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Mobilidade geoquímica e caracterização petrográfica das rochas da província alcalina, sul do Estado da Bahia. José Diógenes Pereira Torres (2013.1)

Banca: Prof. Pedro Maciel de Paula Garcia - IGEO/UFBA – Orientador , Prof. Dr. José Haroldo da Silva Sá - IGEO/ UFBA , Geólogo Ernesto Fernando Alves da Silva – CBPM.

Resumo: No sul do Estado da Bahia afloram, encaixados em rochas arqueanas a mesoproterozóicas superiores, corpos ígneos alcalinos anorogênicos datados do Neoproterozóico, e pertencentes à Província Alcalina do sul da Bahia – PASEBA. Atrelado a este sistema, desenvolve-se uma bacia metassedimentar Meso a Neoproterozóica nomeada como Bacia do Rio Pardo. Os municípios sedes do estudo (Itarantim e Potiraguá) localizam-se no extremo sul da Província, e estão inseridos no limite entre duas grandes entidades tectônicas reconhecidas como Cráton do São Francisco e a Faixa de Dobramentos Neoproterozóica Araçuaí. O presente trabalho visa o estudo litogeoquímico (através da análise de elementos maiores, traços e terras raras) e a caracterização petrográfica do stock sienítico Serra da Gruta, da porção norte do Maciço Itarantim (MI) e da porção sul do batólito sienítico Serra das Araras. Constatou-se para o stock Serra da Gruta, através de análise petrográfica, duas litofácies caracterizadas como Nefelina Sienito, e Alcáli – Feldspato Sienito com estruturas deformacionais dúcteis associadas. Sugere-se como associado a esse magmatismo, a ocorrência de vênulas de pirita mapeadas nos arredores deste stock, que em sua caracterização geoquímica, notou-se um fracionamento magmático associado com enriquecimento em SiO2? (variando de 55 a 80%), CaO? (variando de 0,1 a 2,5%), anomalias positivas em Rb, K, Tb, e emprobrecimento em Na2O? (variando de 12 a 3%), Al2O3? (média de 18%), além de anomalias negativas em Sr, Ti, Y e P sugerindo importante contribuição mantélica. Na análise petrográfica da Serra das Araras, voltada, sobretudo para a ocorrência de Sienito com sodalita notou-se intensa substituição de feldspatos alcalinos por cancrinita, além da presenca de nefelina e biotita. Em sua caracterização geoquímica, notou-se teores de SiO2? variando entre 50 e 75%, Al2O3? de 12 a 23%, NaO? com uma média de 8%, alcançando 20% para o corpo sienitítico, e destacou-se altos teores de terras raras leves, com variação 38 <Ba<1563ppm. O estudo correspondente à porção norte do maciço sienítico Itarantim, abrange a Fácies Sienito Rancho Queimado (FSRQ), a Fácies Fenito (FF) e o Embasamento (E) não fenitizado do Complexo Itapetinga. Constatou-se para FSRQ através da análise 5 m icroscópica, a ocorrência de nefelina sericitizada nos interstícios dos feldspatos alcalinos, além de agregados com aegirina, hornblenda, biotita, apatita e opacos; para a FF identificou-se dois litotipos diferenciados de acordo a intensidade da fenitização; e para o E, verificou-se dois litotipos nomeados muscovita gnaisse e monzogranito. Para a geoquímica do MI, em especial, levou-se em consideração a mobilidade geoquímica em dois aspectos. O primeiro envolvendo a intrusão sienítica e a fenitização da encaixante, ou seja, relacionando a FSRQ – FF – E, onde concluiu-se que houve enriquecimento em SiO2? , K2O? , Cs, Th, U dentre outros. O segundo aspecto envolve a distribuição dos elementos nestas rochas e como eles se comportam no ciclo geoquímico, relacionando suas concentrações em rocha fresca e manto de intemperismo, onde observou-se o enriquecimento em Al2O3? , Nb, Ba, Sr, Cs, dentre outros.

Palavras-Chave: PASEBA, Rochas Alcalinas Anorogênicas, Neoproterozóico, Mobilidade Geoquímica.

 
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