Difference: INTERPRETA플ODERESULTADOS (1 vs. 8)

Revision 806 Dec 2006 - CecilioSantos

Line: 1 to 1
 
META TOPICPARENT name="WebAtividadesCiclo6"

INTERPRETA플O DE RESULTADOS

Changed:
<
<
>
>
UFBA - Universidade Federal da Bahia FACED - Faculdade de Educa豫o CURSO - Licenciatura em Pedagogia CICLO SEIS ATIVIDADES - (506 E 614) - Dom Quixote Caiu Rede: Estudo Literrio no Ensino Fundamental

PROFESSORA/OIRENTADORA - Rbia Margareth Dourado ALUNOS - Antnio Ceclio e Ariston Eduo

ESTUDO LITER핾IO: DOM QUIXOTE DE LA MANCHA A obra de Miguel de Cervante (Dom Quixote De La Mancha), ainda um clssico atual, que ressalta o lado da cavalaria, por entender que uma pessoa pode se tornar heri ao lutar contra as injustias cometidas aos menos favorecidos, enquadrando-se facilmente em esquemas simplistas. Outro aspecto que destacamos, foi o elevado discurso que elogia o idealismo, e anseio de justia atravs de sonhos e fantasias, no qual o cavaleiro, com todo o seu sonho, criou paisagens, personagens que no existiam, atribuindo-lhes armas, coroas e escudos. A histria mostra esse ingnuo senhor rural cujo passatempo favorito era a leitura de livros de cavalaria. Na sua obsesso, acreditava literalmente nas aventuras descritas e decide tornar-se um cavaleiro andante. Dom Quixote comea a agir como um cavaleiro em busca de uma mudana, uma nova vida. Ele j tinha uma idade relativamente avanada e vivia muito s, por isso deixa-se levar pela imagina豫o e passa a viver num mundo ilusrio, fantasioso. Nesse mesmo contexto, relacionamos com a obra de Dom Quixote, figuras histricas que lutaram ou ainda lutam em defesa de determinados valores humanitrios e de causas mais justas em prol da vida. Tais como: Nelson Mandela, Luis Incio Lula da Silva, Lampio, Che Guevara e Beto Llis. Levando para o lado poltico-social, podemos afirmar que as pessoas que praticam este tipo de loucura, tm coragem de enfrentar o sistema, por mais cruel que seja, baseando-se num conjunto especfico de doutrinas. Essa loucura deixa essas pessoas numa situa豫o de vida to rdua, e ao mesmo tempo louvvel. Por outro lado, percebemos que a inten豫o do autor foi de fazer um livro que abarcasse leitores das mais variadas espcies, e pessoas com personalidades fracas, fortes, independentes do seu grau de instru豫o. Foi um livro feito para todo tipo de pessoas de todas as idades, crianas, jovens, adultos e velhos. Apesar do herosmo na vida real, as batalhas de Cervantes no haveriam de lhe render os frutos esperados na corte do Rei. De retorno Espanha, aps quatro anos de permanncia na Itlia, foi aprisionado por piratas turcos no norte da 햒rica por cinco anos e meio. Soldado sem glrias militares reconhecidas e escritor frustrado, Cervantes tornou-se um eficiente arrecadador de abastecimentos e cobrador de impostos da monarquia espanhola, no tempo em que Filipe II preparava a expedi豫o da Invencvel Armada, para a invaso da Inglaterra e, inclusive, depois disso. No Quixote h claras referncias a essas experincias de vida. Ao aludir ao cobrador de contribui寤es, o autor esclarece tratar-se de coisas muito perigosas tais encargos, ofcios que em se usando mal deles leva o "diabo" quem os usa. Sem dvida, nota-se aqui o registro das suas prises como suspeito de malversa豫o dos recursos da monarquia, pelas quais foi encarcerado mais de uma vez. Por essas e por muitas outras notas da mesma natureza vemos o quanto auto-referente a imagina豫o ficcional de Cervantes. Como as armas no lhe abriram o caminho que esperava, o criador de Dom Quixote tencionou tornar-se escritor reputado, no que, alis, teve escasso sucesso, ao menos na Espanha. Em seu livro fica estampada esta inten豫o autoral ao declarar que “Uma das coisas que maior contentamento deve dar a um homem virtuoso e eminente o ver-se andar em vida pelas bocas do mundo, impresso e com estampa com bom nome, claro, porque, sendo ao contrrio, no h morte que se iguale.” No caso especfico dessa obra, ela nos criou uma iluso no pertencer do mundo dito real. Pois o autor queria transformar, ou transformou o personagem num cavaleiro andante, em dilogo consigo mesmo. Ao longo do estudo, fomos surpreendidos de formas diferentes pelas interferncias dos colegas que nos confundiram quanto realidade e fic豫o. Em outros termos, o que at ento se limita ao campo da fic豫o, a partir dos comentrios dos colegas, parece integrar no domnio da obra em que a prpria personagem conversa com seus leitores. A fora de tanto ler e imaginar, foi se distanciando da realidade a ponto de no diferenciarmos em que dimenso ns observvamos os fatos aventureiros. Em decorrncia a essa aprendizagem, resolvemos criar o projeto "Dom Quixote no ponto de cultura", cuja discusso surgiu no grupo de estudos literrios da atividade 516 do ciclo cinco, em continuidade no ciclo seis. Ali percebemos que essa obra em formato adaptado, poderia ser recomendada para crianas e adolescentes. A nossa inten豫o foi fazer com que os leitores tivessem alguns aspectos destacados e um elevado discurso que elogia o idealismo, o anseio de justia, a fantasia nos seus sonhos e objetivos. Nese patamar, oferecemos aos participantes a oportunidade de estar em contato com as adapta寤es do livro Dom Quixote. incentivando-os na organiza豫o dos momentos livres de leitura. Pensando numa perspectiva de articula豫o entre as possibilidades da rela豫o humana e do gosto pela leitura, permitimos aos participantes, diversas interpreta寤es da obra, para que nela nos empenhassmos, e ento ajud-los a construir e desenvolver competncias e habilidades referentes leitura. Como estratgias, fizemos cartazes anunciando as inscri寤es no grupo literrio; confec豫o de mural com diversas informa寤es a respeito do livro; prepara豫 o de slyde para a apresenta寤a da obra. J na metodologia, pensamos em dinmicas para conhecimento do grupo; cruzadinha com poemas; leitura de imagens; leitura de textos ( com concilia豫o); ordena豫o da histria atravs de desenhos em lixas; Leitura em jogral, bem como dirios de leitura;

REFERNCIAS BIBLIOGR핮ICAS Lessa, orgenes-1903-1986. Dom Quixote Miguel de Cervantes; texto em portugus, de orgenes lessa- Rio de janeiro: Ediouro, 2005. adapta豫o de: El ingenoso Don Qixote de La Mancha-Miguel de Cervantes. Ramos, M. Dom Quixote: quatro sculos de modernidade. Osasco.SP: Novo sculo, 2005. 280 p. Cervantes, Saavedra, Miguel de, 1547-1616 O engenhoso fidalgo D. Quixote da Mancha/Miguel de Cervantes Saavedra; tradu豫o de Carlos Ancde Noug e Jos Luis Sanchez rio de janeiro: Record, 2005.

 

Revision 731 Oct 2006 - CecilioSantos

Line: 1 to 1
 
META TOPICPARENT name="WebAtividadesCiclo6"

INTERPRETA플O DE RESULTADOS

Deleted:
<
<
Antnio Cecilio <ceciliomoral@yahoo.com.br> escreveu: a-feira, 26 de Novembro de 2002 s 15:14 h nome: Rita Maria da Silva Campos- Diretoria de Ensino de Itapevi- Educa豫o para o futuro Resposta ao questionamento da professora Shirley Batista,feito em 19/11/2002 1- importante a elabora豫o conjunta do projeto pedaggico da escola, atravs de uma reflexo conjunta, para que a escola possa nortear seu trabalho e, assim, cumprir suas finalidades. O projeto pedaggico deve ser flexvel sempre para que a escola possa cumprir seus propsitos e sua itencionalidade. 2- preciso que os gestores tenham conscincia de que a as rela寤es humanas dentro da escola devem visar sempre o bem estar de todos os envolvidos no processo ensino-aprendizagem, para garantir um ensino com qualidade. Quando isto no ocorre o processo fica prejudicado, colaborando assim para que a escola no alcance as finalidades pretendidas . 3- Muito se fala sobre a participa豫o ativa da comunidade dentro do ambiente escolar, porm na prtica no esta a realidade da maioria das escolas, muitos pais se quer participam das reunies de pais para saberem o aproveitamento de seus filhos. Quando os pais participam de atividades desenvolvidas na escola, esto com certeza colaborando para o desenvolvimento e a forma豫o de seus filhos. 4. um processo complicado, j que o acesso as tecnologias esto presentes no nosso dia-a-dia, e que ainda hoje existam analfabetos neste pas 5- O ato de avaliar no pode implicar somente na aprova豫o ou reprova豫o do educando, mas sim orienta豫o permanente para o seu desenvolvimento tendo em vista tornar-se o que o seu SER pede. A avalia豫o deve ser diagnstica e formativa. O educando deve ser avaliado em sua totalidade, sempre. 6- preciso que o professor tenha cada vez mais acesso em como utilizar novas tecnologias no seu dia- a-dia, para que se sinta seguro transmitindo aos alunos confiana e fazendo com que todos participem ativamente das aulas com atividades em grupo, se no houver equipamentos para todos.

Tera-feira, 26 de Novembro de 2002 s 13:13 h nome: Helena Maria Silva Dias tera 26 de novembro de 2002. resposta ao questionamento feito pela colega Shirley Batista,feito em 19/11/2002. da escola EE.Mal Candido Rondon. 1- Um pouco dificil,pois nem o que planejam eles cumprem, mesmo voc dando idias sugerindos atividades diferentes, mas tenho esperana qu esse quadro se reverte. 2-Um tanto defitaria,pois tenho problemas com osmeus e-mail, pois estou tentando sanar minhas dificuldades.

3-deveria sr melhor em todos os aspectos,no s quando temos atividades nas escolas, mas quando enfrentando problemas. 4.poderia ter mais espao e condi寤es para quem no sabe ter condi寤es de aprender. 5-o tempo no existe um processo continuo. 6-o professor tem que estar mais capacitado para trabalhar diante das tecologias.

preciso que as pessoas que comentam tenham conscincia de que as rela寤es humanas dentro da tecnologia devem visar sempre o bem estar de todos os envolvidos no processo de colabora豫o. ensino-aprendizagem, para garantir um ensino com qualidade. Quando isto no ocorre o processo fica prejudicado, colaborando assim para que a escola no alcance as finalidades pretendidas . 3a-feira, 26 de Novembro de 2002 s 15:14 h nome: Rita Maria da Silva Campos- Diretoria de Ensino de Itapevi- Educa豫o para o futuro Resposta ao questionamento da professora Shirley Batista,feito em 19/11/2002 1- importante a elabora豫o conjunta do projeto pedaggico da escola, atravs de uma reflexo conjunta, para que a escola possa nortear seu trabalho e, assim, cumprir suas finalidades. O projeto pedaggico deve ser flexvel sempre para que a escola possa cumprir seus propsitos e sua itencionalidade. 2- preciso que os gestores tenham conscincia de que a as rela寤es humanas dentro da escola devem visar sempre o bem estar de todos os envolvidos no processo ensino-aprendizagem, para garantir um ensino com qualidade. Quando isto no ocorre o processo fica prejudicado, colaborando assim para que a escola no alcance as finalidades pretendidas . 3- Muito se fala sobre a participa豫o ativa da comunidade dentro do ambiente escolar, porm na prtica no esta a realidade da maioria das escolas, muitos pais se quer participam das reunies de pais para saberem o aproveitamento de seus filhos. Quando os pais participam de atividades desenvolvidas na escola, esto com certeza colaborando para o desenvolvimento e a forma豫o de seus filhos. 4. um processo complicado, j que o acesso as tecnologias esto presentes no nosso dia-a-dia, e que ainda hoje existam analfabetos neste pas 5- O ato de avaliar no pode implicar somente na aprova豫o ou reprova豫o do educando, mas sim orienta豫o permanente para o seu desenvolvimento tendo em vista tornar-se o que o seu SER pede. A avalia豫o deve ser diagnstica e formativa. O educando deve ser avaliado em sua totalidade, sempre. 6- preciso que o professor tenha cada vez mais acesso em como utilizar novas tecnologias no seu dia- a-dia, para que se sinta seguro transmitindo aos alunos confiana e fazendo com que todos participem ativamente das aulas com atividades em grupo, se no houver equipamentos para todos.

Tera-feira, 26 de Novembro de 2002 s 13:13 h nome: Helena Maria Silva Dias tera 26 de novembro de 2002. resposta ao questionamento feito pela colega Shirley Batista,feito em 19/11/2002. da escola EE.Mal Candido Rondon. 1- Um pouco dificil,pois nem o que planejam eles cumprem, mesmo voc dando idias sugerindos atividades diferentes, mas tenho esperana qu esse quadro se reverte. 2-Um tanto defitaria,pois tenho problemas com osmeus e-mail, pois estou tentando sanar minhas dificuldades.

3-deveria sr melhor em todos os aspectos,no s quando temos atividades nas escolas, mas quando enfrentando problemas. 4.poderia ter mais espao e condi寤es para quem no sabe ter condi寤es de aprender. 5-o tempo no existe um processo continuo. 6-o professor tem que estar mais capacitado para trabalhar diante das tecologias.

preciso que as pessoas que comentam tenham conscincia de que as rela寤es humanas dentro da tecnologia devem visar sempre o bem estar de todos os envolvidos no processo de colabora豫o. ensino-aprendizagem, para garantir um ensino com qualidade. Quando isto no ocorre o processo fica prejudicado, colaborando assim para que a escola no alcance as finalidades pretendidas .

3

PLANO DE AULAS

Tempo previsto =>

Tema(s) a ser(em) trabalhado(s) =>

Finalidade =>

Situa寤es possveis de estratgias no tempo previsto => 1 Momento

2 Momento

3 Momento

4 Momento-

Materiais necessrios =>

Aspecto(s) a ser(em) considerado(s) na avalia豫o=>

COMPLEXO EDUC. REV. JOSIAS DA SILVA PRIMO Aluno(a):_______________________________ Srie: _ Turma: __ Prof: ________________________________________________________ Disciplina: _______________________ Data: _____/_____/06

AVALIA플O DE MATEM햀ICA

1 Pedro recebeu seu salrio do ms de Abriu em duas notas de 100 reais, cinco notas de 10 reais e uma nota de 1 real. Quantos reais ele recebeu nesse ms? 2-O aluguel da casa de Joana de 136 reais por ms. No ms de Junho ela pagou o aluguel com notas de 100 reais e de 1 real, O professor perguntou aos alunos quantas notas de cada valor Joana usou para pagar o aluguel? a) Mario resolveu o problema e disse que foram: 1 nota de 100reais, 3 de 10 reais e 6 de 1 real. Ele esta certo? Faa as contas que ele fez para dar uma resposta. b)Celso disse que foram: 1 nota de 10 reais, 2 de 10 e 16 de 1 real. O professor disse que ele tambm esta certo. Voc concorda? Faa as contas para explicar. c)Tente dar outras respostas certas para este problema. 3-Na tera-feira, ao fechar o caixa do armazm onde trabalha, Marcos contou 10 notas de 100 reais, cinco notas de 10 reais e trs notas de 1 real. Quantos reais havia no caixa nesse dia? 4-Marizete trabalha no caixa de um banco. A cada dia, para comear o seu trabalho, ela recebe de seu chefe trs pacotes de 10 notas de 100 reais, 8 pacotes de 10 notas de 10 reais 5 pacotes de 10 notas de 1 real. Quantos reais Marizete recebe por dia, para abrir o caixa? 5-Uma fabrica produziu, em determinado dia 84.294 peas. Elas sero colocadas em embalagens com 14 peas. Quantas dessas embalagens sero necessrias para isso? 6-Em um supermercado existem teres tipos de arroz: 3.600kg de cada tipo. Eles foram colocados em sacos diferentes : - Primeiro tipo: sacos de 10 kg -Segundo tipo: sacos 16 kg -Terceiro tipo: sacos 152 kg Calcule quantos sacos foram necessrios para ensacar cada um dos trs tipos de arroz?

COMPLEXO EDUC. REV. JOSIAS DA SILVA PRIMO Aluno(a):_______________________________ Srie: _ Turma: __ Prof: ________________________________________________________ Disciplina: _______________________ Data: _____/_____/06

ATIVIDADE SISTM햀ICA I UNIDADE

1 A diferena entre o nmero cento e vinte mil e o nmero trinta mil e dois : a) 89.998 b) 80.098 c) 90.098 d) 90.002

2 A soma de trs mil e dezesseis com doze mil e quatro : a) 15.020 b) 15.056 c) 15.416 d) 15.560

3 A soma do antecessor de 49 com o sucessor de 86 : a) 133 b) 134 c) 135 d) 136

4 O Mauro completou a conta com os nmeros que faltavam. Ele cometeu um erro na coluna de:

a) unidades b) dezenas c) centenas d) milhares

5 Veja a representa豫o de uma adi豫o em que os algarismos A, B e C so desconhecidos. Qual o valor da soma A + B + C?

a) 165 b) 19 c) 21 d) 26

6 Abaixo est representada uma subtra豫o.

Os algarismos A, B C e D so, respectivamente:

a) 2, 5, 9, 8 b) 4, 5, 8, 9 c) 4, 5, 1, 8 d) 4, 5, 9, 8

7 A diferena entre o maior nmero de 3 algarismo diferentes e o menor nmero tambm de 03 algarismos diferentes :

a) 864 b) 885 c) 887 d)899

8 Um pai tem 35 anos e seus filhos, 6, 7, e 9 anos. Daqui a 8 anos, a soma das idades dos trs filhos menos a idade do pai ser de:

a) 2 anos b) 3 anos c) 11 anos d) 13 anos

9 - A portaria de um clube registra o seguinte movimento em um domingo:

Manh: 347 pessoas entraram e 205 pessoas saram; Tarde: 151 pessoas entraram e 234 pessoas saram.

Quando foi feita a ltima avalia豫o, o nmero de pessoas que havia no clube, nesse domingo, era de:

a) 59 b) 61 c) 69 d) 71

10 Um nmero tem trs algarismos. O algarismo das centenas 2 e o das unidades 5. Trocando 0 2 e o 5 de lugar, obtemos um novo nmero que maior que o anterior em:

a) 297 unidades

b) 303 unidades

c) 197 unidades

d) 203 unidades

ESCOLA LUCAS CARDOSO COSTA Aluno(a):_______________________________ Srie: _ Turma: __ Prof:_____________________________________________________ Disciplina: _______________________ Data: _____/_____/06

AVALIA플O DE MATEM햀ICA 1 representa a razo dos nmeros:

a) 2 e 10 c) 2 e 40 b) 10 e 1 d) 2 e 20

2 A razo de x para y 0,75. A razo de y para x :

a) 4 b) 3 c) 1 d) 1 3 4 75 750

3 Numa cidade de 120.000 eleitores, 4.000 voltaram no candidato Joo. Assim, votaram em Joo:

a) 1 em cada 4 eleitores b) 1 em cada 3 eleitores c) 1 em cada 40 eleitores d) 1 em cada 30 eleitores

4 Em uma lista de problemas havia 20 questes e um aluno acertou 15. A razo do nmero de questes que acertou para o nmero de questes que errou de:

a) 3 b) 3 c) 4 d) 1 4 1 1 3

5 Uma equipe de basquete, durante o ano de 1998, ganhou 20 partidas e perdeu 12. A razo do nmero de vitrias para o nmero de partidas disputas foi de:

a) 5 b) 3 c) 5 d) 3 3 5 8 8 6 Sabendo que um imvel percorre 300 metros em 25 segundos, a velocidade mdia desse imvel de:

a) 16 m/s c) 15 m/s b) 12 m/s d) 18 m/s

8 Os nmeros que, na ordem dada, formam uma propor豫o so:

a) 4, 6, 12, 16 c) 12, 8, 15, 10 b) 20, 5, 2, 8 d) 1, 6, 6, 1 10 Na propor豫o x + 5 = k, se k = 12, o valor de x de:

a) 6 b) 4 c) 3 d) 2

11 Um nmero x est para 3 assim como um nmero y est para 2. Sabendo-se que x + y = 100, pode-se afirmar que o nmero x :

a) 40 b) 50 c) 60 d) 80

12 Admitindo-se que a razo ideal do nmero de habitantes de uma cidade para o nmero de mdicos fosse de 500 para 1, a popula豫o mxima que deveria ter uma cidade com quarenta mdicos seria de:

a) 2.000 hab c) 200.000 hab b) 20.000 hab d) 400.000 hab

13 Num dia de futebol, as torcidas do Santos e do Corinthias compareceram ao estdio na razo de 3 para 4. Dado que a lota豫o nesse dia foi de 77.000 torcedores, quantos eram os santistas?

a) 44.000 c) 30.000 b) 33.000 d) 40.000

14 햓ua e tinta esto misturados na razo de 9 para 5. Sabendo-se que h 81 litros de gua na mistura, o volume total em litros de:

a) 45 b) 81 c) 181 d) 126

15 O permetro de um tringulo de 60 cm. As medidas dos lados so diretamente proporcionais aos nmeros 3, 4 e 5; ento o menor lado do tringulo mede:

a) 12 cm b) 13 cm c) 15 cm d) 18 cm e) 22 cm

ALUNOS Loteria matemtica Atividade sistemtica Atividade complementar Aspectos qualitativos MEDIA

ESCOLA LUCAS CARDOSO COSTA Aluno(a):_______________________________ Srie: 5_____ Turma: __ Prof: ________________________________________________________ Disciplina: _______________________ Data: _____/_____/06

LOTERIA MATEM햀ICA

Faa os clculos de cada jogo e marque. A coluna exata.

Vamos calcular quantas chaves esto guardadas no armrio? Observe:- Um armrio tem cinco gavetas- Em cada gaveta h cinco caixas- Em cada caixa h cinco chaveiros- Em cada chaveiro tem cinco chaves.Quantas chaves esto guardadas no armrio? ( ) 25 chaves( ) 125 chaves( ) 625 chaves( ) 16 chaves Qual das potncias apresenta o maior resultado? ( ) 92( ) 34( ) 25( ) 102 No visor de uma calculadora apareceu 64. Que potncia foi calculada? ( ) 42( ) 43( ) 44( ) 52 Calcule: O dobro de 10O quadrado de 10Estes dois resultados se encontram respectivamente, em: ( ) 10 e 100( ) 100 e 12( ) 20 e 100( ) 20 e 12 Escrevendo a multiplica豫o abaixo na forma de potncia, encontra-se: 3 x 3 x 3 x 3 x 3 ( ) 35( ) 54( ) 153( ) 53 Eu tenho 660 figurinhas, meu primo tem a metade do que eu tenho. Minha irm tem a metade do meu primo. Quantas figurinhas minha irm tem? ( ) 330( ) 660( ) 495( ) 165 Quais so os dois prximos nmeros da seq獪ncia? 0, 7, 14, 21, 28 .... ( ) 35 e 42( ) 42 e 35( ) 7 e 35( ) 30 e 40 Os mltiplos de 5 maiores que 10 e menores que 40, so: ( ) 15, 20, 30, 40 e 50( ) 15, 20, 25, 30 e 35( ) 5,10, 15, 20 e 25( ) 20, 40, 60, 80 e 100 Qual a coluna que temos todos os nmeros divisveis por 2? ( ) 3, 5, 7 e 9( ) 8, 10, 12 e 15( ) 10, 12, 14 e 16( ) 23, 25, 30 e 40 Os elevadores de um prdio vo desde o andar zero at o trigsimo andar. AS para nos andares cujo nmero mltiplo de 2. BS para nos andares cujo nmero mltiplo de 3. CS para nos andares cujo nmero impar. Qual elevador voc pode utilizar para ir ao 18. andar? ( ) elevadores A, B e C( ) elevadores A e C( ) elevadores A e B( ) elevadores B e C

ESCOLA LUCAS CARDOSO COSTA Aluno(a):_______________________________ Srie: 5_____ Turma: __ Prof: ________________________________________________________ Disciplina: _______________________ Data: _____/_____/06

LOTERIA MATEM햀ICA

Faa os clculos de cada jogo e marque. A coluna exata.

Vamos calcular quantas chaves esto guardadas no armrio? Observe:- Um armrio tem cinco gavetas- Em cada gaveta h cinco caixas- Em cada caixa h cinco chaveiros- Em cada chaveiro tem cinco chaves.Quantas chaves esto guardadas no armrio? ( ) 25 chaves( ) 125 chaves( ) 625 chaves( ) 16 chaves Qual das potncias apresenta o maior resultado? ( ) 92( ) 34( ) 25( ) 102 No visor de uma calculadora apareceu 64. Que potncia foi calculada? ( ) 42( ) 43( ) 44( ) 52 Calcule: O dobro de 10O quadrado de 10Estes dois resultados se encontram respectivamente, em: ( ) 10 e 100( ) 100 e 12( ) 20 e 100( ) 20 e 12 Escrevendo a multiplica豫o abaixo na forma de potncia, encontra-se: 3 x 3 x 3 x 3 x 3 ( ) 35( ) 54( ) 153( ) 53 Eu tenho 660 figurinhas, meu primo tem a metade do que eu tenho. Minha irm tem a metade do meu primo. Quantas figurinhas minha irm tem? ( ) 330( ) 660( ) 495( ) 165 Quais so os dois prximos nmeros da seq獪ncia? 0, 7, 14, 21, 28 .... ( ) 35 e 42( ) 42 e 35( ) 7 e 35( ) 30 e 40 Os mltiplos de 5 maiores que 10 e menores que 40, so: ( ) 15, 20, 30, 40 e 50( ) 15, 20, 25, 30 e 35( ) 5,10, 15, 20 e 25( ) 20, 40, 60, 80 e 100 Qual a coluna que temos todos os nmeros divisveis por 2? ( ) 3, 5, 7 e 9( ) 8, 10, 12 e 15( ) 10, 12, 14 e 16( ) 23, 25, 30 e 40 Os elevadores de um prdio vo desde o andar zero at o trigsimo andar. AS para nos andares cujo nmero mltiplo de 2. BS para nos andares cujo nmero mltiplo de 3. CS para nos andares cujo nmero impar. Qual elevador voc pode utilizar para ir ao 18. andar? ( ) elevadores A, B e C( ) elevadores A e C( ) elevadores A e B( ) elevadores B e C

PLANO DE UNIDADE (III) MATEM햀ICA

TURMA

TEMAS A SEREM ABORDADOS

FINALIDADES

OBJETIVOS ESPECFICOS

ESTRATGIAS

CRITRIOS DE AVALIA플O

INSTRUMENTOS DE AVALIA플O

COMPETNCIAS A SEREM ADQUIRIDAS

RELA플O COM PROJETOS PEDAGGICOS

COMPLEXO EDUC. REV. JOSIAS DA SILVA PRIMO Aluno(a):__________________________ Srie: 5 srie _ Turma: __ Professor___________________________________________________________ Disciplina: _______________________ Data: _____/_____/06

Atividade de Matemtica

1- com os algarismos 2, 3 e 7 podemos escrever seis nmeros diferentes colocando esses nmeros em ordem crescente, o ultimo deles :

a) 273 b) 732 c) 327 d) 723

2- O prximo premio da loto de cinco milhes e cinqenta mil reais, qual a outra forma de escrever essa quantia?

a) R$ 500. 050, 00 b) R$ 5. 005. 000, 00 c)R$ 5. 050. 000, 00 d)R$ 5. 000. 050, 00

3- Em um numero, o algarismo das unidades e 8 e o das dezenas 5. colocando o algarismo 6 esquerda desses algarismos, obtemos um novo numero, que :

a) 658 b) 856 c) 586 d) 685

4- O sucessor do numero setenta e trs milhes, cento e nove mil e sessenta nove :

a) 73 109 070 b) 73 109 069 c) 73 019 070 d) 73 109 068

5- So nmeros naturais consecutivos:

a) 0,7,14 e 21 b) 49,50,51 e 52 c) 4,6,7 e 9 d) 100,200,300 e 400

6 Qual o nmero que adicionado com 204 d como resultado 321?

a) 117 b) 181 c) 104 d) 109

7 Se X- 958 = 45 ento:

a) X= 1203 b) X= 1103 c) X= 1003 d) X= 993

8- O triplo de um nmero somado com 5 igual a 80. Esse nmero :

a) 30 b) 28 c) 13 d) 25

9- O dobro de 530 e a metade de 5.300 so, respectivamente:

a) 1060 e 2650 b) 532 e 5302 c) 53 e 530 d) 265 e 2650

10 Se eu multiplico o sucessor de 98 pelo antecessor de 10, obtenho:

a) 891 b) 990 c) 108 d) 980

COMPLEXO EDUC. REV. JOSIAS DA SILVA PRIMO Aluno(a):__________________________ Srie: 6 Srie _ Turma: __ Professor:________________________________________________________ Disciplina: _______________________ Data: _____/_____/06

Atividade de Matemtica

1- Distribu 10 litros de um refrigerante em garrafas de 250 ml. Quantas garrafas foram usadas?

a) 4 b) 40 c) 400 d) 4.000

2- Um quilo de caf custa R$ 4,00. Quanto se paga por 750 gramas?

a) 2,85 b) 2,80 c) 3,00 d) 3,50

3- As fra寤es 3 e X so equivalentes. Ento o valor de X : 8 xc 24

a) 6 b)9 c)15 d)21

4- 3 de um salrio de R$ 1.500,00 representam: 10

a) R$ 2.000,00 b) R$ 1.945,00 c)R$ 1.845,00 d) 1.950,00

5- O M.M.C. de 8 e 25 :

a) 50 b)40 c)200 d) 400

6- a soma do M.M.C. de 10 e 15 com o M.M.C. de 15 e 20 :

a) 30 b) 60 c) 90 d) 120

7- O numeral do nmero dois milhes e trs representado por:

a) 2.003 b) 2.000 003 c)20.003 d)200.003

8- Se eu colocar o algarismo 5 entre o 4 e o 2 do nmero 429, eu vou formar outro nmero. Esse nmero fica maior que 429 em quantas unidades?

a) 500 b) 4.500 c) 4.100 d) 4.000

9 Em qual dos nmeros a baixo o algarismo 5 representa 500?

a) 324.753 b) 1.572 c) 2.324.005 d) 5.130

10- Quero repartir 47 balas entre trs crianas, dando o mesmo nmero de balas para cada uma. Procedendo dessa maneira, verifico que sobram duas balas. Quantas balas devo dar a cada crianas?

a) 12 b) 15 c) 16 d) 18

ESCOLA LUCAS CARDOSO COSTA Aluno(a):_______________________________ Srie: _ Turma: __ Professor:__________________________________________________ Disciplina: _______________________ Data: _____/_____/06

Exerccios para recupera豫o paralela IV UNIDADE

1 Vinte por cento da metade de 400 igual a?

a) 480 b) 640 c) 140 d) 240

2 Qual a expresso tem como resultado 52?

a) 80+20-60-10 b) 30+10-10+20 c) 10-10+50-20 d) 10+10+2+50

3 Indique o sucessor de 30:

a) 40 b) 29 c) 41 d) -31

4 Uma famlia tem rendimento mensal de R$ 400,00 e gasta 60% em alimentos. Quantos reais essa famlia gasta em alimentos?

a) R$ 640,00 b) R$ 240,00 c) R$ 350,00 d) 160,00

5 Se eu comprar hoje, com 15% de desconto, um par de sapatos que custava R$ 150,00. Vou gastar:

a) R$ 22,50 b) R$ 172,50 c) R$ 135,00 d) R$ 127,50

6 Ao comprar um computador vista, obtive um desconto de 25%, o valor pago pelo computador foi de quantos reais, sabendo-se que antes ele custava R$ 3.000,00?

a) R$ 2.250,00 b) R$ 2.375,00 c) R$ 1.500,00 d) 750,00

7 Os resultados das expresses abaixo,esto em que op豫o, respectivamente?

I (-160) (-5) II (-3) x (-4)

a) 32 e 12 b) 32 e +12 c) 32 e -12 d) +32 e -12

8 Um crdito de 100 reais mais um dbito de 150 igual:

a) 50 reais negativos b) 250 reais negativos c) 50 reais positivos d)250 reais positivos

9 Qual desses nmeros apresenta o maior valor? a) 8 b) 88 c) 888 d) 8888

10 Um objeto que custava 170 reais, foi vendido com 20% de desconto. Qual ser o novo preo do objetivo?

a) 34 reais b) 150 reais c) 190 reais d) 136 reais

Referncia Bibliogrfica

BOMTEMPO, Luza. Revista Novoconstruir, pg. 40 e 41, 2005. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessrios prtica educativa. So Paulo: Paz e Terra, 1996. JNIOR, Paulo Guiraldelli. O que pedagogia?. So Paulo: Brasiliense, 2004. LIB헞EO, Jos Carlos. Pedagogia e pedagogos, para qu?. 8. ed. So Paulo: Cortez, 2005. LINDZEY, Gardner, HALL, Calvin S. e THOMPSON, Richard F. Psicologia. Guanabara Koogan, 1977. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessrios Educa豫o do Futuro. 10. ed. So Paulo: Cortez, 2005.

Exerccios para estudos de recupera豫o da EJA

1) Represente em algarismos: a) cinco mil e vinte e trs b) dezoito mil, quinhentos e trinta e nove c) um milho, duzentos e sete mil e cinqenta d) doze milhes e doze e) cinco milhes e cinco

2) Calcule : a) 548 x 67 = f) 1512 : 14 = b) 9263 x 53 = g) 7602 : 21 = c) 509 x 76 = h) 7872 : 32 = d) 307 x 409 = i) 1734 : 34 = e) 1802 x 1004 = j) 7446 : 73 =

3) Calcule as potncias: a) 32 e) 63 i) 16 n) 103

b) 82 f) 24 j) 07 o) 152

23 g) 34 l) 18 p)172 d) 33 h) 35 m) 100 q) 302

4) Calcule: a) o quadrado de 13 c) o cubo de 7

b) o quadrado de 25 d) o cubo de 30

5) Faa os clculos e: 5.1 Calcule as expresses numricas: a) 12 + 5 x 6 = b) 25 3 x 7 = c) 8 x 4 + 5 x 7 = d) 5 x 12 9 x 4 = h) 250 + 251 + 252 = i. 34 26 + 100 =

5.2 Escreva os 5 primeiros mltiplos de: a)5 __________________________ b)12______________________________ c)20______________________________ 5.3 Escreva os divisores de: a) 5______________________________ b)12______________________________ c) 20_____________________________

5.4 Circule o nmero que divisvel por 3: 453, 57, 995, 836, 91 5.5 O m.m.c dos nmeros 12, 24 , 144 :

SIMULADO DE MATEM햀ICA 1) (Fuvest/2003) - Num bolo, sete amigos ganharam vinte e um milhes, sessenta e trs mil e quarenta e dois reais. O prmio foi dividido em sete partes iguais. Logo, o que cada um recebeu, em reais, foi: a) 3.009.006,00 b) 3.009.006,50 c) 3.090.006,00 d) 3.090.006,50 e) 3.900.060,50 2) Qual o produto da multiplica豫o de 579 por 795? a) 370.415 b) 470.505 c) 589.735 d) 460.305 e) 623.305 3) Uma pessoa vai comprar carne para um churrasco em que devem participar 20 pessoas. Para calcular a quantidade de carne que vai comprar a pessoa admite que cada participante do churrasco deve comer 300g de carne. Quantos kg de carne a pessoa deve comprar? a) 4 b) 7 c) 6 d) 5 e) 8 4) Qual a fra豫o que igual a 2,5? a) 5/2 b) 25/9 c) 250/99 d) 2/5 6/3 e) 8) 5) Um consumidor conseguiu um desconto de 8% na compra de um televisor. Considerando que este desconto foi de R$ 40,00, quanto o consumidor pagou no televisor? a) 480,00 b) 470,00 c) 460,00 d) 490,00 e) 450,00 6) O resultado da diviso (-0,5):(-3/6) igual a: a) 1 b) 15/6 c) 2/3 d) 1 e) 2/3 7) Quanto 25% de 2.225? a) 0,30556 b) 556,25 c) 30,556 d) 3,0556 e) 32,225 8) Uma tonelada de ra豫o alimenta 20 vacas durante 30 dias. Quantos quilogramas de ra豫o so necessrios para alimentar 30 vacas durante 75 dias? a) 3.600 kg b) 3.700 kg c) 3.750 kg d) 3.500 kg e) 3.350 kg 9) A soma das idades de duas pessoas , hoje, 16 anos. O tempo necessrio, para que a soma das idades seja 26 anos, , em anos: a) 4 b) 6 c) 5 d) 7 e) 3 10) Antnio comprou 6 chaveiros iguais por R$ 300,00. Quanto Antnio pagou por 2 chaveiros? a) R$ 25,00 b) R$ 150,00 c) R$ 50,00 d) R$ 100,00 e) R$ 125,00 11) Uma viagem de trem demora 30 min a 60 km/h. Se diminuir sua velocidade para 45 km/h, o trem gastar, para fazer a mesma viagem, um tempo em minutos igual a: a) 35 b) 40 c) 45 d) 50 e) 55 12) Joo e Maria pesam juntos 240 Kg. O peso da Maria 5/7 do peso do Joo. Quanto pesa o Joo e quanto pesa a Maria? a) Joo pesa 150 Kg e Maria pesa 90 Kg b) Joo pesa 100 Kg e Maria pesa 140 Kg c) Joo pesa 140 Kg e Maria pesa 100 Kg d) Joo pesa 120 Kg e Maria pesa 120 Kg e) nda 13) Uma dzia de ovos custa R$ 1,60. Uma pessoa comprou duas dzias de ovos e pagou com uma nota de R$ 5,00. Portanto, ela dever receber de troco: a) R$ 1,80; b) R$ 2,00; c) R$ 2,80; d) R$ 3,00; e) R$ 2,20 14) Com um balde de gua, eu encho 3 garrafas. Com uma garrafa, eu encho 5 copos. Assim, o nmero de copos necessrios para encher 1 balde : a) 10 b) 8 c) 5 d) 15 e) 12 15) O filho tem um tero da idade do pai, que tem 60 anos. Quantos anos de idade tem o filho? a) 20 b) 23 c) 30 d) 25 ) 22

___________________________________________________ Voc quer respostas para suas perguntas? Ou voc sabe muito e quer compartilhar seu conhecimento? Experimente o Yahoo! Respostas ! http://br.answers.yahoo.com/

 

Revision 631 Oct 2006 - CecilioSantos

Line: 1 to 1
 
META TOPICPARENT name="WebAtividadesCiclo6"

INTERPRETA플O DE RESULTADOS

Added:
>
>
Antnio Cecilio <ceciliomoral@yahoo.com.br> escreveu: a-feira, 26 de Novembro de 2002 s 15:14 h nome: Rita Maria da Silva Campos- Diretoria de Ensino de Itapevi- Educa豫o para o futuro Resposta ao questionamento da professora Shirley Batista,feito em 19/11/2002 1- importante a elabora豫o conjunta do projeto pedaggico da escola, atravs de uma reflexo conjunta, para que a escola possa nortear seu trabalho e, assim, cumprir suas finalidades. O projeto pedaggico deve ser flexvel sempre para que a escola possa cumprir seus propsitos e sua itencionalidade. 2- preciso que os gestores tenham conscincia de que a as rela寤es humanas dentro da escola devem visar sempre o bem estar de todos os envolvidos no processo ensino-aprendizagem, para garantir um ensino com qualidade. Quando isto no ocorre o processo fica prejudicado, colaborando assim para que a escola no alcance as finalidades pretendidas . 3- Muito se fala sobre a participa豫o ativa da comunidade dentro do ambiente escolar, porm na prtica no esta a realidade da maioria das escolas, muitos pais se quer participam das reunies de pais para saberem o aproveitamento de seus filhos. Quando os pais participam de atividades desenvolvidas na escola, esto com certeza colaborando para o desenvolvimento e a forma豫o de seus filhos. 4. um processo complicado, j que o acesso as tecnologias esto presentes no nosso dia-a-dia, e que ainda hoje existam analfabetos neste pas 5- O ato de avaliar no pode implicar somente na aprova豫o ou reprova豫o do educando, mas sim orienta豫o permanente para o seu desenvolvimento tendo em vista tornar-se o que o seu SER pede. A avalia豫o deve ser diagnstica e formativa. O educando deve ser avaliado em sua totalidade, sempre. 6- preciso que o professor tenha cada vez mais acesso em como utilizar novas tecnologias no seu dia- a-dia, para que se sinta seguro transmitindo aos alunos confiana e fazendo com que todos participem ativamente das aulas com atividades em grupo, se no houver equipamentos para todos.

Tera-feira, 26 de Novembro de 2002 s 13:13 h nome: Helena Maria Silva Dias tera 26 de novembro de 2002. resposta ao questionamento feito pela colega Shirley Batista,feito em 19/11/2002. da escola EE.Mal Candido Rondon. 1- Um pouco dificil,pois nem o que planejam eles cumprem, mesmo voc dando idias sugerindos atividades diferentes, mas tenho esperana qu esse quadro se reverte. 2-Um tanto defitaria,pois tenho problemas com osmeus e-mail, pois estou tentando sanar minhas dificuldades.

3-deveria sr melhor em todos os aspectos,no s quando temos atividades nas escolas, mas quando enfrentando problemas. 4.poderia ter mais espao e condi寤es para quem no sabe ter condi寤es de aprender. 5-o tempo no existe um processo continuo. 6-o professor tem que estar mais capacitado para trabalhar diante das tecologias.

preciso que as pessoas que comentam tenham conscincia de que as rela寤es humanas dentro da tecnologia devem visar sempre o bem estar de todos os envolvidos no processo de colabora豫o. ensino-aprendizagem, para garantir um ensino com qualidade. Quando isto no ocorre o processo fica prejudicado, colaborando assim para que a escola no alcance as finalidades pretendidas . 3a-feira, 26 de Novembro de 2002 s 15:14 h nome: Rita Maria da Silva Campos- Diretoria de Ensino de Itapevi- Educa豫o para o futuro Resposta ao questionamento da professora Shirley Batista,feito em 19/11/2002 1- importante a elabora豫o conjunta do projeto pedaggico da escola, atravs de uma reflexo conjunta, para que a escola possa nortear seu trabalho e, assim, cumprir suas finalidades. O projeto pedaggico deve ser flexvel sempre para que a escola possa cumprir seus propsitos e sua itencionalidade. 2- preciso que os gestores tenham conscincia de que a as rela寤es humanas dentro da escola devem visar sempre o bem estar de todos os envolvidos no processo ensino-aprendizagem, para garantir um ensino com qualidade. Quando isto no ocorre o processo fica prejudicado, colaborando assim para que a escola no alcance as finalidades pretendidas . 3- Muito se fala sobre a participa豫o ativa da comunidade dentro do ambiente escolar, porm na prtica no esta a realidade da maioria das escolas, muitos pais se quer participam das reunies de pais para saberem o aproveitamento de seus filhos. Quando os pais participam de atividades desenvolvidas na escola, esto com certeza colaborando para o desenvolvimento e a forma豫o de seus filhos. 4. um processo complicado, j que o acesso as tecnologias esto presentes no nosso dia-a-dia, e que ainda hoje existam analfabetos neste pas 5- O ato de avaliar no pode implicar somente na aprova豫o ou reprova豫o do educando, mas sim orienta豫o permanente para o seu desenvolvimento tendo em vista tornar-se o que o seu SER pede. A avalia豫o deve ser diagnstica e formativa. O educando deve ser avaliado em sua totalidade, sempre. 6- preciso que o professor tenha cada vez mais acesso em como utilizar novas tecnologias no seu dia- a-dia, para que se sinta seguro transmitindo aos alunos confiana e fazendo com que todos participem ativamente das aulas com atividades em grupo, se no houver equipamentos para todos.

Tera-feira, 26 de Novembro de 2002 s 13:13 h nome: Helena Maria Silva Dias tera 26 de novembro de 2002. resposta ao questionamento feito pela colega Shirley Batista,feito em 19/11/2002. da escola EE.Mal Candido Rondon. 1- Um pouco dificil,pois nem o que planejam eles cumprem, mesmo voc dando idias sugerindos atividades diferentes, mas tenho esperana qu esse quadro se reverte. 2-Um tanto defitaria,pois tenho problemas com osmeus e-mail, pois estou tentando sanar minhas dificuldades.

3-deveria sr melhor em todos os aspectos,no s quando temos atividades nas escolas, mas quando enfrentando problemas. 4.poderia ter mais espao e condi寤es para quem no sabe ter condi寤es de aprender. 5-o tempo no existe um processo continuo. 6-o professor tem que estar mais capacitado para trabalhar diante das tecologias.

preciso que as pessoas que comentam tenham conscincia de que as rela寤es humanas dentro da tecnologia devem visar sempre o bem estar de todos os envolvidos no processo de colabora豫o. ensino-aprendizagem, para garantir um ensino com qualidade. Quando isto no ocorre o processo fica prejudicado, colaborando assim para que a escola no alcance as finalidades pretendidas .

3

PLANO DE AULAS

Tempo previsto =>

Tema(s) a ser(em) trabalhado(s) =>

Finalidade =>

Situa寤es possveis de estratgias no tempo previsto => 1 Momento

2 Momento

3 Momento

4 Momento-

Materiais necessrios =>

Aspecto(s) a ser(em) considerado(s) na avalia豫o=>

COMPLEXO EDUC. REV. JOSIAS DA SILVA PRIMO Aluno(a):_______________________________ Srie: _ Turma: __ Prof: ________________________________________________________ Disciplina: _______________________ Data: _____/_____/06

AVALIA플O DE MATEM햀ICA

1 Pedro recebeu seu salrio do ms de Abriu em duas notas de 100 reais, cinco notas de 10 reais e uma nota de 1 real. Quantos reais ele recebeu nesse ms? 2-O aluguel da casa de Joana de 136 reais por ms. No ms de Junho ela pagou o aluguel com notas de 100 reais e de 1 real, O professor perguntou aos alunos quantas notas de cada valor Joana usou para pagar o aluguel? a) Mario resolveu o problema e disse que foram: 1 nota de 100reais, 3 de 10 reais e 6 de 1 real. Ele esta certo? Faa as contas que ele fez para dar uma resposta. b)Celso disse que foram: 1 nota de 10 reais, 2 de 10 e 16 de 1 real. O professor disse que ele tambm esta certo. Voc concorda? Faa as contas para explicar. c)Tente dar outras respostas certas para este problema. 3-Na tera-feira, ao fechar o caixa do armazm onde trabalha, Marcos contou 10 notas de 100 reais, cinco notas de 10 reais e trs notas de 1 real. Quantos reais havia no caixa nesse dia? 4-Marizete trabalha no caixa de um banco. A cada dia, para comear o seu trabalho, ela recebe de seu chefe trs pacotes de 10 notas de 100 reais, 8 pacotes de 10 notas de 10 reais 5 pacotes de 10 notas de 1 real. Quantos reais Marizete recebe por dia, para abrir o caixa? 5-Uma fabrica produziu, em determinado dia 84.294 peas. Elas sero colocadas em embalagens com 14 peas. Quantas dessas embalagens sero necessrias para isso? 6-Em um supermercado existem teres tipos de arroz: 3.600kg de cada tipo. Eles foram colocados em sacos diferentes : - Primeiro tipo: sacos de 10 kg -Segundo tipo: sacos 16 kg -Terceiro tipo: sacos 152 kg Calcule quantos sacos foram necessrios para ensacar cada um dos trs tipos de arroz?

COMPLEXO EDUC. REV. JOSIAS DA SILVA PRIMO Aluno(a):_______________________________ Srie: _ Turma: __ Prof: ________________________________________________________ Disciplina: _______________________ Data: _____/_____/06

ATIVIDADE SISTM햀ICA I UNIDADE

1 A diferena entre o nmero cento e vinte mil e o nmero trinta mil e dois : a) 89.998 b) 80.098 c) 90.098 d) 90.002

2 A soma de trs mil e dezesseis com doze mil e quatro : a) 15.020 b) 15.056 c) 15.416 d) 15.560

3 A soma do antecessor de 49 com o sucessor de 86 : a) 133 b) 134 c) 135 d) 136

4 O Mauro completou a conta com os nmeros que faltavam. Ele cometeu um erro na coluna de:

a) unidades b) dezenas c) centenas d) milhares

5 Veja a representa豫o de uma adi豫o em que os algarismos A, B e C so desconhecidos. Qual o valor da soma A + B + C?

a) 165 b) 19 c) 21 d) 26

6 Abaixo est representada uma subtra豫o.

Os algarismos A, B C e D so, respectivamente:

a) 2, 5, 9, 8 b) 4, 5, 8, 9 c) 4, 5, 1, 8 d) 4, 5, 9, 8

7 A diferena entre o maior nmero de 3 algarismo diferentes e o menor nmero tambm de 03 algarismos diferentes :

a) 864 b) 885 c) 887 d)899

8 Um pai tem 35 anos e seus filhos, 6, 7, e 9 anos. Daqui a 8 anos, a soma das idades dos trs filhos menos a idade do pai ser de:

a) 2 anos b) 3 anos c) 11 anos d) 13 anos

9 - A portaria de um clube registra o seguinte movimento em um domingo:

Manh: 347 pessoas entraram e 205 pessoas saram; Tarde: 151 pessoas entraram e 234 pessoas saram.

Quando foi feita a ltima avalia豫o, o nmero de pessoas que havia no clube, nesse domingo, era de:

a) 59 b) 61 c) 69 d) 71

10 Um nmero tem trs algarismos. O algarismo das centenas 2 e o das unidades 5. Trocando 0 2 e o 5 de lugar, obtemos um novo nmero que maior que o anterior em:

a) 297 unidades

b) 303 unidades

c) 197 unidades

d) 203 unidades

ESCOLA LUCAS CARDOSO COSTA Aluno(a):_______________________________ Srie: _ Turma: __ Prof:_____________________________________________________ Disciplina: _______________________ Data: _____/_____/06

AVALIA플O DE MATEM햀ICA 1 representa a razo dos nmeros:

a) 2 e 10 c) 2 e 40 b) 10 e 1 d) 2 e 20

2 A razo de x para y 0,75. A razo de y para x :

a) 4 b) 3 c) 1 d) 1 3 4 75 750

3 Numa cidade de 120.000 eleitores, 4.000 voltaram no candidato Joo. Assim, votaram em Joo:

a) 1 em cada 4 eleitores b) 1 em cada 3 eleitores c) 1 em cada 40 eleitores d) 1 em cada 30 eleitores

4 Em uma lista de problemas havia 20 questes e um aluno acertou 15. A razo do nmero de questes que acertou para o nmero de questes que errou de:

a) 3 b) 3 c) 4 d) 1 4 1 1 3

5 Uma equipe de basquete, durante o ano de 1998, ganhou 20 partidas e perdeu 12. A razo do nmero de vitrias para o nmero de partidas disputas foi de:

a) 5 b) 3 c) 5 d) 3 3 5 8 8 6 Sabendo que um imvel percorre 300 metros em 25 segundos, a velocidade mdia desse imvel de:

a) 16 m/s c) 15 m/s b) 12 m/s d) 18 m/s

8 Os nmeros que, na ordem dada, formam uma propor豫o so:

a) 4, 6, 12, 16 c) 12, 8, 15, 10 b) 20, 5, 2, 8 d) 1, 6, 6, 1 10 Na propor豫o x + 5 = k, se k = 12, o valor de x de:

a) 6 b) 4 c) 3 d) 2

11 Um nmero x est para 3 assim como um nmero y est para 2. Sabendo-se que x + y = 100, pode-se afirmar que o nmero x :

a) 40 b) 50 c) 60 d) 80

12 Admitindo-se que a razo ideal do nmero de habitantes de uma cidade para o nmero de mdicos fosse de 500 para 1, a popula豫o mxima que deveria ter uma cidade com quarenta mdicos seria de:

a) 2.000 hab c) 200.000 hab b) 20.000 hab d) 400.000 hab

13 Num dia de futebol, as torcidas do Santos e do Corinthias compareceram ao estdio na razo de 3 para 4. Dado que a lota豫o nesse dia foi de 77.000 torcedores, quantos eram os santistas?

a) 44.000 c) 30.000 b) 33.000 d) 40.000

14 햓ua e tinta esto misturados na razo de 9 para 5. Sabendo-se que h 81 litros de gua na mistura, o volume total em litros de:

a) 45 b) 81 c) 181 d) 126

15 O permetro de um tringulo de 60 cm. As medidas dos lados so diretamente proporcionais aos nmeros 3, 4 e 5; ento o menor lado do tringulo mede:

a) 12 cm b) 13 cm c) 15 cm d) 18 cm e) 22 cm

ALUNOS Loteria matemtica Atividade sistemtica Atividade complementar Aspectos qualitativos MEDIA

ESCOLA LUCAS CARDOSO COSTA Aluno(a):_______________________________ Srie: 5_____ Turma: __ Prof: ________________________________________________________ Disciplina: _______________________ Data: _____/_____/06

LOTERIA MATEM햀ICA

Faa os clculos de cada jogo e marque. A coluna exata.

Vamos calcular quantas chaves esto guardadas no armrio? Observe:- Um armrio tem cinco gavetas- Em cada gaveta h cinco caixas- Em cada caixa h cinco chaveiros- Em cada chaveiro tem cinco chaves.Quantas chaves esto guardadas no armrio? ( ) 25 chaves( ) 125 chaves( ) 625 chaves( ) 16 chaves Qual das potncias apresenta o maior resultado? ( ) 92( ) 34( ) 25( ) 102 No visor de uma calculadora apareceu 64. Que potncia foi calculada? ( ) 42( ) 43( ) 44( ) 52 Calcule: O dobro de 10O quadrado de 10Estes dois resultados se encontram respectivamente, em: ( ) 10 e 100( ) 100 e 12( ) 20 e 100( ) 20 e 12 Escrevendo a multiplica豫o abaixo na forma de potncia, encontra-se: 3 x 3 x 3 x 3 x 3 ( ) 35( ) 54( ) 153( ) 53 Eu tenho 660 figurinhas, meu primo tem a metade do que eu tenho. Minha irm tem a metade do meu primo. Quantas figurinhas minha irm tem? ( ) 330( ) 660( ) 495( ) 165 Quais so os dois prximos nmeros da seq獪ncia? 0, 7, 14, 21, 28 .... ( ) 35 e 42( ) 42 e 35( ) 7 e 35( ) 30 e 40 Os mltiplos de 5 maiores que 10 e menores que 40, so: ( ) 15, 20, 30, 40 e 50( ) 15, 20, 25, 30 e 35( ) 5,10, 15, 20 e 25( ) 20, 40, 60, 80 e 100 Qual a coluna que temos todos os nmeros divisveis por 2? ( ) 3, 5, 7 e 9( ) 8, 10, 12 e 15( ) 10, 12, 14 e 16( ) 23, 25, 30 e 40 Os elevadores de um prdio vo desde o andar zero at o trigsimo andar. AS para nos andares cujo nmero mltiplo de 2. BS para nos andares cujo nmero mltiplo de 3. CS para nos andares cujo nmero impar. Qual elevador voc pode utilizar para ir ao 18. andar? ( ) elevadores A, B e C( ) elevadores A e C( ) elevadores A e B( ) elevadores B e C

ESCOLA LUCAS CARDOSO COSTA Aluno(a):_______________________________ Srie: 5_____ Turma: __ Prof: ________________________________________________________ Disciplina: _______________________ Data: _____/_____/06

LOTERIA MATEM햀ICA

Faa os clculos de cada jogo e marque. A coluna exata.

Vamos calcular quantas chaves esto guardadas no armrio? Observe:- Um armrio tem cinco gavetas- Em cada gaveta h cinco caixas- Em cada caixa h cinco chaveiros- Em cada chaveiro tem cinco chaves.Quantas chaves esto guardadas no armrio? ( ) 25 chaves( ) 125 chaves( ) 625 chaves( ) 16 chaves Qual das potncias apresenta o maior resultado? ( ) 92( ) 34( ) 25( ) 102 No visor de uma calculadora apareceu 64. Que potncia foi calculada? ( ) 42( ) 43( ) 44( ) 52 Calcule: O dobro de 10O quadrado de 10Estes dois resultados se encontram respectivamente, em: ( ) 10 e 100( ) 100 e 12( ) 20 e 100( ) 20 e 12 Escrevendo a multiplica豫o abaixo na forma de potncia, encontra-se: 3 x 3 x 3 x 3 x 3 ( ) 35( ) 54( ) 153( ) 53 Eu tenho 660 figurinhas, meu primo tem a metade do que eu tenho. Minha irm tem a metade do meu primo. Quantas figurinhas minha irm tem? ( ) 330( ) 660( ) 495( ) 165 Quais so os dois prximos nmeros da seq獪ncia? 0, 7, 14, 21, 28 .... ( ) 35 e 42( ) 42 e 35( ) 7 e 35( ) 30 e 40 Os mltiplos de 5 maiores que 10 e menores que 40, so: ( ) 15, 20, 30, 40 e 50( ) 15, 20, 25, 30 e 35( ) 5,10, 15, 20 e 25( ) 20, 40, 60, 80 e 100 Qual a coluna que temos todos os nmeros divisveis por 2? ( ) 3, 5, 7 e 9( ) 8, 10, 12 e 15( ) 10, 12, 14 e 16( ) 23, 25, 30 e 40 Os elevadores de um prdio vo desde o andar zero at o trigsimo andar. AS para nos andares cujo nmero mltiplo de 2. BS para nos andares cujo nmero mltiplo de 3. CS para nos andares cujo nmero impar. Qual elevador voc pode utilizar para ir ao 18. andar? ( ) elevadores A, B e C( ) elevadores A e C( ) elevadores A e B( ) elevadores B e C

PLANO DE UNIDADE (III) MATEM햀ICA

TURMA

TEMAS A SEREM ABORDADOS

FINALIDADES

OBJETIVOS ESPECFICOS

ESTRATGIAS

CRITRIOS DE AVALIA플O

INSTRUMENTOS DE AVALIA플O

COMPETNCIAS A SEREM ADQUIRIDAS

RELA플O COM PROJETOS PEDAGGICOS

COMPLEXO EDUC. REV. JOSIAS DA SILVA PRIMO Aluno(a):__________________________ Srie: 5 srie _ Turma: __ Professor___________________________________________________________ Disciplina: _______________________ Data: _____/_____/06

Atividade de Matemtica

1- com os algarismos 2, 3 e 7 podemos escrever seis nmeros diferentes colocando esses nmeros em ordem crescente, o ultimo deles :

a) 273 b) 732 c) 327 d) 723

2- O prximo premio da loto de cinco milhes e cinqenta mil reais, qual a outra forma de escrever essa quantia?

a) R$ 500. 050, 00 b) R$ 5. 005. 000, 00 c)R$ 5. 050. 000, 00 d)R$ 5. 000. 050, 00

3- Em um numero, o algarismo das unidades e 8 e o das dezenas 5. colocando o algarismo 6 esquerda desses algarismos, obtemos um novo numero, que :

a) 658 b) 856 c) 586 d) 685

4- O sucessor do numero setenta e trs milhes, cento e nove mil e sessenta nove :

a) 73 109 070 b) 73 109 069 c) 73 019 070 d) 73 109 068

5- So nmeros naturais consecutivos:

a) 0,7,14 e 21 b) 49,50,51 e 52 c) 4,6,7 e 9 d) 100,200,300 e 400

6 Qual o nmero que adicionado com 204 d como resultado 321?

a) 117 b) 181 c) 104 d) 109

7 Se X- 958 = 45 ento:

a) X= 1203 b) X= 1103 c) X= 1003 d) X= 993

8- O triplo de um nmero somado com 5 igual a 80. Esse nmero :

a) 30 b) 28 c) 13 d) 25

9- O dobro de 530 e a metade de 5.300 so, respectivamente:

a) 1060 e 2650 b) 532 e 5302 c) 53 e 530 d) 265 e 2650

10 Se eu multiplico o sucessor de 98 pelo antecessor de 10, obtenho:

a) 891 b) 990 c) 108 d) 980

COMPLEXO EDUC. REV. JOSIAS DA SILVA PRIMO Aluno(a):__________________________ Srie: 6 Srie _ Turma: __ Professor:________________________________________________________ Disciplina: _______________________ Data: _____/_____/06

Atividade de Matemtica

1- Distribu 10 litros de um refrigerante em garrafas de 250 ml. Quantas garrafas foram usadas?

a) 4 b) 40 c) 400 d) 4.000

2- Um quilo de caf custa R$ 4,00. Quanto se paga por 750 gramas?

a) 2,85 b) 2,80 c) 3,00 d) 3,50

3- As fra寤es 3 e X so equivalentes. Ento o valor de X : 8 xc 24

a) 6 b)9 c)15 d)21

4- 3 de um salrio de R$ 1.500,00 representam: 10

a) R$ 2.000,00 b) R$ 1.945,00 c)R$ 1.845,00 d) 1.950,00

5- O M.M.C. de 8 e 25 :

a) 50 b)40 c)200 d) 400

6- a soma do M.M.C. de 10 e 15 com o M.M.C. de 15 e 20 :

a) 30 b) 60 c) 90 d) 120

7- O numeral do nmero dois milhes e trs representado por:

a) 2.003 b) 2.000 003 c)20.003 d)200.003

8- Se eu colocar o algarismo 5 entre o 4 e o 2 do nmero 429, eu vou formar outro nmero. Esse nmero fica maior que 429 em quantas unidades?

a) 500 b) 4.500 c) 4.100 d) 4.000

9 Em qual dos nmeros a baixo o algarismo 5 representa 500?

a) 324.753 b) 1.572 c) 2.324.005 d) 5.130

10- Quero repartir 47 balas entre trs crianas, dando o mesmo nmero de balas para cada uma. Procedendo dessa maneira, verifico que sobram duas balas. Quantas balas devo dar a cada crianas?

a) 12 b) 15 c) 16 d) 18

ESCOLA LUCAS CARDOSO COSTA Aluno(a):_______________________________ Srie: _ Turma: __ Professor:__________________________________________________ Disciplina: _______________________ Data: _____/_____/06

Exerccios para recupera豫o paralela IV UNIDADE

1 Vinte por cento da metade de 400 igual a?

a) 480 b) 640 c) 140 d) 240

2 Qual a expresso tem como resultado 52?

a) 80+20-60-10 b) 30+10-10+20 c) 10-10+50-20 d) 10+10+2+50

3 Indique o sucessor de 30:

a) 40 b) 29 c) 41 d) -31

4 Uma famlia tem rendimento mensal de R$ 400,00 e gasta 60% em alimentos. Quantos reais essa famlia gasta em alimentos?

a) R$ 640,00 b) R$ 240,00 c) R$ 350,00 d) 160,00

5 Se eu comprar hoje, com 15% de desconto, um par de sapatos que custava R$ 150,00. Vou gastar:

a) R$ 22,50 b) R$ 172,50 c) R$ 135,00 d) R$ 127,50

6 Ao comprar um computador vista, obtive um desconto de 25%, o valor pago pelo computador foi de quantos reais, sabendo-se que antes ele custava R$ 3.000,00?

a) R$ 2.250,00 b) R$ 2.375,00 c) R$ 1.500,00 d) 750,00

7 Os resultados das expresses abaixo,esto em que op豫o, respectivamente?

I (-160) (-5) II (-3) x (-4)

a) 32 e 12 b) 32 e +12 c) 32 e -12 d) +32 e -12

8 Um crdito de 100 reais mais um dbito de 150 igual:

a) 50 reais negativos b) 250 reais negativos c) 50 reais positivos d)250 reais positivos

9 Qual desses nmeros apresenta o maior valor? a) 8 b) 88 c) 888 d) 8888

10 Um objeto que custava 170 reais, foi vendido com 20% de desconto. Qual ser o novo preo do objetivo?

a) 34 reais b) 150 reais c) 190 reais d) 136 reais

Referncia Bibliogrfica

BOMTEMPO, Luza. Revista Novoconstruir, pg. 40 e 41, 2005. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessrios prtica educativa. So Paulo: Paz e Terra, 1996. JNIOR, Paulo Guiraldelli. O que pedagogia?. So Paulo: Brasiliense, 2004. LIB헞EO, Jos Carlos. Pedagogia e pedagogos, para qu?. 8. ed. So Paulo: Cortez, 2005. LINDZEY, Gardner, HALL, Calvin S. e THOMPSON, Richard F. Psicologia. Guanabara Koogan, 1977. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessrios Educa豫o do Futuro. 10. ed. So Paulo: Cortez, 2005.

Exerccios para estudos de recupera豫o da EJA

1) Represente em algarismos: a) cinco mil e vinte e trs b) dezoito mil, quinhentos e trinta e nove c) um milho, duzentos e sete mil e cinqenta d) doze milhes e doze e) cinco milhes e cinco

2) Calcule : a) 548 x 67 = f) 1512 : 14 = b) 9263 x 53 = g) 7602 : 21 = c) 509 x 76 = h) 7872 : 32 = d) 307 x 409 = i) 1734 : 34 = e) 1802 x 1004 = j) 7446 : 73 =

3) Calcule as potncias: a) 32 e) 63 i) 16 n) 103

b) 82 f) 24 j) 07 o) 152

23 g) 34 l) 18 p)172 d) 33 h) 35 m) 100 q) 302

4) Calcule: a) o quadrado de 13 c) o cubo de 7

b) o quadrado de 25 d) o cubo de 30

5) Faa os clculos e: 5.1 Calcule as expresses numricas: a) 12 + 5 x 6 = b) 25 3 x 7 = c) 8 x 4 + 5 x 7 = d) 5 x 12 9 x 4 = h) 250 + 251 + 252 = i. 34 26 + 100 =

5.2 Escreva os 5 primeiros mltiplos de: a)5 __________________________ b)12______________________________ c)20______________________________ 5.3 Escreva os divisores de: a) 5______________________________ b)12______________________________ c) 20_____________________________

5.4 Circule o nmero que divisvel por 3: 453, 57, 995, 836, 91 5.5 O m.m.c dos nmeros 12, 24 , 144 :

SIMULADO DE MATEM햀ICA 1) (Fuvest/2003) - Num bolo, sete amigos ganharam vinte e um milhes, sessenta e trs mil e quarenta e dois reais. O prmio foi dividido em sete partes iguais. Logo, o que cada um recebeu, em reais, foi: a) 3.009.006,00 b) 3.009.006,50 c) 3.090.006,00 d) 3.090.006,50 e) 3.900.060,50 2) Qual o produto da multiplica豫o de 579 por 795? a) 370.415 b) 470.505 c) 589.735 d) 460.305 e) 623.305 3) Uma pessoa vai comprar carne para um churrasco em que devem participar 20 pessoas. Para calcular a quantidade de carne que vai comprar a pessoa admite que cada participante do churrasco deve comer 300g de carne. Quantos kg de carne a pessoa deve comprar? a) 4 b) 7 c) 6 d) 5 e) 8 4) Qual a fra豫o que igual a 2,5? a) 5/2 b) 25/9 c) 250/99 d) 2/5 6/3 e) 8) 5) Um consumidor conseguiu um desconto de 8% na compra de um televisor. Considerando que este desconto foi de R$ 40,00, quanto o consumidor pagou no televisor? a) 480,00 b) 470,00 c) 460,00 d) 490,00 e) 450,00 6) O resultado da diviso (-0,5):(-3/6) igual a: a) 1 b) 15/6 c) 2/3 d) 1 e) 2/3 7) Quanto 25% de 2.225? a) 0,30556 b) 556,25 c) 30,556 d) 3,0556 e) 32,225 8) Uma tonelada de ra豫o alimenta 20 vacas durante 30 dias. Quantos quilogramas de ra豫o so necessrios para alimentar 30 vacas durante 75 dias? a) 3.600 kg b) 3.700 kg c) 3.750 kg d) 3.500 kg e) 3.350 kg 9) A soma das idades de duas pessoas , hoje, 16 anos. O tempo necessrio, para que a soma das idades seja 26 anos, , em anos: a) 4 b) 6 c) 5 d) 7 e) 3 10) Antnio comprou 6 chaveiros iguais por R$ 300,00. Quanto Antnio pagou por 2 chaveiros? a) R$ 25,00 b) R$ 150,00 c) R$ 50,00 d) R$ 100,00 e) R$ 125,00 11) Uma viagem de trem demora 30 min a 60 km/h. Se diminuir sua velocidade para 45 km/h, o trem gastar, para fazer a mesma viagem, um tempo em minutos igual a: a) 35 b) 40 c) 45 d) 50 e) 55 12) Joo e Maria pesam juntos 240 Kg. O peso da Maria 5/7 do peso do Joo. Quanto pesa o Joo e quanto pesa a Maria? a) Joo pesa 150 Kg e Maria pesa 90 Kg b) Joo pesa 100 Kg e Maria pesa 140 Kg c) Joo pesa 140 Kg e Maria pesa 100 Kg d) Joo pesa 120 Kg e Maria pesa 120 Kg e) nda 13) Uma dzia de ovos custa R$ 1,60. Uma pessoa comprou duas dzias de ovos e pagou com uma nota de R$ 5,00. Portanto, ela dever receber de troco: a) R$ 1,80; b) R$ 2,00; c) R$ 2,80; d) R$ 3,00; e) R$ 2,20 14) Com um balde de gua, eu encho 3 garrafas. Com uma garrafa, eu encho 5 copos. Assim, o nmero de copos necessrios para encher 1 balde : a) 10 b) 8 c) 5 d) 15 e) 12 15) O filho tem um tero da idade do pai, que tem 60 anos. Quantos anos de idade tem o filho? a) 20 b) 23 c) 30 d) 25 ) 22

___________________________________________________ Voc quer respostas para suas perguntas? Ou voc sabe muito e quer compartilhar seu conhecimento? Experimente o Yahoo! Respostas ! http://br.answers.yahoo.com/

 

Revision 516 Oct 2006 - CecilioSantos

Line: 1 to 1
 
META TOPICPARENT name="WebAtividadesCiclo6"

INTERPRETA플O DE RESULTADOS

Deleted:
<
<
ATEN플O, MUITA ATEN플O!!!

밆OM QUIXOTE NO PONTO DE CULTURA

Venha participar desse momento to rico:Estudo Literrio No Ensino Fundamental - "Dom Quixote Caiu Na Rede"- sob orienta豫o dos cursistas Ariston Eduo e Antnio Ceclio, com adapta寤es da obra para crianas e adolescentes.

INSCRI합ES ABERTAS AT O DIA 30 DE SETEMBRO

INTERESSADOS PROCURAR: ARISTON EDU홒 (NO PONTO DE CULTURA)

ANTNIO CECLIO (NA UFBA)

VAGAS LIMITADAS

EU ALUNO RELA합ES TUMULTUADAS

O Centro Educacional Cenecista Antnio Matos Filho foi o nome de um colgio de Aguada Nova, municpio de Lapo-Ba, onde estudei durante oito anos. Muitos anos depois, j adulto, resolvi por no papel algumas lembranas desse perodo. Os fatos ocorreram num ambiente aberto do colgio, no qual convivem crianas, adolescentes, professores e empregados. As recorda寤es e impresses que marcam minha vida neste local no so reprodu寤es exatas de certa realidade, mas o resultado de uma experincia em termos de fatos gerais. Desse modo, a institui豫o, os colegas, professores foram representados em fun豫o do meu relacionamento tumultuado, mas bem simptico por natureza. Os companheiros de classe eram cerca de vinte e cinco, uma variedade de pessoas que me divertiam. O Edivan, pequeno, magrinho, cabelos baixos, cheio de histrias absurdas, como dizia o professor Claudiney, era o mais palhao; o Dilton, galego, cabelos meio ruivo; o Derlean, playboizinho da turma, namorava quase todas as meninas; o Alberlan Pires, o niquinho, bancava toda despesa dos colegas, para se amostrar diante das meninas. Ah! No posso esquecer de citar o mais irreverente, eu, Antnio Ceclio, rosto cinzento por falta de creme, o mais leve por carregar a responsabilidade dos estudos, fortssimo em tabuada, cinco vezes trs, vezes dois, noves fora, l estava eu nervoso, trmulo, mas sacudindo no ar o dedinho esperto. Na verdade, esta era a 뱓urma do fundo. O resto, uma cambadinha indistintas de 뱎atricinhas e 뱈auricinhos, adormentados nos primeiros lugares, sempre fazia abaixo-assinado para tirar a gente daquela sala. Durante o primeiro ms de colgio, um pensamento de um feriado causava em mim uma ansiedade de um ideal fabuloso. Quando tornei a vida de -toa, entrei em casa desfeito em vaidade, em exuberncia de um dia ou uma semana de folga. De volta s aulas, houve o grmio estudantil, o verdadeiro teatro dos soberbos alcances na vida de alguns alunos. Duas vezes por semana, organizavam-se os amigos do esporte, numa das salas ao canto. 픰 suas reunies aparecia eu, timidamente, para nada mais que simplesmente abusar, por excesso consome de um direito do estatuto. Assistente infalvel, saia cheio com uma linguagem elevada, pensando no dicionrio, conserva de esprito, relquia inaprecivel do Belo.

DISPUTAS CIVICAS

A dificuldade que um estudante encontrava para ter o privilgio de participar de um grmio fazia-me mais a fundo vulnervel. O colega do terceiro ano, no teve o menor embarao; entrou para o estabelecimento muito adiantado. Foi mediatamente proposto, aceito e empossado. Na primeira sesso, depois dos discursos elevados, tive ocasio de apreci-los com a beleza dos verbos. Debatamos alguns problemas, dos inesgotveis da agremia豫o. E ai ficou a pergunta: Quem foi o maior, Ceclio ou o colega do 3. ano? Indaga豫o histrica, difcil e evidente de levar a pblico. O Vinicius falou durante hora e meia com uma influncia que lhe angariava para sempre um palavra de qualidade. Eu, que nada tinha de artista, s falava causos que as pessoas no entendiam. Com certeza, eu no podia contar com vetos do bom povo, pois estive a fazer bobagens. Diante disso, o colega foi proclamado o magno dos magnos. Por esse memorvel dia, todos que foram matriculados naquele colgio, no podiam esquecer que o presidente do grmio no podia dar um passo a no ser que fosse com seriedade firmada e jurada diante de todos. Por no destoar da percorrida fama, ele ficou envolvido com direitos e deveres dos alunos, e com muito orgulho, diga-se de passagem. No grupo, tinha poetas, jornalistas, polemistas, romancistas, crticos, etc. Os alunos j tinham seu rgo. No movimento geral da existncia do grmio, eu observava caprichosamente os fatos, sem saber de nada de modo encantador e fraternal. O presidente conservava com os mais jovens, falava da famlia, falava dele, dos tempos passados. O estatuto do nosso rgo representante me marcava em duas ocasies de sobriedades: festas anuais de abertura e de encerramento dos trabalhos. Alm destas, as sesses comemorativas do colgio. Para as festas culturais, ns levvamos o ptio, colocava-mos alguns meses para a diretoria, sob um rico pano de cor vinho, de ramagens negras que davam um tom de agouro. O aborrecimento a grande doena na /da escola. Uma aborrecimento que gerava monotonia no trabalho dos professores. Mas quando se aproximava a poca da frias do meio do ano, a nossa turma j ia logo inventar algumas brincadeiras: a peteca subia como foguete, palmeada em nossas mos; inventvamos as bolas de gudes; vinham os jogos de salto sobre um tecido de linho; a amarelinha entrava em sena; vinha depois o jogo de corrida entre aqueles que gostavam do 밹hicotinho queimado. Vivamos os aspectos de narra豫o; o ptio se animava com o revoar de penas, com o estalar das bolas passando como pedras e atingindo a vidraa das janelas. J na semana anterior s frias, eu mesmo combinava com a galera toda, um lugar de encontro para todas essas brincadeiras. Havia tambm os jogos de parada, em que circulavam como preo os selos postais, as carteiras de cigarro. Com a proximidade das frias de fim de ano, tudo desaparecia. Os colegas saiam para as roas e o aborrecimento imperava. A impacincia da expectativa de livramento daquela monotonia fazia maior a priso dos ltimos dias. Eu solitrio, ia e vinha do colgio, percorrendo o ptio, reclamando o prazo da impacincia, vendo pairar pelo ptio, o momento de recreio que tanto, ns aproveitvamos. Ali, eu lembrava dos minutos demorados dos recreios, nos quais eu e meus amigos organizvamos a exposi豫o dos trabalhos de sala de aula. Por falar em recreio, as provoca寤es nesse momento eram freqentes provimentos de brigas. Os inspetores precisavam interferir nos conflitos, a galera andava em busca de sucessos, e por isso, procurava a sarna das importuna寤es. Essas provoca寤es eram alm de tudo, inverdades.

MOMENTOS DE IRREVERNCIAS

Havia na CNEC (Campanha Nacional das Escolas da Comunidade), fora desta regra, alunos dceis, criaturas escolhidas a dedo para o papel de complemento objetivo de caridade, tmidos como se os abatesse o peso de benefcio. E ns, a 뱓urma do fundo, com todos os deveres, nenhum direito, nem mesmo o de prestar aten豫o a nada, tnhamos que fazer alguma atividade para brilharmos diante dos mestres. Em retorno, os professores tinham a obriga豫o de nos fazer brilhar, por que caridade que no brilha caridade em pura perda. E os professores j sabiam que se ns fossemos contrariados, a baguna tava feita. Esse processo funcionava como uma espcie de chantagem. Vale salientar que em meio a tudo, isso j era o ensino fundamental. Na primeira semana do ms de setembro de 92, quando estvamos no ptio, ensaiando a entoa豫o do Hino de Lapo, Nacional e da Ptria, houve certo desentendimento entre Edimrio Novais e Gilderlan Rosendo, ambos da 뱓urma do fundo. Consta que houve mesmo agresso fsica. Os condenados negaram depois. Em todo caso era de efeito simples, engrandecido pela espalha豫o do boato. Concluda a chamada dos indiciados, a sala toda respirou tranquilamente. No recreio a rapaziada dispersou-se com os gritos festivos. Edimrio, sobretudo, estava de um descontentamento nunca visto. Casualmente em liberdade, sem suspenso nenhuma, e tambm por no ter havido informa寤es aos pais, o Gilderlan rosendo fazia da circunstncia uma pura pirraa contra o Edimrio. 봂u que sou mau, repetia andando na sala, 밻u que sou o bandalho, a peste do colgio! O mal sou eu. Edimrio foi gradualmente perdendo a pacincia. Atirou-se por fim ao Gilderlan, desesperado, lanou-o ao piso, meteu-lhe os ps. Mas ns separamos daquele conflito. No outro dia, em nome do diretor, foram convocados os responsveis, e mais ou menos uma dez testemunhas, e eu no meio. Fomos alinhados no corredor que partia para a sala do diretor. Na qualidade de presos escolares, vtimas da desconfiana do diretor, no nos envergonhavam de pedir perdo. Uns conversavam gracejando, outros se sentaram no sof. Junto de mim ficava um armrio dos materiais escolares, revestido-se a vidraa de uma tela protetora de metal. Por trs do armrio, havia uma porta. Os responsveis conversavam do outro lado com o diretor. Eu ouvir algumas palavras perdidas... De boa famlia, um descrdito! Vo pensar... Expulsar no corrigir... Isto o menos... No h gratuitas... Sim, sim. Quanto a mim... Beleza. Decididamente, foi um dia sinistro. Da sala, ouvimos enorme barulho no ptio. Recomeavam as vaias. Era um tumulto espantoso, gritos dos jovens em revolta por causa da fila da merenda. Os inspetores chegaram aterrorizados, procurando o diretor e mostrando a cara dos alunos que estavam empurrando os outros na fila. Adivinha logo. Essa baguna por causa do corte da fila por parte dos filhos das merendeiras e tambm dos filhos dos outros empregados do colgio. Uma velha queixa. A comida do CNEC no era pssima. O razovel para algumas centenas de alunos. Mas o que aborrecia era a impertinncia investida daqueles 밼uradores de fila. Diante dessa revolu豫o, o diretor indagou: Mas porque, meus amigos, no formularam uma representa豫o? Alguns alunos responderam: - A representa豫o o motim reduzido expresso desordeira. Logo o diretor refutou: - Qual a necessidade da representa豫o por arruaas? Tm toda a razo... Perdo a todos. Porm sou to enganado, igualmente a vocs. Mas voltando ao caso de Edimrio e Gilderlan, o diretor torturava-os ainda em cima do ser ou no serem expulsos. A situa豫o deles era complicada, pois j eram reincidentes. Moralidade, disciplina, tudo junto, era demais! Era demais! Esbravejava o diretor. Neste momento entrava-lhe a justia pelos bolsos como um desastre. O melhor a fazer (pensamento do diretor) era suspender os principais responsveis por trs dias letivos. Eu que tinha um 뱎 atrs com o diretor, percebi naquele instante que a justia foi completa. No entanto, algumas palavras com ar de ternura e de todo ressentimento ficavam transparentes, e ns saudvamos o diretor.

UMA PAQUERA SURGIU

Nesse mesmo tempo, surgiu uma paquera. No momento dos exerccios fsicos, tarde, andvamos juntos, voltas sem fim, em palestra sem assunto, por frases soltas, o frio sobre as douras de um bem estar mtuo. Falvamos baixo, bondosamente, como temendo espertar com a entona豫o mais alta, mais spera, o favor de um cupido benigno que estendia sobre ns a paixo invisvel. O amor era um s. Quando nos tornvamos a ver no outro dia, nenhum teve para o outro a mnima palavra, ficamos a um banco, lado a lado, em expansivo silncio. E nunca, depois, nos referimos diretamente ao feito de namorar. Coincidncia instintiva de um respeito recproco, algo talvez comum de uma recorda豫o amistosa. Em paralelo a isso, acontecia a semana da prova. Alis, essa estria nos exames sistemticos foi de dar febre. Trs dias antes me pulavam as palpita寤es; o apetite desapareceu, o sono depois do apetite; na manh do ato, as no寤es mais elementares das matrias com o apetite e com o sono. Memria em branco. O professor Claudinez Ribeiro me animava, mais quando eu lembrava do perigo, assustava mais. Esmagava-me por antecipa豫o o peso enorme das perguntas das avalia寤es. Ali na sala, estive no sei, que tempo, como um condenado, rodeado de professores, morrendo de palidez. De repente abriu-se uma porta, entrava mais um professor com a lista de alguns alunos que estavam 밹olando. Um nome, outro, ainda no era o meu. Afinal, no houve nem tempo para um desmaio. Quando me acalmei um pouco, o meu vizinho de cadeira de trs pediu socorro: 밮alha-me que estou perdido, no lembro da ordem direta. O rudo desta frase prenunciada emitiu som forte a ponto de atrair a aten豫o dos professores. Atirei-lhe a ora豫o principal, mas tive medo de socorr-lo inteiramente. Alm disso, eu precisava cuidar do prprio interesse. Deixe o pobre colega entregue ao desespero de uma folha deserta. De vez em quando, o infeliz me espetava as costas com a caneta. Para a prova oral fui mais animado, pois a nota da escrita foi tranqilizadora. Da em diante eu pensei o seguinte: ilustrar o esprito pouco; temperar o carter tudo. preciso que chegue um dia a desiluso do carinho domstico ou escolar, para que toda a vantagem se realize o mais cedo possvel. A educa豫o no faz almas, exercita-as. E o exerccio moral no vem das belas palavras de virtude, mas do atrito com as circunstncias. A energia para afront-las a herana de sangue dos capazes da moralidade, felizes na loteria do destino.

EU NO PROGRAMA DE FORMA플O DA UFBA APRENDIZAGENS SISTEM햀ICAS

Expresso sob a forma de reter impresses e conhecimentos adquiridos que tive o tempo todo como desafiante companhia. Eu estava sempre dialogando com um possvel e oculto leitor que se escondia por trs das minhas angstias. Em presena tanto mais exigente isso me contemplava num dilogo de cidadania, dilogo politizado e tico medida que se fazem explcitas minhas institui寤es. Foi muito gratificante pensar o tempo todo em fatos reflexivos no meu memorial, se bem que o leitor/orientador apresentou formas diversas, com as quais tenho dialogado em meus escritos anteriores dirigidos. A eles tenho afirmado que ser professor a mais prazerosa, e no mesmo tempo a mais dolente das profisses. Isso porque nos coloca o tempo todo um contato com jovens revoltados, um contato que no leva a aprender sempre de novo, voltados para o futuro, mas tambm com as mazelas e desrespeito por parte daqueles a quem dedicamos nossas vidas. Meu estilo j marcado por um incorrigvel otimismo e pela esperana de um mundo melhor que j estou ajudando a construir tem acentuado essas caractersticas. Pois, s vezes, me dirijo a jovens que no se sentem responsveis pelo mundo que herdaram e pelos desvios deles, pelo mundo com que sonham e que certamente sabero construir. Em meio a tudo isso, percebi que democracia, poltica e tica se fazem cada vez mais palavras inscritas de maneira criativa no imaginrio de nossos sonhos e perspectiva de vida solidria e sensvel a tudo que humano. Dentro desse contexto de universidade, tenho a sofrida demais cursistas. Ouvir e falar no depende somente de manejo de certo vocabulrio comum. Dependem tambm das vivncias co-participadas em determinadas contextos e das experincias do viver juntos. Apesar dos meus esforos por me expressar em linguagem acessvel a um universitrio, sei de minhas serias limita寤es a esse respeito. Peo por isso desculpas por solicitar a vocs o esforo adicional requerido pelas leituras de meus textos. oportuno entendermos sobre a proposta do projeto Irec inserida nos Parmetros Curriculares Nacionais do MEC, com o objetivo de superar o isolamento das disciplinas do ensino e levar a reflexo sobre a realidade vivida, assim como h mais tempo buscar o fazer atravs de denomina寤es diversas, tais as de 밹entro de interesse, 뱓emas geradores, 밶ula integrada. O que mais me importa em tais propostas a constante aten豫o tica e desimpedida comunica豫o que se estabelece no dilogo interno institui豫o, entre alunos, professores e funcionrios, e no dilogo externo com os familiares e com a cultura ambiente das comunidades locais ampliadas nos nveis da regio do estado e do pas. Para alm da necessria inteireza das cincias, vale dizer das vrias articula寤es dos contedos curriculares, devem educa豫o escolar tematizar de maneira organizada as prticas culturais e a vida e inserindo o dia-a-dia da escola nas prticas culturais de seu tempo com suas dimenses ticas, exigentes das amplas discusses crticas. Em minha op豫o pelas propostas curriculares do projeto, alm de consider-las optas a articular reas distintas de saber na a豫o conjugada de uma equipe de educadores, me sentir privilegiado no modelo tico, poltico e democrtico dos valores que se fizeram presentes nas rela寤es pedaggicas, nas atitudes e nos comportamentos, entre duas pessoas ou mais. No entanto, busco separar o moralismo das rela寤es pedaggicas atravs de normas e regras, cdigos de conduta, direitos e deveres pr-estabelecidos, que apenas sustentam as a寤es repressoras e legtimas a excluso social. E busco, tambm, superar as distncias das disciplinas escolares entre si e delas com o mundo da vida e com os processos que levam s aprendizagens das competncias indispensveis ao viver juntos numa sociedade de iguais na condi豫o de sujeitos especialmente autnomos e socialmente capazes.

EU PROFESSOR PCN PORTUGUS

Logo no incio do meu trabalho nas escolas de Irec, tive que do grupo de estudos do PCN de portugus. No incio no entendia muito bem como funcionava e no sabia o porqu de tantas reunies. Depois de trs encontros comecei a entender: existia o coordenador e todas as pessoas deveriam se envolver de um jeito ou de outro nos trabalhos dessa equipe. Na primeira semana eu quase desisti, mas comecei a pensar que os outros grupos estavam tambm difceis. Nesses primeiros encontros veio uma discusso para os professores escolherem uma pessoa para fazer o relatrio do encontro. Levantaram o meu nome e eu aceitei. Isso at me ajudou um pouco na constru豫o desse memorial. Naquele momento, me senti um sujeito capaz de transmitir o que a escola e a vida haviam j ensinado, alm de aprender com os colegas presentes. Para que estivssemos mais bem preparados para trabalhador com a educa豫o, nos fomos participar de um curso na Igreja Paulo Freire com Vasco Moreto. Eu aprendi nesse curso uma coisa que ainda hoje est na minha mente: a gente alfabetiza atravs da realidade e se fosse sempre assim, no existia analfabetismo. Quando a gente faz de um setor como o da Educa豫o e trabalha com crianas, comea a se preocupar muito mais com a vida delas, Porm, no fcil trabalhar com o coletivo: as pessoas pensam muito diferente uma das outros e tm experincias distintas. Um tem costume de um jeito e outro tem o costume de outro modo. A gente vai misturando e fazendo a discusso. Quando o grupo de discusso iniciou sua forma豫o, existiam dezesseis pessoas, aproximadamente, depois ficaram apenas dez. Com isto, percebi que o processo de discusso e organiza豫o, s vezes, no bom e igual para todos. Principalmente para aqueles que no est acostumado a construir o prprio raciocnio; alguns fizeram op豫o de sair, e isso deve ser respeitado. Afinal de contas, cada um tem o direito de escolher o jeito como quer viver e trabalhar. Este foi um momento novo em minha vida, por que depois de um ano de debate, eu j tinha condi寤es de fazer uma avalia豫o. Antes no se tinha nem tempo para fazer isto, pois quando chegava ao centro de estudos, s se pensava nas tarefas e planejamento coletivos, respeitando as particularidades. Eu confesso que a aprendi a viver junto com o outro. A coordenadora tinha uma organiza豫o mais completa, at porque ns fazamos parte da comunica豫o e precisvamos estar sintonizadas com os fatos. Hoje a vida em valor material ou afetivo diferente por nossa causa e pela chegada da UFBA, que nos deu uma estimulada quanto participa豫o, exigncia dos direitos que temos. Isso ns s aprendemos quando comeamos a participar e nos sentirmos com direito a ter direito. Isso ser sujeito atuante.

EU ALUNO ESPAO DAS RELA합ES PESSOAIS IMEDIATAS

Preciso retroceder a recorda豫o que esto para sempre inscritas no meu imaginrio: a infncia que foi festiva, feliz e de muito trabalho. Os finais de semana e as frias escolares eram vividos no campo, no convvio barulhento e alegre com uma irm, trs irmos, primos e outros companheiros de algazarra que moravam em Aguada Nova, municpio de Lapo-Ba. As brincadeiras na gua barrenta da lagoa, o cheiro doce e gostoso do mato, o milho verde assado nas brasas do fogo aceso no barranco da lagoa, os passeios a cavalo pelas roas e o esconde-esconde nos 뱎s de mamona so imagens guardadas e cultivadas. Lembro todos os odores e os diferencio com exatido, do cheiro forte do cavalo ao suave perfume do mato. Uma vida que foi aspirada, tocada, cheirada e respirada. Essa foi a grande escola dos meus sentidos de infncia e adolescncia. As tardes eu passava na escola dependurado numa cadeira que me obrigava os incmodos exerccios de alongamentos na tentativa de evitar algum tipo de distor豫o. Tocado o sinal do fim das aulas, eu saia correndo em dire豫o a cacimba para poder ajudar a minha me encher os banheiros e latas com gua. Desses recipientes, a gua era transportada para a casinha de banhos onde, suspensos por uma corda, prendia um antigo chuveiro de lata, alimentado manualmente com gua fria no vero e gua quente no inverno. No posso deixar de ressaltar que com meus pais aprendi desde cedo a assumir a responsabilidade por meus atos e a ser mais coerente. O gosto pela independncia e a determina豫o herdei de minha me, autoritria e fortemente determinada em tudo que faz. O amor pela profisso nunca foi herana familiar: trs tias paternas, todas as estudantes, mas desistiram no 뱈eio do caminho. Sem dvida, isso nunca foi um espelho pra mim. a paixo pelos alunos que faz o educador. Esse amor aprendi com os meus ex-professores que tiveram um grande respeito pela condi豫o humana. Porm, minha me foi uma pessoa especial na minha vida. Contrariando os preconceitos machistas, ainda mais rgidos aquela poca, mostrou aos filhos que chorar faz parte da condi豫o humana, de homens e mulheres. O amor que nutria por seus semelhantes era cultivado no dia-a-dia com a famlia, com os amigos e com os mais distantes forasteiros que aparecesse. Isso s refora que a famlia o primeiro espao de aprendizagem da competncia comunicativa. Na famlia os pais se desejam um ao outro e na gratuidade do amor em se realizam ambos no ser dos filhos, aliando as exigncias do afeto com as da responsabilidade que lhes atribui cultura em que vivem.

 

Revision 407 Oct 2006 - CecilioSantos

Line: 1 to 1
 
META TOPICPARENT name="WebAtividadesCiclo6"

INTERPRETA플O DE RESULTADOS

Line: 96 to 96
  No posso deixar de ressaltar que com meus pais aprendi desde cedo a assumir a responsabilidade por meus atos e a ser mais coerente. O gosto pela independncia e a determina豫o herdei de minha me, autoritria e fortemente determinada em tudo que faz. O amor pela profisso nunca foi herana familiar: trs tias paternas, todas as estudantes, mas desistiram no 뱈eio do caminho. Sem dvida, isso nunca foi um espelho pra mim. a paixo pelos alunos que faz o educador. Esse amor aprendi com os meus ex-professores que tiveram um grande respeito pela condi豫o humana. Porm, minha me foi uma pessoa especial na minha vida. Contrariando os preconceitos machistas, ainda mais rgidos aquela poca, mostrou aos filhos que chorar faz parte da condi豫o humana, de homens e mulheres. O amor que nutria por seus semelhantes era cultivado no dia-a-dia com a famlia, com os amigos e com os mais distantes forasteiros que aparecesse.
Changed:
<
<
Isso s refora que a famlia o primeiro espao de aprendizagem da competncia comunicativa. Na famlia os pais se desejam um ao outro e na gratuidade do amor em se realizam ambos no ser dos filhos, aliando as exigncias do afeto com as da responsabilidade que lhes atribui cultura em que vivem.
>
>
Isso s refora que a famlia o primeiro espao de aprendizagem da competncia comunicativa. Na famlia os pais se desejam um ao outro e na gratuidade do amor em se realizam ambos no ser dos filhos, aliando as exigncias do afeto com as da responsabilidade que lhes atribui cultura em que vivem.
 

Revision 304 Oct 2006 - CecilioSantos

Line: 1 to 1
 
META TOPICPARENT name="WebAtividadesCiclo6"

INTERPRETA플O DE RESULTADOS

Line: 22 to 22
  VAGAS LIMITADAS
Added:
>
>
EU ALUNO RELA합ES TUMULTUADAS

O Centro Educacional Cenecista Antnio Matos Filho foi o nome de um colgio de Aguada Nova, municpio de Lapo-Ba, onde estudei durante oito anos. Muitos anos depois, j adulto, resolvi por no papel algumas lembranas desse perodo. Os fatos ocorreram num ambiente aberto do colgio, no qual convivem crianas, adolescentes, professores e empregados. As recorda寤es e impresses que marcam minha vida neste local no so reprodu寤es exatas de certa realidade, mas o resultado de uma experincia em termos de fatos gerais. Desse modo, a institui豫o, os colegas, professores foram representados em fun豫o do meu relacionamento tumultuado, mas bem simptico por natureza. Os companheiros de classe eram cerca de vinte e cinco, uma variedade de pessoas que me divertiam. O Edivan, pequeno, magrinho, cabelos baixos, cheio de histrias absurdas, como dizia o professor Claudiney, era o mais palhao; o Dilton, galego, cabelos meio ruivo; o Derlean, playboizinho da turma, namorava quase todas as meninas; o Alberlan Pires, o niquinho, bancava toda despesa dos colegas, para se amostrar diante das meninas. Ah! No posso esquecer de citar o mais irreverente, eu, Antnio Ceclio, rosto cinzento por falta de creme, o mais leve por carregar a responsabilidade dos estudos, fortssimo em tabuada, cinco vezes trs, vezes dois, noves fora, l estava eu nervoso, trmulo, mas sacudindo no ar o dedinho esperto. Na verdade, esta era a 뱓urma do fundo. O resto, uma cambadinha indistintas de 뱎atricinhas e 뱈auricinhos, adormentados nos primeiros lugares, sempre fazia abaixo-assinado para tirar a gente daquela sala. Durante o primeiro ms de colgio, um pensamento de um feriado causava em mim uma ansiedade de um ideal fabuloso. Quando tornei a vida de -toa, entrei em casa desfeito em vaidade, em exuberncia de um dia ou uma semana de folga. De volta s aulas, houve o grmio estudantil, o verdadeiro teatro dos soberbos alcances na vida de alguns alunos. Duas vezes por semana, organizavam-se os amigos do esporte, numa das salas ao canto. 픰 suas reunies aparecia eu, timidamente, para nada mais que simplesmente abusar, por excesso consome de um direito do estatuto. Assistente infalvel, saia cheio com uma linguagem elevada, pensando no dicionrio, conserva de esprito, relquia inaprecivel do Belo.

DISPUTAS CIVICAS

A dificuldade que um estudante encontrava para ter o privilgio de participar de um grmio fazia-me mais a fundo vulnervel. O colega do terceiro ano, no teve o menor embarao; entrou para o estabelecimento muito adiantado. Foi mediatamente proposto, aceito e empossado. Na primeira sesso, depois dos discursos elevados, tive ocasio de apreci-los com a beleza dos verbos. Debatamos alguns problemas, dos inesgotveis da agremia豫o. E ai ficou a pergunta: Quem foi o maior, Ceclio ou o colega do 3. ano? Indaga豫o histrica, difcil e evidente de levar a pblico. O Vinicius falou durante hora e meia com uma influncia que lhe angariava para sempre um palavra de qualidade. Eu, que nada tinha de artista, s falava causos que as pessoas no entendiam. Com certeza, eu no podia contar com vetos do bom povo, pois estive a fazer bobagens. Diante disso, o colega foi proclamado o magno dos magnos. Por esse memorvel dia, todos que foram matriculados naquele colgio, no podiam esquecer que o presidente do grmio no podia dar um passo a no ser que fosse com seriedade firmada e jurada diante de todos. Por no destoar da percorrida fama, ele ficou envolvido com direitos e deveres dos alunos, e com muito orgulho, diga-se de passagem. No grupo, tinha poetas, jornalistas, polemistas, romancistas, crticos, etc. Os alunos j tinham seu rgo. No movimento geral da existncia do grmio, eu observava caprichosamente os fatos, sem saber de nada de modo encantador e fraternal. O presidente conservava com os mais jovens, falava da famlia, falava dele, dos tempos passados. O estatuto do nosso rgo representante me marcava em duas ocasies de sobriedades: festas anuais de abertura e de encerramento dos trabalhos. Alm destas, as sesses comemorativas do colgio. Para as festas culturais, ns levvamos o ptio, colocava-mos alguns meses para a diretoria, sob um rico pano de cor vinho, de ramagens negras que davam um tom de agouro. O aborrecimento a grande doena na /da escola. Uma aborrecimento que gerava monotonia no trabalho dos professores. Mas quando se aproximava a poca da frias do meio do ano, a nossa turma j ia logo inventar algumas brincadeiras: a peteca subia como foguete, palmeada em nossas mos; inventvamos as bolas de gudes; vinham os jogos de salto sobre um tecido de linho; a amarelinha entrava em sena; vinha depois o jogo de corrida entre aqueles que gostavam do 밹hicotinho queimado. Vivamos os aspectos de narra豫o; o ptio se animava com o revoar de penas, com o estalar das bolas passando como pedras e atingindo a vidraa das janelas. J na semana anterior s frias, eu mesmo combinava com a galera toda, um lugar de encontro para todas essas brincadeiras. Havia tambm os jogos de parada, em que circulavam como preo os selos postais, as carteiras de cigarro. Com a proximidade das frias de fim de ano, tudo desaparecia. Os colegas saiam para as roas e o aborrecimento imperava. A impacincia da expectativa de livramento daquela monotonia fazia maior a priso dos ltimos dias. Eu solitrio, ia e vinha do colgio, percorrendo o ptio, reclamando o prazo da impacincia, vendo pairar pelo ptio, o momento de recreio que tanto, ns aproveitvamos. Ali, eu lembrava dos minutos demorados dos recreios, nos quais eu e meus amigos organizvamos a exposi豫o dos trabalhos de sala de aula. Por falar em recreio, as provoca寤es nesse momento eram freqentes provimentos de brigas. Os inspetores precisavam interferir nos conflitos, a galera andava em busca de sucessos, e por isso, procurava a sarna das importuna寤es. Essas provoca寤es eram alm de tudo, inverdades.

MOMENTOS DE IRREVERNCIAS

Havia na CNEC (Campanha Nacional das Escolas da Comunidade), fora desta regra, alunos dceis, criaturas escolhidas a dedo para o papel de complemento objetivo de caridade, tmidos como se os abatesse o peso de benefcio. E ns, a 뱓urma do fundo, com todos os deveres, nenhum direito, nem mesmo o de prestar aten豫o a nada, tnhamos que fazer alguma atividade para brilharmos diante dos mestres. Em retorno, os professores tinham a obriga豫o de nos fazer brilhar, por que caridade que no brilha caridade em pura perda. E os professores j sabiam que se ns fossemos contrariados, a baguna tava feita. Esse processo funcionava como uma espcie de chantagem. Vale salientar que em meio a tudo, isso j era o ensino fundamental. Na primeira semana do ms de setembro de 92, quando estvamos no ptio, ensaiando a entoa豫o do Hino de Lapo, Nacional e da Ptria, houve certo desentendimento entre Edimrio Novais e Gilderlan Rosendo, ambos da 뱓urma do fundo. Consta que houve mesmo agresso fsica. Os condenados negaram depois. Em todo caso era de efeito simples, engrandecido pela espalha豫o do boato. Concluda a chamada dos indiciados, a sala toda respirou tranquilamente. No recreio a rapaziada dispersou-se com os gritos festivos. Edimrio, sobretudo, estava de um descontentamento nunca visto. Casualmente em liberdade, sem suspenso nenhuma, e tambm por no ter havido informa寤es aos pais, o Gilderlan rosendo fazia da circunstncia uma pura pirraa contra o Edimrio. 봂u que sou mau, repetia andando na sala, 밻u que sou o bandalho, a peste do colgio! O mal sou eu. Edimrio foi gradualmente perdendo a pacincia. Atirou-se por fim ao Gilderlan, desesperado, lanou-o ao piso, meteu-lhe os ps. Mas ns separamos daquele conflito. No outro dia, em nome do diretor, foram convocados os responsveis, e mais ou menos uma dez testemunhas, e eu no meio. Fomos alinhados no corredor que partia para a sala do diretor. Na qualidade de presos escolares, vtimas da desconfiana do diretor, no nos envergonhavam de pedir perdo. Uns conversavam gracejando, outros se sentaram no sof. Junto de mim ficava um armrio dos materiais escolares, revestido-se a vidraa de uma tela protetora de metal. Por trs do armrio, havia uma porta. Os responsveis conversavam do outro lado com o diretor. Eu ouvir algumas palavras perdidas... De boa famlia, um descrdito! Vo pensar... Expulsar no corrigir... Isto o menos... No h gratuitas... Sim, sim. Quanto a mim... Beleza. Decididamente, foi um dia sinistro. Da sala, ouvimos enorme barulho no ptio. Recomeavam as vaias. Era um tumulto espantoso, gritos dos jovens em revolta por causa da fila da merenda. Os inspetores chegaram aterrorizados, procurando o diretor e mostrando a cara dos alunos que estavam empurrando os outros na fila. Adivinha logo. Essa baguna por causa do corte da fila por parte dos filhos das merendeiras e tambm dos filhos dos outros empregados do colgio. Uma velha queixa. A comida do CNEC no era pssima. O razovel para algumas centenas de alunos. Mas o que aborrecia era a impertinncia investida daqueles 밼uradores de fila. Diante dessa revolu豫o, o diretor indagou: Mas porque, meus amigos, no formularam uma representa豫o? Alguns alunos responderam: - A representa豫o o motim reduzido expresso desordeira. Logo o diretor refutou: - Qual a necessidade da representa豫o por arruaas? Tm toda a razo... Perdo a todos. Porm sou to enganado, igualmente a vocs. Mas voltando ao caso de Edimrio e Gilderlan, o diretor torturava-os ainda em cima do ser ou no serem expulsos. A situa豫o deles era complicada, pois j eram reincidentes. Moralidade, disciplina, tudo junto, era demais! Era demais! Esbravejava o diretor. Neste momento entrava-lhe a justia pelos bolsos como um desastre. O melhor a fazer (pensamento do diretor) era suspender os principais responsveis por trs dias letivos. Eu que tinha um 뱎 atrs com o diretor, percebi naquele instante que a justia foi completa. No entanto, algumas palavras com ar de ternura e de todo ressentimento ficavam transparentes, e ns saudvamos o diretor.

UMA PAQUERA SURGIU

Nesse mesmo tempo, surgiu uma paquera. No momento dos exerccios fsicos, tarde, andvamos juntos, voltas sem fim, em palestra sem assunto, por frases soltas, o frio sobre as douras de um bem estar mtuo. Falvamos baixo, bondosamente, como temendo espertar com a entona豫o mais alta, mais spera, o favor de um cupido benigno que estendia sobre ns a paixo invisvel. O amor era um s. Quando nos tornvamos a ver no outro dia, nenhum teve para o outro a mnima palavra, ficamos a um banco, lado a lado, em expansivo silncio. E nunca, depois, nos referimos diretamente ao feito de namorar. Coincidncia instintiva de um respeito recproco, algo talvez comum de uma recorda豫o amistosa. Em paralelo a isso, acontecia a semana da prova. Alis, essa estria nos exames sistemticos foi de dar febre. Trs dias antes me pulavam as palpita寤es; o apetite desapareceu, o sono depois do apetite; na manh do ato, as no寤es mais elementares das matrias com o apetite e com o sono. Memria em branco. O professor Claudinez Ribeiro me animava, mais quando eu lembrava do perigo, assustava mais. Esmagava-me por antecipa豫o o peso enorme das perguntas das avalia寤es. Ali na sala, estive no sei, que tempo, como um condenado, rodeado de professores, morrendo de palidez. De repente abriu-se uma porta, entrava mais um professor com a lista de alguns alunos que estavam 밹olando. Um nome, outro, ainda no era o meu. Afinal, no houve nem tempo para um desmaio. Quando me acalmei um pouco, o meu vizinho de cadeira de trs pediu socorro: 밮alha-me que estou perdido, no lembro da ordem direta. O rudo desta frase prenunciada emitiu som forte a ponto de atrair a aten豫o dos professores. Atirei-lhe a ora豫o principal, mas tive medo de socorr-lo inteiramente. Alm disso, eu precisava cuidar do prprio interesse. Deixe o pobre colega entregue ao desespero de uma folha deserta. De vez em quando, o infeliz me espetava as costas com a caneta. Para a prova oral fui mais animado, pois a nota da escrita foi tranqilizadora. Da em diante eu pensei o seguinte: ilustrar o esprito pouco; temperar o carter tudo. preciso que chegue um dia a desiluso do carinho domstico ou escolar, para que toda a vantagem se realize o mais cedo possvel. A educa豫o no faz almas, exercita-as. E o exerccio moral no vem das belas palavras de virtude, mas do atrito com as circunstncias. A energia para afront-las a herana de sangue dos capazes da moralidade, felizes na loteria do destino.

EU NO PROGRAMA DE FORMA플O DA UFBA APRENDIZAGENS SISTEM햀ICAS

Expresso sob a forma de reter impresses e conhecimentos adquiridos que tive o tempo todo como desafiante companhia. Eu estava sempre dialogando com um possvel e oculto leitor que se escondia por trs das minhas angstias. Em presena tanto mais exigente isso me contemplava num dilogo de cidadania, dilogo politizado e tico medida que se fazem explcitas minhas institui寤es. Foi muito gratificante pensar o tempo todo em fatos reflexivos no meu memorial, se bem que o leitor/orientador apresentou formas diversas, com as quais tenho dialogado em meus escritos anteriores dirigidos. A eles tenho afirmado que ser professor a mais prazerosa, e no mesmo tempo a mais dolente das profisses. Isso porque nos coloca o tempo todo um contato com jovens revoltados, um contato que no leva a aprender sempre de novo, voltados para o futuro, mas tambm com as mazelas e desrespeito por parte daqueles a quem dedicamos nossas vidas. Meu estilo j marcado por um incorrigvel otimismo e pela esperana de um mundo melhor que j estou ajudando a construir tem acentuado essas caractersticas. Pois, s vezes, me dirijo a jovens que no se sentem responsveis pelo mundo que herdaram e pelos desvios deles, pelo mundo com que sonham e que certamente sabero construir. Em meio a tudo isso, percebi que democracia, poltica e tica se fazem cada vez mais palavras inscritas de maneira criativa no imaginrio de nossos sonhos e perspectiva de vida solidria e sensvel a tudo que humano. Dentro desse contexto de universidade, tenho a sofrida demais cursistas. Ouvir e falar no depende somente de manejo de certo vocabulrio comum. Dependem tambm das vivncias co-participadas em determinadas contextos e das experincias do viver juntos. Apesar dos meus esforos por me expressar em linguagem acessvel a um universitrio, sei de minhas serias limita寤es a esse respeito. Peo por isso desculpas por solicitar a vocs o esforo adicional requerido pelas leituras de meus textos. oportuno entendermos sobre a proposta do projeto Irec inserida nos Parmetros Curriculares Nacionais do MEC, com o objetivo de superar o isolamento das disciplinas do ensino e levar a reflexo sobre a realidade vivida, assim como h mais tempo buscar o fazer atravs de denomina寤es diversas, tais as de 밹entro de interesse, 뱓emas geradores, 밶ula integrada. O que mais me importa em tais propostas a constante aten豫o tica e desimpedida comunica豫o que se estabelece no dilogo interno institui豫o, entre alunos, professores e funcionrios, e no dilogo externo com os familiares e com a cultura ambiente das comunidades locais ampliadas nos nveis da regio do estado e do pas. Para alm da necessria inteireza das cincias, vale dizer das vrias articula寤es dos contedos curriculares, devem educa豫o escolar tematizar de maneira organizada as prticas culturais e a vida e inserindo o dia-a-dia da escola nas prticas culturais de seu tempo com suas dimenses ticas, exigentes das amplas discusses crticas. Em minha op豫o pelas propostas curriculares do projeto, alm de consider-las optas a articular reas distintas de saber na a豫o conjugada de uma equipe de educadores, me sentir privilegiado no modelo tico, poltico e democrtico dos valores que se fizeram presentes nas rela寤es pedaggicas, nas atitudes e nos comportamentos, entre duas pessoas ou mais. No entanto, busco separar o moralismo das rela寤es pedaggicas atravs de normas e regras, cdigos de conduta, direitos e deveres pr-estabelecidos, que apenas sustentam as a寤es repressoras e legtimas a excluso social. E busco, tambm, superar as distncias das disciplinas escolares entre si e delas com o mundo da vida e com os processos que levam s aprendizagens das competncias indispensveis ao viver juntos numa sociedade de iguais na condi豫o de sujeitos especialmente autnomos e socialmente capazes.

EU PROFESSOR PCN PORTUGUS

Logo no incio do meu trabalho nas escolas de Irec, tive que do grupo de estudos do PCN de portugus. No incio no entendia muito bem como funcionava e no sabia o porqu de tantas reunies. Depois de trs encontros comecei a entender: existia o coordenador e todas as pessoas deveriam se envolver de um jeito ou de outro nos trabalhos dessa equipe. Na primeira semana eu quase desisti, mas comecei a pensar que os outros grupos estavam tambm difceis. Nesses primeiros encontros veio uma discusso para os professores escolherem uma pessoa para fazer o relatrio do encontro. Levantaram o meu nome e eu aceitei. Isso at me ajudou um pouco na constru豫o desse memorial. Naquele momento, me senti um sujeito capaz de transmitir o que a escola e a vida haviam j ensinado, alm de aprender com os colegas presentes. Para que estivssemos mais bem preparados para trabalhador com a educa豫o, nos fomos participar de um curso na Igreja Paulo Freire com Vasco Moreto. Eu aprendi nesse curso uma coisa que ainda hoje est na minha mente: a gente alfabetiza atravs da realidade e se fosse sempre assim, no existia analfabetismo. Quando a gente faz de um setor como o da Educa豫o e trabalha com crianas, comea a se preocupar muito mais com a vida delas, Porm, no fcil trabalhar com o coletivo: as pessoas pensam muito diferente uma das outros e tm experincias distintas. Um tem costume de um jeito e outro tem o costume de outro modo. A gente vai misturando e fazendo a discusso. Quando o grupo de discusso iniciou sua forma豫o, existiam dezesseis pessoas, aproximadamente, depois ficaram apenas dez. Com isto, percebi que o processo de discusso e organiza豫o, s vezes, no bom e igual para todos. Principalmente para aqueles que no est acostumado a construir o prprio raciocnio; alguns fizeram op豫o de sair, e isso deve ser respeitado. Afinal de contas, cada um tem o direito de escolher o jeito como quer viver e trabalhar. Este foi um momento novo em minha vida, por que depois de um ano de debate, eu j tinha condi寤es de fazer uma avalia豫o. Antes no se tinha nem tempo para fazer isto, pois quando chegava ao centro de estudos, s se pensava nas tarefas e planejamento coletivos, respeitando as particularidades. Eu confesso que a aprendi a viver junto com o outro. A coordenadora tinha uma organiza豫o mais completa, at porque ns fazamos parte da comunica豫o e precisvamos estar sintonizadas com os fatos. Hoje a vida em valor material ou afetivo diferente por nossa causa e pela chegada da UFBA, que nos deu uma estimulada quanto participa豫o, exigncia dos direitos que temos. Isso ns s aprendemos quando comeamos a participar e nos sentirmos com direito a ter direito. Isso ser sujeito atuante.

EU ALUNO ESPAO DAS RELA합ES PESSOAIS IMEDIATAS

Preciso retroceder a recorda豫o que esto para sempre inscritas no meu imaginrio: a infncia que foi festiva, feliz e de muito trabalho. Os finais de semana e as frias escolares eram vividos no campo, no convvio barulhento e alegre com uma irm, trs irmos, primos e outros companheiros de algazarra que moravam em Aguada Nova, municpio de Lapo-Ba. As brincadeiras na gua barrenta da lagoa, o cheiro doce e gostoso do mato, o milho verde assado nas brasas do fogo aceso no barranco da lagoa, os passeios a cavalo pelas roas e o esconde-esconde nos 뱎s de mamona so imagens guardadas e cultivadas. Lembro todos os odores e os diferencio com exatido, do cheiro forte do cavalo ao suave perfume do mato. Uma vida que foi aspirada, tocada, cheirada e respirada. Essa foi a grande escola dos meus sentidos de infncia e adolescncia. As tardes eu passava na escola dependurado numa cadeira que me obrigava os incmodos exerccios de alongamentos na tentativa de evitar algum tipo de distor豫o. Tocado o sinal do fim das aulas, eu saia correndo em dire豫o a cacimba para poder ajudar a minha me encher os banheiros e latas com gua. Desses recipientes, a gua era transportada para a casinha de banhos onde, suspensos por uma corda, prendia um antigo chuveiro de lata, alimentado manualmente com gua fria no vero e gua quente no inverno. No posso deixar de ressaltar que com meus pais aprendi desde cedo a assumir a responsabilidade por meus atos e a ser mais coerente. O gosto pela independncia e a determina豫o herdei de minha me, autoritria e fortemente determinada em tudo que faz. O amor pela profisso nunca foi herana familiar: trs tias paternas, todas as estudantes, mas desistiram no 뱈eio do caminho. Sem dvida, isso nunca foi um espelho pra mim. a paixo pelos alunos que faz o educador. Esse amor aprendi com os meus ex-professores que tiveram um grande respeito pela condi豫o humana. Porm, minha me foi uma pessoa especial na minha vida. Contrariando os preconceitos machistas, ainda mais rgidos aquela poca, mostrou aos filhos que chorar faz parte da condi豫o humana, de homens e mulheres. O amor que nutria por seus semelhantes era cultivado no dia-a-dia com a famlia, com os amigos e com os mais distantes forasteiros que aparecesse. Isso s refora que a famlia o primeiro espao de aprendizagem da competncia comunicativa. Na famlia os pais se desejam um ao outro e na gratuidade do amor em se realizam ambos no ser dos filhos, aliando as exigncias do afeto com as da responsabilidade que lhes atribui cultura em que vivem.

Revision 228 Sep 2006 - CecilioSantos

Line: 1 to 1
 
META TOPICPARENT name="WebAtividadesCiclo6"

INTERPRETA플O DE RESULTADOS

Added:
>
>
ATEN플O, MUITA ATEN플O!!!

밆OM QUIXOTE NO PONTO DE CULTURA

Venha participar desse momento to rico:Estudo Literrio No Ensino Fundamental - "Dom Quixote Caiu Na Rede"- sob orienta豫o dos cursistas Ariston Eduo e Antnio Ceclio, com adapta寤es da obra para crianas e adolescentes.

INSCRI합ES ABERTAS AT O DIA 30 DE SETEMBRO

INTERESSADOS PROCURAR: ARISTON EDU홒 (NO PONTO DE CULTURA)

ANTNIO CECLIO (NA UFBA)

VAGAS LIMITADAS

Revision 113 Sep 2006 - CecilioSantos

Line: 1 to 1
Added:
>
>
META TOPICPARENT name="WebAtividadesCiclo6"

INTERPRETA플O DE RESULTADOS

 
This site is powered by the TWiki collaboration platformCopyright &짤 by the contributing authors. All material on this collaboration platform is the property of the contributing authors.
Ideas, requests, problems regarding TWiki? Send feedback