Difference: PRODU합ESCOLETIVAS (1 vs. 12)

Revision 1229 Nov 2005 - CecilioSantos

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Produ寤es Coletivas do grupo trs

Revision 1129 Nov 2005 - MariaBatista

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Produ寤es Coletivas do grupo trs

Line: 62 to 62
  Os educadores precisam entender que o mundo mudou. O papel que se espera de um docente no mais o mesmo. Num mundo com abundncia de informa寤es cabe ao educador redescobrir novas funces, bem como novas articula寤es do conhecimento e valoriza豫o da tica da informa豫o. Neste sentido, inquestionvel a importncia da internet nos espaos educacionais, especialmente pelas possibilidades de interatividade integrada nas diversos tipos de comunidades. Enfim, o GEAC - Grupo de Estudo Acadmico de Tecnologia nos proporcionou ver a internet, no como o futuro, mas como o princpio de uma profunda mudana na forma de como as pessoas interagem entre si e com o resto do mundo.
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REFERNCIA BONILLA, Maria Helena S. Escola aprendente: desafios e possibilidades postos no contexto da sociedade do conhecimento. 2002. Tese, Faculdade de Educa豫o, Universidade Federal da Bahia, Salvador BA. (p. 188 193). Disponvel no http://poseducacaoestatistica.vilabol.uol.com.br/interatividade.htm

Revision 1027 Nov 2005 - JairesBatista

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Produ寤es Coletivas do grupo trs

Line: 42 to 41
  Interatividade

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Falando de intera豫o e interatividade percebemos que o termo intera豫o mais que o termo interatividade e que interatividade acontece atravs das rela寤es humanas por sistemas ligados s novas tecnologias. Isso significa que o indivduo pode ser tanto emissor quanto receptor de uma realidade, podendo transform-la de maneira mais adequada de acordo com suas necessidades,costumes e forma de viver participando assim de modo mais ativo. De um modo geral na interatividade o ser humano participa do processo de transformar de mudar a lgica. O processo de aprendizagem socializado, e deve ser visto como fruto de um trabalho coletivo no qual o sujeito ir interagir com o meio ambiente, as pessoas e as ferramentas de trabalho.
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A principal idia transmitida por Maria Helena Bonilla, professora da Universidade Federal da Bahia acerca do termo interatividade que esta se manifesta atravs das rela寤es interativas conscientes. Algo que sem dvidas se difere das rela寤es na perspectiva da intera豫o, que pode acontecer de diversas maneiras, tanto na forma unilateral quanto bilateral, isto , atravs do dilogo e da reciprocidade, sem no entanto, deixarem de manter um ponto em comum: a separa豫o no tempo entre a a豫o do emissor e do receptor, estabelecendo assim uma rela豫o linear. Portanto, enquanto a intera豫o envolve um tipo de rea豫o ou resposta do indivduo a algum estmulo do ambiente num determinado espao de tempo, quer seja na sala de aula ou em outro local, a interatividade se sobressai, constituindo-se um tipo de rela豫o interativa bem mais amplo, porque se fundamenta na reciprocidade mtua e nas rela寤es no lineares. Portanto, na perspectiva da interatividade o sujeito participante ativo, consciente e pode at mesmo interromper o processo.Segundo a professora Maria Helelena Bonilla, o conceito de interatividade proposto por Silva(2000), pode nos oferecer uma base de apoio e compreenso das novas rela寤es estabelecidas no mbito educacional.

Nesse sentido, o papel do professor deixa de ser o de transmissor e facilitador para se transformar em conscientizador, pois precisa buscar novas estratgias para se fundamentar em incertezas e complexidades; pois um trabalho estruturado no acontecer ,ou seja, no inesperado, vital para auxiliar o professor na conquista da reciprocidade mtua to essencial em sala de aula. A partir da anlise dos conceitos de intera豫o e interatividade percebemos que a interatividade muito mais significativa que a intera豫o, porque acontece atravs das rela寤es humanas mediadas por sistemas ligados s modernas tecnologias. Isso significa que o indivduo pode ser tanto emissor quanto receptor de uma realidade, podendo at mesmo transform-la de maneira mais adequada s suas necessidades,costumes e formas de viver participando assim de uma maneira mais ativ. De um modo geral na interatividade o ser humano participa do processo de transformar de mudar a lgica. O processo de aprendizagem socializado, e deve ser visto como fruto de um trabalho coletivo no qual o sujeito ir interagir com o meio ambiente, as pessoas e as ferramentas de trabalho.

 Intera豫o a豫o rea豫o, o individuo est presente, mas no demonstra a vontade de produzir e compartilhar sua produ豫o com os demais. Mas deve ser levado em conta a sua participa豫o pelo fato da presena do indivduo. Percebe-se que nesse caso no h a constru豫o do conhecimento e simplesmente a transmisso.

Os dois termos so importantes para o desenvolvimento social. Segundo Lvy (1999:79), que o destinatrio decodifique, interprete, participe, mobilize seu sistema nervoso distinto, re(apropriando e (re)combinando as mensagens veiculadas.

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De acordo com a cita豫o, pensamos que o acesso s novas tecnologias digitais de fundamental importncia tanto no campo profissional quanto pessoa, possibilitando apropriar, participar e interpretar novos saberes na busca de novos conhecimentos procurando por meio da interatividade.
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De acordo com a cita豫o, pensamos que o acesso s novas tecnologias digitais so de fundamental importncia tanto no campo profissional quanto pessoal, pois possibilita a apropria豫o, a participa豫o e a interpreta豫o de novos saberes na busca de novos conhecimentos proporcionados pela interatividade.
 
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Assim sendo, podemos ressaltar que uma mquina pode permitir o funcionamento em conjunto para facilitar a comunica豫o entre seus usurios isso no que se refere ao computador,haja vista que a televiso funciona apenas como um meio de transmi豫o das informa豫o, no permitindo a participa豫o dos usurios em sua programa豫o, essa forma de comunica豫o j no satisfaz aos que primam pela a豫o modificadora de uma realidade et ento esttica e almejam participar da programa豫o como agente interativo. Isso significa que ns usurios no nos satisfazemos apenas em observar as imagens; ns participamos ativamente. No entanto para que acontea a interatividade o usurio necessita observar que existe retorno ao esforo empreendido e que a sua participa豫o efetuou modifica寤es teis no trabalho conjunto, isso implica que a interatividade um canal de mo dupla na qual os envolvidos juntam conhecimentos e esforo em uma constru豫o coletiva.
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Assim sendo, podemos ressaltar que uma mquina pode permitir o funcionamento em conjunto para facilitar a comunica豫o entre seus usurios isso no que se refere ao computador, haja vista, que a televiso funciona apenas como um meio de transmi豫o das informa寤es, no permitindo a participa豫o dos usurios em sua programa豫o. Essa forma de comunica豫o j no satisfaz aos que primam pela a豫o modificadora de uma realidade at ento esttica e que almejam participar da programa豫o como agente interativo. Isso significa que ns usurios no nos satisfazemos apenas em observar as imagens; ns queremos participar ativamente. No entanto, para que acontea a interatividade, o usurio necessita observar que existe retorno ao esforo empreendido e que a sua participa豫o efetuou modifica寤es teis no trabalho conjunto, isso implica que a interatividade um canal de mo dupla na qual os envolvidos juntam conhecimentos e esforo em uma constru豫o coletiva.
 

Dentro do nosso grupo de estudo, conversvamos e ao mesmo tempo mantnhamos contatos virtuais com outras pessoas, isso aconteceu por conta do processo de busca e da apropria豫o do querer aprender. Em alguns momentos, percebemos que houve apenas intera豫o, ou seja, uma a豫o passiva. Mas na maioria das vezes, aconteceu uma rea豫o diante dos fatos, tais como: bater papo, participar do Twiki, alterando e retirando algumas considera寤es dentro dos textos.

Em outras oportunidades, pensvamos que uma pessoa estava interagindo apenas pela presena fsica, como se algum fosse participativo apenas pelo fato de estar vendo o programa, mas sem possibilidade de mudanas.

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Notamos, por exemplo, que o grupo trs passou ou est passando pela interatividade, pois alguns j demonstraram atitudes mais significativas, enfrentam a mquina com mais autonomia, bem como participa寤es ativas. No restam dvidas de que o nosso grupo vem priorizando a interatividade, se familiarizando mais com o computador, bem como o uso da internet.
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Notamos, por exemplo, que o grupo trs passou ou est passando pela interatividade, pois alguns j demonstam atitudes mais significativas, enfrentam a mquina com mais autonomia, bem como apresentam participa寤es ativas. No restam dvidas de que o nosso grupo vem priorizando a interatividade, se familiarizando mais com o computador, bem como o uso da internet. Portanto, diante da emergncia das novas rela寤es e comunica寤es que agora vivenciamos que passamos a compreender a relevncia da internet nas rela寤es interativas e que precisamos lutar por polticas pblicas que garantam uma democratiza豫o do acesso internet para a maior parte possvel da popula豫o.

Os educadores precisam entender que o mundo mudou. O papel que se espera de um docente no mais o mesmo. Num mundo com abundncia de informa寤es cabe ao educador redescobrir novas funces, bem como novas articula寤es do conhecimento e valoriza豫o da tica da informa豫o. Neste sentido, inquestionvel a importncia da internet nos espaos educacionais, especialmente pelas possibilidades de interatividade integrada nas diversos tipos de comunidades. Enfim, o GEAC - Grupo de Estudo Acadmico de Tecnologia nos proporcionou ver a internet, no como o futuro, mas como o princpio de uma profunda mudana na forma de como as pessoas interagem entre si e com o resto do mundo.

 

Revision 926 Nov 2005 - MariaBatista

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Produ寤es Coletivas do grupo trs

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  • UFBA - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA%toc%
  • FACED - FACULDADE DE EDUCA플O
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  • CICLO LV
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  • CICLO IV
 
  • CURSO LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
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  • ATIVIDADE TEM햀ICA - TECNOLOGIA
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  • ATIVIDADE TEM햀ICA - 416:TECNOLOGIA
 
  • PROFESSORA: MARIA HELENA BONILLA
  • DISCENTES DO GEAC III
  • MONITORA SAMAI DE AZEVEDO PEREIRA
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  Interatividade

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Falando de intera豫o e interatividade percebemos que o termo intera豫o mais que o termo interatividade e que interatividade acontece atravs das rela寤es humanas por sistemas ligados s novas tecnologias. Isso significa que o indivduo pode ser tanto emissor quanto receptor de uma realidade, podendo transform-la de maneira mais adequada de acordo com suas necessidades,costumes e forma de viver participando assim de modo mais ativo.
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Falando de intera豫o e interatividade percebemos que o termo intera豫o mais que o termo interatividade e que interatividade acontece atravs das rela寤es humanas por sistemas ligados s novas tecnologias. Isso significa que o indivduo pode ser tanto emissor quanto receptor de uma realidade, podendo transform-la de maneira mais adequada de acordo com suas necessidades,costumes e forma de viver participando assim de modo mais ativo. De um modo geral na interatividade o ser humano participa do processo de transformar de mudar a lgica. O processo de aprendizagem socializado, e deve ser visto como fruto de um trabalho coletivo no qual o sujeito ir interagir com o meio ambiente, as pessoas e as ferramentas de trabalho. Intera豫o a豫o rea豫o, o individuo est presente, mas no demonstra a vontade de produzir e compartilhar sua produ豫o com os demais. Mas deve ser levado em conta a sua participa豫o pelo fato da presena do indivduo. Percebe-se que nesse caso no h a constru豫o do conhecimento e simplesmente a transmisso.

 Os dois termos so importantes para o desenvolvimento social. Segundo Lvy (1999:79), que o destinatrio decodifique, interprete, participe, mobilize seu sistema nervoso distinto, re(apropriando e (re)combinando as mensagens veiculadas.

De acordo com a cita豫o, pensamos que o acesso s novas tecnologias digitais de fundamental importncia tanto no campo profissional quanto pessoa, possibilitando apropriar, participar e interpretar novos saberes na busca de novos conhecimentos procurando por meio da interatividade.

Line: 54 to 56
  Em outras oportunidades, pensvamos que uma pessoa estava interagindo apenas pela presena fsica, como se algum fosse participativo apenas pelo fato de estar vendo o programa, mas sem possibilidade de mudanas.

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Notamos, por exemplo, que o grupo trs passou ou est passando pela interatividade, pois alguns j demonstraram atitudes mais significativas, enfrentam a mquina com mais autonomia, bem como participa寤es ativas.
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Notamos, por exemplo, que o grupo trs passou ou est passando pela interatividade, pois alguns j demonstraram atitudes mais significativas, enfrentam a mquina com mais autonomia, bem como participa寤es ativas. No restam dvidas de que o nosso grupo vem priorizando a interatividade, se familiarizando mais com o computador, bem como o uso da internet.
 

Revision 815 Nov 2005 - SamaiDeAzevedo

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Produ寤es Coletivas do grupo trs

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TEXTO COLETIVO UFBA - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACED - FACULDADE DE EDUCA플O CICLO LV CURSO LICENCIATURA EM PEDAGOGIA ATIVIDADE TEM햀ICA - TECNOLOGIA PROFESSORA: MARIA HELENA BONILLA DISCENTES DO GEAC III *MONITORA SAMAI DE AZEVEDO PEREIRA COMUNIDADES VIRTUAIS
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  • UFBA - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA%toc%
  • FACED - FACULDADE DE EDUCA플O
  • CICLO LV
  • CURSO LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
  • ATIVIDADE TEM햀ICA - TECNOLOGIA
  • PROFESSORA: MARIA HELENA BONILLA
  • DISCENTES DO GEAC III
  • MONITORA SAMAI DE AZEVEDO PEREIRA

COMUNIDADES VIRTUAIS

 

Neste texto fazemos uma ampla reflexo acerca da complexa rede denomidada ciberespao e das rela寤es estabelecidadas entre a telecomunica豫o e a informtica que denominam-se tecnologias digitais. No ciberespao as pessoas se comunicam, realizando a comunica豫o conjunto entre dois ou mais componentes via computadores em rede, mergulhados numa nova realidade, para informar, transmitir,corresponder, estabelecer uma analogia entres as pessoas produzindo saberes, vindo a construir o chamado mundo vitual.

Revision 709 Nov 2005 - MariaHelenaBonilla

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Produ寤es Coletivas do grupo trs

Line: 15 to 15
 COMUNIDADES VIRTUAIS
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Neste texto fazemos uma ampla reflexo acerca da complexa rede denomidada ciberespao e das rela寤es estabelecidadas entre a telecomunica豫o e a informtica que delimitam-se a tecnologia digital. No ciberespao as pessoas se comunicam, realizando a comunica豫o conjunto entre dois ou mais componentes via computadores em rede, mergulhados numa nova realidade, para informar, transmitir,corresponder, estabelecer uma analogia entres as pessoas produzindo saberes, vindo a construir o chamado mundo vitual.
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Neste texto fazemos uma ampla reflexo acerca da complexa rede denomidada ciberespao e das rela寤es estabelecidadas entre a telecomunica豫o e a informtica que denominam-se tecnologias digitais. No ciberespao as pessoas se comunicam, realizando a comunica豫o conjunto entre dois ou mais componentes via computadores em rede, mergulhados numa nova realidade, para informar, transmitir,corresponder, estabelecer uma analogia entres as pessoas produzindo saberes, vindo a construir o chamado mundo vitual.
 Analisamos as comunidades virtuais como ponto fundamental para a cria豫o de uma nova cultura (a cultura digital), percebemos que um novo saber que ser construdo coletivamente, que precisa ser analisado criterosamente percebendo as vantagens e desvantagens de particiapr de uma comunidade virtual, princpalmente com interesse de gerar conhecimento e aprendizagem. Segundo os professores Edvaldo Couto e Nelson Preto no Artigo- Comunidade Virtual: herana cultural ou tendncia contempornea, a questo das comunidades virtuais tem gerado controvrsias entre os pesquisadores, sobretudo entre aqueles que apostam que o surgimento dessas e outras alternativas de comunica豫o romper os laos de aproximidade e as rela寤es face a face,ainda presentes na sociedade contempornea.

Revision 607 Nov 2005 - SamaiDeAzevedo

Line: 1 to 1
 
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Produ寤es Coletivas do grupo trs

Line: 30 to 30
  COMENT핾IOS DO TEXTO DA ATIVIDADE 416 TECNOLOGIA
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INTERATIVIDADE
 
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Responder o que interatividade, parece-nos ser uma tarefa bastante complicada. Mas o que se ouve, so as pessoas empregando tal termo com o mesmo valor conceitual da palavra intera豫o, uma vez que o primeiro difere-se do segundo por apresentar caractersticas de envolvimento diante de expresses pblicas. O que pretendemos mostrar que no mundo da comunica豫o entre dois ou mais recursos tem que apresentar uma rela豫o de semelhana nos sentidos tecnolgicos, ou seja, o processo de transforma豫o se une atravs dos seus participantes. E a o ser humano vai sendo levado por este mtodo de reformula豫o, at que se encontre a interatividade. Dessa forma, entendemos que na interatividade, no mesmo momento em que o indivduo receptor, ele se torna, tambm, um emissor; pois ele pode realizar , simultaneamente , uma troca de informa寤es, inclusive com mais participa豫o.
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Interatividade

Falando de intera豫o e interatividade percebemos que o termo intera豫o mais que o termo interatividade e que interatividade acontece atravs das rela寤es humanas por sistemas ligados s novas tecnologias. Isso significa que o indivduo pode ser tanto emissor quanto receptor de uma realidade, podendo transform-la de maneira mais adequada de acordo com suas necessidades,costumes e forma de viver participando assim de modo mais ativo. Os dois termos so importantes para o desenvolvimento social. Segundo Lvy (1999:79), que o destinatrio decodifique, interprete, participe, mobilize seu sistema nervoso distinto, re(apropriando e (re)combinando as mensagens veiculadas.

De acordo com a cita豫o, pensamos que o acesso s novas tecnologias digitais de fundamental importncia tanto no campo profissional quanto pessoa, possibilitando apropriar, participar e interpretar novos saberes na busca de novos conhecimentos procurando por meio da interatividade.

  Assim sendo, podemos ressaltar que uma mquina pode permitir o funcionamento em conjunto para facilitar a comunica豫o entre seus usurios isso no que se refere ao computador,haja vista que a televiso funciona apenas como um meio de transmi豫o das informa豫o, no permitindo a participa豫o dos usurios em sua programa豫o, essa forma de comunica豫o j no satisfaz aos que primam pela a豫o modificadora de uma realidade et ento esttica e almejam participar da programa豫o como agente interativo. Isso significa que ns usurios no nos satisfazemos apenas em observar as imagens; ns participamos ativamente. No entanto para que acontea a interatividade o usurio necessita observar que existe retorno ao esforo empreendido e que a sua participa豫o efetuou modifica寤es teis no trabalho conjunto, isso implica que a interatividade um canal de mo dupla na qual os envolvidos juntam conhecimentos e esforo em uma constru豫o coletiva.
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Dentro do nosso grupo de estudo, conversvamos e ao mesmo tempo mantnhamos contatos virtuais com outras pessoas, isso aconteceu por conta do processo de busca e da apropria豫o do querer aprender. Em alguns momentos, percebemos que houve apenas intera豫o, ou seja, uma a豫o passiva. Mas na maioria das vezes, aconteceu uma rea豫o diante dos fatos, tais como: bater papo, participar do Twiki, alterando e retirando algumas considera寤es dentro dos textos.

Em outras oportunidades, pensvamos que uma pessoa estava interagindo apenas pela presena fsica, como se algum fosse participativo apenas pelo fato de estar vendo o programa, mas sem possibilidade de mudanas.

Notamos, por exemplo, que o grupo trs passou ou est passando pela interatividade, pois alguns j demonstraram atitudes mais significativas, enfrentam a mquina com mais autonomia, bem como participa寤es ativas.

 

Revision 507 Nov 2005 - VeraCavalcante

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Produ寤es Coletivas do grupo trs

Line: 33 to 33
  INTERATIVIDADE

Responder o que interatividade, parece-nos ser uma tarefa bastante complicada. Mas o que se ouve, so as pessoas empregando tal termo com o mesmo valor conceitual da palavra intera豫o, uma vez que o primeiro difere-se do segundo por apresentar caractersticas de envolvimento diante de expresses pblicas. O que pretendemos mostrar que no mundo da comunica豫o entre dois ou mais recursos tem que apresentar uma rela豫o de semelhana nos sentidos tecnolgicos, ou seja, o processo de transforma豫o se une atravs dos seus participantes. E a o ser humano vai sendo levado por este mtodo de reformula豫o, at que se encontre a interatividade. Dessa forma, entendemos que na interatividade, no mesmo momento em que o indivduo receptor, ele se torna, tambm, um emissor; pois ele pode realizar , simultaneamente , uma troca de informa寤es, inclusive com mais participa豫o.

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Assim sendo, podemos ressaltar que uma mquina pode permitir o funcionamento em conjunto para facilitar a comunica豫o entre seus usurios, isso no caso do computador haja vista que a televiso sendo um meio de transmisso de informa豫o no possibilita essa troca, fato esse que comea a gerar controversias com rela豫o a esse naneira de comunica豫o que no mais satisfaz as exirgncias tecnologicas atuais. Isso significa que ns usurios no nos satisfazemos apenas em observar as imagens; ns participamos ativamente
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Assim sendo, podemos ressaltar que uma mquina pode permitir o funcionamento em conjunto para facilitar a comunica豫o entre seus usurios isso no que se refere ao computador,haja vista que a televiso funciona apenas como um meio de transmi豫o das informa豫o, no permitindo a participa豫o dos usurios em sua programa豫o, essa forma de comunica豫o j no satisfaz aos que primam pela a豫o modificadora de uma realidade et ento esttica e almejam participar da programa豫o como agente interativo. Isso significa que ns usurios no nos satisfazemos apenas em observar as imagens; ns participamos ativamente. No entanto para que acontea a interatividade o usurio necessita observar que existe retorno ao esforo empreendido e que a sua participa豫o efetuou modifica寤es teis no trabalho conjunto, isso implica que a interatividade um canal de mo dupla na qual os envolvidos juntam conhecimentos e esforo em uma constru豫o coletiva.
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Revision 407 Nov 2005 - VeraCavalcante

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Produ寤es Coletivas do grupo trs

Line: 33 to 33
  INTERATIVIDADE

Responder o que interatividade, parece-nos ser uma tarefa bastante complicada. Mas o que se ouve, so as pessoas empregando tal termo com o mesmo valor conceitual da palavra intera豫o, uma vez que o primeiro difere-se do segundo por apresentar caractersticas de envolvimento diante de expresses pblicas. O que pretendemos mostrar que no mundo da comunica豫o entre dois ou mais recursos tem que apresentar uma rela豫o de semelhana nos sentidos tecnolgicos, ou seja, o processo de transforma豫o se une atravs dos seus participantes. E a o ser humano vai sendo levado por este mtodo de reformula豫o, at que se encontre a interatividade. Dessa forma, entendemos que na interatividade, no mesmo momento em que o indivduo receptor, ele se torna, tambm, um emissor; pois ele pode realizar , simultaneamente , uma troca de informa寤es, inclusive com mais participa豫o.

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Assim sendo, podemos ressaltar que uma mquina pode permitir o funcionamento em conjunto para facilitar a comunica豫o entre seus usurios. Isso significa que ns usurios no nos satisfazemos apenas em observar as imagens; ns participamos ativamente.
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Assim sendo, podemos ressaltar que uma mquina pode permitir o funcionamento em conjunto para facilitar a comunica豫o entre seus usurios, isso no caso do computador haja vista que a televiso sendo um meio de transmisso de informa豫o no possibilita essa troca, fato esse que comea a gerar controversias com rela豫o a esse naneira de comunica豫o que no mais satisfaz as exirgncias tecnologicas atuais. Isso significa que ns usurios no nos satisfazemos apenas em observar as imagens; ns participamos ativamente
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Revision 303 Nov 2005 - CecilioSantos

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Produ寤es Coletivas do grupo trs

Revision 228 Oct 2005 - CecilioSantos

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Produ寤es Coletivas do grupo trs

Line: 25 to 25
  Existem trs tipos de comunica豫o mediada por computador (CMC):e-mail, news e chat.News so listas de discusso temticas,onde os assinantes do servio remetem mensagens a um banco de dados que se encarrega de remet-las para os outros usurios cadastrados.No caso do e-mail e do news, o usurio escolhe quando quer ler e responder as mensagens, no caso do chat o servio transmite diretamente as mensagens escritas a todos os participantes do grupo conectados naquele momento.
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COMENT핾IOS DO TEXTO DA ATIVIDADE 416 TECNOLOGIA

INTERATIVIDADE

Responder o que interatividade, parece-nos ser uma tarefa bastante complicada. Mas o que se ouve, so as pessoas empregando tal termo com o mesmo valor conceitual da palavra intera豫o, uma vez que o primeiro difere-se do segundo por apresentar caractersticas de envolvimento diante de expresses pblicas. O que pretendemos mostrar que no mundo da comunica豫o entre dois ou mais recursos tem que apresentar uma rela豫o de semelhana nos sentidos tecnolgicos, ou seja, o processo de transforma豫o se une atravs dos seus participantes. E a o ser humano vai sendo levado por este mtodo de reformula豫o, at que se encontre a interatividade. Dessa forma, entendemos que na interatividade, no mesmo momento em que o indivduo receptor, ele se torna, tambm, um emissor; pois ele pode realizar , simultaneamente , uma troca de informa寤es, inclusive com mais participa豫o. Assim sendo, podemos ressaltar que uma mquina pode permitir o funcionamento em conjunto para facilitar a comunica豫o entre seus usurios. Isso significa que ns usurios no nos satisfazemos apenas em observar as imagens; ns participamos ativamente. ,

Revision 111 Oct 2005 - CecilioSantos

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Produ寤es Coletivas do grupo trs

TEXTO COLETIVO UFBA - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACED - FACULDADE DE EDUCA플O CICLO LV CURSO LICENCIATURA EM PEDAGOGIA ATIVIDADE TEM햀ICA - TECNOLOGIA PROFESSORA: MARIA HELENA BONILLA DISCENTES DO GEAC III *MONITORA SAMAI DE AZEVEDO PEREIRA COMUNIDADES VIRTUAIS

Neste texto fazemos uma ampla reflexo acerca da complexa rede denomidada ciberespao e das rela寤es estabelecidadas entre a telecomunica豫o e a informtica que delimitam-se a tecnologia digital. No ciberespao as pessoas se comunicam, realizando a comunica豫o conjunto entre dois ou mais componentes via computadores em rede, mergulhados numa nova realidade, para informar, transmitir,corresponder, estabelecer uma analogia entres as pessoas produzindo saberes, vindo a construir o chamado mundo vitual. Analisamos as comunidades virtuais como ponto fundamental para a cria豫o de uma nova cultura (a cultura digital), percebemos que um novo saber que ser construdo coletivamente, que precisa ser analisado criterosamente percebendo as vantagens e desvantagens de particiapr de uma comunidade virtual, princpalmente com interesse de gerar conhecimento e aprendizagem. Segundo os professores Edvaldo Couto e Nelson Preto no Artigo- Comunidade Virtual: herana cultural ou tendncia contempornea, a questo das comunidades virtuais tem gerado controvrsias entre os pesquisadores, sobretudo entre aqueles que apostam que o surgimento dessas e outras alternativas de comunica豫o romper os laos de aproximidade e as rela寤es face a face,ainda presentes na sociedade contempornea.

Estamos na era da cultura da intera豫o. A tecnologia vem invadindo o mundo de maneira apressada, de forma que devemos nos atualizar para no ficarmos excludos do mundo digital. Mediante as tantas demandas do mundo globalizado temos que estar atentos aos temas e nos policiarmos no que diz respeito s comunidades e sociedades virtuias, visto que segundo os professores, nas rela寤es de comunidades virtuais no existe garantia de privacidade quando estamos on line e vital que estejamos conscientes das divergncias e conflitos que o consumo da internet pode proporcionar a quem se utiliza de seus servios. Diante da instabilidade da segurana proporcionadas pelas comunidades e sociedades virtuias, surge a necessidade de pensarmos e analisarmos a questo tica da tecnologia. O que uma Comunidade Virtual? Qual a fun豫o dela? Que proveito podemos tirar desse tipo de comunidade? Comunidade Virtual um grupo de pessoas que se relacionam, se sentem mais vontade, mais estimuladas, mais motivadas para estarem interagindo coletivamente. Essa dinmica muito importante para o crescimento de cada participante desde que se planejem cada etapa a ser desenvolvida com responsabilidade para que o fluir destas pessoas possa acontecer sempre da melhor forma possvel.

Existem trs tipos de comunica豫o mediada por computador (CMC):e-mail, news e chat.News so listas de discusso temticas,onde os assinantes do servio remetem mensagens a um banco de dados que se encarrega de remet-las para os outros usurios cadastrados.No caso do e-mail e do news, o usurio escolhe quando quer ler e responder as mensagens, no caso do chat o servio transmite diretamente as mensagens escritas a todos os participantes do grupo conectados naquele momento.

 
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