Geofísica, sensoriamento remoto e geoprocessamento como ferramenta no mapeamento geológico e prospecção na ocorrência de ferro para as cartas de Espinosa e Guanambi, Bahia.- Paulo Roberto Santos Lopes (2012.2)

Banca: Prof. Dr. Johildo Salomão Figueirêdo Barbosa - IGEO/UFBA - Orientador, Profa Dra. Simone Cerqueira Pereira Cruz - Co-Orientadora - IGEO/UFBA, Dr. Eron Pires Macêdo - CPRM, Prof. Msc. Danilo Heitor Caires Tinoco Bisneto Melo - IGEO/UFBA- PETROBRAS

Resumo: A área de estudo está localizada no extremo sudoeste do Estado da Bahia, em fronteira com o Estado de Minas Gerais. Compreende as Cartas topográficas de Guanambi (SD-23-Z-B-II) e Espinosa (SD-23-Z-B-V), mapeadas pelo NGB - Núcleo de Geologia Básica – Mapemento Geológico e Metalogênese do Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia, sem recursos tecnológicos e imagens geofisica e de sensores remotos. Portanto, através de ferramentas como imagens magnetométricas (Campo Magnético Total e Amplitude do Sinal Analítico), radiométricas (Canal de Potássio, Canal de Urânio e Distribuição Ternária dos Canais de Potássio, Urânio e Tório), associados a Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento, obteve-se um novo mapa geológico reinterpretado para as duas Cartas em questão, apresentando mudanças nos litotipos do Complexo Santa Isabel, Batólito Guanambi, Granitóide Lagoa das Almas, Supergrupo São Francisco e Espinhaço, sobretudo nas Sequências Metavulcanossedimentares Urandi e Caetité-Licínio de Almeida que hospedam mineralizações de ferro e manganês.

Palavras chave: Mapeamento geológico, carta Espinosa, carta Guanambi.

-- IsabelBarros - 04 Jun 2013