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Revision 125 May 2014 - Main.JoaquimLago

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Petrologia e análise estrutural multiescalar da formação Serra da Garapa (Grupo Santo Onofre) na porção sul do cinturão de dobramentos e cavalgamentos Espinhaço Setentrional. Corredor do Paramirim, Caetité, Bahia. Caroline Novais Bitencourt (2013.2).

Banca: Profa Dra. Simone Cerquira Pereira Cruz – IGEO/UFBA - orientadora, Profa Dra Ângela Beatriz de Menezes Leal – OGEO/UFBA, Dra Cristina Maria Burgos de Carvalho – CPRM.

Resumo: No Cinturão de Dobramentos e Cavalgamentos Serra do Espinhaço Setentrional, no sudoeste do estado da Bahia, ocorre a Formação Serra da Garapa (Grupo Santo Onofre), de idade neoproterozoica. A área selecionada para estudo localiza-se nas imediações da cidade de Caetité, possui uma área de 195 km2 e dista 650 km da cidade de Salvador. Essa área foi selecionada tendo em vista a complexidade estrutural e metamórfica presente na Formação Serra da Garapa. O objetivo geral do trabalho é contribuir com o estudo da evolução tectônica da Formação Serra da Garapa (Grupo Santo Onofre) na porção sul do Cinturão de Dobramentos e Cavalgamentos Espinhaço Setentrional. Os objetivos específicos são: inventariar as litologias aflorantes na área de estudo; levantar o arcabouço estrutural nas escalas meso e microscópicas; determinar as paragêneses minerais e a relação com as estruturas identificadas; discutir as implicações tectônicas associadas com as estruturas e paragêneses identificadas. Para colimar os objetivos propostos realizou-se levantamento bibliográfico, atividades de campo, descrição de lâminas e análise microestrutural, análise de química mineral, análise estrutural e integração dos dados. O mapeamento geológico realizado na escala 1: 60.000 permitiu a cartografia da Formação Serra da Garapa e das unidades vizinhas. A análise estrutural realizada na mesoescala permitiu a identificação de quatro fases deformacionais: D1, representada pela foliação S0//S1, que é observada em dobras isoclinais, intrafoliais e sem raíz formadas na fase posterior; D2, que é representada pela foliação S0//S1//S2, por dobras isoclinais, intrafoliais e sem raíz (F2) e pela lineação de estiramento Lx2; D3, representada por dobras assimétricas de estilos variados e dobras e clivagem de crenulação (S3); D4, representada por dobras e por uma figura de interferência em laço, além de zonas de cisalhamento destral-reversas. A análise microestrutural foi realizada em xistos aluminosos da Formação Serra da Garapa, tendo sido inferido um evento metamórfico, com fases progressiva e regressiva. A fase progressiva, de fácies anfibolito baixo, com temperatura entre 670°C e 680°C, tem como paragênese granada, quartzo, pirita, hematita e estaurolita e esteve em equilíbrio até a fase D2, ou tardiamente a ela. A fase regressiva, de fácies xisto verde com temperatura máxima de 670º C, tem como paragênese quartzo e clorita. Tendo em vista a complexidade estrutural da área de estudo, sugere-se um aprofundamento das pesquisas científicas para as áreas vizinhas.

Palavras-chave: Formação Serra da Garapa, Fases de deformação, Metamorfismo e Anfibolito.

 
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