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Revision 308 Oct 2007 - MonicaPaz

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O Curso de Geologia

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Histórico

 
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O trabalho do geólogo consiste principalmente na busca e aproveitamento racional de recursos hídricos e energéticos e de materiais geológicos, incluindo os minerais e rochas que têm aplicação direta na construção civil e na indústria, bem como aqueles utilizados na indústria de transformação. Volta-se também para a prevenção de desastres naturais, para o correto gerenciamento de recursos minerais, hídricos e energéticos e para o desenvolvimento do conhecimento científico. O profissional de Geologia lida com diversas escalas de observação e sua atividade pode ser desenvolvida no laboratório, no campo ou na sala de aula. A atividade do geólogo resulta principalmente de observação, catalogação, análise e interpretação. Por isso os objetivos do curso de Geologia fundamentam-se na formação de profissionais capazes de:
  • Manter o suprimento de materiais geológicos.
  • Manter e preservar o equilíbrio do sistema Terra através do uso responsável dos materiais geológicos.
  • Reduzir os efeitos dos desastres naturais.
  • Entender os processos envolvidos na origem e evolução do sistema Terra, participando da evolução do conhecimento científico.
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Criado em 1958, através do decreto 43/804-MEC e tendo como base legal a Resolução 39/75-CFE, o Curso de Graduação em Geologia da UFBA experimentou até o momento três grandes reformas curriculares- 1968, 1984 e 1997. A mais recente, apesar de ter produzido avanços acadêmicos, foi condicionada ao sistema de currículos mínimos definido pelo Conselho Federal de Educação em 1975. Logo após ter sido implantado o último currículo de geologia da UFBA em 1997, o MEC estabeleceu, no final do mesmo ano, as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos universitários do país, afim de adaptá-los à Lei de Diretrizes e Base da Educação Superior (LDB). Com isto, tirou as amarras da resolução de 1975, que tanto prejudicou a montagem do currículo de 1997, dando as universidades autonomia para fixar os currículos dos seus cursos. Deste modo, apesar de relativamente recente, o atual currículo de geologia da UFBA precisou ser reestruturado para se adequar à nova legislação educacional do país, especialmente a LDB, às Diretrizes Curriculares Nacionais, algumas resoluções do Conselho Nacional de Educação e da própria UFBA. As mudanças requeridas podem ser resumidas nos seguintes pontos:
 
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O curso passou por uma reforma que teve início em 1993, com base no Projeto "Perfil do Geólogo do ano 2000", executado sob a responsabilidade da Sociedade Brasileira de Geologia, Núcleo Bahia-Sergipe, e do Instituto de Geociências da UFBA, com apoio do Governo do Estado da Bahia, através da Secretaria de Geologia e Recursos Minerais (SGM), e foi concluída em dezembro de 1994. A metodologia utilizada para o desenvolvimento do citado Projeto envolveu a aplicação de questionários, realização de entrevistas, seminários, mesas redondas, etc. com a participação de profissionais de diversas regiões do Brasil. A última reestruturação curricular possibilitou, entre outros aspectos:
  • uma revisão do conteúdo de todas as áreas do conhecimento, com enfoque na avaliação dos processos geológicos e na relação processo-produto, produzindo-se uma visão integrada das ciências geológicas;
  • redução da carga horária, passando de 4032 horas para 3630 horas, distribuídas de forma a permitir que o aluno participe de atividades extra-classe consideradas importantes para a sua formação profissional;
  • fusão de disciplinas, facilitando a transmissão de uma visão global e integrada do conteúdo de cada área do conhecimento;
  • reforço do conhecimento básico de matemática, física, química e geologia e a inserção de temas emergentes no conteúdo de diversos programas, em alguns casos com a criação de novas disciplinas;
  • oferecimento de alternativas de especialização a partir da escolha de disciplinas optativas, cujos blocos temáticos por vezes constituem interfaces com os cursos de pós-graduação;
  • valorização do ensino da geologia de campo, com um tratamento progressivo do mesmo ao longo de todo o curso. São oferecidas quatro disciplinas, programadas para os períodos inter-semestres letivos, sem choque com outras atividades acadêmicas. Além disso, foram mantidas as visitas de campo com duração máxima de um dia. Assim, cerca de 600 horas da carga total do currículo destinadas a atividades de campo, foram deslocadas para os períodos inter-semestrais, resultando na liberação de parte da carga semestral para atividades extra-classe;
  • introdução do trabalho de conclusão do curso (monografia de graduação), a ser desenvolvido em uma área de especialização escolhida pelo aluno, que deverá ser orientado por um professor, podendo ser realizado na própria universidade, junto a um grupo de pesquisa, ou numa empresa.
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  1. eliminação dos componentes curriculares do currículo mínimo e de caráter eletivo, passando a vigorar apenas os componentes curriculares de natureza obrigatória e optativa;
  2. flexibilização curricular, tendo em vista que o modelo vigente apresenta extrema rigidez na cadeia de pré-requisitos;
  3. diminuição do número de componentes curriculares obrigatórios, com o intuito de evitar a fragmentação e dispersão dos conteúdos básicos;
  4. maior articulação entre os componentes curriculares básicos e profissionalizantes;
  5. ampliação das opções das áreas de atuação profissional, de acordo com as tendências e vocações do estudante e as oportunidades do mercado de trabalho. Neste particular, destaca-se a necessidade de enfatizar as questões ambientais e a organização do espaço urbano;
  6. estruturação curricular e práticas acadêmicas que permitam o aluno tempo para estudar, pesquisar, analisar, discutir, refletir, os conteúdos ministrados em sala de aula; participar de projetos acadêmicos (monitoria, bolsa de estudo, iniciação científica) e profissionais (estágios), bem como de eventos técnico-científicos e cursos de formação complementar (inglês, informática, empreendedorismo etc);
  7. integração do saber acadêmico com a prática profissional, incentivando o reconhecimento de habilidades e competências adquiridas fora do ambiente universitário;
  8. viabilização de um percurso curricular permitindo ao estudante maior autonomia, rapidez na conclusão do curso e melhor capacitação profissional e,
  9. promoção de mecanismos que permitam maior integração entre o ensino de graduação e o de pós-graduação.
 
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Principais indicadores do curso de Geologia

O acesso é feito normalmente através do processo seletivo. A relação candidatos/vaga nos últimos cinco anos pode ser vista no quadro mostrado adiante:

Ano 1995 1996 1997 1998 1999 2000
Número de candidatos 140 183 78 189 146 194
Número de vagas 50 50 50 50 50 50
Relação cand/vaga 2,8 3,66 1,56 3,78 2,92 3,88

Demonstrativo dos alunos do Curso de Graduação em Geologia no período de 1995 a 1999 - ingressos/graduados/ativos/evasão:

Ano 1995 1996 1997 1998 1999
Alunos Ingressos 55 53 58 53 56
Graduados 01 01 15 0 11
Ativos em 99.2 23 28 50 52 45
Evasão 31 23 08 01 02
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Com isto, espera-se que a reformulação proposta para o curso de geologia da UFBA crie um currículo ágil, moderno, eficiente e sintonizado com a realidade atual e as demandas da sociedade, especialmente nos setores da exploração racional dos recursos físicos da Terra e da qualidade ambiental.

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O Curso

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O Curso de Geologia

O trabalho do geólogo consiste principalmente na busca e aproveitamento racional de recursos hídricos e energéticos e de materiais geológicos, incluindo os minerais e rochas que têm aplicação direta na construção civil e na indústria, bem como aqueles utilizados na indústria de transformação. Volta-se também para a prevenção de desastres naturais, para o correto gerenciamento de recursos minerais, hídricos e energéticos e para o desenvolvimento do conhecimento científico. O profissional de Geologia lida com diversas escalas de observação e sua atividade pode ser desenvolvida no laboratório, no campo ou na sala de aula. A atividade do geólogo resulta principalmente de observação, catalogação, análise e interpretação. Por isso os objetivos do curso de Geologia fundamentam-se na formação de profissionais capazes de:

  • Manter o suprimento de materiais geológicos.
  • Manter e preservar o equilíbrio do sistema Terra através do uso responsável dos materiais geológicos.
  • Reduzir os efeitos dos desastres naturais.
  • Entender os processos envolvidos na origem e evolução do sistema Terra, participando da evolução do conhecimento científico.

O curso passou por uma reforma que teve início em 1993, com base no Projeto "Perfil do Geólogo do ano 2000", executado sob a responsabilidade da Sociedade Brasileira de Geologia, Núcleo Bahia-Sergipe, e do Instituto de Geociências da UFBA, com apoio do Governo do Estado da Bahia, através da Secretaria de Geologia e Recursos Minerais (SGM), e foi concluída em dezembro de 1994. A metodologia utilizada para o desenvolvimento do citado Projeto envolveu a aplicação de questionários, realização de entrevistas, seminários, mesas redondas, etc. com a participação de profissionais de diversas regiões do Brasil. A última reestruturação curricular possibilitou, entre outros aspectos:

  • uma revisão do conteúdo de todas as áreas do conhecimento, com enfoque na avaliação dos processos geológicos e na relação processo-produto, produzindo-se uma visão integrada das ciências geológicas;
  • redução da carga horária, passando de 4032 horas para 3630 horas, distribuídas de forma a permitir que o aluno participe de atividades extra-classe consideradas importantes para a sua formação profissional;
  • fusão de disciplinas, facilitando a transmissão de uma visão global e integrada do conteúdo de cada área do conhecimento;
  • reforço do conhecimento básico de matemática, física, química e geologia e a inserção de temas emergentes no conteúdo de diversos programas, em alguns casos com a criação de novas disciplinas;
  • oferecimento de alternativas de especialização a partir da escolha de disciplinas optativas, cujos blocos temáticos por vezes constituem interfaces com os cursos de pós-graduação;
  • valorização do ensino da geologia de campo, com um tratamento progressivo do mesmo ao longo de todo o curso. São oferecidas quatro disciplinas, programadas para os períodos inter-semestres letivos, sem choque com outras atividades acadêmicas. Além disso, foram mantidas as visitas de campo com duração máxima de um dia. Assim, cerca de 600 horas da carga total do currículo destinadas a atividades de campo, foram deslocadas para os períodos inter-semestrais, resultando na liberação de parte da carga semestral para atividades extra-classe;
  • introdução do trabalho de conclusão do curso (monografia de graduação), a ser desenvolvido em uma área de especialização escolhida pelo aluno, que deverá ser orientado por um professor, podendo ser realizado na própria universidade, junto a um grupo de pesquisa, ou numa empresa.

Principais indicadores do curso de Geologia

O acesso é feito normalmente através do processo seletivo. A relação candidatos/vaga nos últimos cinco anos pode ser vista no quadro mostrado adiante:

Ano 1995 1996 1997 1998 1999 2000
Número de candidatos 140 183 78 189 146 194
Número de vagas 50 50 50 50 50 50
Relação cand/vaga 2,8 3,66 1,56 3,78 2,92 3,88

Demonstrativo dos alunos do Curso de Graduação em Geologia no período de 1995 a 1999 - ingressos/graduados/ativos/evasão:

Ano 1995 1996 1997 1998 1999
Alunos Ingressos 55 53 58 53 56
Graduados 01 01 15 0 11
Ativos em 99.2 23 28 50 52 45
Evasão 31 23 08 01 02

Revision 104 Oct 2007 - MonicaPaz

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O Curso

 
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