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Revision 928 Jun 2007 - CecilioSantos

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CECÍLIO

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  diário de ciclo VI
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Revision 805 Jan 2007 - CecilioSantos

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CECÍLIO

Revision 701 Dec 2006 - CecilioSantos

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CECÍLIO

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  memórias de cecilio
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Revision 622 Nov 2006 - CecilioSantos

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CECÍLIO

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  memórias de cecilio
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Revision 518 Nov 2006 - CecilioSantos

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CECÍLIO

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  diário de ciclo VI
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memórias de cecilio
 

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Revision 413 Nov 2006 - CecilioSantos

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CECÍLIO



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Revision 330 Jun 2006 - CecilioSantos

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AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES 516 E 526 - TECNOLOGIA II E OBJETOS DE APRENDIZAGENS

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CECÍLIO

 
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Estas atividades trataram do uso das tecnologias na educação, a partir da construção dos processos de ambientes de aprendizagem digitais colaborativos, mostrando os objetos digitais através de vários modelos. O scorm, por exemplo foi um deles. Ao longo dessas aplicações pedagógicas, eu participei de chat, operei no twiki, no moodle, elaborei um plano de ação chamado “Ambientes Colaborativos”, fiz a leitura do texto de Nelson Preto, no qual eu percebi a abordagem apresentada por alguns sucessos no desenvolvimento das aprendizagens em termos individuais, revelando fatores externistas que me levaram a fragilidade no domínio das aprendizagens colaborativas.

Porém, dentro das perspectivas de trabalho desenvolvido nesta atividade, que tem demonstrado integração nos processos colaborativos, procurei entender as condições fundamentais da tecnologia, baseando-me no estudo do texto de Paulo Dias - Desenvolvimento de Objetos de Aprendizagem Para Plataformas Colaborativas. Nestas concepções fundamentais, eu aprendi a utilizar os ambientes on-lines, passei a ter domínio com as atitudes, estratégias e habilidades nos conceitos virtuais.

A respeito desse tema estudado, percebi que corresponder em rede, forma vários pontos de vist de uma das mais intensas mudanças em qualquer rede, principalmente pro processo de introduzir novidades nos conceitos de tecnologia na formação de professores. No que diz respeito a minha participação no ambiente moodle, colaborei de forma mais ativa, com opiniões próprias, destacando a importância do comprometimento, tendo como suporte humano a professora Bonila e o professor Antônio Carlos. Nesse mesmo contexto, interagi por meio de comentários nos fóruns do grupo a que pertenci, e do outros grupos, também. Reforço e reflexão sobre as questões propostas de cada fórum para serem resolvidas nas novas abordagens do curso, especialmente no ponto de vista pedagógico.

E foi ali que eu me senti neutralizado, sem saber como inserir meus alunos num processo de conhecimento das tecnologias. Mas, visando a facilidade de procedimento e a transmissão de aprendizagem utilizada em novos campos, pensei em criar e-mails para e com eles. Só depois daí, os coloquei em contato com as informações apropriadas referentes ao objeto de estudo. No nosso caso, a matéria de história.

Vale salientar que dentro desse projeto, o primeiro aspecto diz respeito ao simples fato da navegação, num universo de conhecimento com o micro, o mouse, e com outras ferramentas. Confesso que não foi preciso uma aprendizagem efetiva por parte dos alunos, fazendo-se necessário da parte deles um envolvimento nas atividades e tarefas. O segundo aspecto se referiu ao domínio pela parte dos alunos dentro dos ambientes colaborativos, colocando suas estratégias de aprendizagem a partir da capacidade de aprender a aprender, através de pesquisas, da interação e construção partilhada e conjunta do conhecimento.

Para a construção de projeto, dentro das novas tecnologias, nem tudo ocorreu às mil maravilhas. Alguns fatores dificultaram o processo. O transporte por exemplo, foi o fator que nós (alunos e professores) sentimos muita resistência em adquiri-lo. A Secretaria de Educação não o disponibilizou nenhuma vez, inviabilizando a nossa trajetória para o Tabuleiro Digital. Mesmo assim, fomos a pé, demonstrando vontade de dar abertura àquele plano em ação. Ai poderia surgir a seguinte pergunta: O que você fez para superar essa dificuldade? De início, enviei ofício a direção da escola, solicitando o transporte escolar, esta por sua vez, envia ofício à Secretaria Municipal de Educação, e esta por sua vez, enviou o ofício à Secretaria de Transporte, também pedindo o referido. Mas devido a burocracia, nada foi conseguido. Diante disso, fico preocupado, e ao mesmo tempo com medo que esse plano de ação se esfrie, por conta da falta de apoio que não estou tendo por parte dos meus superiores, e caia no esquecimento, na desilusão, vindo depois, acabar tudo aquilo que foi feito com intuito de reforçar as técnicas virtuais.

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diário de ciclo I
 
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Todavia, não posso deixar de destacar o domínio dos professores responsáveis por estas atividades. A forma de relacionar os recursos tecnológicos com os conteúdos pedagógicos criou novos percursos e situações de aprendizagem em função da minha/nossa necessidade. No entanto, como se apresentou individualmente, cada orientador se organizou sob a forma de contextualizar os ambientes de aprendizagem. Neste sentido, considero que o trabalho deles constituiu um desenvolvimento significativo para a concepção dos objetos, a integração das atividades ou oficinas, a colaboração nos ambientes on-line e participação mais ativa dos cursistas.
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diário de ciclo II
 
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diário de ciclo III
 
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Referências Bibliográficas
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diário de ciclo IV
 
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DIAS, Paulo. Comunidades de Aprendizagem na Web. INOVAÇÃO, Lisboa, v. 14, n. 3, 2001. p. 27-44.
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diário de ciclo V
 
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BONILLA, Maria Helena. Escola Aprendente: para além da Sociedade da Informação. Rio de Janeiro: Quartet, 2005.
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diário de ciclo VI
 
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PRETTO, Nelson De Luca. O futuro da escola. Disponível em http://www.ufba.br/~pretto/textos/jb281199.htm
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memorial
 

Revision 227 Jun 2006 - CecilioSantos

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AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES 516 E 526 - TECNOLOGIA II E OBJETOS DE APRENDIZAGENS


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Estas atividades trataram do uso das tecnologias na educação, a partir da construção dos processos de ambientes de aprendizagem digitais colaborativos, mostrando os objetos digitais através de vários modelos. O scorm, por exemplo foi um deles. Ao longo dessas aplicações pedagógicas, eu participei de chat, operei no twiki, no moodle, elaborei um plano de ação chamado “ambientes colaborativos”, fiz a leitura do texto de Nelson Preto, no qual eu percebi a abordagem apresentada por alguns sucessos no desenvolvimento das aprendizagens em termos individuais, revelando fatores externistas que levavam a sentir-me frágil no domínio das aprendizagens colaborativas.
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Estas atividades trataram do uso das tecnologias na educação, a partir da construção dos processos de ambientes de aprendizagem digitais colaborativos, mostrando os objetos digitais através de vários modelos. O scorm, por exemplo foi um deles. Ao longo dessas aplicações pedagógicas, eu participei de chat, operei no twiki, no moodle, elaborei um plano de ação chamado “Ambientes Colaborativos”, fiz a leitura do texto de Nelson Preto, no qual eu percebi a abordagem apresentada por alguns sucessos no desenvolvimento das aprendizagens em termos individuais, revelando fatores externistas que me levaram a fragilidade no domínio das aprendizagens colaborativas.
 
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Porém, dentro das perspectivas de trabalho, desenvolvido nesta atividade, que têm demonstrado integração nos processos colaborativos, procurei entender as condições fundamentais da tecnologia, baseando-se no estudo do texto de Paulo Dias, desenvolvimento de objetos de aprendizagem para plataformas colaborativas. Nestas concepções fundamentais, eu aprendi a utilizar os ambientes on-lines, ter domínio com as atitudes, estratégias e habilidades nos conceitos virtuais.
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Porém, dentro das perspectivas de trabalho desenvolvido nesta atividade, que tem demonstrado integração nos processos colaborativos, procurei entender as condições fundamentais da tecnologia, baseando-me no estudo do texto de Paulo Dias - Desenvolvimento de Objetos de Aprendizagem Para Plataformas Colaborativas. Nestas concepções fundamentais, eu aprendi a utilizar os ambientes on-lines, passei a ter domínio com as atitudes, estratégias e habilidades nos conceitos virtuais.
 
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A respeito desse tema estudado, percebi que corresponder em rede, forma vários pontos de vist de uma das mais intensas mudanças em qualquer rede, principalmente pro processo de introduzir novidades nos conceitos de tecnologia na formação de professores. No que diz respeito a minha participação no ambiente moodle, colaborei de forma mais ativa, com opiniões próprias, destacando a importância do comprometimento, tendo como suporte humano a professora Bonila e o professor Antônio Carlos. Nesse mesmo contexto, interagir por meio de comentários nos fóruns do grupo o que pertenci, e do outros grupos também. Reforço e reflexão sobre as questões propostas de cada fórum para serem resolvidas nas novas abordagens do curso, especialmente no ponto de vista pedagógico.
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A respeito desse tema estudado, percebi que corresponder em rede, forma vários pontos de vist de uma das mais intensas mudanças em qualquer rede, principalmente pro processo de introduzir novidades nos conceitos de tecnologia na formação de professores. No que diz respeito a minha participação no ambiente moodle, colaborei de forma mais ativa, com opiniões próprias, destacando a importância do comprometimento, tendo como suporte humano a professora Bonila e o professor Antônio Carlos. Nesse mesmo contexto, interagi por meio de comentários nos fóruns do grupo a que pertenci, e do outros grupos, também. Reforço e reflexão sobre as questões propostas de cada fórum para serem resolvidas nas novas abordagens do curso, especialmente no ponto de vista pedagógico.
 
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E foi ali que eu me senti neutralizado, sem saber como inserir meus alunos num processo de conhecimento das tecnologias. Mas, visando a facilidade de procedimento e a transmissão de aprendizagem utilizada em novos campos, pensei em criar e-mails para eles. Só depois daí, os coloquei em contato com as informações apropriadas referentes ao objeto de estudo. No nosso caso, a matéria de história.
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E foi ali que eu me senti neutralizado, sem saber como inserir meus alunos num processo de conhecimento das tecnologias. Mas, visando a facilidade de procedimento e a transmissão de aprendizagem utilizada em novos campos, pensei em criar e-mails para e com eles. Só depois daí, os coloquei em contato com as informações apropriadas referentes ao objeto de estudo. No nosso caso, a matéria de história.
 
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Vale salientar que dentro desse projeto, o primeiro aspecto diz respeito ao feito da simples navegação, num universo de conhecimento com o micro, o mouse, e com outras ferramentas. Confesso que não foi preciso uma aprendizagem efetiva por parte dos alunos, fazendo-se necessário da parte deles em envolvimento nas atividades e tarefas. O segundo aspecto vai se referir ao domínio, pela parte doas alunos, dentro dos ambientes colaborativos, colocando seus estratégicos de aprendizagem a partir da capacidade de aprender a aprender, através de pesquisas, da interação e construção partilhada e conjunta do conhecimento.
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Vale salientar que dentro desse projeto, o primeiro aspecto diz respeito ao simples fato da navegação, num universo de conhecimento com o micro, o mouse, e com outras ferramentas. Confesso que não foi preciso uma aprendizagem efetiva por parte dos alunos, fazendo-se necessário da parte deles um envolvimento nas atividades e tarefas. O segundo aspecto se referiu ao domínio pela parte dos alunos dentro dos ambientes colaborativos, colocando suas estratégias de aprendizagem a partir da capacidade de aprender a aprender, através de pesquisas, da interação e construção partilhada e conjunta do conhecimento.
 
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Para a construção de projeto, dentro das novas tecnologias, nem tudo ocorrem as mil maravilhas. Alguns fatores dificultaram o processo. O transporte por exemplo, foi o fator que nós (alunos e professores) sentimos mais resistência em adquirir. A Secretaria de Educação não o disponibiliza nenhuma vez, inviabilizando a nossa trajetória para o Tabuleiro Digital. Mesmo assim, temos o pé, demonstrando vontade de dar abertura àquele plano em ação. Ai poderia surgir a seguinte pergunta: O que você fez para superar essa dificuldade? De início, enviei ofício a direção da escola, solicitando o transporte escolar, esta por sua vez, envia ofício à Secretaria Municipal de Educação, e esta por sua vez, envia o ofício à Secretaria de Transporte, também pedindo o referido. Mas devido a burocracia, nada foi conseguido. Diante disso, fico preocupado, e ao mesmo tempo com medo que esse plano de ação de esfrie, por conta da falta de apoio que não estou tendo por parte dos meus superiores, e caia no esquecimento, na desilusão, vendo depois, acabar tudo aquilo que foi feito com intuito de reforçar as técnicas virtuais.
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Para a construção de projeto, dentro das novas tecnologias, nem tudo ocorreu às mil maravilhas. Alguns fatores dificultaram o processo. O transporte por exemplo, foi o fator que nós (alunos e professores) sentimos muita resistência em adquiri-lo. A Secretaria de Educação não o disponibilizou nenhuma vez, inviabilizando a nossa trajetória para o Tabuleiro Digital. Mesmo assim, fomos a pé, demonstrando vontade de dar abertura àquele plano em ação. Ai poderia surgir a seguinte pergunta: O que você fez para superar essa dificuldade? De início, enviei ofício a direção da escola, solicitando o transporte escolar, esta por sua vez, envia ofício à Secretaria Municipal de Educação, e esta por sua vez, enviou o ofício à Secretaria de Transporte, também pedindo o referido. Mas devido a burocracia, nada foi conseguido. Diante disso, fico preocupado, e ao mesmo tempo com medo que esse plano de ação se esfrie, por conta da falta de apoio que não estou tendo por parte dos meus superiores, e caia no esquecimento, na desilusão, vindo depois, acabar tudo aquilo que foi feito com intuito de reforçar as técnicas virtuais.
 
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Todavia, não posso deixar de destacar o domínio dos professores responsáveis por estas atividades. A forma de relacionar os recursos tecnológicos com os conteúdos pedagógicos cria novos percursos e situações de aprendizagem em função da nossa necessidade. No entanto, como se apresentou individualmente, cada orientador se organizou sob a forma de contextualizar os ambientes de aprendizagem. Neste sentido, considero que o trabalho deles constituiu um desenvolvimento significativo para a concepção dos objetos, a integração das atividades ou oficinas, a colaboração nos ambientes on-line e participação mais ativa dos cursistas.
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Todavia, não posso deixar de destacar o domínio dos professores responsáveis por estas atividades. A forma de relacionar os recursos tecnológicos com os conteúdos pedagógicos criou novos percursos e situações de aprendizagem em função da minha/nossa necessidade. No entanto, como se apresentou individualmente, cada orientador se organizou sob a forma de contextualizar os ambientes de aprendizagem. Neste sentido, considero que o trabalho deles constituiu um desenvolvimento significativo para a concepção dos objetos, a integração das atividades ou oficinas, a colaboração nos ambientes on-line e participação mais ativa dos cursistas.


Referências Bibliográficas

DIAS, Paulo. Comunidades de Aprendizagem na Web. INOVAÇÃO, Lisboa, v. 14, n. 3, 2001. p. 27-44.

BONILLA, Maria Helena. Escola Aprendente: para além da Sociedade da Informação. Rio de Janeiro: Quartet, 2005.

PRETTO, Nelson De Luca. O futuro da escola. Disponível em http://www.ufba.br/~pretto/textos/jb281199.htm

 

Revision 121 Jun 2006 - CecilioSantos

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AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES 516 E 526 - TECNOLOGIA II E OBJETOS DE APRENDIZAGENS


Estas atividades trataram do uso das tecnologias na educação, a partir da construção dos processos de ambientes de aprendizagem digitais colaborativos, mostrando os objetos digitais através de vários modelos. O scorm, por exemplo foi um deles. Ao longo dessas aplicações pedagógicas, eu participei de chat, operei no twiki, no moodle, elaborei um plano de ação chamado “ambientes colaborativos”, fiz a leitura do texto de Nelson Preto, no qual eu percebi a abordagem apresentada por alguns sucessos no desenvolvimento das aprendizagens em termos individuais, revelando fatores externistas que levavam a sentir-me frágil no domínio das aprendizagens colaborativas.

Porém, dentro das perspectivas de trabalho, desenvolvido nesta atividade, que têm demonstrado integração nos processos colaborativos, procurei entender as condições fundamentais da tecnologia, baseando-se no estudo do texto de Paulo Dias, desenvolvimento de objetos de aprendizagem para plataformas colaborativas. Nestas concepções fundamentais, eu aprendi a utilizar os ambientes on-lines, ter domínio com as atitudes, estratégias e habilidades nos conceitos virtuais.

A respeito desse tema estudado, percebi que corresponder em rede, forma vários pontos de vist de uma das mais intensas mudanças em qualquer rede, principalmente pro processo de introduzir novidades nos conceitos de tecnologia na formação de professores. No que diz respeito a minha participação no ambiente moodle, colaborei de forma mais ativa, com opiniões próprias, destacando a importância do comprometimento, tendo como suporte humano a professora Bonila e o professor Antônio Carlos. Nesse mesmo contexto, interagir por meio de comentários nos fóruns do grupo o que pertenci, e do outros grupos também. Reforço e reflexão sobre as questões propostas de cada fórum para serem resolvidas nas novas abordagens do curso, especialmente no ponto de vista pedagógico.

E foi ali que eu me senti neutralizado, sem saber como inserir meus alunos num processo de conhecimento das tecnologias. Mas, visando a facilidade de procedimento e a transmissão de aprendizagem utilizada em novos campos, pensei em criar e-mails para eles. Só depois daí, os coloquei em contato com as informações apropriadas referentes ao objeto de estudo. No nosso caso, a matéria de história.

Vale salientar que dentro desse projeto, o primeiro aspecto diz respeito ao feito da simples navegação, num universo de conhecimento com o micro, o mouse, e com outras ferramentas. Confesso que não foi preciso uma aprendizagem efetiva por parte dos alunos, fazendo-se necessário da parte deles em envolvimento nas atividades e tarefas. O segundo aspecto vai se referir ao domínio, pela parte doas alunos, dentro dos ambientes colaborativos, colocando seus estratégicos de aprendizagem a partir da capacidade de aprender a aprender, através de pesquisas, da interação e construção partilhada e conjunta do conhecimento.

Para a construção de projeto, dentro das novas tecnologias, nem tudo ocorrem as mil maravilhas. Alguns fatores dificultaram o processo. O transporte por exemplo, foi o fator que nós (alunos e professores) sentimos mais resistência em adquirir. A Secretaria de Educação não o disponibiliza nenhuma vez, inviabilizando a nossa trajetória para o Tabuleiro Digital. Mesmo assim, temos o pé, demonstrando vontade de dar abertura àquele plano em ação. Ai poderia surgir a seguinte pergunta: O que você fez para superar essa dificuldade? De início, enviei ofício a direção da escola, solicitando o transporte escolar, esta por sua vez, envia ofício à Secretaria Municipal de Educação, e esta por sua vez, envia o ofício à Secretaria de Transporte, também pedindo o referido. Mas devido a burocracia, nada foi conseguido. Diante disso, fico preocupado, e ao mesmo tempo com medo que esse plano de ação de esfrie, por conta da falta de apoio que não estou tendo por parte dos meus superiores, e caia no esquecimento, na desilusão, vendo depois, acabar tudo aquilo que foi feito com intuito de reforçar as técnicas virtuais.

Todavia, não posso deixar de destacar o domínio dos professores responsáveis por estas atividades. A forma de relacionar os recursos tecnológicos com os conteúdos pedagógicos cria novos percursos e situações de aprendizagem em função da nossa necessidade. No entanto, como se apresentou individualmente, cada orientador se organizou sob a forma de contextualizar os ambientes de aprendizagem. Neste sentido, considero que o trabalho deles constituiu um desenvolvimento significativo para a concepção dos objetos, a integração das atividades ou oficinas, a colaboração nos ambientes on-line e participação mais ativa dos cursistas.

 
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