em mais uma distribuidora de conteúdos, mas desta vez online, que não leva docentes e educandos a refletirem sobre suas atitudes e idéias em prol da construção de um senso crítico autônomo.


(COUTO, Veronica. Matéria da revista A Rede. Banda larga na escola: para quê? Disponível em www.arede.inf.br. Acesso em 03 de Outubro de 2008 )

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Limite da perpectiva formativa

dos professores

 
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O programa não se refere a um acompanhamento, por parte de profissionais de apoio, aos professores, quanto ao uso da internet para atividades na escola ou mesmo para sua formação pessoal, tendo em vista que um espaço com tantos recursos não deve se limitar apenas a oferta de materiais pedagógicos em portais destinados aos professores. Esta ausência de capacitação pode acarretar na mera digitalização dos conteúdos que serão consumidos pelos professores e alunos de forma passiva, sem questionar, transformar ou produzir os conteúdos de seus interesses.

Conforme traz a revista AREDE com a fala do professor Nelson Pretto:

O grande desafio, contudo, para muitos especialistas, é ir além da mera transposição dos conteúdos estáticos para o formato digital, ou seja, da passagem automática do livro didático para a tela do monitor. A novidade relevante trazida pelas tecnologias da informação e comunicação (TIC), na opinião do professor Nelson Pretto, da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, é finalmente a possibilidade de romper o modelo broadcast no ensino, que estabelece a produção de conteúdo centralizada, feita e distribuída de cima para baixo. “Não funcionou, não funciona e não funcionará para a educação.”

Sem uma capacitação para os professores, a idéia dos portais educativos pode transforma-se apenas em mais uma distribuidora de conteúdos, mas desta vez online, que não leva docentes e educandos a refletirem sobre suas atitudes e idéias em prol da construção de um senso crítico autônomo.


(COUTO, Veronica. Matéria da revista A Rede. Banda larga na escola: para quê? Disponível em www.arede.inf.br. Acesso em 03 de Outubro de 2008 )

 

Potencialidade da perpectiva formativa

dos alunos

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O uso dos laboratórios de informática oportuniza aos alunos o acesso as máquinas, a realização de descobertas e a construção do conhecimento, abrindo espaço para o trabalho coletivo entre educadores e educandos.

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O acesso dos alunos aos computadores com internet banda larga irá estimular o desenvolvimento das atividades no ambiente escolar, devido a quantidade de informações que podem ser apropriadas, transformadas ou até mesmo criada pelos alunos através do trabalho em grupo .

Limite da perspectiva formativa

dos alunos

   
Expectativas do Professor    

Revision 1115 Apr 2009 - TaniaTorres

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META TOPICPARENT name="AtiTania"
  ProInfo Banda Larga nas Escolas
Conceito de Inclusão Digital
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Possibilita a inclusão digital dos alunos das escolas públicas, através da montagem de laboratórios de informática, onde serão realizadas atividades com auxílio de professores capacitados para desenvolverem nos seus educandos a possibilidade de compreensão e construção dos conhecimentos com o auxílio das TIC .


O programa configura-se além da simples oferta de laboratórios de informática, mas também, com a capacitação dos professores e agentes educacionais, diferencial deste programa em relação aos demais já instituídos. No entanto, o ProInfo, acredita fomentar a inclusão digital com a inserção das TIC para as atividades nas diferentes disciplinas, sem considerar a formação do indivíduo para sua inserção na nova sociedade que vêm se formando, denominada Sociedade da Informação. Esta Sociedade, tem seus alicerces, no conceito de inclusão digital voltado para formação de indivíduos capazes de utilizar as TIC para a construção de conhecimentos,

encarando os desafios da sociedade no seu cotidiano. Assim percebe-se que o ProInfo entende Inclusão Digital apenas com a oferta de equipamentos para o uso e manuseio sem tornar seus alunos capazes de produzir, transformar, criar uma consciência crítica e prover produtos dos seus conhecimentos para as suas relações cotidianas, dentro da sociedade que se faz entender a inclusão digital, assim como o conceito de Inclusão de Lemos:


\x{201c}Entendo inclusão como habilidade cognitiva para dominar, mudar,

desconstruir discursos e alterar as rotas dos produtos prêt-à-porter das

fábricas de ilusões."

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LEMOS, André. Dogmas da Inclusão Digital. Disponível http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/inclusao.pdf .Capturado em 14 de abril de 2009)

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Oferta de banda larga gratuita, pelas teles, para as escolas públicas se conectarem a rede. Neste programa não existe nenhuma claúsula sobre a capacitação de professores ou apoio as escolas beneficiadas. O programa se restringe a oferta de banda larga cabendo a escola encontrar a melhor maneira para utilizar este serviço.

O Programa entende o conceito de inclusão digital apenas com a oferta do serviço de banda larga para as escolas. No entanto, sabemos que a Inclusão Digital não se faz apenas com a conexão as redes, principalmente no ambiente escolar, um espaço para formação de indivíduos que antes de receber qualquer tipo de equipamento para apoio ás aulas deve antes de tudo capacitar os educadores e outros agentes educacioanais, para orientar os usuários em busca do efetivo domínio desses. O que não deve ser diferente com a introdução das redes de conexão em banda larga.

Interesses Políticos    
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Interesses Econômicos
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O programa demonstra preocupação com a necessidade que vêm surgindo ao longo dos anos de mão de obra cada vez mais qualificada, fazendo crescer a importância da capacitação dos recursos humanos para acompanhar os novos padrões de produtividade e competitividade exigido pelo mercado de trabalho em função dos avanços tecnológico.


No decorrer destes 10 anos de implantação do programa, este teve drasticas oscilações na liberação das verbas, fato que implica na demora para aquisição das máquinas, atrasando cada vez mais a execução do mesmo.

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SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. Diretrizes do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Com o acordo entre governo e as teles, estas ficam responsáveis em levar o serviço de banda larga para as escolas e seus backbones até a porta de milhares de cidadãos, com isso ganham o direito de explorar, sozinha, a rede, podendo usar para vender seus serviços de banda larga evitando a concorrência com as pequenas empresas.

A oferta de banda larga, também, aumenta o desenvolvimento do mercado de aparelhagem tecnológica, serviços e acesso a internet além do aumento de empregos direto e indireto.

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

GINDRE, Gustavo. observatório da comunicação. Disponível em http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3090. Capturado em 14 de Abril de 2009.

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Interesses Econômicos
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O programa demonstra preocupação com a necessidade que vêm surgindo ao longo dos anos de mão de obra cada vez mais qualificada, fazendo crescer a importância da capacitação dos recursos humanos para acompanhar os novos padrões de produtividade e competitividade exigido pelo mercado de trabalho em função dos avanços tecnológico.


No decorrer destes 10 anos de implantação do programa, este teve drasticas oscilações na liberação das verbas, fato que implica na demora para aquisição das máquinas, atrasando cada vez mais a execução do mesmo.

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SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. Diretrizes do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.

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Com o acordo entre governo e as teles, estas ficam responsáveis em levar o serviço de banda larga para as escolas e seus backbones até a porta de milhares de cidadãos, com isso ganham o direito de explorar, sozinha, a rede, podendo usar para vender seus serviços de banda larga evitando a concorrência com as pequenas empresas.

A oferta de banda larga, também, aumenta o desenvolvimento do mercado de aparelhagem tecnológica, serviços e acesso a internet além do aumento de empregos direto e indireto.

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GINDRE, Gustavo. observatório da comunicação. Disponível em http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3090. Capturado em 14 de Abril de 2009.

 
Interesses Sociais
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Cabe ao governo ,segundo o livro verde, ser “o maior comprador/contratador de bens e serviços em tecnologias de informação e comunicação em um país ”. Com a implantação do ProInfo o governo demonstra suas ações afirmativas afim de possibilitar a sociedade, o acesso as TIC, imprescindível nos dias atuais. O acesso da população as novas tecnologias permite ao governo estar mais próximo do cidadão, seja na informatização dos serviços prestados a sociedade ou durante o cumprimento de suas metas de universalização das TIC dentro do pais utilizando-se do ambiente escolar como ponto estratégico para disseminação destas.

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TAKAHASHI, Tadeu. Sociedade da Informação no Brasil: Livro Verde (Org.) 2000. Ministério da Ciência e Tecnologia. Brasília. Disponível em http://www.fsp.usp.br/acessibilidade/LivroVerdeSOCINFO-240701.pdf. Capturado em 14 de abril de 2009.

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Com o programa, o governo dar continuidade as suas obrigações com a sociedade da informação na inclusão desta no mundo digital, com o auxílio das redes de banda larga, além de acelerar o desenvolvimento da internet no Brasil. O serviço de banda larga, disponibilizado para grande parte da população, e não apenas para uma minoria de privilégiado, como acontece, permitirá acesso ao imensurável mundo da internet onde pode-se utilizar desta como uma gigantesca biblioteca onde são encontradas uma infinita variedade de asuntos, troca de conhecimentos com outras pessoas que podem estar do outro lado do mundo, aprendizagem cooperativa, capacidade de comunicação e informações inclusive em tempo real.

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Interesses Educacionais
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Promover o uso pedagógico, das TIC nas redes públicas de educação básica, como recurso favorável ao processo ensino-aprendizagem. O Programa visa estimular o uso das Tecnologias de informação e comunicação, dentro do espaço escolar, como instrumento de apoio as diversas disciplinas, trabalhando os conteúdos de forma dinâmica afim de enriquecer as aulas, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem além de oportunizar a igualdade de acesso aos instrumentos tecnológicos.


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Conectar todas as escolas públicas da zona urbana e rural à Internet banda larga, abrindo portas para que as redes de internet penetrem no espaço escolar, com o acesso a materiais de apoio pedagógico online, oferta (pelo MEC) de portais educacionais e novos conteúdos para criação de redes entre alunos e professores na internet. No entanto o programa não está direcionado a formação dos professores para o uso desses conteúdos digitais, o que pode se tornar apenas objeto de fetiche, deixando as aulas apenas divertidas

ou “bonitinhas”, sem mudar a forma verticalizada na qual os conteúdos são trabalhados, onde os professores oferecem informações e os alunos as absorvem, sem questionar, produzir ou transformar o conhecimento que lhes são apresentados.

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Interesses Educacionais
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Promover o uso pedagógico, das TIC nas redes públicas de educação básica, como recurso favorável ao processo ensino-aprendizagem. O Programa visa estimular o uso das Tecnologias de informação e comunicação, dentro do espaço escolar, como instrumento de apoio as diversas disciplinas, trabalhando os conteúdos de forma dinâmica afim de enriquecer as aulas, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem além de oportunizar a igualdade de acesso aos instrumentos tecnológicos.


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Conectar todas as escolas públicas da zona urbana e rural à Internet banda larga, abrindo portas para que as redes de internet penetrem no espaço escolar, com o acesso a materiais de apoio pedagógico online, oferta (pelo MEC) de portais educacionais e novos conteúdos para criação de redes entre alunos e professores na internet. No entanto o programa não está direcionado a formação dos professores para o uso desses conteúdos digitais, o que pode se tornar apenas objeto de fetiche, deixando as aulas apenas divertidas ou “bonitinhas”, sem mudar a forma verticalizada na qual os conteúdos são trabalhados, onde os professores oferecem informações e os alunos absorvem, sem questionar, produzir ou transformar o conhecimento que lhes são apresentados.

 
Estratégias Políticos
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Expedir normas, diretrizes e critérios para execução do programa além de viabilizar o acesso das tecnologias no ambiente escolar, fornecendo equipamentos tecnológicos, mediante a disponibilidade das escolas para receber o aparato assim como os espaços para abrigar os NTE.

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Realizar cobranças no sentido de execução da expansão do backhaul pelas teles, que tem um cronograma a seguir tendo que prestar contas, de uma parte, dos seus serviços para o governo até 25 de abril de 2009.
Cobrança de multa pelo governo, caso tenha desistência das operadoras, para a prestação dos serviços .

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FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

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Estratégias Econômicos
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O ProInfo, recebe financiamento do FNDE para a capacitação de recursos humanos e aquisição de

equipamentos. O programa deveria receber financiamento do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), que arrecada por ano cerca de R$ 800 milhões, e 18% destes deveriam ser destinados à educação; no entanto, estão retidos nos cofres dos tesouro nacional devido a falta de objetividade e de definições de metas para o uso da verba.

Em 2007 a Secretaria de Educação a Distância/MEC, no contexto do Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE, desenvolveu a reformulação do Programa Nacional de Informática na Educação. Essa reformulação não alterou em nada as diretrizes do programa, no entanto foram investidos cerca de R$ 650 milhões na informatização das 130 mil escolas de educação básica.

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O governo teve que convencer as teles sobre os benefícios do acordo para a sociedade e principalmente para as empresas, que não iriam ter um número maior de investimentos financeiros quanto ao custo de instalação dos backhauls ao invés dos PSTt (Postos de serviços telefônico), ou seja seria gasto o mesmo montante.
Com a passagem dos backbones na porta de milhares de cidadãos, as teles ganharam o direito de explorar sozinhas, a rede, podendo usá-las para vender seus serviços de banda larga, e evitar a concorrência com as pequenas empresas, o que demonstra que o acordo não foi feito apenas por ser mais vantajoso para a sociedade.

GINDRE,Gustavo. Notícia do Observatório da Comunicação. Teles acabam de ganhar monopólio da Banda Larga no país. Disponível em www.ocomprimido.tdvproducoes.com. Capturado em 07 de janeiro de 2009.

Estratégias Sociais
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Utilizar as novas tecnologia de comunicação e informação, dentro do ambiente escolar, para formar o cidadão que deverá colaborar na criação de um novo modelo de sociedade, que se beneficia dos recursos tecnológicos para fomentar mudanças.

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Disponibilizar serviços de internet banda larga afim de promover a inserção da sociedade nos ambientes em rede.

Estratégias Educacionais
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Implantar ambientes tecnológicos equipados com computadores e recursos digitais nas escolas públicas de educação básica;

Capacitar os professores, gestores e outros agentes educacionais para a utilização pedagógica das tecnologias nas escolas e inclusão digital;

Ofertar conteúdos educacionais multimídia e digitais.

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Instalar conexão de 1 Mbps em cada uma das 56 mil escolas públicas urbanas brasileiras, sem custos para os governos (federal, estaduais e municipais) pelo menos até 2025 (quando vencem os atuais contratos de concessão).



Oferta de conteúdos educacionais multimídia e digitais pelo MEC.

Diretrizes
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O ProInfo vem sendo implantado em regime de colaboração entre o MEC e os governos estaduais

representados por suas respectivas Secretarias de Educação - SEE. Suas principais diretrizes são:


Subordinar a introdução da informática nas escolas ;

Adaptar a instalação de recursos informatizados à capacidade das escolas para utilizá-los (demonstrada

através da comprovação da existência de infra-estrutura física que atenda as exigências das máquinas que será fornecida);

Promover o desenvolvimento de infra-estrutura de suporte técnico de informática no sistema de ensino público;

Estimular a interligação de computadores nas escolas públicas, para possibilitar a formação de uma ampla

rede de comunicações vinculada à educação;

Fomentar a mudança de cultura no sistema público de ensino de 1º e 2º graus, de forma a torná-lo apto a

preparar cidadãos capazes de interagir numa sociedade cada vez mais tecnologicamente desenvolvida;

Incentivar a articulação entre os atores envolvidos no processo de informatização da educação brasileira;

Institucionalizar um adequado sistema de acompanhamento e avaliação do Programa em todos os seus níveis e instâncias.


(SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.)

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O programa funciona através da conexão de internet em banda larga nas escolas públicas da zona urbana e rural. As operadoras levarão gratuitamente banda larga às escolas até 2025, atualizando a velocidade periodicamente. Existe uma divisão de espaço entre as operadoras para atender a demanda, ou seja cada operadora de telefonia é responsável por uma quantidade de Estados.

A operadora responsável pelo Estado, deverá instalar a banda larga no laboratório de informática da escola,

caso a escola não possua laboratório de informática a banda larga deverá ser instalada na sala de matricula,

ou em outra sala que tiver computador. A banda larga não poderá ser instalada em uma linha já existente, ela deverá ser instalada em uma nova linha telefônica específica para este serviço. A empresa fornecerá o primeiro modem, ficando a reposição deste equipamento, em caso

de perda ou roubo, a cargo da unidade escolar assim como a distribuição da conexão banda larga para outras áreas da unidade escolar.


O MEC oferece cursos a distância e capacitação, além de conteúdos digitais adequados ao trabalho dos professores.

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GOVERNO DA BAHIA. Secretaria de Educação. Cartilha informativa. Disponível em http//www.sec.ba.gov.br. Acesso em 08 de janeiro de 2009.

Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

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O programa está organizado através de uma parceria estabelecida entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios e uma estrutura operacional descentralizada. A SEED, por meio de sua Coordenação de Capacitação, relaciona-se diretamente com as Coordenações Estaduais, formadas por representantes da Secretaria Estadual de Educação e das Secretarias Municipais de Educação (elegido pela UNDIME), que, por sua vez, relacionam-se com os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) estaduais e municipais e Coordenações Municipais.

Cabe à Coordenação Estadual:

Coordenar as ações do ProInfo nos estados, conforme diretrizes de implementação do Programa, em articulação com a SEED;

Articular os parceiros locais para a implementação do Programa;

Definir, em conjunto com a SEED/MEC, os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) e outras agências de formação;

Auxiliar no planejamento e dar suporte operacional na organização das capacitações dos formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação;

Acompanhar e monitorar a atuação dos NTEs e outras agências de formação, formadores e demais agentes envolvidos na implementação do Programa;

Promover encontros entre os formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação sempre que necessário para a definição de estratégias locais de implementação do Programa;

Manter atualizados os dados gerenciais do Programa de Capacitação do ProInfo no sistema informatizado.

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Parceria firmada entre órgãos do governo federal, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e operadoras de telefonia.

Cabe a cada operadora de telefonia a responsabilidade pela instalação do banda larga em determinados Estados. As operadoras instalarão os primeiros modems e o Ministério ficará responsável pela reposição.

A velocidade da conexão será de 1 Mbps para todas as escolas até 31 de dezembro de 2010 quando passará a ofertar conexão de 2 Mbps. A partir de 2010 no caso de

haver oferta comercial de velocidades maiores nas localidades atendidas pelas operadoras, as escolas também terão upgrade com base na maior velocidade disponível.

Changed:
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Perspectivas formativas

dos professores

 
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Criação de portais com conteúdos online para auxiliar os professores na oferta de conteúdos curriculares com recursos multimídia. Entre eles estão o Portal do professor e o Banco Internacional de Objetos Educacionais, destinados a auxiliar os professores, em uma parceria do Ministério da Educação e o Ministério da Ciência e Tecnologia.

A formação atribuída aos professores se dá pela disponibilização dos recursos onlines sem capacitação presencial.


Perspectivas formativas

dos alunos

   

Potencialidade da perpectiva formativa

dos professores

   

Limite da perpectiva formativa

dos professores

   

Potencialidade da perpectiva formativa

dos alunos

   
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Perspectivas formativas

dos professores

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O processo de capacitação de recursos humanos para o Programa, é desenvolvido da seguinte forma:

Seleção e capacitação de professores oriundos de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, destinados a ministrar a formação dos professores multiplicadores.

O professor-multiplicador deve ser oriundo da rede pública de ensino de 1º e 2º grau e

de instituições de ensino superior e técnico-profissionalizante, ele será um especialista em capacitação de professores (de escolas) para o uso da telemática em sala de aula. A capacitação é feita de professor para professor, ou seja professor capacitando professor.

Os multiplicadores capacitam os professores das escolas, nos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE), que apóiam o processo de informatização das escolas, auxiliando tanto no processo de planejamento e incorporação das novas tecnologias, quanto no suporte técnico e capacitação dos professores e equipes administrativas das escolas. Também são feitas seleção e formação para técnicos de suporte em informática e telecomunicações e professores da rede pública de ensino de 1º e 2º grau profissional em informática e educação, estes atuarão nas escolas, com os equipamentos e software fornecidos pelo MEC. No entanto,

notamos a ausência de continuidade nos cursos, que acontecem com uma carga horaria mínima, o que atrapalha a capacitação, pois as atividades ficam desarticuladas. Os núcleos são entendidos mais como espaço com computadores disponíveis do que como um espaço relevante na formação docente. As atribuições dos NTE estão apenas nas suas diretrizes, na prática o que acontece é totalmente diferente, os objetivos propostos acontecem de forma vaga, sem fundamentação teórica, com uma formação capenga, apoiada em cursos que pouco contribuem para formação dos educadores.

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Criação de portais com conteúdos online para auxiliar os professores na oferta de conteúdos curriculares com recursos multimídia. Entre eles estão o Portal do professor e o Banco Internacional de Objetos Educacionais, destinados a auxiliar os professores, em uma parceria do Ministério da Educação e o Ministério da Ciência e Tecnologia.

A formação atribuída aos professores se dá pela disponibilização dos recursos onlines sem capacitação presencial.


Perspectivas formativas

dos alunos

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Acesso aos computadores, nos laboratórios de informática da escola, exercitando as atividades das devidas disciplinas com auxílio de softwares, esses por sua vez, devem estar de acordo com a proposta de trabalho dos professores, caso contrário, não haverá contribuição alguma no diálogo com os conteúdos apenas uma mundança na roupagem das aulas.

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A internet disponível nas escolas oferece um leque de oportunidades e entreterimento aos alunos como a descoberta de novas culturas, comunicação instantanea, acessso a diferentes recursos educativos e culturais, jogos educativos e lúdico, oferta de conteúdos multimídia entre outros que irão contribuir para a formação destes indivíduos.

Potencialidade da perpectiva formativa

dos professores

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A capacitação dos professores para os objetivos propostos pelo ProInfo e strutura um sistema de formação continuada de professores no uso das novas tecnologias da informação, visando o máximo de qualidade e eficiência. Desenvolvem modelos de capacitação que privilegiem a aprendizagem cooperativa e autônoma, possibilitando aos professores de diferentes regiões geográficas do país oportunidades de intercomunicação e interação com especialistas, o que gera uma nova cultura de educação a distância. Segundo o programa, existe uma preparo dos professores para saberem utilizar as novas tecnologias da informação de forma autônoma e independente, possibilitando a incorporação das novas tecnologias à experiência profissional de cada um, visando a transformação das práticas pedagógica. No entanto nada disso acontece. Não há uma formação continuada dos professores, que pasam por pequenos cursos de formação sem um elo com os cursos seguintes fragmentando as dinâmicas e os interesses por parte dos educadores.

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A internet oferece aos professores uma infinidade de oportunidades tanto na área profissional, como uma ferramenta indispensável na construção e transmissão dos conhecimentos para seus educandos, tanto na sua formação pessoal com a navegação no espaço virtual utulizando deste para tecer novas redes de comunicação e informação, construindo uma teia de relações sociais através do diálogo, e da interatividade.

Limite da perpectiva formativa

dos professores

 
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O programa não se refere a um acompanhamento, por parte de profissionais de apoio, aos professores, quanto ao uso da internet para atividades na escola ou mesmo para sua formação pessoal, tendo em vista que um espaço com tantos recursos não deve se limitar apenas a oferta de materiais pedagógicos em portais destinados aos professores. Esta ausência de capacitação pode acarretar na mera digitalização dos conteúdos que serão consumidos pelos professores e alunos de forma passiva, sem questionar, transformar ou produzir os conteúdos de seus interesses.

Conforme traz a revista AREDE com a fala do professor Nelson Pretto:

O grande desafio, contudo, para muitos especialistas, é ir além da mera transposição dos conteúdos estáticos para o formato digital, ou seja, da passagem automática do livro didático para a tela do monitor. A novidade relevante trazida pelas tecnologias da informação e comunicação (TIC), na opinião do professor Nelson Pretto, da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, é finalmente a possibilidade de romper o modelo broadcast no ensino, que estabelece a produção de conteúdo centralizada, feita e distribuída de cima para baixo. “Não funcionou, não funciona e não funcionará para a educação.”

Sem uma capacitação para os professores, a idéia dos portais educativos pode transforma-se apenas em mais uma distribuidora de conteúdos, mas desta vez online, que não leva docentes e educandos a refletirem sobre suas atitudes e idéias em prol da construção de um senso crítico autônomo.


(COUTO, Veronica. Matéria da revista A Rede. Banda larga na escola: para quê? Disponível em www.arede.inf.br. Acesso em 03 de Outubro de 2008 )

Potencialidade da perpectiva formativa

dos alunos

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O uso dos laboratórios de informática oportuniza aos alunos o acesso as máquinas, a realização de descobertas e a construção do conhecimento, abrindo espaço para o trabalho coletivo entre educadores e educandos.

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O acesso dos alunos aos computadores com internet banda larga irá estimular o desenvolvimento das atividades no ambiente escolar, devido a quantidade de informações que podem ser apropriadas, transformadas ou até mesmo criada pelos alunos através do trabalho em grupo .

 

Limite da perspectiva formativa

dos alunos

   
Expectativas do Professor    

Explicações, interpretações

e representações dos professores

   

Revision 1015 Apr 2009 - TaniaTorres

Line: 1 to 1
 
META TOPICPARENT name="AtiTania"
  ProInfo Banda Larga nas Escolas
Conceito de Inclusão Digital
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Possibilita a inclusão digital dos alunos das escolas públicas, através da montagem de laboratórios de informática, onde serão realizadas atividades com auxílio de professores capacitados para desenvolverem nos seus educandos a possibilidade de compreensão e construção dos conhecimentos com o auxílio das TIC .


O programa configura-se além da simples oferta de laboratórios de informática, mas também, com a capacitação dos professores e agentes educacionais, diferencial deste programa em relação aos demais já instituídos. No entanto, o ProInfo, acredita fomentar a inclusão digital com a inserção das TIC para as atividades nas diferentes disciplinas, sem considerar a formação do indivíduo para sua inserção na nova sociedade que vêm se formando, denominada Sociedade da Informação. Esta Sociedade, tem seus alicerces, no conceito de inclusão digital voltado para formação de indivíduos capazes de utilizar as TIC para a construção de conhecimentos,

encarando os desafios da sociedade no seu cotidiano. Assim percebe-se que o ProInfo entende Inclusão Digital apenas com a oferta de equipamentos para o uso e manuseio sem tornar seus alunos capazes de produzir, transformar, criar uma consciência crítica e prover produtos dos seus conhecimentos para as suas relações cotidianas, dentro da sociedade que se faz entender a inclusão digital, assim como o conceito de Inclusão de Lemos:


\x{201c}Entendo inclusão como habilidade cognitiva para dominar, mudar,

desconstruir discursos e alterar as rotas dos produtos prêt-à-porter das

fábricas de ilusões."

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LEMOS, André. Dogmas da Inclusão Digital. Disponível http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/inclusao.pdf .Capturado em 14 de abril de 2009)

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Oferta de banda larga gratuita, pelas teles, para as escolas públicas se conectarem a rede. Neste programa não existe nenhuma claúsula sobre a capacitação de professores ou apoio as escolas beneficiadas. O programa se restringe a oferta de banda larga cabendo a escola encontrar a melhor maneira para utilizar este serviço.

O Programa entende o conceito de inclusão digital apenas com a oferta do serviço de banda larga para as escolas. No entanto, sabemos que a Inclusão Digital não se faz apenas com a conexão as redes, principalmente no ambiente escolar, um espaço para formação de indivíduos que antes de receber qualquer tipo de equipamento para apoio ás aulas deve antes de tudo capacitar os educadores e outros agentes educacioanais, para orientar os usuários em busca do efetivo domínio desses. O que não deve ser diferente com a introdução das redes de conexão em banda larga.

Line: 6 to 6
 
Interesses Econômicos
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O programa demonstra preocupação com a necessidade que vêm surgindo ao longo dos anos de mão de obra cada vez mais qualificada, fazendo crescer a importância da capacitação dos recursos humanos para acompanhar os novos padrões de produtividade e competitividade exigido pelo mercado de trabalho em função dos avanços tecnológico.


No decorrer destes 10 anos de implantação do programa, este teve drasticas oscilações na liberação das verbas, fato que implica na demora para aquisição das máquinas, atrasando cada vez mais a execução do mesmo.

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SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. Diretrizes do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.

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Com o acordo entre governo e as teles, estas ficam responsáveis em levar o serviço de banda larga para as escolas e seus backbones até a porta de milhares de cidadãos, com isso ganham o direito de explorar, sozinha, a rede, podendo usar para vender seus serviços de banda larga evitando a concorrência com as pequenas empresas.

A oferta de banda larga, também, aumenta o desenvolvimento do mercado de aparelhagem tecnológica, serviços e acesso a internet além do aumento de empregos direto e indireto.

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GINDRE, Gustavo. observatório da comunicação. Disponível em http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3090. Capturado em 14 de Abril de 2009.

Interesses Sociais
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Cabe ao governo ,segundo o livro verde, ser “o maior comprador/contratador de bens e serviços em tecnologias de informação e comunicação em um país ”. Com a implantação do ProInfo o governo demonstra suas ações afirmativas afim de possibilitar a sociedade, o acesso as TIC, imprescindível nos dias atuais. O acesso da população as novas tecnologias permite ao governo estar mais próximo do cidadão, seja na informatização dos serviços prestados a sociedade ou durante o cumprimento de suas metas de universalização das TIC dentro do pais utilizando-se do ambiente escolar como ponto estratégico para disseminação destas.

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TAKAHASHI, Tadeu. Sociedade da Informação no Brasil: Livro Verde (Org.) 2000. Ministério da Ciência e Tecnologia. Brasília. Disponível em http://www.fsp.usp.br/acessibilidade/LivroVerdeSOCINFO-240701.pdf. Capturado em 14 de abril de 2009.

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Com o programa, o governo dar continuidade as suas obrigações com a sociedade da informação na inclusão desta no mundo digital, com o auxílio das redes de banda larga, além de acelerar o desenvolvimento da internet no Brasil. O serviço de banda larga, disponibilizado para grande parte da população, e não apenas para uma minoria de privilégiado, como acontece, permitirá acesso ao imensurável mundo da internet onde pode-se utilizar desta como uma gigantesca biblioteca onde são encontradas uma infinita variedade de asuntos, troca de conhecimentos com outras pessoas que podem estar do outro lado do mundo, aprendizagem cooperativa, capacidade de comunicação e informações inclusive em tempo real.

Interesses Educacionais
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Promover o uso pedagógico, das TIC nas redes públicas de educação básica, como recurso favorável ao processo ensino-aprendizagem. O Programa visa estimular o uso das Tecnologias de informação e comunicação, dentro do espaço escolar, como instrumento de apoio as diversas disciplinas, trabalhando os conteúdos de forma dinâmica afim de enriquecer as aulas, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem além de oportunizar a igualdade de acesso aos instrumentos tecnológicos.


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Conectar todas as escolas públicas da zona urbana e rural à Internet banda larga, abrindo portas para que as redes de internet penetrem no espaço escolar, com o acesso a materiais de apoio pedagógico online, oferta (pelo MEC) de portais educacionais e novos conteúdos para criação de redes entre alunos e professores na internet. No entanto o programa não está direcionado a formação dos professores para o uso desses conteúdos digitais, o que pode se tornar apenas objeto de fetiche, deixando as aulas apenas divertidas

ou “bonitinhas”, sem mudar a forma verticalizada na qual os conteúdos são trabalhados, onde os professores oferecem informações e os alunos as absorvem, sem questionar, produzir ou transformar o conhecimento que lhes são apresentados.

Changed:
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Estratégias Políticos
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Expedir normas, diretrizes e critérios para execução do programa além de viabilizar o acesso das tecnologias no ambiente escolar, fornecendo equipamentos tecnológicos, mediante a disponibilidade das escolas para receber o aparato assim como os espaços para abrigar os NTE.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Realizar cobranças no sentido de execução da expansão do backhaul pelas teles, que tem um cronograma a seguir tendo que prestar contas, de uma parte, dos seus serviços para o governo até 25 de abril de 2009.
Cobrança de multa pelo governo, caso tenha desistência das operadoras, para a prestação dos serviços .

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->
  FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

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Estratégias Econômicos
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O ProInfo, recebe financiamento do FNDE para a capacitação de recursos humanos e aquisição de

equipamentos. O programa deveria receber financiamento do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), que arrecada por ano cerca de R$ 800 milhões, e 18% destes deveriam ser destinados à educação; no entanto, estão retidos nos cofres dos tesouro nacional devido a falta de objetividade e de definições de metas para o uso da verba.

Em 2007 a Secretaria de Educação a Distância/MEC, no contexto do Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE, desenvolveu a reformulação do Programa Nacional de Informática na Educação. Essa reformulação não alterou em nada as diretrizes do programa, no entanto foram investidos cerca de R$ 650 milhões na informatização das 130 mil escolas de educação básica.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

O governo teve que convencer as teles sobre os benefícios do acordo para a sociedade e principalmente para as empresas, que não iriam ter um número maior de investimentos financeiros quanto ao custo de instalação dos backhauls ao invés dos PSTt (Postos de serviços telefônico), ou seja seria gasto o mesmo montante.
Com a passagem dos backbones na porta de milhares de cidadãos, as teles ganharam o direito de explorar sozinhas, a rede, podendo usá-las para vender seus serviços de banda larga, e evitar a concorrência com as pequenas empresas, o que demonstra que o acordo não foi feito apenas por ser mais vantajoso para a sociedade.

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Estratégias Políticos
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Expedir normas, diretrizes e critérios para execução do programa além de viabilizar o acesso das tecnologias no ambiente escolar, fornecendo equipamentos tecnológicos, mediante a disponibilidade das escolas para receber o aparato assim como os espaços para abrigar os NTE.

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Realizar cobranças no sentido de execução da expansão do backhaul pelas teles, que tem um cronograma a seguir tendo que prestar contas, de uma parte, dos seus serviços para o governo até 25 de abril de 2009.
Cobrança de multa pelo governo, caso tenha desistência das operadoras, para a prestação dos serviços .

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FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

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Estratégias Econômicos
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O ProInfo, recebe financiamento do FNDE para a capacitação de recursos humanos e aquisição de

equipamentos. O programa deveria receber financiamento do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), que arrecada por ano cerca de R$ 800 milhões, e 18% destes deveriam ser destinados à educação; no entanto, estão retidos nos cofres dos tesouro nacional devido a falta de objetividade e de definições de metas para o uso da verba.

Em 2007 a Secretaria de Educação a Distância/MEC, no contexto do Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE, desenvolveu a reformulação do Programa Nacional de Informática na Educação. Essa reformulação não alterou em nada as diretrizes do programa, no entanto foram investidos cerca de R$ 650 milhões na informatização das 130 mil escolas de educação básica.

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O governo teve que convencer as teles sobre os benefícios do acordo para a sociedade e principalmente para as empresas, que não iriam ter um número maior de investimentos financeiros quanto ao custo de instalação dos backhauls ao invés dos PSTt (Postos de serviços telefônico), ou seja seria gasto o mesmo montante.
Com a passagem dos backbones na porta de milhares de cidadãos, as teles ganharam o direito de explorar sozinhas, a rede, podendo usá-las para vender seus serviços de banda larga, e evitar a concorrência com as pequenas empresas, o que demonstra que o acordo não foi feito apenas por ser mais vantajoso para a sociedade.

GINDRE,Gustavo. Notícia do Observatório da Comunicação. Teles acabam de ganhar monopólio da Banda Larga no país. Disponível em www.ocomprimido.tdvproducoes.com. Capturado em 07 de janeiro de 2009.

 
Estratégias Sociais
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Utilizar as novas tecnologia de comunicação e informação, dentro do ambiente escolar, para formar o cidadão que deverá colaborar na criação de um novo modelo de sociedade, que se beneficia dos recursos tecnológicos para fomentar mudanças.

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Disponibilizar serviços de internet banda larga afim de promover a inserção da sociedade nos ambientes em rede.

Estratégias Educacionais
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Implantar ambientes tecnológicos equipados com computadores e recursos digitais nas escolas públicas de educação básica;

Capacitar os professores, gestores e outros agentes educacionais para a utilização pedagógica das tecnologias nas escolas e inclusão digital;

Ofertar conteúdos educacionais multimídia e digitais.

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Instalar conexão de 1 Mbps em cada uma das 56 mil escolas públicas urbanas brasileiras, sem custos para os governos (federal, estaduais e municipais) pelo menos até 2025 (quando vencem os atuais contratos de concessão).



Oferta de conteúdos educacionais multimídia e digitais pelo MEC.

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Diretrizes
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O ProInfo vem sendo implantado em regime de colaboração entre o MEC e os governos estaduais

representados por suas respectivas Secretarias de Educação - SEE. Suas principais diretrizes são:


Subordinar a introdução da informática nas escolas ;

Adaptar a instalação de recursos informatizados à capacidade das escolas para utilizá-los (demonstrada

através da comprovação da existência de infra-estrutura física que atenda as exigências das máquinas que será fornecida);

Promover o desenvolvimento de infra-estrutura de suporte técnico de informática no sistema de ensino público;

Estimular a interligação de computadores nas escolas públicas, para possibilitar a formação de uma ampla

rede de comunicações vinculada à educação;

Fomentar a mudança de cultura no sistema público de ensino de 1º e 2º graus, de forma a torná-lo apto a

preparar cidadãos capazes de interagir numa sociedade cada vez mais tecnologicamente desenvolvida;

Incentivar a articulação entre os atores envolvidos no processo de informatização da educação brasileira;

Institucionalizar um adequado sistema de acompanhamento e avaliação do Programa em todos os seus níveis e instâncias.


(SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. Diretrizes do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.)

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O programa funciona através da conexão de internet em banda larga nas escolas públicas da zona urbana e rural. As operadoras levarão gratuitamente banda larga às escolas até 2025, atualizando a velocidade periodicamente. Existe uma divisão de espaço entre as operadoras para atender a demanda, ou seja cada operadora de telefonia é responsável por uma quantidade de Estados.

A operadora responsável pelo Estado, deverá instalar a banda larga no laboratório de informática da escola,

caso a escola não possua laboratório de informática a banda larga deverá ser instalada na sala de matricula,

ou em outra sala que tiver computador. A banda larga não poderá ser instalada em uma linha já existente, ela deverá ser instalada em uma nova linha telefônica específica para este serviço. A empresa fornecerá o primeiro modem, ficando a reposição deste equipamento, em caso

de perda ou roubo, a cargo da unidade escolar assim como a distribuição da conexão banda larga para outras áreas da unidade escolar.


O MEC oferece cursos a distância e capacitação, além de conteúdos digitais adequados ao trabalho dos professores.

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Diretrizes
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O ProInfo vem sendo implantado em regime de colaboração entre o MEC e os governos estaduais

representados por suas respectivas Secretarias de Educação - SEE. Suas principais diretrizes são:


Subordinar a introdução da informática nas escolas ;

Adaptar a instalação de recursos informatizados à capacidade das escolas para utilizá-los (demonstrada

através da comprovação da existência de infra-estrutura física que atenda as exigências das máquinas que será fornecida);

Promover o desenvolvimento de infra-estrutura de suporte técnico de informática no sistema de ensino público;

Estimular a interligação de computadores nas escolas públicas, para possibilitar a formação de uma ampla

rede de comunicações vinculada à educação;

Fomentar a mudança de cultura no sistema público de ensino de 1º e 2º graus, de forma a torná-lo apto a

preparar cidadãos capazes de interagir numa sociedade cada vez mais tecnologicamente desenvolvida;

Incentivar a articulação entre os atores envolvidos no processo de informatização da educação brasileira;

Institucionalizar um adequado sistema de acompanhamento e avaliação do Programa em todos os seus níveis e instâncias.


(SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.)

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O programa funciona através da conexão de internet em banda larga nas escolas públicas da zona urbana e rural. As operadoras levarão gratuitamente banda larga às escolas até 2025, atualizando a velocidade periodicamente. Existe uma divisão de espaço entre as operadoras para atender a demanda, ou seja cada operadora de telefonia é responsável por uma quantidade de Estados.

A operadora responsável pelo Estado, deverá instalar a banda larga no laboratório de informática da escola,

caso a escola não possua laboratório de informática a banda larga deverá ser instalada na sala de matricula,

ou em outra sala que tiver computador. A banda larga não poderá ser instalada em uma linha já existente, ela deverá ser instalada em uma nova linha telefônica específica para este serviço. A empresa fornecerá o primeiro modem, ficando a reposição deste equipamento, em caso

de perda ou roubo, a cargo da unidade escolar assim como a distribuição da conexão banda larga para outras áreas da unidade escolar.


O MEC oferece cursos a distância e capacitação, além de conteúdos digitais adequados ao trabalho dos professores.

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GOVERNO DA BAHIA. Secretaria de Educação. Cartilha informativa. Disponível em http//www.sec.ba.gov.br. Acesso em 08 de janeiro de 2009.

 

Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

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O programa está organizado através de uma parceria estabelecida entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios e uma estrutura operacional descentralizada. A SEED, por meio de sua Coordenação de Capacitação, relaciona-se diretamente com as Coordenações Estaduais, formadas por representantes da Secretaria Estadual de Educação e das Secretarias Municipais de Educação (elegido pela UNDIME), que, por sua vez, relacionam-se com os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) estaduais e municipais e Coordenações Municipais.

Cabe à Coordenação Estadual:

Coordenar as ações do ProInfo nos estados, conforme diretrizes de implementação do Programa, em articulação com a SEED;

Articular os parceiros locais para a implementação do Programa;

Definir, em conjunto com a SEED/MEC, os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) e outras agências de formação;

Auxiliar no planejamento e dar suporte operacional na organização das capacitações dos formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação;

Acompanhar e monitorar a atuação dos NTEs e outras agências de formação, formadores e demais agentes envolvidos na implementação do Programa;

Promover encontros entre os formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação sempre que necessário para a definição de estratégias locais de implementação do Programa;

Manter atualizados os dados gerenciais do Programa de Capacitação do ProInfo no sistema informatizado.

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Parceria firmada entre órgãos do governo federal, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e operadoras de telefonia.

Cabe a cada operadora de telefonia a responsabilidade pela instalação do banda larga em determinados Estados. As operadoras instalarão os primeiros modems e o Ministério ficará responsável pela reposição.

A velocidade da conexão será de 1 Mbps para todas as escolas até 31 de dezembro de 2010 quando passará a ofertar conexão de 2 Mbps. A partir de 2010 no caso de

haver oferta comercial de velocidades maiores nas localidades atendidas pelas operadoras, as escolas também terão upgrade com base na maior velocidade disponível.

Perspectivas formativas

dos professores

 
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Criação de portais com conteúdos online para auxiliar os professores na oferta de conteúdos curriculares com recursos multimídia. Entre eles estão o Portal do professor e o Banco Internacional de Objetos Educacionais, destinados a auxiliar os professores, em uma parceria do Ministério da Educação e o Ministério da Ciência e Tecnologia.

A formação atribuída aos professores se dá pela disponibilização dos recursos onlines sem capacitação presencial.


Perspectivas formativas

dos alunos

   

Revision 914 Apr 2009 - TaniaTorres

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META TOPICPARENT name="AtiTania"
  ProInfo Banda Larga nas Escolas
Conceito de Inclusão Digital
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Possibilita a inclusão digital dos alunos das escolas públicas, através da montagem de laboratórios de informática, onde serão realizadas atividades com auxílio de professores capacitados para desenvolverem nos seus educandos a possibilidade de compreensão e construção dos conhecimentos com o auxílio das TIC .


O programa configura-se além da simples oferta de laboratórios de informática, mas também, com a capacitação dos professores e agentes educacionais, diferencial deste programa em relação aos demais já instituídos. No entanto, o ProInfo, acredita fomentar a inclusão digital com a inserção das TIC para as atividades nas diferentes disciplinas, sem considerar a formação do indivíduo para sua inserção na nova sociedade que vêm se formando, denominada Sociedade da Informação. Esta Sociedade, tem seus alicerces, no conceito de inclusão digital voltado para formação de indivíduos capazes de utilizar as TIC para a construção de conhecimentos,

encarando os desafios da sociedade no seu cotidiano. Assim percebe-se que o ProInfo entende Inclusão Digital apenas com a oferta de equipamentos para o uso e manuseio sem tornar seus alunos capazes de produzir, transformar, criar uma consciência crítica e prover produtos dos seus conhecimentos para as suas relações cotidianas, dentro da sociedade que se faz entender a inclusão digital, assim como o conceito de Inclusão de Lemos:


\x{201c}Entendo inclusão como habilidade cognitiva para dominar, mudar,

desconstruir discursos e alterar as rotas dos produtos prêt-à-porter das

fábricas de ilusões."

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LEMOS, André. Dogmas da Inclusão Digital. Disponível http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/inclusao.pdf .Capturado em 14 de abril de 2009)

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Oferta de banda larga gratuita, pelas teles, para as escolas públicas se conectarem a rede. Neste programa não existe nenhuma claúsula sobre a capacitação de professores ou apoio as escolas beneficiadas. O programa se restringe a oferta de banda larga cabendo a escola encontrar a melhor maneira para utilizar este serviço.

O Programa entende o conceito de inclusão digital apenas com a oferta do serviço de banda larga para as escolas. No entanto, sabemos que a Inclusão Digital não se faz apenas com a conexão as redes, principalmente no ambiente escolar, um espaço para formação de indivíduos que antes de receber qualquer tipo de equipamento para apoio ás aulas deve antes de tudo capacitar os educadores e outros agentes educacioanais, para orientar os usuários em busca do efetivo domínio desses. O que não deve ser diferente com a introdução das redes de conexão em banda larga.

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Interesses Econômicos
<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

O programa demonstra preocupação com a necessidade que vêm surgindo ao longo dos anos de mão de obra cada vez mais qualificada, fazendo crescer a importância da capacitação dos recursos humanos para acompanhar os novos padrões de produtividade e competitividade exigido pelo mercado de trabalho em função dos avanços tecnológico.


No decorrer destes 10 anos de implantação do programa, este teve drasticas oscilações na liberação das verbas, fato que implica na demora para aquisição das máquinas, atrasando cada vez mais a execução do mesmo.

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. Diretrizes do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Com o acordo entre governo e as teles, estas ficam responsáveis em levar o serviço de banda larga para as escolas e seus backbones até a porta de milhares de cidadãos, com isso ganham o direito de explorar, sozinha, a rede, podendo usar para vender seus serviços de banda larga evitando a concorrência com as pequenas empresas.

A oferta de banda larga, também, aumenta o desenvolvimento do mercado de aparelhagem tecnológica, serviços e acesso a internet além do aumento de empregos direto e indireto.

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

GINDRE, Gustavo. observatório da comunicação. Disponível em http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3090. Capturado em 14 de Abril de 2009.

Interesses Sociais
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Cabe ao governo ,segundo o livro verde, ser “o maior comprador/contratador de bens e serviços em tecnologias de informação e comunicação em um país ”. Com a implantação do ProInfo o governo demonstra suas ações afirmativas afim de possibilitar a sociedade, o acesso as TIC, imprescindível nos dias atuais. O acesso da população as novas tecnologias permite ao governo estar mais próximo do cidadão, seja na informatização dos serviços prestados a sociedade ou durante o cumprimento de suas metas de universalização das TIC dentro do pais utilizando-se do ambiente escolar como ponto estratégico para disseminação destas.

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

TAKAHASHI, Tadeu. Sociedade da Informação no Brasil: Livro Verde (Org.) 2000. Ministério da Ciência e Tecnologia. Brasília. Disponível em http://www.fsp.usp.br/acessibilidade/LivroVerdeSOCINFO-240701.pdf. Capturado em 14 de abril de 2009.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Com o programa, o governo dar continuidade as suas obrigações com a sociedade da informação na inclusão desta no mundo digital, com o auxílio das redes de banda larga, além de acelerar o desenvolvimento da internet no Brasil. O serviço de banda larga, disponibilizado para grande parte da população, e não apenas para uma minoria de privilégiado, como acontece, permitirá acesso ao imensurável mundo da internet onde pode-se utilizar desta como uma gigantesca biblioteca onde são encontradas uma infinita variedade de asuntos, troca de conhecimentos com outras pessoas que podem estar do outro lado do mundo, aprendizagem cooperativa, capacidade de comunicação e informações inclusive em tempo real.

Interesses Educacionais
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Promover o uso pedagógico, das TIC nas redes públicas de educação básica, como recurso favorável ao processo ensino-aprendizagem. O Programa visa estimular o uso das Tecnologias de informação e comunicação, dentro do espaço escolar, como instrumento de apoio as diversas disciplinas, trabalhando os conteúdos de forma dinâmica afim de enriquecer as aulas, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem além de oportunizar a igualdade de acesso aos instrumentos tecnológicos.


<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Conectar todas as escolas públicas da zona urbana e rural à Internet banda larga, abrindo portas para que as redes de internet penetrem no espaço escolar, com o acesso a materiais de apoio pedagógico online, oferta (pelo MEC) de portais educacionais e novos conteúdos para criação de redes entre alunos e professores na internet. No entanto o programa não está direcionado a formação dos professores para o uso desses conteúdos digitais, o que pode se tornar apenas objeto de fetiche, deixando as aulas apenas divertidas

ou “bonitinhas”, sem mudar a forma verticalizada na qual os conteúdos são trabalhados, onde os professores oferecem informações e os alunos as absorvem, sem questionar, produzir ou transformar o conhecimento que lhes são apresentados.

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Estratégias Políticos
<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Expedir normas, diretrizes e critérios para execução do programa além de viabilizar o acesso das tecnologias no ambiente escolar, fornecendo equipamentos tecnológicos, mediante a disponibilidade das escolas para receber o aparato assim como os espaços para abrigar os NTE.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Realizar cobranças no sentido de execução da expansão do backhaul pelas teles, que tem um cronograma a seguir tendo que prestar contas, de uma parte, dos seus serviços para o governo até 25 de abril de 2009.

Estratégias Econômicos    
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Estratégias Políticos
<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Expedir normas, diretrizes e critérios para execução do programa além de viabilizar o acesso das tecnologias no ambiente escolar, fornecendo equipamentos tecnológicos, mediante a disponibilidade das escolas para receber o aparato assim como os espaços para abrigar os NTE.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Realizar cobranças no sentido de execução da expansão do backhaul pelas teles, que tem um cronograma a seguir tendo que prestar contas, de uma parte, dos seus serviços para o governo até 25 de abril de 2009.
Cobrança de multa pelo governo, caso tenha desistência das operadoras, para a prestação dos serviços .

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  FERREIRA, Wanise. Notícia do Observatório da Comunicação. Finalizados os detalhes do acordo de troca de PSTs por banda larga. Disponível em www.direitoacomunicacao.org.br . Capturado 07 de janeiro de 2009.

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Estratégias Econômicos
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

O ProInfo, recebe financiamento do FNDE para a capacitação de recursos humanos e aquisição de

equipamentos. O programa deveria receber financiamento do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), que arrecada por ano cerca de R$ 800 milhões, e 18% destes deveriam ser destinados à educação; no entanto, estão retidos nos cofres dos tesouro nacional devido a falta de objetividade e de definições de metas para o uso da verba.

Em 2007 a Secretaria de Educação a Distância/MEC, no contexto do Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE, desenvolveu a reformulação do Programa Nacional de Informática na Educação. Essa reformulação não alterou em nada as diretrizes do programa, no entanto foram investidos cerca de R$ 650 milhões na informatização das 130 mil escolas de educação básica.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

O governo teve que convencer as teles sobre os benefícios do acordo para a sociedade e principalmente para as empresas, que não iriam ter um número maior de investimentos financeiros quanto ao custo de instalação dos backhauls ao invés dos PSTt (Postos de serviços telefônico), ou seja seria gasto o mesmo montante.
Com a passagem dos backbones na porta de milhares de cidadãos, as teles ganharam o direito de explorar sozinhas, a rede, podendo usá-las para vender seus serviços de banda larga, e evitar a concorrência com as pequenas empresas, o que demonstra que o acordo não foi feito apenas por ser mais vantajoso para a sociedade.

 
Estratégias Sociais
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Utilizar as novas tecnologia de comunicação e informação, dentro do ambiente escolar, para formar o cidadão que deverá colaborar na criação de um novo modelo de sociedade, que se beneficia dos recursos tecnológicos para fomentar mudanças.

<-- @page { margin: 2cm } TD P { margin-bottom: 0cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Disponibilizar serviços de internet banda larga afim de promover a inserção da sociedade nos ambientes em rede.

Estratégias Educacionais
<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->

Implantar ambientes tecnológicos equipados com computadores e recursos digitais nas escolas públicas de educação básica;

Capacitar os professores, gestores e outros agentes educacionais para a utilização pedagógica das tecnologias nas escolas e inclusão digital;

Ofertar conteúdos educacionais multimídia e digitais.

<-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } TD P { margin-bottom: 0cm } -->

Instalar conexão de 1 Mbps em cada uma das 56 mil escolas públicas urbanas brasileiras, sem custos para os governos (federal, estaduais e municipais) pelo menos até 2025 (quando vencem os atuais contratos de concessão).



Oferta de conteúdos educacionais multimídia e digitais pelo MEC.

Diretrizes
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O ProInfo vem sendo implantado em regime de colaboração entre o MEC e os governos estaduais

representados por suas respectivas Secretarias de Educação - SEE. Suas principais diretrizes são:


Subordinar a introdução da informática nas escolas ;

Adaptar a instalação de recursos informatizados à capacidade das escolas para utilizá-los (demonstrada

através da comprovação da existência de infra-estrutura física que atenda as exigências das máquinas que será fornecida);

Promover o desenvolvimento de infra-estrutura de suporte técnico de informática no sistema de ensino público;

Estimular a interligação de computadores nas escolas públicas, para possibilitar a formação de uma ampla

rede de comunicações vinculada à educação;

Fomentar a mudança de cultura no sistema público de ensino de 1º e 2º graus, de forma a torná-lo apto a

preparar cidadãos capazes de interagir numa sociedade cada vez mais tecnologicamente desenvolvida;

Incentivar a articulação entre os atores envolvidos no processo de informatização da educação brasileira;

Institucionalizar um adequado sistema de acompanhamento e avaliação do Programa em todos os seus níveis e instâncias.


(SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. Diretrizes do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.)

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O programa funciona através da conexão de internet em banda larga nas escolas públicas da zona urbana e rural. As operadoras levarão gratuitamente banda larga às escolas até 2025, atualizando a velocidade periodicamente. Existe uma divisão de espaço entre as operadoras para atender a demanda, ou seja cada operadora de telefonia é responsável por uma quantidade de Estados.

A operadora responsável pelo Estado, deverá instalar a banda larga no laboratório de informática da escola,

caso a escola não possua laboratório de informática a banda larga deverá ser instalada na sala de matricula,

ou em outra sala que tiver computador. A banda larga não poderá ser instalada em uma linha já existente, ela deverá ser instalada em uma nova linha telefônica específica para este serviço. A empresa fornecerá o primeiro modem, ficando a reposição deste equipamento, em caso

de perda ou roubo, a cargo da unidade escolar assim como a distribuição da conexão banda larga para outras áreas da unidade escolar.


O MEC oferece cursos a distância e capacitação, além de conteúdos digitais adequados ao trabalho dos professores.

Revision 814 Apr 2009 - TaniaTorres

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META TOPICPARENT name="AtiTania"
  ProInfo Banda Larga nas Escolas
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Conceito de Inclusão Digital    
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Conceito de Inclusão Digital
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Possibilita a inclusão digital dos alunos das escolas públicas, através da montagem de laboratórios de informática, onde serão realizadas atividades com auxílio de professores capacitados para desenvolverem nos seus educandos a possibilidade de compreensão e construção dos conhecimentos com o auxílio das TIC .


O programa configura-se além da simples oferta de laboratórios de informática, mas também, com a capacitação dos professores e agentes educacionais, diferencial deste programa em relação aos demais já instituídos. No entanto, o ProInfo, acredita fomentar a inclusão digital com a inserção das TIC para as atividades nas diferentes disciplinas, sem considerar a formação do indivíduo para sua inserção na nova sociedade que vêm se formando, denominada Sociedade da Informação. Esta Sociedade, tem seus alicerces, no conceito de inclusão digital voltado para formação de indivíduos capazes de utilizar as TIC para a construção de conhecimentos,

encarando os desafios da sociedade no seu cotidiano. Assim percebe-se que o ProInfo entende Inclusão Digital apenas com a oferta de equipamentos para o uso e manuseio sem tornar seus alunos capazes de produzir, transformar, criar uma consciência crítica e prover produtos dos seus conhecimentos para as suas relações cotidianas, dentro da sociedade que se faz entender a inclusão digital, assim como o conceito de Inclusão de Lemos:


\x{201c}Entendo inclusão como habilidade cognitiva para dominar, mudar,

desconstruir discursos e alterar as rotas dos produtos prêt-à-porter das

fábricas de ilusões."

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LEMOS, André. Dogmas da Inclusão Digital. Disponível http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/inclusao.pdf .Capturado em 14 de abril de 2009)

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Oferta de banda larga gratuita, pelas teles, para as escolas públicas se conectarem a rede. Neste programa não existe nenhuma claúsula sobre a capacitação de professores ou apoio as escolas beneficiadas. O programa se restringe a oferta de banda larga cabendo a escola encontrar a melhor maneira para utilizar este serviço.

O Programa entende o conceito de inclusão digital apenas com a oferta do serviço de banda larga para as escolas. No entanto, sabemos que a Inclusão Digital não se faz apenas com a conexão as redes, principalmente no ambiente escolar, um espaço para formação de indivíduos que antes de receber qualquer tipo de equipamento para apoio ás aulas deve antes de tudo capacitar os educadores e outros agentes educacioanais, para orientar os usuários em busca do efetivo domínio desses. O que não deve ser diferente com a introdução das redes de conexão em banda larga.

 
Interesses Políticos    
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Interesses Econômicos  
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Com o acordo entre governo e as teles, estas ficam responsáveis em levar o serviço de banda larga para as escolas e seus backbones até a porta de milhares de cidadãos, com isso ganham o direito de explorar, sozinha, a rede, podendo usar para vender seus serviços de banda larga evitando a concorrência com as pequenas empresas.

A oferta de banda larga, também, aumenta o desenvolvimento do mercado de aparelhagem tecnológica, serviços e acesso a internet além do aumento de empregos direto e indireto.

Interesses Sociais    
Interesses Educacionais    
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Interesses Econômicos
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O programa demonstra preocupação com a necessidade que vêm surgindo ao longo dos anos de mão de obra cada vez mais qualificada, fazendo crescer a importância da capacitação dos recursos humanos para acompanhar os novos padrões de produtividade e competitividade exigido pelo mercado de trabalho em função dos avanços tecnológico.


No decorrer destes 10 anos de implantação do programa, este teve drasticas oscilações na liberação das verbas, fato que implica na demora para aquisição das máquinas, atrasando cada vez mais a execução do mesmo.

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SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. Diretrizes do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.

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Com o acordo entre governo e as teles, estas ficam responsáveis em levar o serviço de banda larga para as escolas e seus backbones até a porta de milhares de cidadãos, com isso ganham o direito de explorar, sozinha, a rede, podendo usar para vender seus serviços de banda larga evitando a concorrência com as pequenas empresas.

A oferta de banda larga, também, aumenta o desenvolvimento do mercado de aparelhagem tecnológica, serviços e acesso a internet além do aumento de empregos direto e indireto.

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GINDRE, Gustavo. observatório da comunicação. Disponível em http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=3090. Capturado em 14 de Abril de 2009.

Interesses Sociais
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Cabe ao governo ,segundo o livro verde, ser “o maior comprador/contratador de bens e serviços em tecnologias de informação e comunicação em um país ”. Com a implantação do ProInfo o governo demonstra suas ações afirmativas afim de possibilitar a sociedade, o acesso as TIC, imprescindível nos dias atuais. O acesso da população as novas tecnologias permite ao governo estar mais próximo do cidadão, seja na informatização dos serviços prestados a sociedade ou durante o cumprimento de suas metas de universalização das TIC dentro do pais utilizando-se do ambiente escolar como ponto estratégico para disseminação destas.

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TAKAHASHI, Tadeu. Sociedade da Informação no Brasil: Livro Verde (Org.) 2000. Ministério da Ciência e Tecnologia. Brasília. Disponível em http://www.fsp.usp.br/acessibilidade/LivroVerdeSOCINFO-240701.pdf. Capturado em 14 de abril de 2009.

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Com o programa, o governo dar continuidade as suas obrigações com a sociedade da informação na inclusão desta no mundo digital, com o auxílio das redes de banda larga, além de acelerar o desenvolvimento da internet no Brasil. O serviço de banda larga, disponibilizado para grande parte da população, e não apenas para uma minoria de privilégiado, como acontece, permitirá acesso ao imensurável mundo da internet onde pode-se utilizar desta como uma gigantesca biblioteca onde são encontradas uma infinita variedade de asuntos, troca de conhecimentos com outras pessoas que podem estar do outro lado do mundo, aprendizagem cooperativa, capacidade de comunicação e informações inclusive em tempo real.

Interesses Educacionais
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Promover o uso pedagógico, das TIC nas redes públicas de educação básica, como recurso favorável ao processo ensino-aprendizagem. O Programa visa estimular o uso das Tecnologias de informação e comunicação, dentro do espaço escolar, como instrumento de apoio as diversas disciplinas, trabalhando os conteúdos de forma dinâmica afim de enriquecer as aulas, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem além de oportunizar a igualdade de acesso aos instrumentos tecnológicos.


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Conectar todas as escolas públicas da zona urbana e rural à Internet banda larga, abrindo portas para que as redes de internet penetrem no espaço escolar, com o acesso a materiais de apoio pedagógico online, oferta (pelo MEC) de portais educacionais e novos conteúdos para criação de redes entre alunos e professores na internet. No entanto o programa não está direcionado a formação dos professores para o uso desses conteúdos digitais, o que pode se tornar apenas objeto de fetiche, deixando as aulas apenas divertidas

ou “bonitinhas”, sem mudar a forma verticalizada na qual os conteúdos são trabalhados, onde os professores oferecem informações e os alunos as absorvem, sem questionar, produzir ou transformar o conhecimento que lhes são apresentados.

 
Estratégias Políticos
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Expedir normas, diretrizes e critérios para execução do programa além de viabilizar o acesso das tecnologias no ambiente escolar, fornecendo equipamentos tecnológicos, mediante a disponibilidade das escolas para receber o aparato assim como os espaços para abrigar os NTE.

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Realizar cobranças no sentido de execução da expansão do backhaul pelas teles, que tem um cronograma a seguir tendo que prestar contas, de uma parte, dos seus serviços para o governo até 25 de abril de 2009.

Estratégias Econômicos    
Estratégias Sociais
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Utilizar as novas tecnologia de comunicação e informação, dentro do ambiente escolar, para formar o cidadão que deverá colaborar na criação de um novo modelo de sociedade, que se beneficia dos recursos tecnológicos para fomentar mudanças.

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Disponibilizar serviços de internet banda larga afim de promover a inserção da sociedade nos ambientes em rede.

Revision 704 Mar 2009 - TaniaTorres

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  ProInfo Banda Larga nas Escolas
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  ProInfo Banda Larga nas Escolas
 
Conceito de Inclusão Digital    
Interesses Políticos    
Interesses Econômicos  
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Com o acordo entre governo e as teles, estas ficam responsáveis em levar o serviço de banda larga para as escolas e seus backbones até a porta de milhares de cidadãos, com isso ganham o direito de explorar, sozinha, a rede, podendo usar para vender seus serviços de banda larga evitando a concorrência com as pequenas empresas.

A oferta de banda larga, também, aumenta o desenvolvimento do mercado de aparelhagem tecnológica, serviços e acesso a internet além do aumento de empregos direto e indireto.

Revision 602 Mar 2009 - TaniaTorres

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META TOPICPARENT name="AtiTania"
  ProInfo Banda Larga nas Escolas
Conceito de Inclusão Digital    
Interesses Políticos    
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Interesses Econômicos    
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Interesses Econômicos  
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Com o acordo entre governo e as teles, estas ficam responsáveis em levar o serviço de banda larga para as escolas e seus backbones até a porta de milhares de cidadãos, com isso ganham o direito de explorar, sozinha, a rede, podendo usar para vender seus serviços de banda larga evitando a concorrência com as pequenas empresas.

A oferta de banda larga, também, aumenta o desenvolvimento do mercado de aparelhagem tecnológica, serviços e acesso a internet além do aumento de empregos direto e indireto.

 
Interesses Sociais    
Interesses Educacionais    
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Estratégias Políticos    
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Estratégias Políticos
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Expedir normas, diretrizes e critérios para execução do programa além de viabilizar o acesso das tecnologias no ambiente escolar, fornecendo equipamentos tecnológicos, mediante a disponibilidade das escolas para receber o aparato assim como os espaços para abrigar os NTE.

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Realizar cobranças no sentido de execução da expansão do backhaul pelas teles, que tem um cronograma a seguir tendo que prestar contas, de uma parte, dos seus serviços para o governo até 25 de abril de 2009.

 
Estratégias Econômicos    
Changed:
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Estratégias Sociais    
Estratégias Educacionais    
Diretrizes    

Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

   

Perspectivas formativas

dos professores

   
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Estratégias Sociais
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Utilizar as novas tecnologia de comunicação e informação, dentro do ambiente escolar, para formar o cidadão que deverá colaborar na criação de um novo modelo de sociedade, que se beneficia dos recursos tecnológicos para fomentar mudanças.

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Disponibilizar serviços de internet banda larga afim de promover a inserção da sociedade nos ambientes em rede.

Estratégias Educacionais
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Implantar ambientes tecnológicos equipados com computadores e recursos digitais nas escolas públicas de educação básica;

Capacitar os professores, gestores e outros agentes educacionais para a utilização pedagógica das tecnologias nas escolas e inclusão digital;

Ofertar conteúdos educacionais multimídia e digitais.

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Instalar conexão de 1 Mbps em cada uma das 56 mil escolas públicas urbanas brasileiras, sem custos para os governos (federal, estaduais e municipais) pelo menos até 2025 (quando vencem os atuais contratos de concessão).



Oferta de conteúdos educacionais multimídia e digitais pelo MEC.

Diretrizes
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O ProInfo vem sendo implantado em regime de colaboração entre o MEC e os governos estaduais

representados por suas respectivas Secretarias de Educação - SEE. Suas principais diretrizes são:


Subordinar a introdução da informática nas escolas ;

Adaptar a instalação de recursos informatizados à capacidade das escolas para utilizá-los (demonstrada

através da comprovação da existência de infra-estrutura física que atenda as exigências das máquinas que será fornecida);

Promover o desenvolvimento de infra-estrutura de suporte técnico de informática no sistema de ensino público;

Estimular a interligação de computadores nas escolas públicas, para possibilitar a formação de uma ampla

rede de comunicações vinculada à educação;

Fomentar a mudança de cultura no sistema público de ensino de 1º e 2º graus, de forma a torná-lo apto a

preparar cidadãos capazes de interagir numa sociedade cada vez mais tecnologicamente desenvolvida;

Incentivar a articulação entre os atores envolvidos no processo de informatização da educação brasileira;

Institucionalizar um adequado sistema de acompanhamento e avaliação do Programa em todos os seus níveis e instâncias.


(SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA. Ministério da Educação. Diretrizes do Programa Nacional de Informática na Educação ( ProInfo) - julho/1997 . Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br. Acesso em 24 de Setembro de 2008.)

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O programa funciona através da conexão de internet em banda larga nas escolas públicas da zona urbana e rural. As operadoras levarão gratuitamente banda larga às escolas até 2025, atualizando a velocidade periodicamente. Existe uma divisão de espaço entre as operadoras para atender a demanda, ou seja cada operadora de telefonia é responsável por uma quantidade de Estados.

A operadora responsável pelo Estado, deverá instalar a banda larga no laboratório de informática da escola,

caso a escola não possua laboratório de informática a banda larga deverá ser instalada na sala de matricula,

ou em outra sala que tiver computador. A banda larga não poderá ser instalada em uma linha já existente, ela deverá ser instalada em uma nova linha telefônica específica para este serviço. A empresa fornecerá o primeiro modem, ficando a reposição deste equipamento, em caso

de perda ou roubo, a cargo da unidade escolar assim como a distribuição da conexão banda larga para outras áreas da unidade escolar.


O MEC oferece cursos a distância e capacitação, além de conteúdos digitais adequados ao trabalho dos professores.

Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

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O programa está organizado através de uma parceria estabelecida entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios e uma estrutura operacional descentralizada. A SEED, por meio de sua Coordenação de Capacitação, relaciona-se diretamente com as Coordenações Estaduais, formadas por representantes da Secretaria Estadual de Educação e das Secretarias Municipais de Educação (elegido pela UNDIME), que, por sua vez, relacionam-se com os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) estaduais e municipais e Coordenações Municipais.

Cabe à Coordenação Estadual:

Coordenar as ações do ProInfo nos estados, conforme diretrizes de implementação do Programa, em articulação com a SEED;

Articular os parceiros locais para a implementação do Programa;

Definir, em conjunto com a SEED/MEC, os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs) e outras agências de formação;

Auxiliar no planejamento e dar suporte operacional na organização das capacitações dos formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação;

Acompanhar e monitorar a atuação dos NTEs e outras agências de formação, formadores e demais agentes envolvidos na implementação do Programa;

Promover encontros entre os formadores e técnicos dos NTEs e outras agências de formação sempre que necessário para a definição de estratégias locais de implementação do Programa;

Manter atualizados os dados gerenciais do Programa de Capacitação do ProInfo no sistema informatizado.

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Parceria firmada entre órgãos do governo federal, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e operadoras de telefonia.

Cabe a cada operadora de telefonia a responsabilidade pela instalação do banda larga em determinados Estados. As operadoras instalarão os primeiros modems e o Ministério ficará responsável pela reposição.

A velocidade da conexão será de 1 Mbps para todas as escolas até 31 de dezembro de 2010 quando passará a ofertar conexão de 2 Mbps. A partir de 2010 no caso de

haver oferta comercial de velocidades maiores nas localidades atendidas pelas operadoras, as escolas também terão upgrade com base na maior velocidade disponível.

Perspectivas formativas

dos professores

 
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Criação de portais com conteúdos online para auxiliar os professores na oferta de conteúdos curriculares com recursos multimídia. Entre eles estão o Portal do professor e o Banco Internacional de Objetos Educacionais, destinados a auxiliar os professores, em uma parceria do Ministério da Educação e o Ministério da Ciência e Tecnologia.

A formação atribuída aos professores se dá pela disponibilização dos recursos onlines sem capacitação presencial.


 

Perspectivas formativas

dos alunos

   

Potencialidade da perpectiva formativa

dos professores

   

Limite da perpectiva formativa

dos professores

   

Revision 520 Jan 2009 - TaniaTorres

Line: 1 to 1
 
META TOPICPARENT name="AtiTania"
  ProInfo Banda Larga nas Escolas
Conceito de Inclusão Digital    
Line: 13 to 13
 
Diretrizes    

Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

   

Perspectivas formativas

dos professores

   
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Perspectivas formativas

dos professores

   
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Perspectivas formativas

dos alunos

   
 

Potencialidade da perpectiva formativa

dos professores

   

Limite da perpectiva formativa

dos professores

   

Potencialidade da perpectiva formativa

dos alunos

   

Revision 421 Oct 2008 - TaniaTorres

Line: 1 to 1
 
META TOPICPARENT name="AtiTania"
  ProInfo Banda Larga nas Escolas
Conceito de Inclusão Digital    
Line: 11 to 11
 
Estratégias Sociais    
Estratégias Educacionais    
Diretrizes    
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Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

   

Perspectivas formativas

dos professores

   

Perspectivas formativas

dos professores

   

Potencialidade da perpectiva formativa

dos professores

   

Limite da perpectiva formativa

dos professores

   

Potencialidade da perpectiva formativa

dos alunos

   

Limite da perspectiva formativa

dos alunos

   
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Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

   

Perspectivas formativas

dos professores

   

Perspectivas formativas

dos professores

   

Potencialidade da perpectiva formativa

dos professores

   

Limite da perpectiva formativa

dos professores

   

Potencialidade da perpectiva formativa

dos alunos

   

Limite da perspectiva formativa

dos alunos

   
 
Expectativas do Professor    
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Explicações, interpretações

e representações dos professores

   
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Explicações, interpretações

e representações dos professores

   
 
Expectativas do Pesquisador    
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Explicações, interpretações

e representações do pesquisador

   
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Explicações, interpretações

e representações do pesquisador

   
  -- TaniaTorres - 11 Oct 2008

Revision 314 Oct 2008 - JoseliaSantos

Line: 1 to 1
 
META TOPICPARENT name="AtiTania"
  ProInfo Banda Larga nas Escolas
Conceito de Inclusão Digital    

Revision 212 Oct 2008 - TaniaTorres

Line: 1 to 1
 
META TOPICPARENT name="AtiTania"
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  ProInfo Banda Larga nas Escolas
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  ProInfo Banda Larga nas Escolas
 
Conceito de Inclusão Digital    
Interesses Políticos    
Interesses Econômicos    
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Interesses Sociais    
Interesses Educacionais    
Estratégias Políticos    
Estratégias Econômicos    
Estratégias Sociais    
Estratégias Educacionais    
Diretrizes    

Formas de organização

e dinâmicas de operacionalização

   

Perspectivas formativas

dos professores

   

Perspectivas formativas

dos professores

   

Potencialidade da perpectiva formativa

dos professores

   

Limite da perpectiva formativa

dos professores

   

Potencialidade da perpectiva formativa

dos alunos

   

Limite da perspectiva formativa

dos alunos

   
Expectativas do Professor    

Explicações, interpretações

e representações dos professores

   
Expectativas do Pesquisador    

Explicações, interpretações

e representações do pesquisador

   
  -- TaniaTorres - 11 Oct 2008

Revision 111 Oct 2008 - TaniaTorres

Line: 1 to 1
Added:
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META TOPICPARENT name="AtiTania"
  ProInfo Banda Larga nas Escolas
Conceito de Inclusão Digital    
Interesses Políticos    
Interesses Econômicos    
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     

-- TaniaTorres - 11 Oct 2008

 
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