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Geoquímica das rochas do Greenstone Belt do Rio Itapicuru, mina de ouro Maria Preta, Bahia - Zilda Gomes Pena (2008.2)

Banca: Profa. Dra. Débora Correia Rios - IGEO/UFBA - Orientadora, Prof. Dr. Herbet Conceição - IGEO/UFBA , Geol. Felipe Machado de Araújo - Yamana Gold Inc.

Resumo: A área objeto de estudo deste Trabalho Final de Graduação (TFG) está situada na porção nordeste do Cráton do São Francisco, no Núcleo Serrinha. Este núcleo arqueano possui uma área aflorante de aproximadamente 21.000km, sendo constituído por três conjuntos litoestratigráficos distintos: (i) o embasamento granítico-gnássico-migmatitico arqueano, (ii) as seqüência vulcanossedimentares de Greenstone Belt do Rio Itapicuru (GBRI) e do grupo capim (CG), e (iii) vários corpos graníticos. O objeto deste estudo são as rochas vulcanossedimentares do GBRI, mais especificamente aqueles que ocorrem na área da antiga Mina de Ouro Maria Preta (MMP), atualmente explorada pela Yamana Gold Inc. Apesar da área ser explorada a mais de 20 anos,os estudos geoquímicos disponíveis SAP aqueles apresentados nos anos 70 e 80, e limitados a dados de elementos maiores e alguns poucos traços. Assim, no q se refere a caracterização geoquímica, essencial para aprimorar o modelo metalogenético para a ocorrência dos metais base, foram poucos os avanços. Por exemplo, ainda inexistem no greenstone itapicuru dados que suportem a existência de magmas komateiíticos, freqüentes na seqüência de greenstone arqueanas mineralizadas em ouro em todo o mundo. As rochas estudadas permitiram individualizar duas séries magnéticas: (i) toleítica, para as rochas metaluminosas da Unidade Vulcânica Mafica Bassal (UVM), de natureza pré a sin colisional, e (ii) cálcio alcalino, para as rochas peraluminosas da Unidade Vulcânica Félsica intermediaria (UVF), as quais apresentam natureza sin a pós-colisional. Os estudos demostraram ainda a ocorrência de rochas ricas em magnésio, e caracterizadas como boninitos (ams. 3027 e 3030). Os basaltos da UVM apresentam várias características de rochas komateiticas, contudo eles possuem baixos teores de magnésio (< 12%), o que impedem que sejam classificados como komateitos. São necessários estudos mais detalhados para confirmar as relações petrogenéicas destas rochas e a sua gênese. Adicionalmente, até o momento não se dispõe de dados geocronológicos precisos que permitam discussões mais aprofundadas e/ou modificações no modelo tectônico envolvido em sua geração.
 
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